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	<title>Guia da Pesca &#187; Tainha</title>
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	<description>Sua pescaria começa aqui. [www.guiadapesca.com.br]</description>
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		<title>Polícia Federal e Ibama flagram pesca ilegal em Porto Belo e Bombinhas</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 21:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bombinhas. Itajaí]]></category>
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		<description><![CDATA[A fiscalização da Polícia Federal e do Ibama flagrou duas ocorrências de pesca ilegal nos litorais catarinense e gaúcho. Na madrugada de sábado, em Porto Belo, uma embarcação com 19 tripulantes foi apreendida com cerca de 50 toneladas de tainha que foram pescadas em área proibida, no litoral do Rio Grande do Sul. _ Foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/07/pesca-ilegal-porto-belo-bombinhas.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5230" title="pesca ilegal Porto Belo e Bombinhas" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/07/pesca-ilegal-porto-belo-bombinhas-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A fiscalização da Polícia Federal e do Ibama flagrou duas ocorrências de pesca ilegal nos litorais catarinense e gaúcho. Na madrugada de sábado, em Porto Belo, uma embarcação com 19 tripulantes foi apreendida com cerca de 50 toneladas de tainha que foram pescadas em área proibida, no litoral do Rio Grande do Sul.</p>
<p>_ Foram pescados em área costeira, fora da área permitida para a pesca industrial. Conseguimos identificar essas embarcações por meio de um sistema de monitoramento de pesca via satélite _ explica o agente Aurélio Raphael de Macedo.</p>
<p>De acordo com a Instrução Normativa do Ibama, de 2008, no caso da costa gaúcha, a pesca da tainha pelas embarcações permissionadas só pode ser feita 10 milhas náuticas além da costa.</p>
<p>A multa aplicada pelo Ibama ao proprietário do barco foi de R$ 1 milhão e o dono da carga de tainha ficou nomeado fiel depositário do pescado até que a Justiça decida o que será feito com a mercadoria. As pessoas envolvidas podem responder, ainda, por crime ambiental.</p>
<p>Em Bombinhas, na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, um barco, iscas e equipamentos de pesca foram retidos pela fiscalização da PF e do Ibama e dez pescadores foram levados para a delegacia da PF, em Itajaí, para prestar esclarecimentos. Eles faziam pesca predatória no local.</p>
<p>_ Eles serão autuados por crime ambiental. Se o armador tem conhecimento disso e está lucrando com a pesca, responde pelo crime também _ afirma Macedo.</p>
<p>Conforme a PF, a pesca predatória em local proibido pode acarretar aos envolvidos pena de até 3 anos de detenção e/ou multa.</p>
<p>http://wp.clicrbs.com.br</p>
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		<title>Medidas do Ibama para a safra da tainha repercutem positivamente</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 02:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tainha]]></category>

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		<description><![CDATA[Florianópolis (24/06/2009) &#8211; Segundo pescadores de Santa Catarina, os resultados das novas regras para a pesca da tainha já começam a aparecer. Conforme noticia o Jornal do Campeche, de Florianópolis, com matéria intitulada “Mudança de regras para a safra beneficia pescadores”, a protelação do início da captura da tainha favorece o pescador artesanal. A matéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Florianópolis (24/06/2009) &#8211; Segundo pescadores de Santa Catarina, os resultados das novas regras para a pesca da tainha já começam a aparecer. Conforme noticia o Jornal do Campeche, de Florianópolis, com matéria intitulada “Mudança de regras para a safra beneficia pescadores”, a protelação do início da captura da tainha favorece o pescador artesanal. A matéria fala que depois de amargar uma temporada de pouquíssimas tainhas na safra passada, pescadores do Campeche comemoram uma safra gorda na temporada deste ano. A abertura da safra, dia 15 de maio, mais tarde que em anos anteriores, está proporcionando uma pescaria farta e democrática, contemplando praticamente todas as comunidades pesqueiras da ilha de Santa Catarina e da Grande Florianópolis.</p>
