Terminal Pesqueiro de Santos terá mais uma reforma

O Terminal Pesqueiro Público de Santos (SP) terá mais uma reforma, para alegria dos trabalhadores que utilizam o espaço para carga e descarga do pescado na Baixada Santista. Serão investidos na obra cerca de R$ 683 mil

Os recursos, oriundos do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) serão repassados via Convênio (Contrato nº 06/2010, publicado no DOU em 22/02/2010).

São obras de reforma estrutural dos banheiros e vestiários masculinos e femininos (com armários) para usuários e funcionários do Terminal; refeitório; reconstrução e manutenção de cercas e muros; reforma da guarita e instalação de portão eletrônico; pinturas e serviços complementares de vedação e impermeabilização das estruturas de alvenaria; cobertura do prédio da fábrica de gelo; pavimentação dos acessos internos; recuperação do piso do pavilhão de recepção e comercialização do pescado e adequação do Escritório Regional do MPA em Santos.

Outras adequações deverão ser realizadas visando à segurança e melhoria dos serviços.

Obras melhoram atendimento

Uma das grandes conquistas do Terminal Público Pesqueiro de Santos foi a Fábrica de Gelo que começou a funcionar em outubro de 2008, com produção estimada de 120 ton/hora, em regime de operação de 24 horas. A fábrica, instalada com recursos do MPA, abastece as embarcações ancoradas e outras da região que vendem para peixarias e peixeiros.

Os desembarques no TPP variam em função dos períodos da safra da sardinha e dos períodos de defeso (veja quadro). No mês de dezembro de 2009, 24 embarcações com permissão de captura para peixes diversos (polvo, atum e camarão rosa) desembarcaram no Terminal quase 157 mil quilos de pescado. Na safra da sardinha o terminal trabalhou 24 horas sem interrupção. A melhoria das condições operacionais do TPP de Santos é fundamental nesta época de safra do pescado, quando a demanda aumenta consideravelmente.

“O aumento da descarga no Terminal Público Pesqueiro de Santos se deve, em grande parte, às iniciativas Ministério da Pesca e Aquicultura, que recuperou a infraestrutura, melhorando as condições de comercialização no local”, avalia Leinad Oliveira, superintendente do MPA em São Paulo.

MPA

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