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	<title>Guia da Pesca &#187; Embrapa Pantanal</title>
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	<description>Sua pescaria começa aqui. [www.guiadapesca.com.br]</description>
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		<title>Nova previsão de cheia para rio Paraguai</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 21:26:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Nova previsão indica cheia entre 4,2 e 5,0 metros para o rio Paraguai Ao longo do mês de março o nível do rio Paraguai em Ladário (MS), cidade vizinha de Corumbá, manteve-se relativamente estável. A mudança foi de apenas 6 centímetros e no dia 31 de março, o nível do rio apresentava 3,19 cm. Esses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Nova previsão indica cheia entre 4,2 e 5,0 metros para o rio Paraguai</h2>
<p>Ao longo do mês de março o nível do rio Paraguai em Ladário (MS), cidade vizinha de Corumbá, manteve-se relativamente estável. A mudança foi de apenas 6 centímetros e no dia 31 de março, o nível do rio apresentava 3,19 cm. Esses dados foram acompanhados pela Embrapa Pantanal e fazem parte da nova previsão de cheia para o rio.</p>
<p>Nessa condição, a previsão do Modelad (Modelo de Previsão de Cheia em Ladário) com base nas informações da Marinha e da Capitania dos Portos, indica que a cheia se situe entre 4,2 e 5,0 metros, ao redor de 4,6 metros a ocorrer em meados de maio. A partir dessa nova previsão está descartada a possibilidade desta cheia superar os 6 metros.</p>
<p>O pesquisador Ivan Bergier, da Embrapa Pantanal, (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária &#8211; Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, explica que a confiabilidade do Modelad aumenta à medida que o pico de cheia se aproxima.</p>
<p>A previsão atual possui uma confiabilidade de 87%. A última previsão do Modelad, a ser divulgada entre o final de abril e o início de maio, terá um percentual maior de acerto, de 94 %. Previsões anteriores foram divulgadas em dezembro, janeiro, fevereiro e início de março.</p>
<p>O Modelad é um método estatístico e que considera o histórico de cheias da régua de Ladário. Ele foi implantado pela Embrapa Pantanal em 2008.</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/rio-paraguai.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4567" title="Rio Paraguai" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/03/rio-paraguai-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: Ana Maio<br />
Legenda: Cheia superior a 6m foi descartada pelo Modelad<br />
&#8211;<br />
Ana Maio<br />
Jornalista &#8211; Mtb 21.928<br />
Área de Comunicação e Negócios-ACN<br />
Embrapa Pantanal<br />
Corumbá (MS)</p>
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		<title>Amapá &#8211;  Embrapa realiza curso sobre alimentação e doenças de peixes cultivados</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Seminários / Cursos]]></category>
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		<description><![CDATA[A Embrapa Amapá, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), realiza no dia 10 novembro, no auditório da instituição de pesquisa, em Macapá o curso “Como alimentar peixes e evitar doenças na piscicultura”. O curso é gratuito, ofertado exclusivamente a piscicultores e técnicos que atuam nesta atividade, por meio de uma parceria entre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/11/piscicultura.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3205" title="Piscicultura" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/11/piscicultura-150x150.jpg" alt="Piscicultura" width="150" height="150" /></a>A Embrapa Amapá, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), realiza no dia 10 novembro, no auditório da instituição de pesquisa, em Macapá o curso “Como alimentar peixes e evitar doenças na piscicultura”.</p>
<p>O curso é gratuito, ofertado exclusivamente a piscicultores e técnicos que atuam nesta atividade, por meio de uma parceria entre a Embrapa Amapá, o CNPq e a Rede AquaBrasil, coordenada pela Embrapa Pantanal (Mato Grosso do Sul). Foram oferecidas 50 vagas.</p>
<p>De acordo com o coordenador do evento, pesquisador Marcos Tavares Dias, a programação constará de palestras e debates, pela manhã e à tarde, sobre diversos temas relacionados à sanidade de peixes cultivados, especialmente algumas espécies mais comuns em pisciculturas do estado do Amapá.</p>