<p>Segundo a matéria, o pescador Aparício Inácio, há mais de 50 anos na atividade, entende que a boa safra se deve ao “defeso” imposto pelo governo, adiando o início da captura. “A mudança ajudou porque os barcos não puderam sair antes e deixaram os cardumes se aproximar da praia”, acredita.</p>
<p>O novo regramento, entre outras, determina que barcos tipo traineira, com capacidade de carga acima de dez toneladas, devidamente autorizados, devem pescar fora das cinco milhas náuticas, e, nas praias onde há pontos de pesca estabelecidos, a atividade está restrita a pescadores artesanais.</p>
<p>O chefe da Divisão de Controle e Fiscalização do Ibama em Santa Catarina, analista ambiental Carlos Ribeiro, informa que a fiscalização ocorrerá de forma ostensiva em todo o litoral do estado, até o dia 30 de julho, quando se encerra a temporada de pesca da tainha.</p>
<p>Badaró Ferrari<br />
Ascom Ibama/SC</p>
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		<title>Pescadores pedem revogação da Portaria 171 do Ibama</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 01:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Colonia de Pescadores]]></category>
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		<description><![CDATA[Durante reunião da Comissão de Pesca e Aquicultura da Assembleia Legislativa, na manhã de hoje (29), que foi presidida pelo deputado Darci de Matos (DEM), a Colônia de Pescadores Z-11, de Florianópolis, solicitou que o Parlamento revogue a Portaria nº 171 do Ibama, de 2008, válida para a pesca da tainha em 2009. Essa portaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante reunião da Comissão de Pesca e Aquicultura da Assembleia Legislativa, na manhã de hoje (29), que foi presidida pelo deputado Darci de Matos (DEM), a Colônia de Pescadores Z-11, de Florianópolis, solicitou que o Parlamento revogue a Portaria nº 171 do Ibama, de 2008, válida para a pesca da tainha em 2009. Essa portaria impede que as embarcações de pesca artesanal operem a menos de 1.800 metros da praia, o que, segundo Ari Santana, presidente da Z-11, causa grandes transtornos e prejuízos aos pescadores dessa modalidade.</p>
<p>Eles querem que sejam aplicadas as normas da portaria anterior, que estabelece em 800 metros a distância do balizamento. &#8220;Queremos que a federação dos pescadores faça as demarcações e o balizamento nas áreas de maior atrito com as colônias de pescadores e as partes envolvidas&#8221;, declarou Santana.</p>
<p>Este ano, a pesca da tainha começa no próximo dia 15 de maio e, para evitar confrontos, a Federação dos Pescadores de Santa Catarina solicitou ao Ibama, através da comissão, o fornecimento de 300 bóias para a sinalização. &#8220;Com essas bóias e a demarcação dos 800 metros teremos uma pesca tranquila, o que vai impedir atritos entre a pesca de malha e a de rede de arrastão de praia&#8221;, afirmou o presidente da entidade, Ivo da Silva.</p>
<p>O superintendente do IBAMA em Santa Catarina, Américo Turnês, disse que o órgão vai trabalhar de forma efetiva na fiscalização. &#8220;Mas não vou trabalhar para dirimir conflitos entre os pescadores.&#8221;</p>
<p>Para o deputado Edison Andrino (PMDB), o balizamento deve ser feito de acordo com cada região. &#8220;Caso contrário, teremos problemas na safra da tainha deste ano.&#8221; O deputado Darci de Matos disse que a comissão encaminhará ao governo os pedidos levantados durante o encontro. &#8220;Precisamos dar condições de sobrevivência aos pescadores, mas também temos a preocupação com a preservação&#8221;, afirmou. </p>
<p>Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina<br />
(Rose Mary Paz Padilha/Divulgação Alesc)</p>
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		<title>Instituto de Pesca domina técnica de produção do Robalo em cativeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 00:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Após anos de pesquisa científica, o Instituto de Pesca conseguiu dominar a tecnologia de produção do robalo e da tainha em cativeiro. A técnica foi desenvolvida no Núcleo de Pesquisas e Desenvolvimento de Cananéia pelos pesquisadores Idili da Rocha Oliveira e Pedro Carlos da Silva Serralheiro. Agora, o único entrave para a implantação de fazendas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#grafico--><br />
