Reino Unido leva história de pescador a sério e ainda paga R$ 1,8 mil


Um concurso nacional no Reino Unido vai escolher a melhor história de pescador enviada para dez centros de vida marinha no país. O prêmio oferecido pela organização Sea Life UK é de 500 libras esterlinas, cerca de R$ 1,8 mil.

Na Cornualha, já estão abertas as inscrições para o concurso local, que oferece um prêmio de 150 libras, ou quase R$ 560, pela história mais insólita. O vencedor ganha o direito de disputar o prêmio nacional.

Há dez anos, o Abrigo Nacional para Focas na cidade de Gweek já organizou um evento semelhante, e o vencedor foi um pescador que disse ter encontrado um falcão peregrino exausto no Mar do Norte.


Desesperada de cansaço, a ave teria visto através da neblina o avental branco do pescador e mirado no peito dele. Aparentemente, o animal acabou derrubando o homem. E se salvou.

“Algumas das histórias que surgiram eram incríveis”, disse uma representante do abrigo, Rachael Vine. “Já está na hora de ouvirmos mais.”

O incrível e fora do comum peixe-lobo feroz
Entre os mais incríveis casos contados no último concurso, estavam o encontro de um pescador com um veado que nadava em alto-mar e o ataque de um peixe-lobo (Anarhichadidae) tão feroz que quase arrancou o dedão do pescador -que estava de galochas durante o ataque.

“Queremos ouvir sobre os acontecimentos fora do comum que os pescadores vivem no mar”, disse Vine.

Um detalhe importante do regulamento é que as histórias precisam ser verdadeiras, e a organização se reserva o direito de convocar testemunhas ou de pedir algum tipo de prova material para comprovar as histórias.

As inscrições para o concurso estão abertas -apenas para praticantes de pesca oceânica e pescadores profissionais- até o dia 31 de março de 2008.

De acordo com Rachel Vine, dependendo da qualidade das histórias, pode até ser publicado um livro com os melhores casos.

Fonte = Da BBC Brasil – Uol Tablóide

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um comentário

  1. João Cirino Gomes

    Bom eu não sou pescador: então não entrarei no concurso; mas vou postar uma Estória que podera concorrer! Aos interessados entrem em contato C/ escritor independente > janciron@hotmail.com

