- sábado, 15 dezembro, 2007, 20:18
- Geral, Meio Ambiente
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Avanços são marcados pelo retorno de diversas espécies à região de Paraty, lucratividade dos pescadores e fechamento de parcerias
Antes ocupada por pescarias irracionais, que provocaram o desaparecimento de espécies marinhas na região, a baía de Paraty (RJ) é hoje referência na exploração sustentável do potencial aqüícola. Onde a pesca predatória e o arrasto dizimavam a população de peixes, tanques-redes agora promovem um sistema de cultura que, além de baratear a prática, agregam valor ao produto e permitem o retorno de espécies ao local.
A implantação do sistema na região é uma das iniciativas do Projeto Robalo, uma ação do Instituto Arruda Botelho (IAB) que tem por objetivo preservar a riqueza marinha de Paraty e gerar renda para a comunidade pesqueira local. O trabalho já surte efeitos sensíveis no meio ambiente regional e no bolso de quem vive na região.
De acordo com o responsável pelo projeto, o técnico em aqüicultura Alexandre Gomes Fonseca, o retorno de espécies marinhas à região é notável. “Estamos vendo novamente cardumes de robalos, vermelhos, garoupas, badejos e outras espécies que tinham desaparecido daqui”, explica.
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