Após anos de pesquisa científica, o Instituto de Pesca conseguiu dominar a tecnologia de produção do robalo e da tainha em cativeiro. A técnica foi desenvolvida no Núcleo de Pesquisas e Desenvolvimento de Cananéia pelos pesquisadores Idili da Rocha Oliveira e Pedro Carlos da Silva Serralheiro.</p>
<p>Agora, o único entrave para a implantação de fazendas marinhas destinadas à criação dessas duas espécies é a falta de um laboratório que produza, em larga escala, as matrizes e as repasse para os interessados em montar as fazendas, como vai acontecer com o bijupirá.</p>
<p>‘‘Já poderíamos colocar os tanques-rede no mar. O que falta para nós é um centro de produção de larvas e (peixes) juvenis’’, salienta Idili, que, além de pesquisadora, dirige a unidade do Instituto de Pesca em Cananéia.</p>
<p>No caso do bijupirá, as matrizes estão sendo produzidas no Laboratório Nacional de Aquicultura Marinha (Lanam), construído pelo Governo Federal e inaugurado em março, em Ilha Comprida, também no extremo sul do Litoral Paulista.</p>
<p>‘‘<strong><font color="#ff6600">Para que a maricultura se desenvolva é necessário que haja interesse público, que haja um centro de produção de formas jovens que possa distribuir essas matrizes para quem quiser fazer a engorda</font></strong>’’, salienta Idili.</p>
<p>‘‘<strong><font color="#ff6600">(As empresas, cooperativas e virtuais produtores) não querem produzir (as matrizes) no laboratório, querem o peixe já num tamanho adequado para ir para o tanque. Então, é preciso um centro de produção dessas formas jovens que distribua</font></strong>’’, reforça Pedro Carlos.<br />
<span id="more-701"></span><br />
<strong> REPRODUÇÃO AMPLIADA</strong></p>
<p>O robalo já vem sendo produzido em cativeiro nos países europeus banhados pelo Mar Mediterrâneo. Uma das razões do sucesso do robalo europeu foi o domínio da técnica que amplia o período de reprodução da espécie. Na natureza, esse período se restringe a três ou quatro meses.</p>
<p>‘‘<strong><font color="#ff6600">A Europa desenvolveu toda a tecnologia para criação do robalo europeu em dez anos. Lá, o preço diminuiu violentamente</font></strong>’’, resume Pedro Carlos, especializado na larvicultura e reprodução de espécies marinhas. Em Cananéia, o Instituto de Pesca também conseguiu estender esse período de reprodução para os 12 meses, permitindo ao produtor que programe suas entregas ao longo do ano.</p>
<p>Esse avanço é fundamental porque garante aos futuros aquicultores, por exemplo, a capacidade de fornecer o robalo ao comércio mesmo nos períodos do defeso, quando a captura de espécies marinhas fica proibida.</p>
<p>Para alterar o período reprodutivo artificialmente, os pesquisadores ampliaram o período de exposição dos peixes à luz utilizando lâmpadas.</p>
<p>‘‘<strong><font color="#ff6600">Controlando o fotoperíodo você pode ter o peixe se reproduzindo em várias épocas do ano. Então, manipulando o ciclo reprodutivo em condições artificiais você pode ter peixes ao longo do ano, como estão fazendo com o robalo europeu</font></strong>’’, reforça Pedro Carlos.</p>
<p><strong>Garoupa e mero são os próximos</strong></p>
<p>Da Redação</p>
<p>Além das pesquisas desenvolvidas no extremo sul do Litoral Paulista com o robalo e a tainha, o Instituto de Pesca também trabalha no Litoral Norte para dominar a tecnologia de produção em cativeiro de espécies como o mero, a garoupa e o pampo. Porém, nesses casos ainda falta fechar todo o ciclo de vida dos peixes, ou seja, os pesquisadores já dominam o manejo e a engorda em cativeiro, mas ainda falta desenvolver o processo reprodutivo e a larvicultura em laboratório.</p>
<p>‘‘Não estamos inventando a roda. Há milênios o homem já produzia peixes em cativeiro, mas, se a produção na natureza não estivesse restrita, não se estaria pensando na produção em cativeiro’’, resume o veterinário e pesquisador, Pedro Carlos da Silva Serralheiro.</p>
<p>‘‘A queda na produção é brutal, o que deve acelerar a demanda por peixes criados em cativeiro. A pesca desqualifica um alimento de alta qualidade. É uma atividade do tempo do homem das cavernas’’, completa Pedro Carlos.</p>
<p>‘‘Recebemos consultas de gente de vários estados que quer criar peixe, até do Nordeste. Antes do bijupirá, ligavam sabendo se podíamos fornecer juvenis de robalo ou de qualquer espécie’’, revela Idili da Rocha Oliveira, bióloga e pesquisadora científica do Instituto de Pesca, demonstrando o interesse de empresas e cooperativas na implantação de projetos de maricultura.</p>
