Criação racional de peixes.


INTRODUÇÃO

O Brasil e a região Cacaueira da Bahia destacam-se no cenário da piscicultura devido ao seu tamanho e a riqueza de suas bacias hidrográficas.

Apesar desse potencial o consumo atual de pescado no Estado é estimado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 72.000 toneladas/ano. Esse número gera um déficit de aproximadamente 60.000 toneladas/ano o que implica na importação de pescado, principalmente de outros Estados.

Estimular a criação de peixes de água doce, incentivar as organizações comunitárias e capacitar os recursos humanos são alternativas para o processo de inclusão social uma vez a piscicultura representa uma excelente alternativa e ótima oportunidade de negócio diante da demanda desse alimento.

TIPOS DE PISCICULTURA

Extensiva

É aquela praticada em reservatórios, lagos, lagoas e açudes que não foram construídos para o cultivo de peixes, mas para outra finalidade, a exemplo de bebedouro de animais, geração de energia elétrica etc.. Este tipo de piscicultura apresenta os menores índices de produtividade uma vez que a alimentação dos peixes depende da produção natural dos corpos d’água.

A taxa de estocagem utilizada é de um peixe para cada 10 m2.


Semi-intensiva

É a criação de peixes praticada em aguada disponível na propriedade, geralmente viveiro de barragem, e que o homem contribui com alguns melhoramentos a exemplo do enriquecimento da água com adubações – orgânicas ou inorgânicas, visando aumentar a quantidade de alimentos naturais – fitoplâncton e zooplâncton, e com a oferta aos peixes de subprodutos disponíveis na propriedade tais como mandioca, milho, frutas, verduras, etc.

A taxa de estocagem utilizada é de 3 a 5 peixes por m2.

Intensiva

Essa criação é realizada em viveiros projetados especialmente com o fim de se criar peixes. Os viveiros possuem sistema de abastecimento e escoamento controlados e são povoados com peixes de valor comercial, a taxa de estocagem é programada como manda uma criação comercial de alta produtividade e, para aumentar o crescimento dos peixes usa-se, além da fertilização, a ração balanceada. Para a criação ser economicamente viável, a ração deve proporcionar elevada conversão alimentar capaz de promover um crescimento rápido, e o peixe, por sua vez, deve alcançar alto valor de mercado.

Os parâmetros ligados à qualidade da água nos viveiros devem ser monitorados através de equipamentos próprios. Considerando a taxa de estocagem a ser utilizada, necessário se torna a renovação periódica – geralmente à noite – da água do viveiro ou a utilização de aeradores para elevar o nível de oxigênio dissolvido

A produção estimada é de 10.000 a 15.000 kg de peixe por hectare/ano.

Superintensiva

É a criação de peixes realizada em ambientes confinados _ tanques-rede, fabricados de materiais não perecíveis onde uma única espécie de peixe é cultivada em alta densidade de povoamento. Os peixes são alimentados somente com ração balanceada, preferencialmente na forma extrusada.

Os tanques-rede são utilizados em lagos, grandes reservatórios e em rios de pequeno fluxo. As águas desses locais devem ser livres de poluição e bem oxigenadas.

Os tanques-rede de volume inferior a 5m³ são os mais recomendáveis por permitirem troca de água mais eficiente.

Neste tipo de piscicultura cultiva-se peixes de alto valor de mercado, a exemplo da tilápia, não podendo contar com os alimentos naturais da água.

O Brasil, com mais de 5 milhões de hectares de águas represadas, surge como o maior potencial do mundo para esse sistema de cultivo de peixes em água doce.

Para tilápia, a produção estimada varia de 60 a 120 kg/m³.

INSTALAÇÃO DE TANQUES E VIVEIROS

Localização

Em uma represa, nascente, ou baixada onde haja controle dos fluxos de entrada e saída de água, você pode criar peixes. Os principais fatores a serem observados são:

• Tipo de solo

• Disponibilidade de água

• Topografia do terreno

• Proximidade do mercado consumidor

• Facilidade de acesso ao local.

Tipos de Solo

O tipo de solo indicado à construção de viveiros é o argilo-arenoso ou sílico argiloso com composição mínima de 40% de argila, pois não se encharca tanto como o argiloso e não é tão permeável quanto o arenoso.

