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	<title>Guia da Pesca &#187; Pesca pelo Mundo</title>
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	<description>Sua pescaria começa aqui. [www.guiadapesca.com.br]</description>
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		<title>Japão disposto a concessões na caça a baleias em troca de pesca comercial</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 01:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesca pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia Minke]]></category>

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		<description><![CDATA[TÓQUIO — O Japão está disposto a reduzir sua cota de caça &#8220;científica&#8221; das baleias no Antártico em troca de uma autorização de pesca comercial dos cetáceos ao longo de sua costa.
A Agência de Pesca Japonesa informou que vai apresentar este compromisso na próxima reunião da Comissão Baleeiera Internacional (CBI).
No ano passado, na reunião da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>TÓQUIO — O Japão está disposto a reduzir sua cota de caça &#8220;científica&#8221; das baleias no Antártico em troca de uma autorização de pesca comercial dos cetáceos ao longo de sua costa.</p>
<p>A Agência de Pesca Japonesa informou que vai apresentar este compromisso na próxima reunião da Comissão Baleeiera Internacional (CBI).</p>
<p>No ano passado, na reunião da CBI em Portugal, o Japão ofereceu a redução do programa de pesca no Antártico, mas pediu autorização para caçar 150 pequenas baleias de Minke ao longo de sua costa.</p>
<p>A CBI, que reúne 85 países e deixou a decisão para 2010, impõe uma moratória ilimitada desde 1986 que proscreve a caça comercial da baleia, proibição que a Noruega por exemplo desafia abertamente.</p>
<p>A organização autoriza, com cotas limitadas, a caça em nome da &#8220;pesquisa científica&#8221;, praticada sobretudo pelo Japão com um objetivo de 1.000 baleias ao ano.</p>
<p>A campanha japonesa no Antártico provoca todos os anos muitas críticas internacionais.</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/baleeiro-japones.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4254" title="Baleeiro japones" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/baleeiro-japones-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" /></a></p>
<p>(AFP)</p>
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		<title>Lulas gigantes invadem a Califórnia</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 22:40:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesca pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[lula Humboldt]]></category>
		<category><![CDATA[lula jumbo]]></category>
		<category><![CDATA[Lula-gigante]]></category>
		<category><![CDATA[Newport Beach]]></category>

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		<description><![CDATA[Lulas gigantes têm feito as delícias dos adeptos da pesca desportiva, que já pescaram na costa da Califórnia mais de 400 exemplares desde a semana passada.
As águas de Newport Beach, na Califórnia, têm sido &#8216;invadidas&#8217; por lulas que chegam a pesar até 27 quilos. Os adeptos da pesca esportiva têm apanhado estas lulas gigantes às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lulas gigantes têm feito as delícias dos adeptos da pesca desportiva, que já pescaram na costa da Califórnia mais de 400 exemplares desde a semana passada.</strong></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lula-gigante.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4168" title="lula gigante" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lula-gigante-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>As águas de Newport Beach, na Califórnia, têm sido &#8216;invadidas&#8217; por lulas que chegam a pesar até 27 quilos. Os adeptos da pesca esportiva têm apanhado estas lulas gigantes às centenas, desde que a sua presença foi notada na semana passada.</p>
<p>Robert Woodbury, do Newport Landing Sportfishing, explicou ao &#8220;Los Angeles Times&#8221; que os pescadores são essencialmente de dois tipos: <strong><span style="color: #ff6600;">aqueles que procuram uma delícia cara e os que simplesmente querem testar as suas habilidades de pesca com um animal marinho mais agressivo do que o comum</span></strong>.</p>
<p>&#8220;Muitos dos peixes que apanhamos são melhores de se comer, mas não dão muita luta&#8221; diz Robert, que adianta que foram apanhadas mais de 400 destas lulas desde sexta-feira à noite.</p>
<p>Este tipo de lula, conhecido por lula jumbo ou lula Humboldt, pode crescer até um peso de 45 quilos e 1,80 metros de comprimento. Foram também recentemente vistas em San Diego, no Oregon e em Washington, localidades da costa Oeste dos Estados Unidos.</p>
<p>Em Setembro, foi apanhada no Golfo do México uma lula com o tamanho recorde de 5,8 metros e que pesava mais do que 45 quilos.</p>
<p>Em Orange County, a chegada destas lulas ocorreu numa altura em que os negócios de pesca desportiva passavam por uma das fases mais críticas do ano.</p>
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		<title>Pescadores do RS encontram tubarão-martelo</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 22:49:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesca pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Tubarão Martelo]]></category>
		<category><![CDATA[Xangri-Lá]]></category>

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		<description><![CDATA[Um tubarão com cerca de 3 metros e pouco mais de 200 kg foi pego por pescadores na praia de Xangri-Lá (RS), cidade do litoral norte do Rio Grande do Sul localizada a 140 km da capital, Porto Alegre (RS).