<p><strong>Europa já produz peixe em larga escala</strong></p>
<p>Da Redação</p>
<p>Apesar de terem dominado a técnica de produção do robalo, desde a fase larvária até o momento em que o peixe atinge a maturidade e a capacidade de se reproduzir, ainda falta aos técnicos do Instituto de Pesca uma ração adequada ao robalo brasileiro, que tem a cabeça mais curta, é mais alto e mais gordo que o europeu, portanto, tem mais carne.</p>
<p>‘‘Na Europa eles têm uma produção enorme porque já conhecem as necessidades nutricionais da espécie, mas não podemos adaptar a ração deles para cá porque lá o ambiente é frio e as exigências nutricionais são diferentes em relação a aminoacidos e lipídios’’, resume o veterinário e pesquisador científico do Instituto de Pesca, Pedro Carlos da Silva Serralheiro.</p>
<p>Segundo a diretora do Núcleo de Pesquisas e Desenvolvimento de Cananéia, a bióloga Idili da Rocha Oliveira, indústrias de ração estão dispostas a produzir um alimento específico para o robalo, desde que haja demanda.</p>
<p>‘‘Várias indústrias estão interessadas, mas para elas entrarem no mercado é preciso escala. Enquanto isso, a gente utiliza o que está disponível no mercado e adapta o que faltar naquela ração’’, revela a diretora do Instituto de Pesca em Cananéia.</p>
<p><strong>Mudança de sexo viabiliza engorda rápida</strong></p>
<p>Da Redação</p>
<p>Os pesquisadores do Instituto de Pesca também conseguiram dominar a técnica que permite a mudança de sexo entre os robalos sem a utilização de hormônios prejudiciais à saúde humana. Nessa espécie, todos os peixes nascem machos, o que retarda o processo de engorda.</p>
<p>‘‘No primeiro ano, eles se desenvolvem como machos. Isso retira a energia da carne para os gametas (células encarregadas da reprodução). No segundo ano, se você conseguir fazer com que eles virem fêmeas, você vende o peixe com mais peso’’, revela o pesquisador científico Pedro Carlos da Silva Serralheiro.</p>
<p>Assim como ocorre na ampliação do período de reprodução dos robalos, é o tempo de exposição diária à luz que viabiliza a mudança antecipada do sexo nos peixes juvenis.</p>
<p>Essa técnica é exclusiva do Instituto de Pesca. Na Europa, os especialistas ainda estudam a forma de se acelerar a inversão de sexo no robalo sem indução hormonal.</p>
<p>‘‘Na tilápia, a manipulação do sexo com hormônio está eliminada como técnica porque cria problemas para o consumidor’’, resume Idili da Rocha OIiveira, diretora do Instituto em Cananéia.</p>
<p>Com a antecipação na inversão de sexo, o robalo chega a dois quilos num prazo de dois anos. Sem o manejo adequado e sem uma ração própria ele engorda, em média, 500 gramas por ano. Ou seja, chegaria a um quilo nos mesmos dois anos.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, melhorando o manejo a partir de uma ração adequada, o peixe fica até com a carne mais tenra, no tamanho do prato. ‘‘Se você tem uma produção criada, você estabelece uma renda fixa para o pescador, além de ter um alimento de melhor qualidade porque pode abater o animal no momento em que a carne estiver com a melhor qualidade’’, resume Pedro Carlos.</p>
<p>‘‘Quando você cria o animal, tem condições de dar uma melhor conservação do que para aquele peixe que fica dois meses embarcado antes de chegar à mesa do consumidor’’, completa o pesquisador.</p>
<p>Fonte: Jornal A Tribuna, Mai/2008 (http://atribunadigital.globo.com)<br />
Da Redação / Nilson Regalado</p>
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		<title>Tainha</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Aug 2007 17:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes Água - Salgada]]></category>
		<category><![CDATA[Parati]]></category>
		<category><![CDATA[Tainha]]></category>

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		<description><![CDATA[Nome Popular Tainha / Mullet Nome Científico Mugil brasiliensis / Mugil liza Família Mugilidae Distribuição Geográfica Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Paraná). Descrição Peixe de escamas. Mugil brasiliensis é a maior tainha que ocorre no Brasil. O corpo é alongado e fusiforme; a cabeça um pouco deprimida; a boca pequena. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2007/08/tainha.jpg" alt="tainha.jpg" /></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Nome Popular</span></strong><br />
