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	<title>Guia da Pesca &#187; Meio Ambiente</title>
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	<description>Sua pescaria começa aqui. [www.guiadapesca.com.br]</description>
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		<title>Serys anuncia participação em encontro sobre recuperação de ecossistemas marinhos</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 17:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), em discurso nesta sexta-feira (28), anunciou a sua participação no encontro &#8220;Estratégia de Recuperação dos Ecossistemas Marinhos&#8221;, nos próximos dias 5 e 6 de junho. O evento, que ocorrerá em Londres, é promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e pelo Fundo Global para o Meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), em discurso nesta sexta-feira (28), anunciou a sua participação no encontro &#8220;Estratégia de Recuperação dos Ecossistemas Marinhos&#8221;, nos próximos dias 5 e 6 de junho.</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Serys-Slhessarenko.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5124" title="Serys Slhessarenko" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Serys-Slhessarenko-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O evento, que ocorrerá em Londres, é promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e reúne a Globe Internacional sobre Ecossistemas Marinhos, uma organização global de Legisladores para um Meio Ambiente Equilibrado, fundada em 1989. O senador Cícero Lucena (PSDB-PB) também participará.</p>
<p>Na reunião, explicou Serys, serão discutidas proposições legislativas e sugestões de ações em nível internacional para a recuperação das áreas de pesca marinha, e também com políticas voltadas aos ecossistemas de recifes de coral e de águas rasas e fechadas. O Dia Mundial dos Oceanos é celebrado em 8 de junho.</p>
<p>A tragédia ocorrida no Golfo do México em abril, com o vazamento de milhões de litros de óleo no mar, também será debatida. Ela salientou a importância de o mundo aprender a crescer de forma sustentável, explorando adequadamente e principalmente, protegendo seus ecossistemas.</p>
<p>- Espero que, dessa reunião em Londres, possam emergir boas idéias e propostas para a recuperação das áreas de pesca e para a proteção dos ecossistemas marinhos brasileiros e de outras partes do mundo &#8211; disse a senadora.</p>
<p>Serys anunciou e comemorou ainda a visita concomitante, também a Londres, de uma delegação de empresários, liderados pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Mato Grosso, para conhecer experiências inglesas em construções de forma integrada com baixo impacto ambiental.</p>
<p>Da Redação / Agência Senado</p>
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		<title>Mais de 600 espécies animais ameaçadas por mancha de óleo no Golfo do México</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 18:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Golfo do México]]></category>

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		<description><![CDATA[NOVA ORLEANS, EUA — Mais de 600 espécies animais estão ameaçadas pela expansão da mancha de óleo no Golfo do México. Segundo o departamento de Vida Silvestre e Pesca da Louisiana, estão afetadas 445 espécies de peixes, 134 de pássaros, 45 de mamíferos e 32 de répteis e anfíbios. Entre os pássaros o maior temor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NOVA ORLEANS, EUA — Mais de 600 espécies animais estão ameaçadas pela expansão da mancha de óleo no Golfo do México. Segundo o departamento de Vida Silvestre e Pesca da Louisiana, estão afetadas 445 espécies de peixes, 134 de pássaros, 45 de mamíferos e 32 de répteis e anfíbios.</p>
<p>Entre os pássaros o maior temor está relacionado à sobrevivência do pelicano marrom. O biólogo Robert Lover explicou que a ave emblemática choca seus ovos nas ilhas litorâneas e pode estar ingerindo pescado contaminado com o óleo.</p>
<p>Ameaças similares enfrentam diversas espécies de pássaros, entre elas as andorinhas reais.</p>
<p>No caso de anfíbios e répteis, a tartaruga marinha Kemp Ridley, uma espécie já por si só em risco de extinção, vê-se especialmente ameaçada, uma vez que a mancha interrompeu sua migração na época da desova. Também estão ameaçados caimãs, rãs e serpentes do mar.</p>
<p>Os mamíferos marinhos em perigo incluem o golfinho nariz de garrafa, o peixe-boi e baleias, mas também animais terrestres, como coiotes e raposas, que poderiam estar com seu hábitat contaminado.</p>
<p>Numerosas espécies de peixes e crustáceos da região, que conta com importante indústria pesqueira, também se veem ameaçadas, como o atum vermelho (Bluefin), o pargo vermelho, caranguejos, camarões e ostras.</p>
<p>(AFP)</p>
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		<title>Carta escrita no ano 2070</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 14:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos no ano 2070 e acabo de completar os 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade. Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos no ano 2070 e acabo de completar os 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85.</p>
<p>Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.</p>
