9
setembro
2008
Cerca de 100 competidores de Itaiçaba e cidades da região Jaguaribana participaram da tradicional Pescaria
Itaiçaba. Sol forte e muita pescaria nas águas do Rio Jaguaribe. Crianças, jovens e adultos de Itaiçaba e de outros municípios Jaguaribano movimentavam a foz do maior rio seco do mundo, como é conhecido o Jaguaribe. A agitação acontecia na barragem da cidade, durante o Festival da Pescaria, realizado pela Secretaria Municipal de Agricultura.
Teve quem pescasse peixe grande, pesado e em muita quantidade. Outros, nem tanto. Mas o que valia mesmo era aproveitar a diversão no rio. O domingo marcado pelo Dia da Independência reservou uma atividade curiosa para os moradores de Itaiçaba e redondezas. O Festival de Pescaria premiou, em dinheiro, aqueles que pescaram os maiores peixes, os mais pesados, os primeiros e até a história de pescador. Mas a competição era uma motivação para a brincadeira.
No Beira-Rio, barracas lotadas, jogo de vôlei, venda de comidas e bebidas, conversa embaixo das árvores, passeio de barco, música e muita pescaria. Enquanto os competidores lutavam em busca do primeiro lugar, muitas crianças aproveitaram o evento para tomar banho e brincar no parque aquático. Às margens do rio, alguns participantes montaram barracas de camping. Depois da pescaria, a movimentação foi na praça da Prefeitura Municipal. Duas bandas de forró animavam os visitantes.
Município
Localizado a 164km de Fortaleza, Itaiçaba tem, no artesanato de palha, uma das suas principais fontes de renda. Mas é na produção do peixe de água doce que o município, de apenas nove mil habitantes, se destaca. A festa da pescaria, que reuniu cerca de 100 competidores de Itaiçaba e de outras cidades da região, é a oportunidade que a Prefeitura tem de promover a pesca artesanal, atrair gente, animar a cidade e fortalecer o turismo rural.
Durante dois dias, a movimentação na cidade foi intensa. Na festa da pescaria, teve de tudo: churrasco de peixe, pirão de peixada e, como não poderia faltar, uma boa e quase verídica história de pescador. O objetivo da festa é fortalecer a cadeia produtiva da piscicultura e incrementar as alternativas de produção. Os resultados do evento, além de divulgar a área onde existe um grande potencial para o turismo, também chama a atenção para o trabalho das famílias que incentivam o consumo da culinária à base de peixe.
Resultados
Na categoria Rede, o primeiro peixe fisgado foi um bagre, de 40 centímetros. Nessa modalidade, o vencedor foi Mizael Lima. O maior peixe e o mais pesado foi um tambaqui. Ele media 80 centímetros e pesou 15,9kg. Os vencedores na categoria foram Moacir Lima e Raimundo Barbosa. Na categoria Anzol, o primeiro peixe fisgado foi um tucunaré, que mediu 24 centímetros. O maior peixe ficou para Aleiton Moreira que pescou um mussum de 84cm. Já o mais pesado foi um cará, de 550 gramas e a premiação foi para Francisco Ivanildo.
Fonte : Diário do Nordeste
Publicado em: Campeonatos, Feiras / Eventos, Geral
22
junho
2008
Campo Grande (AE) - Carnívoro, de apetite voraz e protetor exemplar de seus alevinos (filhotes), o tucunaré está dizimando os peixes nativos do Pantanal de Mato Grosso do Sul, na região de Corumbá. A espécie, proveniente da Bacia Amazônica, está tomando conta dos rios pantaneiros, onde chegou na década de 1980, depois do rompimento de um tanque com milhares de filhotes que estavam sendo criados em uma fazenda nas proximidades dos rios Itiquira e São Lourenço. Enquanto os peixes nativos da região fecundam sob a água e deixam os alevinos relegados à própria sorte e à mercê dos predadores, o tucunaré faz ninho em pedras dos fundos dos rios, garantindo assim maior número de sobreviventes.
