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Título permitirá que pescador produza em águas da União por pelo menos vinte anos

73 famílias de aqüicultores brasileiros que recebem hoje (20), em Foz do Iguaçu, os primeiros títulos de cessão de uso das águas da União, poderão produzir peixes em cativeiro, em tanques-redes (gaiola submersa), por um período renovável de 20 anos. Em áreas de 2 mil metros quadrados, os pescadores poderão implantar até 30 tanques-redes, o que possibilita aproximadamente duas "safras" de seis toneladas de peixes por ano e uma renda líquida anual de R$ 12 mil. Eles foram selecionados entre os cerca de 700 pescadores artesanais ribeirinhos e indígenas do entorno do reservatório da Hidrelétrica de Itaipu, no Paraná, que sobrevivem da pesca extrativista. O gestor do programa Mais Peixes em Nossas Águas, Pedro Tonelli, de Itaipu, explicou que, com o título, eles poderão ter a produção regularizada, recebendo recursos de programas oficiais de crédito e assistência técnica. Além disso, terão a oportunidade de passar por programas de capacitação, inclusive com orientações sobre comercialização do produto. “A renda mensal esperada para cada família é de R$ 700 e uma produção de dez toneladas de peixe”, informou. Segundo Tonelli, um dos principais benefícios do programa será dar dignidade ao pescador. Continue lendo

Criação racional de peixes.

INTRODUÇÃO O Brasil e a região Cacaueira da Bahia destacam-se no cenário da piscicultura devido ao seu tamanho e a riqueza de suas bacias hidrográficas. Apesar desse potencial o consumo atual de pescado no Estado é estimado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 72.000 toneladas/ano. Esse número gera um déficit de aproximadamente 60.000 toneladas/ano o que implica na importação de pescado, principalmente de outros Estados. Estimular a criação de peixes de água doce, incentivar as organizações comunitárias e capacitar os recursos humanos são alternativas para o processo de inclusão social uma vez a piscicultura representa uma excelente alternativa e ótima oportunidade de negócio diante da demanda desse alimento. TIPOS DE PISCICULTURA Extensiva É aquela praticada em reservatórios, lagos, lagoas e açudes que não foram construídos para o cultivo de peixes, mas para outra finalidade, a exemplo de bebedouro de animais, geração de energia elétrica etc.. Este tipo de piscicultura apresenta os menores índices de produtividade uma vez que a alimentação dos peixes depende da produção natural dos corpos d'água. A taxa de estocagem utilizada é de um peixe para cada 10 m2. Continue lendo

Criação de peixes em tanques-rede

Uma das modalidades de cultivo de peixes em alta densidade de estocagem é o sistema de tanques-rede ou gaiolas. Trata-se de uma criação intensiva cujo resultado final é uma alta produtividade. Em geral são estruturas retangulares que flutuam na água e confinam peixes em seu interior. Esse equipamento é constituído basicamente por flutuadores ( galões, bombonas, bambu, isopor, canos de PVC, etc.) que sustentam submersos na ... Continue lendo

Cultivo de Lutjanus : Um avanço na piscicultura marinha brasileira

Eduardo Gomes Sanches, esanches@pesca.sp.gov.br, pesquisador científico do Instituto de Pesca, agosto 2007 Conhecido popularmente em algumas regiões do Brasil como vermelho, cioba, caranha ou, erroneamente, até por “pargo”, o gênero Lutjanus é formado por doze espécies, sendo que nove delas ocorrem na costa brasileira: Lutjanus synagris (Linnaeus, 1758), Lutjanus buccanella (Cuvier, 1828), Lutjanus cyanopterus (Cuvier, 1828), Lutjanus griseus (Linnaeus, 1758), Lutjanus apodus (Walbaum, 1792), Lutjanus jocu (Bloch e Schneider, 1801), Lutjanus analis (Cuvier, 1828), Lutjanus vivanus (Cuvier, 1828) e Lutjanus purpureus (Poey, 1875). Continue lendo
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