<p>Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por  cerca de uma hora.</p>
<p>Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes todas as mulheres mostravam a sua formosa cabeleira. Agora devemos raspar a cabeça para  mantê-la limpa sem água.</p>
<p>Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que a água se utilizava dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam CUIDE DA ÁGUA, só que ninguém lhes ligava; pensávamos que a água jamais  podia terminar.</p>
<p>Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.</p>
<p>A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século passado porque as redes de esgotos não se usam por falta de água.</p>
<p>A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas,  já  que não temos a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera. Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados. As infecções gastro-intestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.</p>
<p>A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam-te com água potável em vez de salário.</p>
<p>Os assaltos por um galão de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética. Pela ressequidade da pele uma jovem de 20 anos parece como se tivesse 40.</p>
<p>Os cientistas investigam, mas não há solução possível. Não se pode fabricar água. O oxigênio também está degradado por falta de árvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.</p>
<p>Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos, como consequência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações.</p>
<p>O governo já nos cobra pelo ar que respiramos: 137m3 por dia por habitante adulto. As pessoas que não pode pagar são retiradas das &#8220;zonas ventiladas&#8221;, que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar, não são de boa qualidade mas pode-se respirar, a idade média é de 35 anos.</p>
<p>Em alguns países existem manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército. A água é agora um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes. Aqui já não há árvores porque quase nunca chove, e quando chega a registrar-se uma precipitação, é de chuva ácida; as estações do ano tem sido severamente transformadas pelos testes atômicos e da indústria  contaminante do século XX. Advertiam-se que havia que cuidar o meio ambiente e  ninguém fez caso. Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem descrevo o bonito que eram os bosques, a chuva, as flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, o quão saudável que as pessoas eram.</p>
<p>Ela pergunta-me: &#8220;Papai, porque acabou a água?&#8221; Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado, porque pertenço à geração que destruiu o meio ambiente ou simplesmente não tomamos em conta tantos avisos. Agora os nossos filhos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo, porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.</p>
<p>Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto quando ainda podíamos fazer alguma coisa para salvar o nosso Planeta Terra!</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2070.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5022" title="2070 ???" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2070-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p>Extraído da revista biográfica &#8220;Crónicas de los Tiempos&#8221;</p>
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		<title>Redes de pesca já mataram milhões de tartarugas, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 23:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tartaruga]]></category>

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		<description><![CDATA[Milhões de tartarugas marinhas foram mortas nas últimas duas décadas após ficarem presas em equipamentos de pesca, de acordo com uma pesquisa mundial publicada na revista científica Conservation Letters. Descrita como a primeira análise global de dados disponíveis sobre o assunto, a sondagem, realizada por pesquisadores da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, analisou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Milhões de tartarugas marinhas foram mortas nas últimas duas décadas após ficarem presas em equipamentos de pesca, de acordo com uma pesquisa mundial publicada na revista científica Conservation Letters. Descrita como a primeira análise global de dados disponíveis sobre o assunto, a sondagem, realizada por pesquisadores da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, analisou dados de capturas ocorridas em diversas regiões globais por conta de três equipamentos de pesca: as linhas longas, arrastões e redes.</p>
<p>O estudo afirma que entre 1990 e 2008 foram registradas 85 mil capturas acidentais de tartarugas. A pesquisa revelou índices particularmente altos de mortes desse tipo no Mar Mediterrâneo e no leste do Oceano Pacífico. Segundo o pesquisador Bryan Wallace, que liderou o estudo, a situação das tartarugas no mundo é um bom indicador sobre as condições gerais da saúde dos oceanos.</p>