Esse procedimento fez aumentar a população desse tipo de peixe em detrimento da nativa, segundo o secretário de Meio Ambiente de Corumbá, Ricardo Eboli. Pesquisas indicam um crescimento vertical dos cardumes nos rios da região, onde o tucunaré se alimenta de peixes grandes e pequenos, até mesmo de insetos que caem na água.
Os alevinos de tucunaré recebem proteção dos “pais” até atingirem cerca de 5 a 6 centímetros. Grandes cardumes, quando atingem a idade mais segura, percorrem os rios em busca do melhor local para viver, especialmente onde exista densa vegetação. Eboli informou que até o final desta semana será assinado decreto liberando a pesca do tucunaré no Pantanal de Corumbá. “A medida pode ser considerada ecológica, já que estimula a captura de uma espécie nociva ao ecossistema local e, por outro lado, tem o benefício de reduzir a pressão dos pescadores sobre os peixes nativos.”
O decreto passará a ser praticado 30 dias após sua assinatura. A providência acabou sendo adotada com base em informações de pescadores profissionais e amadores e de pesquisadores da Embrapa Pantanal. Ainda está em discussão a quantidade de pesca que será autorizada para a região. A tendência é permitir ao pescador profissional a mesma quantidade (400 quilos por dia) autorizada na pesca de espécie nativa com o peso mais próximo ao do tucunaré. Para os amadores, o limite seria de 20 kg/dia. “O que já temos certeza absoluta é de que o tucunaré é um invasor e, como tal, pode alterar o ecossistema, provocando danos imprevisíveis. A partir desse ponto, estamos ainda dependentes de um estudo para contornar essa situação”, explicou Eboli.
Publicado em: Geral, Meio Ambiente
15
junho
2008
A nova carretilha Shimano Speedmaster 200/201 é similar à consagrada carretilha Shimano Curado 200DHSV, mas com algumas vantagens como maior capacidade de linha e rolamentos A-RB, que são até 10 vezes mais resistente à corrosão que os rolamentos comuns.
A Speedmaster preenche uma lacuna no mercado e desponta como uma das melhores opções para a pesca média tanto em água doce como água salgada.
Com um conjunto reforçado de engrenagens (coroa de 42mm) e uma excelente relação de recolhimento de 7:1 torna a pescaria com isca artificial muito mais cômoda e produtiva.
A carretilha se torna uma ferramenta ideal para a pesca dos grandes tucunarés e das rápidas e vorazes anchovas, pois une robustez mecânica, boa capacidade de linha e alta velocidade de recolhimento, além da melhor precisão nos arremessos.

Especificações :
Carretilha com corpo em Duralumínio
Taxa de recolhimento: 7.0:1
Carretel profundo, com isso a carretilha ganha muita capacidade de linha, com isso você tem mais chances de tirar o desejado troféu da água.
5+1 Rolamentos A-RB
Carretilha indicada tanto para pesca em agua doce (Tucunaré, Cachorras, etc.) como em água salgada (Anchovas, Bonitos, Sororocas, etc.)
Maior “drag” (capacidade de ação de frenagem) entre as carretilhas de perfil baixo:6Kg
Manivela de 42mm e grip reforçado, para um melhor atrito, evitando que sua mão escorregue da manivela na hora da “BATALHA”
Super Ship - Engrenagens reforçadas
SVS - Regulagem do freio centrífugo
Acompanha capa, manuais, chave, bicos de freio reserva e indicador de carga de linha.
Made in Japan - modelo desenvolvido para o mercado japonês
Publicado em: Dicas, Fabricantes, Geral
13
junho
2008
Uns dos principais rios dessa bacia é o Araguaia, ele é piscoso e pode ser comparável aos rios do Pantanal, por causa das mais variadas espécies. Os melhores afluentes para pesca são o Javaés, Cristalino, das Mortes e Tocantins. É um lugar de beleza inimaginável, com fauna e flora fantásticas, além de uma reserva que é o Parque Nacional do Araguaia e a Ilha do Bananal. A Hidrelétrica de Tucuruí, no estado do Pará, que também faz parte dessa bacia, chega-se lá pela cidade de Marabá (PA). Nesse lago acontece o famoso TOPAM - Torneio de Pesca da Amazônia. Pode-se capturar pirararas, traíras e tucunaré.
