Cetesb analisa mortandade de peixes no Rio Corumbataí

A análise inicial das causas da mortandade dos peixes é a baixa vazão do rio em época de estiagem.

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) recolheu amostras do rio Corumbataí para analisar as razões da mortandade de peixes noticiada na edição de terça da Gazeta de Piracicaba.

Segundo a Cetesb, a morte dos peixes ocorreu no terço inferior do manancial, em trecho que compreende as pontes Assistência, em Rio Claro, e a ponte Tamandupá, na divisa entre Charqueada e Piracicaba. A análise inicial das causas da mortandade é a baixa vazão do rio em época de estiagem.

Como as águas que correm no trecho do rio têm baixa velocidade, a autodepuração do Corumbataí é baixa e, por isso, os níveis de oxigênio dissolvido também. A Cetesb coletou as amostras e aguarda por resultados que possam apontar novas explicações à mortandade. Mas, inicialmente, a vazão baixa provocou a morte dos peixes.

Na tarde de segunda-feira, muitos dos peixes boiavam mortos no leito do rio, enquanto outros buscavam a superfície da água para respirar oxigênio. Apesar da morte dos peixes, o Corumbataí não apresentava coloração suspeita ou odor incômodo.

Sobre o Rio Corumbataí (São Paulo)

O rio Corumbataí é um rio brasileiro do estado de São Paulo.

Nasce na localização geográfica, latitude 22º10’05” Sul e longitude 47º44’33 Oeste, no município de Analândia, segue na direção nordeste (030º) até a cidade onde desvia para sudeste (150º) e passando por Corumbataí, continua nesta direção até próximo a Rio Claro e em Cordeirópolis desvia para sudoeste (220º) e bem próximo a Piracicaba deságua no rio de mesmo nome. Tem aproximadamente 95 quilômetros de percurso, sendo que no trecho de Rio Claro até Piracicaba é muito tortuoso. Apresenta desnível de 330 metros, ou seja, 3 metros por quilômetro.

Este rio dá nome à cidade de Corumbataí, que compõe a Bacia do rio Piracicaba.

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