<p>Para falar sobre a legalização da piscicultura, com orientações de como e onde obter a licença ambiental, foi convidado o Engenheiro de Pesca Geraldo Roberto Pinto, Coordenador do Núcleo de Recursos Pesqueiros do Ibama do Amapá. Em seguida, a pesquisadora da Embrapa Amapá, Eliane Tie Oba Yoshioka, abordará o tema alimentação e nutrição de tambaqui, tambacu e tambatinga, com destaque paras os tipos de rações, biometria, estocagem e problemas nutriconais.</p>
<p>Durante a tarde, Marcos Tavares Dias abordará as formas de cuidados e tratamentos de doenças de peixes cultivados. A oferta deste curso faz parte das atividades do projeto “Aspectos Sanitários e Parasitológicos de Peixes Cultivados em Pisciculturas de Macapá, Estado do Amapá: Diagnóstico e Intervenções”, que recebe recursos financeiros do CNPq, Ministério da Agricultura, Rede AquaBrasil (da Embrapa Pantanal, no Mato Grosso do Sul) e Ministério da Pesca e Aquicultura.</p>
<p>Por meio deste projeto, em três anos a Embrapa Amapá espera prover o mercado e demais setores da atividade com informações técnico-científicas capazes de estabelecer critérios para programas de sanidade para peixes cultivados no Amapá. Outra linha de trabalho é a formação de recursos humanos para atuar no setor produtivo do Estado. “<strong><span style="color: #ff6600;">Estamos oferecendo cursos e seminários, pois a capacitação de pessoal é importante para o monitoramento constante das condições sanitárias dos cultivos e para o conhecimento das dificuldades enfrentadas pelos piscicultores</span></strong>”, disse Marcos Tavares, doutor em Aquicultura.</p>
<p>Fonte = Embrapa</p>
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		<title>Mexicanos buscam na Embrapa Pantanal  formas de controlar invasão de cascudos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Cascudo]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma comitiva com seis mexicanos esteve nesta quarta-feira, 28 de outubro, na Embrapa Pantanal, em busca de informações para um problema sério para a economia do país: a invasão de cascudos. O peixe está causando prejuízos econômicos e sociais, pois compete com a pescaria tradicional. O grupo veio ao Brasil especialmente para visitar a Embrapa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/10/comitiva-mexicana.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2995" title="Comitiva mexicana" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/10/comitiva-mexicana-150x150.jpg" alt="Comitiva mexicana" width="150" height="150" /></a>Uma comitiva com seis mexicanos esteve nesta quarta-feira, 28 de outubro, na Embrapa Pantanal, em busca de informações para um problema sério para a economia do país: a invasão de cascudos. O peixe está causando prejuízos econômicos e sociais, pois compete com a pescaria tradicional.</p>
<p>O grupo veio ao Brasil especialmente para visitar a Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária &#8211; Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, depois de saber que a empresa estava pesquisando produtos tipo caviar de cascudo. A visita foi intermediada pelo Ministério da Aquicultura e Pesca.</p>
<p>A comitiva foi recebida pelo pesquisador Jorge Antonio Ferreira de Lara, da área de Produtos de Origem Animal. Além de falar sobre o processo produtivo do caviar, ele apresentou outra possibilidade de processamento: a farinha de cascudo.</p>
<p>Segundo Jorge, a produção dos dois alimentos em escala pode contribuir para o controle da população de cascudos no México. Para se ter uma ideia, nas pesquisas a Embrapa utilizou cerca de 300 fêmeas de cascudo para produzir 12 potes de 30 gramas de produto tipo caviar. A expectativa de mercado é que cada pote com esta quantidade processada possa ser comercializado por até US$ 70. “Mas essa estimativa vale pelo fato do produto estar associado ao Pantanal brasileiro, que tem um apelo ambiental e social muito forte”, explicou.</p>
<p>No Mato Grosso do Sul, o cascudo é pouco explorado comercialmente. Pescadores preferem espécies como o pintado, o pacu e o dourado. O mercado de filés é restrito e interessa apenas a restaurantes especializados. Já a farinha do peixe tem potencial para ser utilizada na merenda escolar se houver interesse do setor produtivo e do poder público.</p>
<p>Pablo Lopez Dominguez, gestor do projeto que pretende gerar aproveitamento comercial para o controle do cascudo no México, disse que o objetivo é firmar um convênio de cooperação técnica com a Embrapa para a transferência de tecnologias. “<strong>Queremos criar um programa estatal de controle do cascudo no Estado de Chiapas e depois estender para todo o país</strong>”, afirmou.</p>