<p>De acordo com ele, apesar do alto número de capturas levantado pelo estudo, a quantia representa uma pequena fração do número total. &#8220;<strong><span style="color: #ff6600;">Porque os documentos que observamos cobrem menos de 1% de todas as frotas, com pouca ou nenhuma informação sobre pequenas empresas, nossa estimativa conservadora é de que o número real de tartarugas capturadas acidentalmente em redes de pesca esteja não em dezenas de milhares, mas sim em milhões</span></strong>&#8220;, disse ele.</p>
<h2>Alternativas</h2>
<p>As tartarugas marinhas precisam subir à superfície para respirar. Quando enroscam em uma rede ou anzol, elas não conseguem subir à superfície e se afogam. O estudo afirma que uma mudança nos equipamentos de pesca pode ter um impacto significativo no número de animais capturados e mortos.</p>
<p>Os pesquisadores sugerem, por exemplo, a substituição dos anzóis convencionais, em forma de gancho, pelos anzóis circulares. Além disso, a pesquisa recomenda ainda o uso mais abrangente de materiais conhecidos como dispositivos de exclusão de tartarugas (DET) , que previnem a entrada dos animais nas redes de pesca e permitem que escapem, caso sejam capturados.</p>
<p>Alguns países exigem que as companhias de pesca usem dispositivos para reduzir a captura acidental de outras espécies, mas algumas empresas resistem à ideia alegando que teriam seus lucros reduzidos.</p>
<p>Seis entre os sete tipos de tartarugas marinhas estão na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. Acredita-se que o número de espécies da tartaruga de couro, capazes de crescer mais de 2 metros, tenha diminuído em mais de 75% entre 1982 e 96. As tartarugas marinhas sofrem ainda outras ameaças como mares poluídos com sacos plásticos e a perda de seus habitats naturais.</p>
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		<title>Inaugurada primeira unidade de recuperação de água do Paraná</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 02:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>

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		<description><![CDATA[O governador Roberto Requião e o presidente da Sanepar, Stênio Jacob, inauguram nesta segunda-feira (29), a partir das 15 horas, a primeira Unidade de Recuperação de Água (URA) do Paraná. Instalada na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Atuba Sul, Região Leste de Curitiba, a URA é a primeira unidade da Sanepar de pesquisa-piloto em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Roberto Requião e o presidente da Sanepar, Stênio Jacob, inauguram nesta segunda-feira (29), a partir das 15 horas, a primeira Unidade de Recuperação de Água (URA) do Paraná.</p>
<p>Instalada na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Atuba Sul, Região Leste de Curitiba, a URA é a primeira unidade da Sanepar de pesquisa-piloto em grande escala, onde serão avaliadas diferentes etapas do tratamento do esgoto, possibilitando gerar energia, fertilizante agrícola e água de ótima qualidade, para reúso.</p>
<p>Na Unidade todas as três fases dos recursos hídricos serão contempladas pelas pesquisas: líquida, sólida e gasosa. Todo esse processo visa reduzir, inicialmente, os níveis de microoganismos, nitrogênio, micropoluentes, alguns metais pesados, turbidez, cor, odores, entre outros, presente no produto final da ETE.</p>
<p>A pesquisa da água para reúso avaliará a demanda existente para os recursos hídricos gerados na Unidade. O destino final, que se pretender para a água, é que definirá o tipo de tratamento ou, tecnologia que será agregada ao processo que a Companhia está utilizando. Para a gama de pesquisas que serão desenvolvidas, a Sanepar pretende estabelecer uma relação de parcerias e convênios com universidades e seus pesquisadores, visando a realização de estudos que serão necessários para a obtenção e controle do produto final.</p>
<p>A demanda poderá requerer o reúso indireto potável – quando essa água será devolvida ao manancial com qualidade comprovada. Outras possibilidades são para fins industrial, para ferti-irrigação e não-potável. Um exemplo de reúso não-potável é utilizar essa água na lavagem de pisos, ruas, para rega de jardins de praças e até no combate a incêndios.</p>
<p>O recurso hídrico gerado na Unidade de Recuperação de Água já tem uma utilização assegurada no próprio processo da estação de tratamento. A água de reúso gerada na URA será interligada à água saturada no processo de flotação (quando microbolhas suspendem as partículas da água). Essa água produzida pela Unidade também será usada na limpeza da estação, e nos equipamentos, como as prensas do sistema de lodo da ETE e, ainda, incorporada aos processos de abastecimento dos caminhões da empresa, que realizam serviços de manutenção nas redes coletora.</p>
<p>Na segunda fase dos recursos hídricos – a sólida, que é o lodo do esgoto gerado pelo processo de tratamento -, o foco da pesquisa é a sua utilização como fertilizante na agricultura, o que já ocorre na Atuba Sul. Na fase gasosa (gás liberado no tratamento do esgoto), a URA irá produzir energia. Essa energia será utilizada na própria estação, reduzindo a emissão de gás metano e, portanto, reduzindo a emissão de carbono e do efeito estufa no meio ambiente.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Inauguração da primeira Unidade de Recuperação de Água do Paraná</p>
<p>Dia: 29 de março (segunda-feira)</p>
<p>Horário: 15 horas</p>
<p>Local: Estação de Tratamento de Esgoto Atuba Sul</p>
<p>Rua Miguel Pedro Abib, 179 – Cajuru/Jardim Acrópole – Curitiba </p>
