MS – PMA realiza operação pré-piracema para coibir pesca irregular

PiracemaA Polícia Militar Ambiental (PMA) realiza neste mês de outubro a operação pré-piracema para começar a intensificação das fiscalizações antes mesmo do início do período de defeso – que começa dia 5 de novembro, nos rios do Estado. De acordo com a PMA, historicamente outubro é um mês crítico para as fiscalizações, visto que a aproximação da piracema traz diversos pescadores aos rios de Mato Grosso do Sul. Além disso, a pesca também é incentivada pela formação de cardumes, o que facilita a captura.

Todos os anos a PMA tem realizado a operação pré-piracema intensificando a fiscalização para prevenir e reprimir a pesca predatória. A idéia é manter o máximo de equipes nos rios para prevenir a ação dos pescadores e prender aqueles que insistem em praticar a pesca irregular.

A operação já está acontecendo com a instalação de postos fixos, com policiais empenhados 24 horas, nos locais são considerados pontos críticos – cachoeiras e corredeiras, onde já estão chegando cardumes. Um ponto fixo de fiscalização foi instalado, na última sexta-feira (23), na cachoeira do Sossego, no rio Aquidauana. Neste local, três pescadores foram flagrados praticando pesca com tarrafas na quinta-feira (22), os homens ainda não haviam capturado nenhuma espécie.

Nas ações realizadas, a PMA tem conseguido prevenir que os pescadores capturem grandes quantidades de pescado. Somente neste mês, 36 pescadores já foram presos pela prática da pesca irregular. Outros nove foram autuados administrativamente por falta de licença de pesca. Também foram apreendidos 163 quilos de pescado e uma grande quantidade de petrechos proibidos, como: redes, tarrafas, anzóis de galho e espinhéis.

Prisões

A operação pré-piracema prendeu ontem (25), dois homens que praticavam pesca utilizando tarrafa. A ação foi realizada por policiais ambientais de Jardim, que faziam ronda no Rio Miranda, em Guia Lopes da Laguna. A prisão dos dois pescadores está entre as 36 feitas neste mês de outubro.

Os acusados foram autuados administrativamente e receberam multa no valor de mil reais, cada um. Ambos responderão pelo crime ambiental, caso sejam condenados, podem pegar pena de um a três anos de detenção.

Fonte: Notícias MS

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