Disponibilidade de Água

A quantidade de água necessária para o desenvolvimento da piscicultura é calculada observando-se a área e a profundidade do viveiro. No dimensionamento de um projeto deve considerar-se uma vazão suficiente para encher o maior viveiro em quatro dias , noventa e seis horas, e repor a água perdida pelos processos de infiltração e evaporação. Esta perda diária é da ordem de 1cm.

Tipos de Viveiros

Viveiro em piscicultura é um reservatório escavado em terreno natural, dotado de sistema de abastecimento e drenagem que permita encher ou secar em um espaço de tempo relativamente curto.

Os viveiros são divididos, de forma estrutural, em três tipos:

• Viveiros de barragem

• Viveiro de derivação

• Tanques

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS DA ÁGUA

As características físicas e químicas da água são fundamentais para os organismos que nela vivem, pois determinam as condições ambientais que favorecem o crescimento e a sobrevivência de espécies vegetais e animais aquáticos.

As variações mais importantes que devem ser monitoradas em cultivo de peixes são:

Temperatura

A temperatura exerce profunda influência sobre a vida aquática e desempenha papel preponderante na alimentação, respiração e reprodução dos peixes. Ela também influência diretamente na disponibilidade de oxigênio dissolvido regulando o apetite dos peixes. Daí a vantagem das regiões tropicais para a piscicultura, uma vez que nelas os peixes comem praticamente durante todo o ano.

pH

É a medida que expressa se uma água é ácida ou alcalina em escala que varia 0 a 14. O pH intervém freqüentemente na distribuição dos organismos aquáticos. A respiração, fotossíntese, adubação, calagem e poluição são fatores capazes de alterar o pH na água.

Oxigênio dissolvido

O oxigênio da água é proveniente da atmosfera e dos vegetais que ocorrem submersos e que liberam o oxigênio através da fotossíntese. O oxigênio é consumido pelos animais (como os peixes) pelos vegetais (algas e plantas aquáticas submersas) e também, pelo processo de decomposição da matéria orgânica.

Turbidez

As águas naturais não são puras e apresentam uma série de materiais dissolvidos e em suspensão, tais como partículas de argila, detritos orgânicos e os próprios microorganismos que vivem na água.

Esse conjunto de materiais dispersos na água reduz a penetração da luz, impedindo que grande parte atinja as camadas mais profundas. Este efeito de redução de luz ao atravessar a coluna d’água é chamada de TURBIDEZ.

Sais Dissolvidos

Muitas substâncias encontram-se dissolvidas na água. Enquanto algumas são essenciais para a sobrevivência dos organismos, como o nitrogênio e o fósforo, outras são tóxicas, como a amônia, e provocam mortalidade e insucesso nos cultivos.

Manejo dos peixes nos viveiros

A produtividade de um viveiro de peixe depende basicamente das técnicas de cultivo empregadas, das espécies criadas, da disponibilidade e qualidade da água, das condições de solo, assim como do maior ou menor grau de dedicação do produtor ao cultivo.

Tipos de cultivo

A capacidade de suporte de um viveiro depende da qualidade da água e do teor de oxigênio dissolvido que ela contém.

· Monocultivo

Neste sistema somente uma única espécie é criada. No Brasil, este tipo de sistema na maioria das vezes, apenas é praticado onde não existe oferta de alevinos de diferentes espécies uma vez que as fontes de alimentos existentes no viveiro ficam subtilizadas por não fazerem parte do hábito alimentar da espécie cultivada

· Policultivo

Praticada quando mais de duas espécies de peixes com hábito alimentar diferente são cultivadas no mesmo viveiro, explorando melhor as fontes de alimento existentes.

Neste tipo de sistema deve-se estabelecer a densidade de estocagem dos viveiros e a proporção relativa ideais das espécies – principal ou secundária – a serem neles criadas buscando uma maior produtividade.

Calagem
Por calagem se entende a aplicação de calcário dolomítico ou cal virgem, de forma homogênea, no fundo limpo e seco do viveiro para:

· Realizar assepsia contra ovos e larvas de predadores e parasitas;

· Corrigir o pH do solo ou da água;

· Corrigir a turbidez causada pela mineralização da matéria orgânica;

· Melhorar a produtividade primária dos viveiros.

A calagem provoca a elevação do pH, aumenta o teor de alcalinidade e a dureza da água, o que torna mais saudável a vida dos microorganismos e dos peixes nos viveiros. A calagem interfere nas características físicas e químicas do solo do fundo dos viveiros, provocando melhor aproveitamento dos fertilizantes orgânicos e minerais.