<p>Agência de Notícias Estado do Paraná</p>
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		<title>Proibição de pesca recuperou vida marinha em Grande Barreira, diz estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 21:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Australia]]></category>
		<category><![CDATA[Coral]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo divulgado na última segunda-feira indica que a proibição da pesca em 2004 em parte da Grande Barreira de Corais da Austrália possibilitou que a população de algumas espécies de peixes dobrasse. O relatório, divulgado na revista científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences, foi produzido por um grupo de pesquisadores da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado na última segunda-feira indica que a proibição da pesca em 2004 em parte da Grande Barreira de Corais da Austrália possibilitou que a população de algumas espécies de peixes dobrasse.</p>
<p>O relatório, divulgado na revista científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences, foi produzido por um grupo de pesquisadores da Austrália.</p>
<p>Em 2004, a pesca foi banida em uma área de 32% da barreira que se estende por 2,6 mil quilômetros e sobre uma área de 344 mil quilômetros quadrados na costa de Queensland, nordeste da Austrália. Hoje, a densidade de peixes nessa zona protegida é o dobro das demais regiões.</p>
<p>Um dos destaques é a truta dos corais (Plectropomus leopardus), cuja população dobrou em apenas dois anos a partir da proibição da exploração desses corais. A população de tubarões também é 100% maior na área protegida em relação ao restante da barreira, diz o estudo.</p>
<p>“Os resultados são realmente impressionantes”, disse Laurence McCook, líder do estudo.</p>
<p>“Manter uma grande proporção de áreas protegidas é bom para a vida marinha, é bom para os peixes e é bom para as pessoas que dependem dos corais para viver”, analisou McCook, referindo-se à indústria pesqueira e ao turismo.</p>
<p>Apesar da recuperação, McCook enfatiza que a Grande Barreira de Corais australiana, a maior cadeia de corais do mundo, ainda está sob grande risco por causa da mudança climática. O aumento da temperatura e da acidez da água do mar prejudica sensivelmente a vida nos corais.</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/australia-grande-barreira-coral.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4326" title="Australia grande barreira coral (vista satelite)" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/australia-grande-barreira-coral-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<h2><strong><span style="color: #ff6600;">Sobre a Grande Barreira de Coral</span></strong></h2>
<p>A Grande Barreira de Coral é o maior recife de coral do mundo, com uma extensão de cerca de 2300 km, situada junto à costa nordeste do estado australiano de Queensland.</p>
<p>A Grande Barreira de Coral é composta por cerca de 2900 recifes, 600 ilhas continentais e 300 atóis de coral. Neste ecossistema complexo vivem em torno de 1500 espécies de peixe, 360 espécies de coral, 5000 a 8000 espécies de moluscos, 400 a 500 espécies de algas marinhas, 1330 espécies de crustáceos e mais de 800 espécies de equinodermes. A área também é preservada pela presença de cubozoários, um grupo de cnidários conhecidos pelas toxinas perigosas para o Homem.</p>
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		<title>Amazônia &#8211; Navios-tanque traficam água de rios</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Amazonas]]></category>

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		<description><![CDATA[Falta de fiscalização facilita a ação de criminosos. Autoridades brasileiras já foram informadas da situação É assustador o tráfico de água doce no Brasil. A denúncia está na revista jurídica Consulex 310, de dezembro do ano passado, num texto sobre a Organização Mundial do Comércio (OMC) e o mercado internacional de água. A revista denuncia: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Falta de fiscalização facilita a ação de criminosos. Autoridades brasileiras já foram informadas da situação</strong></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/rios-da-amazonia.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4294" title="Rios da amazonia" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/rios-da-amazonia-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>É assustador o tráfico de água doce no Brasil. A denúncia está na revista jurídica Consulex 310, de dezembro do ano passado, num texto sobre a Organização Mundial do Comércio (OMC) e o mercado internacional de água. A revista denuncia: “Navios-tanque estão retirando sorrateiramente água do Rio Amazonas”. Empresas internacionais até já criarem novas tecnologias para a captação da água. Uma delas, a Nordic Water Supply Co., empresa da Noruega, já firmou contrato de exportação de água com essa técnica para a Grécia, Oriente Médio, Madeira e Caribe.</p>
<p>Conforme a revista, a captação geralmente é feito no ponto que o rio deságua no Oceano Atlântico. Estima-se que cada embarcação seja abastecida com 250 milhões de litros de água doce, para engarrafamento na Europa e Oriente Médio. Diz a revista ser grande o interesse pela água farta do Brasil, considerando que é mais barato tratar águas usurpadas (US$ 0,80 o metro cúbico) do que realizar a dessalinização das águas oceânicas (US$ 1,50).</p>