“O tubarão ficou enrolado em uma rede de pesca e virou atração de quem passava pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um tubarão com cerca de 3 metros e pouco mais de 200 kg foi pego por pescadores na praia de Xangri-Lá (RS), cidade do litoral norte do Rio Grande do Sul localizada a 140 km da capital, Porto Alegre (RS).</p>
<p>“<strong><span style="color: #ff6600;">O tubarão ficou enrolado em uma rede de pesca e virou atração de quem passava pelo local</span></strong>”, conta Alexandre Prudêncio, que conseguiu ver de perto o tubarão na praia.</p>
<p>Segundo o presidente da associação de pescadores, Paulo Marques, aumentou o número de peixes de grande porte que caíram na rede este ano. “<strong><span style="color: #ff6600;">Este exemplo deve servir de alerta aos surfistas, para que tomem cuidado com os peixes grandes, como o tubarão-martelo</span></strong>”, diz Paulo.</p>
<p>O tubarão encontrado pelos pescadores foi abatido e a carne aproveitável vendida, conta o líder da associação.</p>
<p>De acordo com a Secretaria do Turismo e Meio Ambiente de Xangri-lá, em alguns casos o animal encontrado no mar é removido pela Brigada Ambiental e encaminhado para um órgão de pesquisas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Pescadores-do-RS-encontram-tubarão-martelo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3718" title="Pescadores do RS encontram tubarão-martelo" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Pescadores-do-RS-encontram-tubarão-martelo.jpg" alt="Pescadores do RS encontram tubarão-martelo" width="376" height="501" /></a></p>
<p>http://noticias.terra.com.br</p>
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		<title>Portugal &#8211; Pescadores &#8216;proíbem&#8217; pesca em mares dos Açores</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 23:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Noticia de Portugal, ótima atitude por parte dos pescadores e apoiada pelas autoridades, aqui no Brasil na ultima piracema tivemos muitas denuncias de pesca predatória partindo de pescadores, já e um caminho. ( mantive o texto original da noticia )
Algumas comunidades de pescadores nos Açores estão a criar áreas de reserva natural com o objectivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">Noticia de Portugal, ótima atitude por parte dos pescadores e apoiada pelas autoridades, aqui no Brasil na ultima piracema tivemos muitas denuncias de pesca predatória partindo de pescadores, já e um caminho. ( mantive o texto original da noticia )</span></strong></p>
<p>Algumas comunidades de pescadores nos Açores estão a criar áreas de reserva natural com o objectivo de evitar a pesca e permitir a reposição dos stocks de peixe.</p>
<p>Mas, ao contrário do que é hábito, esta iniciativa não nasce de uma imposição do Governo, feita através de decreto legislativo regional. Desta vez, são os próprios pescadores que estão a declarar determinadas áreas como reservas voluntárias.</p>
<p>A ideia foi inicialmente aplicada pela comunidade piscatória da mais pequena ilha dos Açores, o Corvo, e agora estendeu-se às ilhas do grupo Ocidental e Central, ou seja, as Flores, Faial, Graciosa, Pico, São Jorge e Terceira.</p>
<p>Os pescadores estão a tomar esta medida para proteger espécies de pesca como o pargo, veja, bicuda, goraz e boca-negra. Mas também de espécies para observação subaquática, como o mero.</p>
<p>O director regional do Ambiente, Frederigo Cardigos, acredita que este movimento vai chegar rapidamente a todas as ilhas, sobretudo quando os pescadores começarem a sentir os efeitos práticos da iniciativa. Isto é, &#8220;quando perceberem que, pelo facto de declararem uma área como reserva interdita à pesca, assistem a efeitos extraordinariamente positivos e multiplicativos nas áreas marinhas à volta&#8221;, esclarece aquele responsável.</p>
<p>A criação de reservas voluntárias tem, segundo Frederigo Cardigos, vantagem para a economia a dois níveis: &#8220;Primeiro para o turismo subaquático; segundo, a longo prazo mas com consequências económicas muito mais vastas, para a disponibilidade dos stocks de peixe para a pesca.&#8221;</p>
<p>O director regional do Ambiente acredita ainda que, com a aplicação de medidas restritivas nos mares açorianos &#8211; quer sejam impostas pelo Governo ou resultantes do voluntarismo dos profissionais do sector -, o peixe vai reproduzir-se e aumentar em quantidade e tamanho. Desta forma, reforçam-se os rendimentos dos pescadores e potenciam-se outras actividades como é o caso do turismo do mar.</p>