<p>A comitiva tinha membros dos Estados de Chiapas, Tabasco e Jalisco. Eram representantes do governo federal (Subdelegacia de Pesca), de produtores, da Fundação Produce (que faz o vínculo entre as necessidades dos produtores e a pesquisa), além do presidente do Comitê Estatal de Sanidade Aquícola de Tabasco, o pesquisador Eduardo Alfredo Mendoza Quintero Marmol.</p>
<p>Depois de acompanhar apresentações de Jorge Lara e da bolsista Ádina Botazzo Delbem sobre os alimentos, Pablo disse que será possível adotar tecnologia  semelhante no México. “<strong>Temos toneladas de cascudos que ainda não são aproveitadas. São três espécies já confirmadas e cinco que podem ser híbridos ou outras espécies. Ainda não sabemos</strong>”, afirmou o pesquisador Eduardo.</p>
<p>A maioria dos cascudos do México tem o mesmo tamanho dos encontrados no Pantanal, em torno de um quilo ou um quilo e meio. Mas eles também têm espécies maiores, que chegam a pesar entre 4 e 5 quilos.</p>
<p>À tarde, a comitiva foi à bifurcação do rio Paraguai, chamada de Bracinho, conhecer o projeto de produção de peixes em tanques-rede, implementado pelo pesquisador Flávio Lima Nascimento. De Corumbá, o grupo partiu para Campo Grande e Brasília.</p>
<p>Fonte:<br />
Ana Maio<br />
Jornalista &#8211; Mtb 21.928<br />
Área de Comunicação e Negócios-ACN<br />
Embrapa Pantanal<br />
Corumbá (MS)</p>
<p>Foto: Ana  Maio<br />
Legenda: Comitiva do México visitou a Embrapa Pantanal</p>
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		<title>Rio Paraguai &#8211; Embrapa desenvolve novo modelo de  previsão de cheias</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/geral/rio-paraguai-embrapa-desenvolve-novo-modelo-de-previsao-de-cheias/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 23:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa Pantanal]]></category>
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		<description><![CDATA[Embrapa Pantanal desenvolveu um novo modelo de previsão de cheias para o rio Paraguai. Chamado de Modelad (Modelo de Previsão do Nível do rio Paraguai em Ladário), o modelo utiliza a medição da régua de Ladário, cidade vizinha a Corumbá (MS), e a série histórica de dados coletados desde 1900 pela Marinha. O modelo foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embrapa Pantanal desenvolveu um novo modelo de previsão de cheias para o rio Paraguai. Chamado de Modelad (Modelo de Previsão do Nível do rio Paraguai em Ladário), o modelo utiliza a medição da régua de Ladário, cidade vizinha a Corumbá (MS), e a série histórica de dados coletados desde 1900 pela Marinha.</p>
<p>O modelo foi desenvolvido pelo pesquisador Ivan Bergier. Antes, a Embrapa Pantanal utilizava o modelo criado pelo pesquisador Sérgio Galdino, que calculava a probabilidade de ocorrência do nível máximo com base nos níveis anteriores da mesma série histórica.</p>
<p>“O conjunto de equações do Modelad foi desenvolvido a partir da análise estatística entre o nível do rio em março ou abril e o nível máximo entre os anos de 1900 e 2008”, explica.</p>
<p>Historicamente os níveis máximos ocorrem preferencialmente em maio, junho ou julho. “Em anos de grandes cheias, superiores a 6 metros, o rio costuma atingir o nível máximo mais cedo, em abril”, explica Ivan.</p>
<p>Além de prever o nível do rio, o Modelad permite ainda estimar a data de ocorrência do nível máximo. “Essas equações foram geradas relacionando-se o nível máximo ou o estado do rio em março ou abril com o número de dias passados desde 1º de janeiro (dia Juliano) em cada ano”, afirma Ivan.</p>
<p>O modelo desenvolvido pelo pesquisador permite ainda avaliar que quanto mais próximo do nível máximo, melhor o resultado da previsão, ou seja, a informação será mais precisa, mais próxima da realidade.</p>
<p>“Uma previsão feita em janeiro, por exemplo, tem muito mais chance de ser errada. Isso porque as previsões precisam considerar a quantidade de chuvas de outubro a março”, disse ele.</p>
<p>Em função disso, os melhores dias para fazer e divulgar as previsões são 31 de março e, ainda com mais precisão, em 30 de abril. Baseada nessas indicações, a Embrapa Pantanal vai divulgar sua primeira previsão de cheia para 2009 utilizando o novo modelo na semana de 6 a 9 de abril.</p>