<p>Anos atrás, a Agência Amazônia também denunciou a prática nefasta. Até agora, ao que se sabe nada de concreto foi feito para coibir o crime batizado de hidropirataria. Para a revista Consulex, “essa prática ilegal, no então, não pode ser negligenciada pelas autoridades brasileiras, tendo em vida que são considerados bens da União os lagos, os rios e quaisquer correntes de água em terrenos de seus domínio (CF, art. 20, III).</p>
<p>Outro dispositivo, a Lei nº 9.984, de 17 de julho de 2000, atribui à Agência Nacional de Águas (ANA), entre outros órgãos federais, a fiscalização dos recursos hídricos de domínio da União. A lei ainda prevê os mecanismos de outorga de utilização desse direito. Assinado pela advogada Ilma de Camargos Pereira Barcellos, o artigo ainda destaca que a água é um bem ambiental de uso comum da humanidade. “<strong>É recurso vital. Dela depende a vida no planeta. Por isso mesmo impõe-se salvaguardar os recursos hídricos do País de interesses econômicos ou políticos internacionais</strong>”, defende a autora.</p>
<p>Segundo Ilma Barcellos, o transporte internacional de água já é realizado através de grandes petroleiros. Eles saem de seu país de origem carregados de petróleo e retornam com água. Por exemplo, os navios-tanque partem do Alaska, Estados Unidos – primeira jurisdição a permitir a exportação de água – com destino à China e ao Oriente Médio carregando milhões de litros de água.</p>
<p>Nesse comércio, até uma nova tecnologia já foi introduzida no transporte transatlântico de água: as bolsas de água. A técnica já é utilizada no Reino Unido, Noruega ou Califórnia. O tamanho dessas bolsas excede ao de muitos navios juntos, destaca a revista Consulex. “Sua capacidade [a dos navios] é muito superior à dos superpetroleiros”. Ainda de acordo com a revista, as bolsas podem ser projetadas de acordo com necessidade e a quantidade de água e puxadas por embarcações rebocadoras convencionais.</p>
<p><strong>Biopirataria e roubo de minérios</strong></p>
<p>Há seis anos, o jornalista Erick Von Farfan também denunciou o caso. Numa reportagem no site eco21 lembrava que, depois de sofrer com a biopirataria, com o roubo de minérios e madeiras nobres, agora a Amazônia está enfrentando o tráfico de água doce. A nova modalidade de saque aos recursos naturais foi identificada por Farfan de hidropirataria. Segundo ele, os cientistas e autoridades brasileiras foram informadas que navios petroleiros estão reabastecendo seus reservatórios no Rio Amazonas antes de sair das águas nacionais.</p>
<p>Farfan ouviu Ivo Brasil, Diretor de Outorga, Cobrança e Fiscalização da Agência Nacional de Águas. O dirigente disse saber desta ação ilegal. Contudo, ele aguarda uma denúncia oficial chegar à entidade para poder tomar as providências necessárias. “Só assim teremos condições legais para agir contra essa apropriação indevida”, afirmou.</p>
<p>O dirigente está preocupado com a situação. Precisa, porém, dos amparos legais para mobilizar tanto a Marinha como a Polícia Federal, que necessitam de comprovação do ato criminoso para promover uma operação na foz dos rios de toda a região amazônica próxima ao Oceano Atlântico. “Tenho ouvido comentários neste sentido, mas ainda nada foi formalizado”, observa.</p>
<p><strong>Águas amazônicas</strong></p>
<p>Segundo Farfan, o tráfico pode ter ligações diretas com empresas multinacionais, pesquisadores estrangeiros autônomos ou missões religiosas internacionais. Também lembra que até agora nem mesmo com o Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) foi possível conter os contrabandos e a interferência externa dentro da região.</p>
<p>A hidropirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobrás e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil.</p>
<p>A captação é feita pelos petroleiros na foz do rio ou já dentro do curso de água doce. Somente o local do deságüe do Amazonas no Atlântico tem 320 km de extensão e fica dentro do território do Amapá. Neste lugar, a profundidade média é em torno de 50 m, o que suportaria o trânsito de um grande navio cargueiro. O contrabando é facilitado pela ausência de fiscalização na área.</p>
<p>Essa água, apesar de conter uma gama residual imensa e a maior parte de origem mineral, pode ser facilmente tratada. Para empresas engarrafadoras, tanto da Europa como do Oriente Médio, trabalhar com essa água mesmo no estado bruto representaria uma grande economia. O custo por litro tratado seria muito inferior aos processos de dessalinizar águas subterrâneas ou oceânicas. Além de livrar-se do pagamento das altas taxas de utilização das águas de superfície existentes, principalmente, dos rios europeus. Abaixo, alguns trechos da reportagem de Erick Von Farfan:</p>
<p><strong>Hidro ou biopirataria?</strong></p>
<p>O diretor de operações da empresa Águas do Amazonas, o engenheiro Paulo Edgard Fiamenghi, trata as águas do Rio Negro, que abastece Manaus, por processos convencionais. E reconhece que esse procedimento seria de baixo custo para países com grandes dificuldades em obter água potável. “Levar água para se tratar no processo convencional é muito mais barato que o tratamento por osmose reversa”, comenta.</p>