<p>Outro dos efeitos da existência de reservas voluntárias em zonas oceânicas mais vastas é provocar um fenómeno conhecido por derrame: os cardumes atingem um grau de robustez e mobilidade tal que se expandem para outras áreas marinhas limítrofes, aumentando a zona onde o peixe existe.</p>
<p>Frederico Cardigos salienta, porém, que a declaração de reservas voluntárias &#8220;não pode ser aplicada a todos os locais, nem a áreas extraordinariamente vastas&#8221;. Mas é um &#8220;exemplo a seguir&#8221;, frisou.</p>
<p>Nos Açores há quatro mil pescadores que no ano passado pescaram 11 500 toneladas de peixe, correspondendo a 35 milhões de euros.</p>
<p>Segundo apurou o DN, os profissionais já sabem que este ano o valor da pesca será mais baixo devido ao facto de o peixe estar a diminuir e de o seu valor comercial ter caído.</p>
<p>por PAULO FAUSTINO, AHoje<br />
Pescadores &#8216;proíbem&#8217; pesca em mares dos Açores</p>
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		<title>Pesquisadores descobrem armadilha de mil anos para peixes</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 18:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesca pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[pesca]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores do País de Gales descobriram uma armadilha para pegar peixes no estuário do rio Teifi, em Poppit, que pode ter sido construída há mais de mil anos.
A estrutura, em forma de V, tem 260 metros de comprimento e foi descoberta a partir de observações de fotos aéreas do Google Earth.
Não há muita dúvida de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/03/armadilha.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1920" title="armadilha" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/03/armadilha-150x150.jpg" alt="armadilha" width="150" height="150" /></a>Pesquisadores do País de Gales descobriram uma armadilha para pegar peixes no estuário do rio Teifi, em Poppit, que pode ter sido construída há mais de mil anos.</p>
<p>A estrutura, em forma de V, tem 260 metros de comprimento e<strong><span style="color: #ff6600;"> foi descoberta a partir de observações de fotos aéreas do Google Earth</span></strong>.</p>
<p>Não há muita dúvida de que esta estrutura impressionante e que parece ter sido feita pelo homem era uma armadilha para peixes, disse Ziggy Otto, da unidade de pesquisa de ambiente marinho e zona costeira da Faculdade de Pembrokeshire.</p>
<p>Segundo o pesquisador, ela pode ter sido feita com pedras da área para pegar peixes que migram rio acima, como salmões e trutas. Os peixes eram conduzidos para dentro da armadilha e, quando a maré recuava, os pescadores os recolhiam com redes.</p>
<p>A idade não é conhecida mas, como fica totalmente submersa em todos os tipos de maré, a armadilha para peixes é muito antiga. Possivelmente ela remonta mais de mil anos, quando o nível do mar era mais baixo e a entrada do estuário de Teifi ficava mais para o lado de Poppit.</p>
<p>Otto afirmou que vale a pena investigar a estrutura porque ela é parte do panorama histórico e cultural da área.</p>
<p>Louise Austin, do Dyfed Archaeological Trust, que pretende colaborar com a faculdade no estudo da estrutura, acredita que ela pode ter sido importante para a sobrevivência dos habitantes da região.</p>
<p>Armadilhas eram uma forma muito usada para pegar peixes no passado, o que deu uma contribuição significativa para a economia de várias comunidades do estuário e da costa, afirmou.</p>
<p>Os pesquisadores devem realizar mergulhos na área para estudar a estrutura, hoje coberta de algas e anêmonas.</p>
<p>Esta armadilha para pegar peixes passou de uma estrutura totalmente feita pelo homem para um recife que funciona naturalmente, o que acrescenta uma diversidade biológica não apenas à área mas também para a Área Especial de Conservação da Baía de Cardigan, disse Jennifer Jones, mergulhadora especializada em pesquisas científicas.</p>
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		<title>Pesca: Maioria dos países não cumpre acordo mundial de combate à captura excessiva</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 23:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesca pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[pesca]]></category>
		<category><![CDATA[pescaria]]></category>

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		<description><![CDATA[Treze anos depois de se terem estabelecido os padrões para a pesca mundial, as Nações Unidas concluíram, num relatório divulgado hoje, que a maioria dos países não respeita o acordo de 1995 que limita a atividade de pesca excessiva.