Adubação
É uma técnica utilizada para incrementar a produção de alimento natural no meio aquático ou seja, através da adubação nós forneceremos às algas, que são as mais importantes produtoras de matéria orgânica de um viveiro, elementos básicos necessários à fotossíntese – processo através do qual as plantas clorofiladas – fitoplâncton – transformam materiais inorgânicos (compostos de carbono, fosfato e nitratos), em materiais orgânicos (proteínas, hidratos de carbono, gorduras, vitaminas etc.), na presença da energia solar e da água

Os adubos mais utilizados na piscicultura são os orgânicos.

Alimentação

Para se obter sucesso na piscicultura é fundamental a administração de uma alimentação adequada aos peixes. A alimentação tem efeito direto na sobrevivência, no crescimento e na produção.

O alimento dos peixes necessita conter proteínas, hidratos, vitaminas, minerais etc.. Sem estes elementos os peixes não crescem.

Existem dois tipos de alimentos:

• Natural;

• Artificial.

Os alimentos naturais são aqueles produzidos no viveiro e que são consumidos pelos peixes.

Exemplos de alimentos naturais:

_ Fitoplâncton – algas

_ Zooplâncton – microorganismos animais

_ Matéria orgânica morta.

Todos os organismos que vivem em um viveiro, direta ou indiretamente, participam da produção de carne de peixe.

Os alimentos artificiais são as rações balanceadas para peixes ou similares, extrusadas, peletizadas ou em pó e todos os subprodutos agropecuários locais que o piscicultor possa oferecer aos peixes, a exemplo de raízes, grãos e farelos, verduras, legumes e frutas.

Os peixes crescem mais rapidamente quando há disponibilidade de alimentos. O crescimento pode paralisar quando há escassez de alimentos, sejam eles naturais ou artificiais.

ALIMENTO CRESCENTE POUCO ALIMENTO

MANTEM O CRESCIMENTO CONTÍNUO DOS PEIXES ALIMENTO DECRESCENTE

PERDEM PESO E ENFRAQUECEM

O alimento artificial deve ser administrado diariamente na quantidade de 3-5% da biomassa dividido em duas refeições, durante pelo menos 5 dias por semana, de preferência no mesmo local e às mesmas horas do dia (pela manhã e final da tarde).

A quantidade de alimento a ser administrado é calculada através da biometria mensal de uma amostra da população de peixes de um viveiro, que são capturados através da utilização de rede ou tarrafa.

Quando da utilização de subprodutos na alimentação, o piscicultor deve observar a quantidade ofertada e a quantidade consumida, de modo que não haja excesso de alimento artificial no viveiro de um dia para o outro pois o acúmulo de matéria orgânica traz mais desvantagens do que vantagens.

A forma de preparo dos alimentos e a sua distribuição são fatores importantes.

Para pós-larvas e alevinos a ração, em forma de farinha, deve ser distribuída ao longo das margens dos viveiros.

Para peixes de 10 a 50 gramas, as raízes, grãos, verduras, frutas e sementes devem ser oferecidas em pequenos pedaços de modo que o peixe possa abocanhar.

Uma boa prática é deixar as sementes, raízes e grãos de molho pelo menos 24 horas antes da distribuição.

Taxa de Estocagem nos Viveiros

O número de alevinos adequado para se povoar um viveiro depende de diversos fatores dentre os quais destacamos os mais importantes:

• A boa qualidade do solo e da água

• Disponibilidade de adubo orgânico e inorgânico

• Disponibilidade de subprodutos na propriedade e de recurso para aquisição de ração

• Tipo de cultivo adotado considerando a produção final que deseja o piscicultor obter com seus peixes.

A densidade de povoamento dos peixes normalmente ocorre de acordo com o tipo de cultivo.

Cultivo extensivo – 1 peixe para cada 10m2;

Cultivo semi-intensivo – 5 peixes para cada 10m2;

Cultivo intensivo – 1 a 3 peixes por metro quadrado.

Na utilização de tanques-rede para criação de machos de tilápia são estocados de 50 a 100 alevinos/m3 em gaiolas de volume maior que 5m3. Para gaiolas pequenas (mais eficientes por unidade de volume devido a maior facilidade para a troca de água) a taxa de estocagem pode chegar até 300 alevinos/m3. A produtividade varia de 50 a 150kg de tilápias/m3.