<p>O avanço sobre as reservas hídricas do maior complexo ambiental do mundo, segundo os especialistas, pode ser o começo de um processo desastroso para a Amazônia. E isto surge num momento crítico, cujos esforços estão concentrados em reduzir a destruição da flora e da fauna, abrandando também a pressão internacional pela conservação dos ecossistemas locais.</p>
<p>Entretanto, no meio científico ninguém poderia supor que o manancial hídrico seria a próxima vítima da pirataria ambiental. Porém os pesquisadores brasileiros questionam o real interesse em se levar as águas amazônicas para outros continentes. O que suscita novamente o maior drama amazônico, o roubo de seus organismos vivos. “Podem estar levando água, peixes ou outras espécies e isto envolve diretamente a soberania dos países na região”, argumentou Martini.</p>
<p>A mesma linha de raciocínio é utilizada pelo professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Universidade Federal do Paraná, Ary Haro. Para ele, o simples roubo de água doce está longe de ser vantajoso no aspecto econômico. “Como ainda é desconhecido, só podemos formular teorias e uma delas pode estar ligada ao contrabando de peixes ou mesmo de microorganismos”, observou.</p>
<p>Essa suposição também é tida como algo possível para Fiamenghi, pois o volume levado na nova modalidade, denominada “hidropirataria” seria relativamente pequeno. Um navio petroleiro armazenaria o equivalente a meio dia de água utilizada pela cidade de Manaus, de 1,5 milhão de habitantes. “Desconheço esse caso, mas podemos estar diante de outros interesses além de se levar apenas água doce”, comentou.</p>
<p>Segundo o pesquisador do Inpe, a saturação dos recursos hídricos utilizáveis vem numa progressão mundial e a Amazônia é considerada a grande reserva do Planeta para os próximos mil anos. Pelos seus cálculos, 12% da água doce de superfície se encontram no território amazônico. “Essa é uma estimativa extremamente conservadora, há os que defendem 26% como o número mais preciso”, explicou.</p>
<p>Em todo o Planeta, dois terços são ocupados por oceanos, mares e rios. Porém, somente 3% desse volume são de água doce. Um índice baixo, que se torna ainda menor se for excluído o percentual encontrado no estado sólido, como nas geleiras polares e nos cumes das grandes cordilheiras. Contando ainda com as águas subterrâneas. Atualmente, na superfície do Planeta, a água em estado líquido, representa menos de 1% deste total disponível.</p>
<p><strong>Água será motivo de guerra</strong></p>
<p>A previsão é que num período entre 100 e 150 anos, as guerras sejam motivadas pela detenção dos recursos hídricos utilizáveis no consumo humano e em suas diversas atividades, com a agricultura. Muito disto se daria pela quebra dos regimes de chuvas, causada pelo aquecimento global. Isto alteraria profundamente o cenário hidrológico mundial, trazendo estiagem mais longas, menores índices pluviométricos, além do degelo das reservas polares e das neves permanentes.</p>
<p>Sob esse aspecto, a Amazônia se transforma num local estratégico. Muito devido às suas características particulares, como o fato de ser a maior bacia existente na Terra e deter a mais complexa rede hidrográfica do planeta, com mais de mil afluentes. Diante deste quadro, a conclusão é óbvia: a sobrevivência da biodiversidade mundial passa pela preservação desta reserva.</p>
<p>Mas a importância deste reduto natural poderá ser, num futuro próximo, sinônimo de riscos à soberania dos territórios panamazônicos. O que significa dizer que o Brasil seria um alvo prioritário numa eventual tentativa de se internacionalizar esses recursos, como já ocorre no caso das patentes de produtos derivados de espécies amazônicas. Pois 63,88% das águas que formam o rio se encontram dentro dos limites nacionais.</p>
<p>Esse potencial conflito é algo que projetos como o Sistema de Vigilância da Amazônia procuram minimizar. Outro aspecto a ser contornado é a falta de monitoramento da foz do rio. A cobertura de nuvens em toda Amazônia é intensa e os satélites de sensoriamento remoto não conseguem obter imagens do local. Já os satélites de captação de imagens via radar, que conseguiriam furar o bloqueio das nuvens e detectar os navios, estão operando mais ao norte.</p>
<p>As águas amazônicas representam 68% de todo volume hídrico existente no Brasil. E sua importância para o futuro da humanidade é fundamental. Entre 1970 e 1995 a quantidade de água disponível para cada habitante do mundo caiu 37% em todo mundo, e atualmente cerca de 1,4 bilhão de pessoas não têm acesso a água limpa. Segundo a Water World Vision, somente o Rio Amazonas e o Congo podem ser qualificados como limpos.</p>
<p>Fonte: Agência Amazônia</p>