Só a Noruega, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Islândia e Namíbia cumprem a lei internacional de combate à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Treze anos depois de se terem estabelecido os padrões para a pesca mundial, as Nações Unidas concluíram, num relatório divulgado hoje, que a maioria dos países não respeita o acordo de 1995 que limita a atividade de pesca excessiva.</p>
<p>Só a Noruega, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Islândia e Namíbia cumprem a lei internacional de combate à pesca excessiva, atingindo uma classificação acima de 60 por cento na avaliação.</p>
<p>&#8221; A conclusão que chegámos é muito preocupante: nem os países com classificação positiva têm um comportamento bom &#8220;, disse Tony Pitcher, co-autor do relatório.</p>
<p>O porta-voz do Programa Ambiental norte-americano, Nick Nuttall, acrescentou que o fenômeno da &#8221; pesca excessiva mostra que os países estão falhando no relacionamento entre a ecologia e as necessidades diárias de milhões de pessoas &#8220;.</p>
<p>De acordo com o relatório, &#8221; é preciso um código de pesca global &#8220;, quer seja um &#8221; tratado mundial &#8221; quer seja pela &#8221; adoção de leis globais pelos vários sistemas nacionais &#8220;.</p>
<p>Foram analisadas as práticas de pesca de 53 países, que representam 96 por cento da captura mundial de pescado.</p>
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		<title>Amazônia produz 200 mil toneladas de pescado por ano</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 18:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesca pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[aquicultura]]></category>

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		<description><![CDATA[BRASÍLIA — A Amazônia produz hoje cerca de 200 mil toneladas de pescado -perto de 20% do total nacional, a cada ano. A renda anual bruta com a atividade gira em torno de R$ 470 milhões. Esses números, no entanto, podem até quadruplicar se houver investimentos na melhoria da frota, na infra-estrutura de beneficiamento, armazenamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASÍLIA — A Amazônia produz hoje cerca de 200 mil toneladas de pescado -perto de 20% do total nacional, a cada ano. A renda anual bruta com a atividade gira em torno de R$ 470 milhões. Esses números, no entanto, podem até quadruplicar se houver investimentos na melhoria da frota, na infra-estrutura de beneficiamento, armazenamento e incentivo ao mercado consumidor. As projeções constam do Plano Amazônia Sustentável (PAS), um marco referencial acerca dos problemas e potencialidades amazônicos.</p>
<p>O plano governamental vê a Bacia Amazônia com vastos recursos pesqueiros e potencial excepcional para a aqüicultura. Mas o governo admite que, apesar desse enorme lastro social que a pesca sustenta, a atividade ainda tem pouca importância econômica e a aqüicultura é relativamente incipiente. A cadeia produtiva regional concentra-se em Belém (PA), Manaus (AM), Santarém (PA) e Tabatinga (AM), mas a tendência é expandir-se com o potencial da “marca” Amazônia, a qual já produz valor agregado e marketing próprio.</p>
<p>Seis são as modalidades de pesca na Amazônia. A predominante é a de subsistência, praticada por grupos familiares e pequenas comunidades. Pratica-se também a pesca comercial multiespecífica. Essa é destinada ao abastecimento dos centros urbanos regionais e praticada, em geral, por pescadores residentes nesses centros. A pesca comercial monoespecíficia, por sua vez, é destinada para a exportação e dirigida principalmente à captura de bagres, entre os quais a piramutaba (Brachyplastystoma vaillantii) e o surubim (Pseudoplatystoma fasciatum).</p>
<p>Os reservatórios das grandes usinas hidrelétricas da Amazônia, entre eles a de Tucuruí e Balbina, abrigam os pescadores chamados ‘barrageiros’. Pratica-se ainda em rios de água preta a pesca esportiva, cujo peixe-alvo é o tucunaré (Cichla monoculus), e a pesca de espécies ornamentais nos rios Negro (AM), no Tapajós (AM) e em seus afluentes. A pesca ornamental tem gerado uma série de conflitos devido à ação de biopiratas que atuam na região. Vez por outra, a Polícia Federal (PF) apreende grandes carregamentos desses peixes quando os biopiratas tentam sair ilegalmente do Brasil.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Emprego e renda </span></strong></p>