Espécies Recomendadas ao Cultivo

Carpa Comum (Cyprinus carpio)

Seu regime alimentar é omnívoro, alimentando-se de zooplâncton na fase juvenil e animais de fundo – minhocas, larvas de insetos, detritos etc. – quando adulta. Em um ano de cultivo atinge peso médio de 1,0kg. No sistema de policultivo, se adapta bem com o tambaqui, a carpa capim, a carpa prateada e a tilápia.

Carpa Prateada (Hypophthalmichthys molitrix)

Alimenta-se das menores algas do viveiro e somente consome alimentos artificiais quando na forma farelada. Sua alimentação é incrementada através da adubação. Em policultivo, se adapta bem com a carpa comum e o tambaqui. Alcança com um ano de vida peso aproximado a 2,0kg.

Carpa Cabeça Grande (Aristichthys mobilis)

Alimenta-se de algas em colônias, rotíferos e pequenos microcrustáceos . Cresce bem junto a carpa prateada, a curimatã e o tambaqui. Atinge cerca de 2,0kg com um ano de cultivo.

Carpa Capim (Ctenopharyngodon idella)

É um peixe herbívoro que consome não somente as plantas aquáticas mas também gramas e capins verde e fresco (não seco). É um peixe de piracema. Excelente produtor de adubo orgânico – pode consumir diariamente de 30 a 80% do seu peso. Alcança cerca de 1,8kg com um ano de cultivo.

Curimatã Pacu (Prochilodus marggravii)

É um peixe lodófago e seu alimento natural constitui-se de matéria orgânica em decomposição ou de plantas e pequenos animais que vivem aderidos em pedras ou qualquer outro substrato no fundo do viveiro. Pode ser usado no policultivo com carpa prateada, carpa cabeça grande e tambaqui. Alcança com um ano de cultivo 1,0kg.

Tambaqui (Colossoma macropomum)

A alimentação principal do tambaqui é constituída por microcrustáceos planctônicos e frutas. Come também algas filamentosas, plantas aquáticas frescas e em decomposição, insetos aquáticos e terrestres que caem na água, caracóis, caramujos, frutas secas e carnosas e sementes duras e moles. Nos viveiros os tambaquis podem ser alimentados com frutas, tubérculos, sementes e rações peletizadas e extrusadas. O tambaqui alimenta-se rápido e agressivamente, não dando tempo para outros peixes comerem, no entanto, em sistema de policultivo pode ser cultivado junto com a curimatã, carpa comum, carpa prateada, carpa cabeça grande e carpa capim. Atinge peso médio de 1,5kg em um ano de cultivo.

Despesca

É a colheita ou retirada dos peixes dos viveiros ao alcançarem o peso de mercado ou de consumo.

A despesca pode ser parcial – quando se retira o peixe a ser comercializado com rede de arrasto e total – quando o viveiro é totalmente esvaziado e o peixe coletado no final.

A drenagem do viveiro deve ser feita lentamente, de modo a provocar o refúgio dos peixes na parte mais profunda reduzindo o tempo em que os mesmos ficam em contato com a lama do fundo.

Os viveiros devem ser secos anualmente para manutenção e assepsia.

MÉTODOS DE CONSERVAÇÃO DO PESCADO

O pescado é um produto que se decompõe em um curto espaço de tempo e a velocidade de deterioração depende de vários fatores:

- Temperatura;

- Método de captura;

- Espécie de peixe trabalhada;

- Manuseio

A conservação do pescado tem por objetivo retardar o processo de deterioração e torná-lo disponível durante todo o ano em diversas localidades onde se faça presente o mercado consumidor.

Resfriamento

É o método mais simples de conservação. Os peixes e o gelo devem ser armazenados em camadas alternadas de modo que um peixe não toque em outro nem nas paredes da caixa coletora.

Congelamento

Embora seja um dos métodos mais eficientes, é pouco utilizado para peixes de água doce pela necessidade de armazenamento em túnel de congelamento.

Salga

Método utilizado para preservar o pescado através da penetração do sal no interior dos tecidos musculares, reduzindo a quantidade de água presente e inibindo a atividade bacteriana.

Defumação

O pescado é submetido a um tratamento térmico de modo a perder toda a água contida nos tecidos e ao mesmo tempo receber partículas de fumaça que lhe conferem gosto, aspecto e proteção especial.