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		<title>Técnicos descartam contaminação do Paraíba do Sul por produto tóxico</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 19:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rio Paraíba do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Rio de Janeiro &#8211; Os técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que recolheram amostras de água do Rio Paraíba do Sul, descartaram a hipótese de contaminação por produto tóxico. Segundo a secretária do Ambiente do Rio, Marilene Ramos, as análises só estarão concluídas ao longo do dia. Ela informou que a conclusão preliminar permite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/rio-paraiba-do-sul.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4060" title="Rio Paraíba do Sul" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/rio-paraiba-do-sul-150x150.jpg" alt="Rio Paraíba do Sul" width="150" height="150" /></a>Rio de Janeiro &#8211; Os técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que recolheram amostras de água do Rio Paraíba do Sul, descartaram a hipótese de contaminação por produto tóxico.</p>
<p>Segundo a secretária do Ambiente do Rio, Marilene Ramos, as análises só estarão concluídas ao longo do dia. Ela informou que a conclusão preliminar permite afirmar que o forte cheiro que exalava do rio, percebido na manhã de ontem (20) na altura do município de Barra Mansa, foi causado pela proliferação de algas marinhas.</p>
<p>“<strong>Não há nenhum indício de vazamento que tenha causado esse odor, que é típico de algas. A gente acredita que com o calor e a chuva houve um aumento no número de algas, que acabaram sendo arrastadas ao longo do rio</strong>”.</p>
<p>A secretária também afirmou que as algas não estavam em quantidade suficiente para apresentar alguma toxicidade na água. &#8220;Por isso, retomamos a captação de água desde o fim da tarde de ontem e não chegamos a suspender a transposição do Paraíba do Sul para o Rio Guandu, que fornece água à região metropolitana”, explicou.</p>
<p>Por medida de precaução, até que o resultado das análises permita identificar o motivo do mau cheiro, a captação de água foi suspensa por volta das 9h de ontem (20) nos municípios de Volta Redonda e Barra Mansa, que têm sistemas próprios de abastecimento; e na cidade de Pinheiral, que recebe água por meio da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), que também abastece a capital e a região metropolitana.</p>
<p>As prefeituras de Volta Redonda e de Barra Mansa informaram, hoje (21) de amanhã, que a captação foi retomada no fim da tarde de ontem e que a interrupção no serviço não chegou a prejudicar a população. A Cedae também garantiu que os moradores de Pinheiral não sofreram com a falta de água. De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, a redução no abastecimento só costuma ocorrer após, pelo menos, 12 horas sem captação.</p>
<p>Para realizar as análises, uma equipe de técnicos da Cedae e do Inea coletou água em diversos pontos do rio. Outro grupo percorreu fábricas para verificar a possibilidade de vazamentos. Além disso, uma equipe de analistas de qualidade da água seguiu de helicóptero para a região, para reforçar o monitoramento.</p>
<p>Em agosto do ano passado, o Rio Paraíba do Sul teve suas águas contaminadas por um vazamento de óleo da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). A empresa foi multada em R$ 5 milhões. O rio abastece cerca de 12 milhões de pessoas em municípios do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e São Paulo.</p>
<p>Thaís Leitão<br />
Repórter da Agência Brasil</p>
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		<title>Pirarucu &#8211; Maior peixe de água doce da Amazônia pode ser extinto</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 22:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[O pirarucu, uma espécie amazônica que também é um dos maiores peixes de água doce do mundo, está ameaçado de extinção, segundo uma pesquisa publicada no Journal of Applied Ichthyology. De acordo com o estudo, desenvolvido por Leandro Castello, do Woods Hole Research Centre, em Massachusetts, e Donald Stewart, do State University of New York, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O pirarucu, uma espécie amazônica que também é um dos maiores peixes de água doce do mundo, está ameaçado de extinção, segundo uma pesquisa publicada no Journal of Applied Ichthyology.</p>
<p>De acordo com o estudo, desenvolvido por Leandro Castello, do Woods Hole Research Centre, em Massachusetts, e Donald Stewart, do State University of New York, as principais causas de a espécie estar em extinção é a pesca predatória.</p>
<p>Além disso, erros anteriores na classificação da espécie não permitiram ver que o pirarucu está criticamente ameaçado. Segundo os pesquisadores, existem quatro subespécies do pirarucu (Arapaima Gigas), e não apenas uma, como se acreditava anteriormente.</p>
<p>“<strong><span style="color: #ff6600;">Nossas novas análises indicam que existam pelo menos quatro espécies de arapaima</span></strong>”, disse Castello à BBC, em livre tradução do inglês. “<strong><span style="color: #ff6600;">Então, enquanto as pesquisas de campo não forem concluídas, não saberemos se a espécie pode ser considerada extinta ou não</span></strong>”.</p>
<p>O peixe pode chegar a 2 metros de largura, e pesar mais de 200 kg. Além do tamanho, a necessidade de subir à superfície para respirar, durante os períodos de seca, torna a espécie mais vulnerável à pesca com arpões.</p>
<p>http://rondoniadinamica.com</p>