<p>Além de ser uma importante fonte de emprego e renda, o pescado, inclusive o camarão e o caranguejo, constitui elemento essencial na alimentação dos povos da Amazônia. Esse fato é perceptível quando se compara o consumo médio no País. Enquanto a média do consumo brasileiro é de 6,8 quilos per capita/ano, na Amazônia consome-se 50 quilos em média per capita por ano. Mas em algumas regiões da Amazônia o consumo é bem mais elevado: no Baixo Amazonas, por exemplo, cada pessoa consome, em média, 134,7 quilos por ano. A quantidade é grande também no Baixo Solimões, 178,9 a 219 quilos, e no Alto Solimões, de 182,5 a 292 quilos. Esse é o maior consumo do mundo, ultrapassando o Japão que é de 90 quilos por pessoa ao ano.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Divulgação </span></strong></p>
<p>Além de ser uma importante fonte de emprego e renda, o pescado é essencial na alimentação dos povos da Amazônia</p>
<p>Atualmente, a pesca extrativa de águas continentais produz apenas 1/8 da demanda. Significa dizer que isso representa um vasto potencial para a atividade da aqüicultura tanto para o mercado da Amazônia e nacional como para o internacional. As estimativas indicam que o potencial pesqueiro da região gira entre 270 e 920 mil toneladas/ano. Os negócios no setor podem gerar 600 mil empregos diretos e indiretamente (72% dos quais no âmbito da pesca de subsistência), além de uma renda de US$ 200 milhões anuais.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Segurança alimentar </span></strong></p>
<p>Para o governo, a aqüicultura na Amazônia pode servir como uma atividade com potencial de mitigar os efeitos da sobreexploração de algumas espécies de valor comercial e ser, também, alternativa de segurança alimentar e geração de muitos postos de trabalho em muitas comunidades. Dessa forma, a atividade poderá ainda contribuir na diminuição das frentes de desmatamentos e promover a qualidade de vida de diversas áreas da região.</p>
<p>Para isso se tornar realidade, alguns obstáculos precisam ser superados. Entre eles se destacam a ausência de tecnologia de cultivo adequadas, falta de insumos, mão-de-obra especializada, deficiência de infra-estrutura e falta de assistência técnica aos criadores. Atualmente, existem algumas experiências bem-sucedidas de cultivo de espécies nativas, principalmente no Amazonas e no Pará. Ali se cultiva o tambaqui (Colossoma macropomum), a terceira espécie mais cultiva no Brasil; o matrinxã (Brycon amazonicus) e o pirarucu (Arapaima gigas). O pirarucu é considerado o bacalhau brasileiro.</p>
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		<title>Fishing rod</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 23:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fishing rod or a fishing pole is a tool used to catch fish, usually in conjunction with the sport of angling, can also be used in competition casting (sport). (Sustenance and commercial fishing usually involves nets). A length of fishing line is attached to a long, flexible rod or pole: one end terminates in [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A fishing rod or a fishing pole is a tool used to catch fish, usually in conjunction with the sport of angling, can also be used in competition casting (sport). (Sustenance and commercial fishing usually involves nets). A length of fishing line is attached to a long, flexible rod or pole: one end terminates in a hook for catching the fish. A &#8216;fishing pole&#8217; is a simple pole or stick for suspending a line (normally fastened to the tip), with a hooked lure or bait. They are most commonly made of fiberglass, carbon fiber or, classically, bamboo, and are the only fishing levers properly referred to as &#8220;poles&#8221;. In contrast, &#8216;fishing rod&#8217; refers to a more sophisticated casting tool fitted with line guides and a reel for line stowage. Fishing rods vary in action as well as length, and can be found in sizes between 24 inches and 20 feet. The longer the rod, the greater the mechanical advantage in casting.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Types</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Carbon fiber pole</span></strong></p>
<p>These high-tech poles are commonly used for coarse fishing in Europe, they are made using a variety of different qualities of carbon fiber which is reflected in the price, the prices range from about £100 to £5,000.</p>
<p>Varying in length from 3 meters through to the longest at about 18.5 meters, they allow very precise positioning of the bait, which in turn enables huge catches of fish with accurate feeding, catches of carp on fisheries in the UK frequently reach 90 kg (200 pounds) in a 5 hour match, mostly made up of carp ranging in size from 250 grams (0.5lb) to 1.3 kg (3lb) in weight.[1]&#8230;</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Fly rods<br />
Fly fishing</span></strong></p>