BENEFICIAMENTO

Inúmeras são as formas de beneficiar as espécies atualmente mais trabalhadas na piscicultura brasileira, destacamos entre elas:

· Peixe inteiro eviscerado

· Peixe em posta

· Filé de peixe

· Peixe defumado

· Fishburguer

· Costelinhas, almôndegas e quibe

· Patê congelado e defumado

· Peixe salgado

· Caldo de peixe.

Do peixe ainda podemos beneficiar as peles através do curtimento, produzir a farinha de peixe e extrair a hipófise – glândula sexual utilizada no estímulo à propagação artificial de peixe de piracema.

COMERCIALIZAÇÃO

Os peixes podem ser comercializados “in natura” nas feiras livres ou diretamente para áreas de lazer e pesque-pague. Quando beneficiado, o pescado pode ser comercializado junto a bares, lanchonetes, restaurantes, hotéis e supermercados.

BIBLIOGRAFIA

BOYD, C.E. Water quality in warmwater fishponds. 3 ed. Auburn: Auburn University, 1984. 344p.

HONDA, E.M.S. Contribuição ao conhecimento da biologia de peixes do Amazonas. Alimentação do tambaqui, Colossoma bidens (Spix). Acta Amazonica, v.4, n.2. p.47-53. 1974.

PRIETO, A . Manual para la prevenciión y el tratamiento de enfermedades en peces de cultivo en agua dulce. Santiago: ONU/FAO, 1991. 65p.

WOUNAROVICH, E., HORVATH, L. A propagação artificial de peixes de águas tropicais. Manual de Extensão. Brasília – DF.: FAO/CODEVASF/CNPq., 1983. 220p.

BOYD, C.E. 1990. Water Quality in Ponds for Aquaculture. Birmingham Publishing Co., First printing, Alabama. 482p.

Marta Emilia Moreno do Rosário Caldas

Bióloga, Mts. CEPLAC/CENEX

Sobre o autor

Escreveu 2224 artigos neste site.

15 Comentários em “Criação racional de peixes.”

  • Alegre Claudio Publicado em 9 novembro, 2007, 15:20

    Oi!!!,Tengo el agrado de dirigirme a usted con el fin de solicitarle por este medio algun tipo de guia que pueda orientarme en esta actividad que como emprendimiento estamos encarando,,nuestro deseo es el de poder cultivar la especie Pacu,,,pero estamos necesitando conocer un poco mas sobre los cuidados necesarios para esta especie como por ejemplo Ph y temperatura promedio del agua,tipo de alimentos,densidad/volumen de agua de la especie,etc,etc,,
    Agradezco su atencion,,,,
    Atte Claudio.
    Sds.

  • Drica Publicado em 1 janeiro, 2008, 17:25

    Ólá, tenho criação de peixes variados em um tanque artificial, feito com concreto,tem capacidade para oitenta mil litros de água,é fornecido oxigênio para eles duas vezes ao dia, todos os dias sendo que a água deste poço está esverdiada com lodo. gostaria de saber o que fazer para a água ficar cristalina, más com matéria orgânica nos fundos para os peixes se alimentar. Gostaria também de dicas para melhorar a qualidade da água e forma adequada de alimentar os peixes deste tipo de viveiro.
    Ficarei muito grata.

  • ze maria Publicado em 13 fevereiro, 2008, 22:26

    tenho um tanque que tem 20×20 mtrs, e 2.5 mtrs de fundo.gotaria de saber qual especie e os cuidados minimos para criar peixe para a subsistencia. ficarei grato pelas informacoes.

  • flávia Publicado em 15 março, 2008, 18:59

    Olá! queria saber novidades sobre a criação de tilápias. Por favor me envie.
    obrigada desde já.

  • gilberto Publicado em 24 março, 2008, 21:47

    OLÁ! TENHO UM TANQUE DE 400M2 E PRETENDO CRIAR PIRARUCU. QUAL A QUANTIDADE DE PEIXE IDEAL PARA ESSE TANQUE? VOU ACRESCENTAR UM AERADOR TAMBEM! DESDE JA AGRADEÇO POR SUA RAPIDA RESPOSTA!

  • Paula rosa Publicado em 26 agosto, 2008, 9:48

    gostaria de saber como fazer o curtimento de pele de peixe? Como fazer? necessita de equipamentos caros?