<p>Uma extensão do Modelad para previsão do nível mínimo anual já foi desenvolvida pelo pesquisador e deverá ser divulgada ainda neste ano.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">MARGEM DE ERRO</span></strong></p>
<p>Assim como Sérgio Galdino, Ivan Bergier também calculou as margens de erro do modelo de previsão. Em relação à altura máxima, os cálculos indicam que a previsão feita em 31 de março terá uma margem de erro de 43 centímetros (para mais ou para menos). Se for feita em 30 de abril, a margem de erro cai para 29 centímetros (para mais ou para menos).</p>
<p>Em relação ao pico da cheia, a margem de erro da previsão é de 12 dias (para mais ou para menos) se os cálculos forem feitos em 31 de março ou 30 de abril.</p>
<p>A publicação que explica o Modelad está disponível no site www.cpap.embrapa.br, clicando em publicações.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">COMPARAÇÕES</span></strong></p>
<p>Desde 2008, a Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária &#8211; Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, deixou de divulgar as previsões de cheia para o rio Paraguai. No entanto, o acompanhamento do nível de cheia e seca e a comparação com os anos anteriores continuam sendo realizados pela Unidade.</p>
<p>Fonte = por e-mail<br />
Ana Maio<br />
Jornalista &#8211; Mtb 21.928<br />
Área de Comunicação e Negócios-ACN<br />
Embrapa Pantanal<br />
Corumbá (MS)</p>
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		<title>Workshop debate índice de desempenho sustentável ligado à piscicultura continental</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 23:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[O 1º Workshop sobre Índice de Desempenho Sustentável para a Cadeia de Suprimentos da Piscicultura Continental, organizado pela Embrapa Pantanal, Embrapa Meio Ambiente e Cepan (Centro de Estudos e Pesquisas em Agronégocio), terminou na tarde desta quinta-feira, dia 15 de maio, em Campo Grande. A reunião durou dois dias e foi liderada pelo pesquisador Marco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#grafico--><br />
O 1º Workshop sobre Índice de Desempenho Sustentável para a Cadeia de Suprimentos da Piscicultura Continental, organizado pela Embrapa Pantanal, Embrapa Meio Ambiente e Cepan (Centro de Estudos e Pesquisas em Agronégocio), terminou na tarde desta quinta-feira, dia 15 de maio, em Campo Grande.</p>
<p>A reunião durou dois dias e foi liderada pelo pesquisador Marco Aurélio Rotta, da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária &#8211; Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</p>
<p>Na abertura do evento, Rotta apresentou a evolução do projeto de pesquisa, concebido no curso de doutorado junto ao Cepan/UFRGS. “<strong><font color="#ff6600">O projeto nasceu do esforço em enquadrar o agronegócio na piscicultura continental e esta reunião marca a transição de um projeto particular para uma instância plural, interdisciplinar</font></strong>”, afirmou.</p>
<p>O pesquisador aproveita para anunciar a nova fase de construção e amadurecimento do projeto, que passa a integrar o Macroprograma 2 da Embrapa. Participam pesquisadores da Embrapa Pantanal, Embrapa Meio Ambiente, Embrapa Agropecuária Oeste, Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Amazônia Ocidental, Embrapa Tabuleiros Costeiros, Embrapa Semi-Árido, além de docentes do Cepan/UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), membros da Seap/PR (Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República), Apta (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios), Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Extensão Rural do Estado de Santa Catarina), Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), e projeto Macroprograma 01 &#8211; Aquabrasil.</p>
<p>Os Macroprogramas da Embrapa são carteiras de projetos focando determinadas questões de pesquisa. Atualmente existem seis macroprogramas, que fazem parte do SEG (Sistema de Gestão da Embrapa). Cada um deles possui projetos, fontes de financiamento e formas de indução de projetos específicos, que atuam como instrumentos para cumprimento das metas técnicas.<br />
<span id="more-694"></span><br />
<strong><font color="#ff6600"> CEPAN</font></strong></p>
<p>O diretor do Cepan/UFRGS, Eugênio Ávila Pedrozo, apresentou a história e estrutura do Cepan. O centro foi criado em 1999, sob coordenação de professores de diversos departamentos da universidade federal, que inicialmente visavam oferecer cursos de pós-graduação integrando a agroindústria às ciências sociais aplicadas e às ciências naturais.</p>