Pode-se pescar pintados, tucunarés, jurupenséns, pirararas, filhotes, piraíbas, piranhas, barbados e muitas outras espécimes.
A melhor época de março a outubro e proporciona boas pescarias.
Os equipamentos para pesca de arremesso com iscas artificiais e naturais são varas médias, carretilha ou molinetes linha 0,40 e anzóis como tamanho entre 2/0 e 3/0 (para iscas naturais). Usar sempre um snap (grampo) para as iscas artificiais de meia-água e de superfície, spinners e colheres.
Para a pesca de fundo e de rodada utilize varas médias-pesadas, molinetes ou carretilhas e linhas 0,60 mm, anzóis entre 5/0 a 7/0 encastoados e chumbo para facilitar o arremesso e manter a isca no fundo. Para peixes de grande porte use varas para molinetes ou carretilhas com isca-chumbada de até 500 g, linha de 60 lb, e anzóis providos de empate de aço com tamanho de 12/0 ou mais. Sempre leve material pesado porque pode capturar um peixe grande. No Araguaia há muitos hotéis, barco-hotéis e pousadas.
Publicado em: Bacias Hidrográficas, Geral, Meio Ambiente
13
junho
2008
O rio São Francisco nasce no estado de Minas Gerais, e percorre 2.700 quilômetros para o Nordeste.
As principais hidrelétricas do rio São Francisco são Sobradinho, Itaparica, Paulo Afonso e Xingó produzem energia e se transformam em pólos regionais de desenvolvimento para a população.
O rio São Francisco possui 36 afluentes de porte significativo, dos quais apenas 19 são abundantes. Os principais são os da margem esquerda, os rios Paracatu, Urucuia, Carinhanha, Corrente e Grande, que fornecem cerca de 70% das águas em um percurso de apenas 700 quilômetros. Na margem direita, estão os rios Paraopeba, das Velhas, Jequitaí e Verde Grande. A bacia do São Francisco é dividida em quatro regiões: Alto São Francisco, das nascentes até Pirapora-MG; Médio, entre Pirapora e Remanso-BA; Submédio, de Remanso até a Cachoeira de Paulo Afonso; e, Baixo, de Paulo Afonso até a foz no oceano Atlântico.
Na Bacia do São Francisco existem várias espécies de peixes migradores, importantes para as pescarias comerciais e esportivas. Já foram identificadas 152 espécies de peixes nativos da bacia. Entre elas as mais importantes nos rios e lagoas naturais da bacia destacam-se as migradoras, curimatã-pacu, dourado, surubim, matrinxã, mandi-amarelo, mandi-açu, pirá e piau- verdadeiro, e as sedentárias, pacamão, piau-branco, traíra, corvinas, piranha-vermelha e piranha-preta.
Pode-se encontrar muitas espécies de outras bacias hidrográficas, ou mesmo espécies exóticas, entre elas os tucunarés, colocados nos reservatórios de Três Marias e Itaparica, a pescada introduzida em Sobradinho, além de diversas outros peixes colocados na bacia como experimentos de cultivo que são carpas, tilápias, tambaqui, pacu-caranha, apaiari e o bagre-africano.
Um bom local de pesca no São Francisco é na região de Bom Jesus da Lapa, na Bahia, captura-se surubins, dourados, piaus, curimbatás e matrinxãs, outras cidades como Barra e Xique-Xique oferecem bons pontos de pesca.
A melhor época é de maio a outubro, depois das cheias. Os equipamentos são varas de ação média/pesada de 5,6 a 6,0 pés, linhas de 8 a 17 libras, iscas artificiais, de superfície, meia-água e fundo. Outro bom local de pesca é em Aracaju (SE), nas corredeiras do rio São Francisco você captura surubins-pintados e dourados.
Publicado em: Bacias Hidrográficas, Geral, Meio Ambiente