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		<title>Bacia do Prata: peixes e humanos sob ameaça</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 21:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais de 30 especialistas de Brasil, Argentina, Bolívia e Paraguai realizaram uma pesquisa que alerta para a ameaça que paira sobre espécies de peixes e 50 comunidades na Bacia do Prata, o segundo maior sistema hídrico de alta biodiversidade da América do Sul, depois do Amazonas. “Nossa ideia é que os governos dos países da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 30 especialistas de Brasil, Argentina, Bolívia e Paraguai realizaram uma pesquisa que alerta para a ameaça que paira sobre espécies de peixes e 50 comunidades na Bacia do Prata, o segundo maior sistema hídrico de alta biodiversidade da América do Sul, depois do Amazonas. “Nossa ideia é que os governos dos países da Bacia tenham uma ferramenta para os gestores de recursos naturais, para que eles conheçam as ameaças sobre estas espécies e adotem medidas de conservação”, explicou à IPS a professora em ciências biológicas Julieta Peteán, uma das autoras do estudo.</p>
<p>O trabalho apresenta aspectos biológicos da Bacia do Prata, que abriga cerca de 200 espécies de peixes, mas também analisa os aspectos sócio-econômicos sobre as comunidades e a legislação. Nesta região vivem 130 milhões de pessoas e cerca de 30 mil pescadores artesanais em 50 núcleos urbanos entre pequenos povoados e cidades. A pesquisa, apresentada este mês e intitulado “Uso sustentável de peixes na Bacia do Prata. Avaliação Sub-regional do Estado de Ameaça, Argentina e Paraguai”, foi realizada pela Fundação Proteger, da Argentina, presidida por Peteán, e pela organização Guyra Paraguay.</p>
<p>Coordenados pelo Escritório Regional para a América do Sul da União Internacional para a Conservação da Natureza, os especialistas, nesta primeira etapa, se concentraram na Argentina e no Paraguai, mas o desafio – disseram – é expandir o estudo aos demais países da Bacia, que são Brasil, Bolívia e Uruguai. A Bacia do Prata tem 3,2 milhões de quilômetros quadrados e inclui os rios Paraguai, Pilcomayo, Bermejo e em especial o Paraná e o Uruguai, que despejam suas águas no Rio da Prata. Sua biodiversidade em peixes está ameaçada por super exploração pesqueira, represas, estradas e hidrovias mal planejadas, agricultura intensiva, desmatamento e incêndios.</p>
<p>Dos 191 tipos de peixes que foram avaliados, há 11 em estado de ameaça. Algumas são espécies migratórias afetadas por represas que causam descontinuidade no fluxo do rio e com isso segregam artificialmente as populações que precisam emigrar para se reproduzir, como o salmão. De outras 50 há dados insuficientes. “Isto ocorre com espécies raras e pouco conhecidas no âmbito científico”, explicou à IPS Cristina Morales, coordenadora do Programa Espécies de Guyra Paraguay. “As espécies raras são, em geral, muito mais susceptíveis à extinção do que as mais comuns”, alertou.</p>
<p>“Devido ao seu pequeno tamanho populacional, as catástrofes naturais e entrópicas têm um efeito mais mortífero sobre estas espécies, e soma-se à falta de informação sobre suas necessidades de habitat ou história natural, não se permite delinear ações de conservação para estas espécies”, disse a especialista. Sobre o total de espécies analisadas há seis com interesse comercial e esportivo muito alto. São o sábalo, primeira espécie de rio em exportações argentinas; o dourado; o surubim pintado, o surubim tigrado, o pacu e o manguruyú, este último classificado pelos especialistas como espécie “vulnerável”.</p>
<p>O trabalho diz que “os processos relacionados com a fragmentação do habitat, construção e operação de represas, alteração do regime dos rios, desmatamento, introdução de espécies de fora, contaminação da água e pressão pesqueira produzem um efeito negativo sobre as populações de peixes”. E recomenda mais pesquisa, leis conservacionistas, planos de manejo e controle de capturas. Morales considera que também “é chave articular ações e estratégias entre os governos que fazem parte da área de distribuição das espécies ameaçadas”. A avaliação, para a especialista, é apenas “um primeiro passo” nesse caminho.</p>
<p>Os pesquisadores também se propuseram “contribuir para melhorar a qualidade de vida das comunidades que dependem desses recursos”, envolvendo os pescadores no monitoramento de espécies e desenvolvendo capacidades entre estes atores que são os que mais incidem na sustentabilidade da Bacia. O estudo destaca o vínculo de interdependência que há entre os recursos e as comunidades ribeirinhas mais pobres. “O setor social de menor renda tem uma alta dependência dos recursos naturais, daí sua degradação o perda de acesso aos mesmos provocar sérios impactos”, diz a pesquisa.</p>
<p>Também destacam que a Bacia “deve ser valorizada e manejada responsavelmente pela sociedade e pelos governos”, porque isso “se traduziria em uma fonte importantíssima de recursos econômicos obtidos de maneira sustentável”. E acrescentam que “a pesca tradicional com propósitos vários, como alimentação familiar e subsistência, turismo e recreação, festas esportivas e comércio para o mercado interno, representa um fator essencial quanto à segurança alimentar, uma fonte de divisas e um motor muito importante para as economias regionais”.<br />
(Por Marcela Valente, IPS / <a href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=67747&amp;edt=" target="_blank">Envolverde</a>, 22/12/2009)</p>
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