<p>Com a preocupação em alcançar a abrangência e necessidades do mercado, este centro de estudos estendeu sua ação para o agronegócio, oferecendo cursos de mestrado e doutorado, sendo este último inédito no país.</p>
<p>As linhas de pesquisa do Cepan concentram-se nas áreas de análise das cadeias produtivas agroindustriais (atualmente denominadas configurações produtivas) e de gestão em agronegócio. Eugênio destaca que uma das principais preocupações do Cepan é articular as questões técnicas/tecnológicas com as questões de gestão, economia, sociologia e ambiente.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">SEAP</font></strong></p>
<p>A segunda apresentação no primeiro dia do workshop foi realizada por João Felipe Nogueira Matias, diretor de aqüicultura da Seap/PR, criada em 2003 e vinculada à Presidência da República.</p>
<p>João Felipe apresentou a trajetória da secretaria, a estrutura organizacional e as ações que têm sido realizadas nestes cinco anos de atuação, conferindo à Seap ampliação e abertura de suas áreas de ação. O diretor afirmou que a parceria com a Embrapa é vital para a secretaria, pois oferece excelência em estudos de aqüicultura.</p>
<p>Dados de 2007 da FAO (Food and Agriculture Organization) sobre aqüicultura  também foram apresentados pela Seap, como a previsão de que até 2030 a produção mundial de pescado deva atingir 150 milhões de toneladas por ano.  Por sua vez, dados do Ibama (2008), referentes a 2006, revelam que a produção brasileira de pescados já atingiu 1.050 mil toneladas/ano.</p>
<p>Sobre a produção de aqüicultura continental no Brasil, apontou-se crescimento na região Centro-Oeste, que já supera o crescimento da região Sudeste. João Felipe apresentou a cadeia produtiva da aqüicultura no Brasil, explicitando as etapas de pré-produção, a produção em si, e as etapas finais de processamento, distribuição e comercialização.</p>
<p>Ele finalizou sua exposição apontando o caminho para a sustentabilidade da aqüicultura. “<strong><font color="#ff6600">As novas revoluções produtivas devem estar precedidas de sólidas avaliações dos impactos em todas as dimensões da sustentabilidade: técnica, econômica, sócio-ambiental e político-institucional.</font></strong>“</p>
<p><strong><font color="#ff6600">PROJETO</font></strong></p>
<p>Finalizando o primeiro dia do workshop, o pesquisador Rotta apresentou a estrutura do projeto, que tem por objetivo validar um índice (ferramenta analítica) capaz de mensurar o desempenho sustentável em cadeias de suprimentos da piscicultura continental.</p>
<p>Ele apontou como metodologia do estudo o estabelecimento da estratégia nas organizações-foco e o estabelecimento da ferramenta de mensuração de desempenho alinhada à estratégia. O pesquisador destaca a flexibilidade das metodologias que se alinharão às oportunidades e necessidades surgidas durante o projeto.</p>
<p>A continuidade dos workshops é prioridade na gestão do projeto, pois são oportunidades efetivas de consolidar as interações das cadeias e redes. Como produto dessas interações, pretende-se criar uma rede de aquanegócios entre a Embrapa e os parceiros deste projeto.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">PARTICIPAÇÃO</font></strong></p>
<p>No segundo dia foram apresentados o cronograma e recursos do projeto. Logo depois, houve uma discussão sobre as escolhas das organizações-foco, momento em que todos os participantes relataram suas experiências nas diversas regiões do país, além das perspectivas de viabilidade do projeto nestes cenários.</p>
<p>As organizações-foco serão escolhidas com base no nível de gerência e influência que exercem sobre os elos relacionados. No final foram elaboradas as estruturas da cadeia de suprimentos da aqüicultura nas cinco regiões do Brasil.</p>
<p>Rotta finalizou o primeiro workshop expressando sua satisfação em iniciar os trabalhos com a equipe. Agradeceu a participação de todos que compartilharam informações valiosas sobre as percepções da equipe quanto à situação da piscicultura e suas peculiaridades. Segundo ele,  as conclusões alcançadas neste workshop e os aperfeiçoamentos sugeridos ao projeto serão essenciais para atingir os objetivos propostos. (Daniela dos Santos)</p>
<p>Fonte = por e-mail<br />
Ana Maio<br />
Jornalista &#8211; Mtb 21.928<br />
Área de Comunicação e Negócios-ACN<br />
Embrapa Pantanal<br />
Corumbá (MS)<br />
(67) 3233-2430 ramal 235</p>
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