- domingo, 9 março, 2008, 14:25
- Geral, Pesca pelo Mundo
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Equipes de salvamento resgataram neste domingo 755 pescadores que estavam em um iceberg à deriva nas proximidades da ilha russa de Sakhalin, no oceano Pacífico, informou o Ministério de Situações de Emergência da Rússia.
"Foram resgatadas 755 pessoas, 334 delas em helicópteros e 121 em lanchas, enquanto outras 300 foram conduzidas até a costa através de outros icebergs e campos de gelo", informou à ...
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- domingo, 17 fevereiro, 2008, 22:45
- Geral, Meio Ambiente, Pesca pelo Mundo
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Por =João Lara Mesquita
Nessa sexta-feira os grandes jornais repercutiram um estudo publicado pela revista Science mostrando que “não há uma gota de água nos oceanos que não tenha sido afetada de alguma forma pela ação do homem” (Estado, 15/2, A20).
De acordo com os cientistas, que usaram dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), neste primeiro levantamento global sobre o impacto humano sobre os mares, 41% da superfície oceânica está sob forte pressão de atividades humanas, como pesca excessiva e poluição, e corre sério risco de se transformar em deserto de vida inanimada.
Os dados são dramáticos, mas não surpreendem. Recentemente a ONU alertou que, nos últimos 15 anos, dobrou a quantidade de zonas mortas no mar. Hoje seu número é estimado em cerca de 150. São áreas cujos tamanhos variam entre 2 km² até 70 mil km², e nelas não existe oxigênio para que haja vida. Por isso, para a ONU, a pesca industrial tem data para acabar: o ano de 2048.
Esses dados impressionantes foram a mola propulsora que me induziram a uma grande viagem. Durante dois anos desci a costa brasileira de veleiro, do Rio Oiapoque ao Arroio Chuí, produzindo 90 documentários para a TV Cultura, para a série Mar Sem Fim. Durante a jornada, que começou em 2005 e terminou em 2007, navegamos cerca de 6.200 milhas (ou 11.500 km) sempre rente à costa, entrando em todas as baías e enseadas, e demandando a barra de quase todos os rios, numa ousada tentativa de fazer um levantamento socioambiental da zona costeira brasileira, chamando a atenção da opinião pública para seu abandono, ocupação predatória e potenciais danos.
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- quinta-feira, 14 fevereiro, 2008, 14:10
- Geral, Legislação, Meio Ambiente, Pesca pelo Mundo
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Brasília - Os pescadores de camarão rosa dos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul podem solicitar o seguro-desemprego em razão do defeso (período de reprodução) da espécie que começa em primeiro de março e termina em 31 de maio.
Segundo o Ministério do Trabalho, em 2007 mais de 5 mil pescadores receberam o benefício naqueles ...
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- quarta-feira, 16 janeiro, 2008, 20:26
- Geral, Meio Ambiente, Pesca pelo Mundo
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O Tribunal Federal australiano declarou hoje ilegal a pesca de baleias pelos japoneses nas águas da Antártida, declaradas desde o ano 2000 como santuário destes animais.
A sentença, de fato simbólica, pois o território em questão não pertence á Austrália, havia sido bloqueada várias vezes pelo governo anterior do primeiro-ministro conservador John Howard, preocupado com as relações com o Japão.
A Human Society International (HSI) foi quem denunciou, em 2004, a Kyodo Senpaku Kaisha Ltda., sociedade que envia os baleeiros japoneses para a caça também no santuário das baleias da Antártida.
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- sexta-feira, 11 janeiro, 2008, 21:50
- Geral, Peixes Água - Salgada, Pesca pelo Mundo, Pescarias
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Essa história começou a 1 ano atras, exatamente no dia 4 de janeiro de 2007.
Eu e Tiozinho fomos pescar no Porto de Santos com o Guia Wallace. Como nos dias anteriores eu tinha perdido grandes robalos, fui com o material reforçado: Vara 20lb, multi 40lb e lider de fluor 0,60mm.
Fomos direto para o nosso pontinho secreto e só ficamos esperando a maré repontar. Assim que isso ocorreu, começamos a pinchar insistentemente, qdo eu vejo de relance um robalo atacando um cardume de tainhas. Do jeito que deu, arremessei minha isca mais que depressa em cima do furdunço e o bitelo veio rasgando a água pra cima da isca. Era um monstro, tinha tranquilo mais de 10kg, mas não deu nem tempo de sentir o peso dele, do jeito que pegou a isca, se virou e cortou o lider 0,60mm, parecia linha de costura... Fiquei completamente frustrado.
De lá pra cá, perdi muitos outros robalões, mas nenhum tão grande como aquele. Cada robalão perdido, era uma nova lição aprendida. Os erros eram corrigidos a cada pescaria.
Agora, um ano depois, no dia 4 de janeiro de 2008, Eu, Tiozinho, Marcelo Gusman e Saédio, marcamos uma pescaria no Rio Úna (Peruíbe) com os Guias Wake e Enoke.
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