Tainha / Mullet</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Nome Científico</span></strong><br />
Mugil brasiliensis / Mugil liza</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Família</span></strong><br />
Mugilidae<br />
<strong><span style="color: #ff6600;">Distribuição Geográfica</span></strong><br />
Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Paraná).</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Descrição</span></strong><br />
Peixe de escamas. Mugil brasiliensis é a maior tainha que ocorre no Brasil. O corpo é alongado e fusiforme; a cabeça um pouco deprimida; a boca pequena. As escamas são grandes e apresentam pequenas máculas escuras que formam listas longitudinais ao longo do corpo. Não possui linha lateral. A coloração é prata azulada nos flancos, sendo o dorso mais escuro. Os indivíduos maiores alcançam mais de 1m de comprimento total e cerca de 9kg. A Mugil liza é bem menor.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Ecologia</span></strong><br />
Espécie pelágica; vive nas proximidades dos costões rochosos e recifes, nas praias de areia e nos manguezais onde se alimenta de grandes quantidades de algas, e entra até mesmo em lagoas hiper salinas.. É uma espécie que forma grandes cardumes principalmente durante a migração reprodutiva, quando entra nos estuários. Alimenta-se de plâncton, pequenos organismos e material vegetal. Desova na água doce. É comercializada fresca ou salgada.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Equipamentos</span></strong><br />
Equipamento de ação leve a média para os grandes peixes; vara simples ou com molinete/carretilha; os anzóis devem ser afiados, nº 14 a 20; as linhas de 8 a 14 lb.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Iscas</span></strong><br />
Miolo de pão e algas filamentosas enroladas no anzol. Não é fácil captura-las em anzol.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Dicas</span></strong><br />
Ao fisgar, trabalhe com a fricção bem solta, ou use varas de ação lenta, pois uma puxada mais forte pode rasgar a boca do peixe.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Recorde</span></strong><br />
1.45 kg/ 3 lb 3 oz para Mugil liza</p>
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		<title>Pesca farta deixa preço mais baixo</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jun 2007 12:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Tainha]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a pesca da tainha em alta, o preço do peixe no mercado está mais baixo e o grande beneficiado é o consumidor. Segundo José Maria de Oliveira, proprietário de uma peixaria no Mercado Público de Itajaí, no mesmo período do ano passado o quilo da Tainha sem ova era vendido a R$ 4. Hoje, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a pesca da tainha em alta, o preço do peixe no mercado está mais baixo e o grande beneficiado é o consumidor. Segundo José Maria de Oliveira, proprietário de uma peixaria no Mercado Público de Itajaí, no mesmo período do ano passado o quilo da Tainha sem ova era vendido a R$ 4. Hoje, a média é de R$ 2,50 o quilo.</p>
<p>Já o quilo com ova, que, em 2006 era vendido a R$ 8, hoje é encontrado a R$ 6. Um dos motivos do baixo preço da tainha está relacionado ao aumento da safra.</p>
<p>De acordo com o diretor do Sindicato das Indústrias de Pesca de Itajaí e Região (Sindipi), Antônio Momm, a expectativa é de que este ano a captura no Estado ultrapasse a 11 mil toneladas, enquanto em 2006 foram capturadas 3,2 toneladas peixe em Santa Catarina.</p>
<p>O Sindipi explicou que o baixo preço do peixe também se deve à baixa do dólar.</p>
<p>Isso porque a ova da tainha é exportada e a cotação em dólar. Quanto mais baixa a moeda americana estiver, mais baixo será o preço da tainha.</p>
<p>Apesar do preço baixo, tem quem reclame: os vendedores. Telma de Oliveira, proprietária de uma peixaria no Mercado Público de Itajaí, informou que tem vendido, em média, 500 quilos de tainha por dia e que, no ano passado, chegava a vender uma tonelada por dia.</p>
<p>- O movimento ainda não é o esperado, pois a concorrência é muito grande. Como tem muita oferta, quem não vende num dia acaba baixando o preço no outro.</p>
<p>O sindicato também informou que 90% da tainha capturada no Estado é consumida em território catarinense.</p>
<p>Do Agrol Notícias</p>
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