    O Pescador e o Caçador!
    Pescarino o pescador, batizou o filho do Torneiro mecânico, que gostava de comer rapadura com farinha, tomar cachaça e caçar!
    Quando os dois compadres se acomodavam ao lado do fogão a lenha, as crianças se sentavam em volta, para escutar suas estórias!
    Certo dia, devido às estórias do pescador, os dois se desentenderam e passaram a discutir!
    Pescarino contou, que certa vez quando estava pescando, um peixe enorme havia quebrado sua linha e levado a isca!
    Mas no dia seguinte, ele que era insistente, voltou para o mesmo local munido uma linha mais resistente e uma isca maior!
    Assim que jogou o anzol na água, o peixe engoliu a isca, quebrou a linha e fugiu; mas ele não desanimou: Na manhã do dia seguinte, voltou para a beira da lagoa com um anzol e uma linha mais grossa; colocou um frango no anzol e jogou na água, mas o peixe engoliu o frango quebrou a linha e se mandou!
    Então, ele voltou bravo para casa!
    Pegou o maior anzol que encontrou, encastoou em uma linha mais resistente, colocou um peru de isca e jogou na água: Mas o peixe engoliu a isca, quebrou a linha e se mandou!
    Ai sim, ele ficou maluco: Voltou para casa, arrumou um cabo de aço, fez um anzol, encastôo no cabo de aço, colocou um porco de isca! Quando jogou o anzol na água, o peixe engoliu o porco; e para não ser arrastado para dentro da água, o pescador soltou o cabo de aço e o peixe acabou fugindo!
    Foi ai que ele teve uma grande idéia:- Vou conseguir um anzol e um cabo de aço bem forte; colocarei um novilho de isca e amarrarei no para choque do calhambeque: Desta vez vou tirar este peixe da água! E assim fez: Só que, quando a isca bateu na água, o peixe a engoliu e puxou com tanta força, que arrancou o pára-choque calhambeque! Então o pescador tomou a decisão de pegar aquele peixe de qualquer forma: Como o trem passava nas proximidades da lagoa às seis horas da tarde; ele comprou um cabo de aço bem forte, encastoou um anzol imenso, colocou um boi de isca e ficou esperando; assim que o trem apitou na curva, ele fisgou o boi no anzol, empurrou para dentro da água e rapidamente laçou o trem com o cabo de aço!
    E começou a luta do peixe com o trem; um puxava para cá e o outro para lá, parecia uma briga sem fim; até que o peixe começou a se cansar, e o trem foi puxando a lagoa morro acima, mas mesmo assim o danado do peixe não saia da água!
    Ai o torneiro mecânico caçador, tomou um gole de cachaça com garapa deu uma cusparada se arrepiou e falou; – compadre, isso não é nada: Ainda se lembra daquela vez que sua família me visitou e nós comemos doze faisões?
    – Sim compadre, eu me lembro! Aqueles pássaros estavam muito saborosos: Como eu havia de não me lembrar?
    -Então, o compadre também deve se lembrar que; enquanto o compadre proseava na sala, eu fui caçar, e pouco tempo depois voltei com meu embornal cheio!
    -Sim compadre, eu me lembro!
    – Antes de sair para caçar, eu contei as visitas, e como eram seis da minha família e mais seis da sua, separei doze caroços de chumbos; coloquei na minha espingarda, e fui em direção ao cafezal; lá chegando encontrei um bando de tico-tico! Então fiquei a matutar: – Não adianta eu atirar em pássaros pequenos, eu só trouxe doze caroços de chumbo e preciso de mistura para doze pessoas!
    Foi ai, que notei um bando de juritis empoleiradas nos galhos, de um imenso pé de café; então passei a contá-las! E como só tinha onze juritis, eu resolvi não atirar! Esperei por alguns instantes, até que olhei mais adiante e notei, que um bando de faisões pousava em uma arvore! Só fui contando: Assim que interou doze, eu arrastei o dedo; foi só pena que voou! Com a maior calma, eu caminhei para baixo do pé de café e comecei a colocar os faisões no embornal; mas para minha surpresa, quando já estava em casa, passei a contá-los, e notei que só havia onze!
    Eu achei estranho, e pensei: – Visita na minha casa não come sem mistura; e alem do mais, eu nunca erro um tiro! Então tomei a decisão de voltar ao cafezal, pois precisava descobrir o que havia acontecido!
    Quando cheguei embaixo do pé de café, procurei, revirei as moitas e nada; mas quando olhei para o alto, o caroço de chumbo estava correndo atrás do faisão, que voava em torno de um galho! Então dei um grito com o danado; ele tomou um susto e o chumbo a alcançou!
    – Mas compadre isso é mentira!
    Mentira é o seu trem puxar a lagoa morro acima!
    – Se não acredita compadre, eu ti levo na lagoa, e mostro onde eu peguei um peixe, que só a fotografia pesava cinqüenta quilos!
    Eu acredito sim: – Pois certa noite, eu vi uma enorme claridade naquela lagoa, até pensei que a lua havia se afogado, e quando mergulhei para salvar ela, encontrei um lampião aceso lá no fundo!
    – Mas lampião aceso dentro da água compadre? Isso, é que é mentira!
    – Mentira nada: Se o compadre diminuir o tamanho do seu peixe, eu apago o meu lampião!

    Hoje, tanto o pescador como o caçador são políticos, e seus familiares se tornaram gênios, milionários, fazendeiros e empresários, e juntos pregam em uníssono, a uma só voz, que condenam os enriquecimentos ilícitos e a corrupção, pois só querem a felicidade da Nação!

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