  • William Publicado em 23 outubro, 2008, 15:54

    Ola! Temos um tanque em concreto de +/- 30m² e 2m e altura que foi impermiabilizado para evitar vazamentos. Utilizamos água de um poço para enche-lo que me parece já ter alguma propriedade que dá lodo. A medida que passa o tempo essa agua no taque vai adiquirindo uma cor verde escura e muito lodo. Não existe mecanismo de oxgenação para a agua do tanque. Gostaria de saber se existe algum produto que evitasse esse acúmulo de lodo e quais procedimentos devemos tomar. Desde já muito grato!!!!

  • PAULO A. H. Publicado em 5 janeiro, 2009, 18:41

    EM MINHA CHACARA POSSUO UM TANQUE DE CONCRETO +/- 50M2, COM UMA BOMBA PARA OXIGENAÇÃO COM UM TIMER QUE ACIONA A MESMA DE 2 EM 2 HORAS COM DURAÇÃO DE APROXIMADAMENTE 30 MINUTOS DE OXIGENAÇÃO CADA. O MESMO ESTA EM FUNCIONAMENTO COM PEIXES(TILAPIAS) HÁ 120 DIAS COM APROXIMADAMENTE 140 KG DE PEIXE. A MINHA PREOCUPAÇÃO É QUE A AGUA ESTA MUITO VERDE. GOSTARIA DE SE POSSIVEL , UMA ORIENTAÇÃO COM RELAÇÃO A QUALIDADE DA AGUA, QUANDO SE DEVE TROCAR A AGUA, SE EXISTE ALGUM TIPO DE FILTRO PARA ELIMINAR AS FEZES DO PEIXE– ALGUM PRODUTO PARA JOGAR NA AGUA PARA UM POSSIVEL TRATAMENTO E QUAL O RISCO DE OS PEIXES FICAREM CONTAMINADOS.

    ANTECIPADAMENTE AGRADEÇO A ATENÇÃO. GRATO PAULO A.H.

  • cristina Publicado em 29 abril, 2010, 14:57

    Pretendo criar tilapias em uma piscina desativada, ela te 2,5 de profundidade,10×5 mais ou menos, gostaria de dentro dessa piscina fazer pequenos tanques redes , alevinos e 2 de crescimentos diferentes, minha duvida e quanto a oxigenação, qual tipo de bomba poderei usar, quanto a temperatura tenho que ter controle e como. Obrigado pela atenção espero resposta.

  • fernando nardes Publicado em 1 maio, 2010, 9:04

    ola,estou fazendo dois tamques para criaçao de tambaqui necessito imformaçoes que devo fazer para que me saia bem ,tenho que por uma lona por baixo por favor me de algumas dicas sou muito agradecido,sou de guratinga mt, MUITO OBRIGADO,espero por sua dica…

  • everaldo Publicado em 5 junho, 2010, 10:06

    olá!!! no meu sítio tenho 1500 peixes de 0,05g, (cinquenta gramas) é um açude com água que mina da propria terra, com mais ou menos 35 metros de diametro e 1,9m de altura, não há com esgotá-lo e não tenho como fazer assepsia ou adubação.
    atualmente estou jogando 2kg de rãção para alevinos, ( 2% do peso total do cardume) mas os peixes não estão querendo comer e a água é amarelada cor de barro, mas está com um película verde sobre ela que não diminue. O que fazer??? esse lodo atrapalha ou ajuda???? o que fzer para os peixes ganharem peso e acabar com o verde da agua???

  • Divina Batista Ferreira Publicado em 28 julho, 2010, 7:50

    criamos carpas comuns, mas o tanque está com um alto índice de algas verdes. Notamos tambem que as carpas filhotes não estão se desenvolvendo.No mesmo quintal temos dois tanques.Um a agua é mais cristalina e os peixes crescem;neste outro os peixes não estão crescendo. Queremos saber o que fazer para manter o controle dessas algas sem matar os os peixes.
    Grata.

  • izinaldo Publicado em 24 agosto, 2010, 16:38

    Em primeiro de tudo consultar um engenheiro de pesca com especialidade na criação de peixes, pois é um profissional preparado para dar melhores informações sobre o assunto!

  • Adalberto Cavalheiro Publicado em 25 outubro, 2010, 16:46

    Olá Gostaria de saber quantos alevinos de tilapia posso colocar no açude para criar quantidade por m3.
    Grato.

  • gabriel Publicado em 29 novembro, 2010, 17:45

    como faser tanques de criaçao de tambaquis

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