<p>Fly Fishing rods are, thin, flexible fishing rods designed to cast an artificial fly, usually consisting of a hook tied with fur, feathers, foam, or other lightweight material. More modern flies are also tied with synthetic materials. Originally made of yew, green hart, and later split bamboo (Tonkin cane), most modern fly rods are constructed from man-made composite materials, including fiberglass, carbon/graphite, or graphite/boron composites. Split bamboo rods are generally considered the most beautiful, the most &#8220;classic&#8221;, and are also generally the most fragile of the styles, and they require a great deal of care to last well. Instead of a weighted lure, a fly rod uses the weight of the fly line for casting, and lightweight rods are capable of casting the very smallest and lightest fly. Typically, a monofilament segment called a &#8220;leader&#8221; is tied to the fly line on one end and the fly on the other.</p>
<p>Each rod is sized to the fish being sought, the wind and water conditions and also to a particular weight of line: larger and heavier line sizes will cast heavier, larger flies. Fly rods come in a wide variety of line sizes, from size #000 to #0 rods for the smallest freshwater trout and pan fish up to and including #16 rods[2] for large saltwater game fish. Fly rods tend to have a single, large-diameter line guide (called a stripping guide), with a number of smaller looped guides (aka snake guides) spaced along the rod to help control the movement of the relatively thick fly line. To prevent interference with casting movements, most fly rods usually have little or no butt section (handle) extending below the fishing reel. However, the spey rod, a fly rod with an elongated rear handle, is often used for fishing either large rivers for salmon and steelhead or saltwater surf casting, using a two-handed casting technique.</p>
<p>Fly rods are, in modern manufacture, almost always built out of carbon graphite. The graphite fibers are laid down in increasingly sophisticated patterns to keep the rod from flattening when stressed (usually referred to as hoop strength) See St Croix ART. The rod tapers from one end to the other and the degree of taper determines how much of the rod flexes when stressed. The larger amount of the rod that flexes the &#8217;slower&#8217; the rod. Slower rods are easier to cast, create lighter presentations but create a wider loop on the forward cast that reduces casting distance and is subject to the effects of wind. Fly Rods : Guide to Fly Rod Flex &amp; Action. Furthermore, the process of wrapping graphite fiber sheets to build a rod creates imperfections that result in rod twist during casting. Rod twist is minimized by orienting the rod guides along the side of the rod with the most &#8216;give&#8217;. This is done by flexing the rod and feeling for the point of most give or by using computerized rod testing (see Fly Rod Balancing ).</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Tenkara rods</span></strong></p>
<p>Tenkara rods are a type of fly rod used for tenkara fishing in Japan. A mixture of the rods in the other categories, they are carbon rods, fly rods and telescopic rods all in one. These are ultra-light and very portable telescopic rods (read more about telescopic below). Their extended length normally ranges from 11–13 feet, and they have a very soft action. The action of tenkara rods has been standardized as a ratio of &#8220;how many parts are stiffer : how many tip parts bend more easily&#8221;. The standard actions are 5:5, 6:4, 7:3, and 8:2, with 5:5 being a softer/slower rod, and 8:2 being a stiffer rod.[3] Similar to western fly-rods tenkara rods also have cork, and sometimes even wooden handles, with wooden handles (such as red-pine, and phoenix-tree wood) being the more prized rods due to their increased sensitivity to fish bites and the heavier feel that helps balance the rods. Tenkara rods have no guides. Tenkara is a fixed-line fishing method, where no reel is used, but rather the line is tied directly to the tip of the rod. Like the carbon rods mentioned above this allows for &#8220;very precise positioning of the fly, which in turn enables huge catches of fish with accurate feeding&#8221;. Tenkara fishing is very popular in Japan, where these rods can be found in every major tackle shop. In the US, tenkara seems to be becoming a new trend.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Spin and bait casting rods</span></strong></p>
<p>Spin casting rods are rods designed to hold a spin casting reel, which are normally mounted above the handle (See Fishing reel). Spin casting rods also have small eyes and a forefinger grip trigger. They are very similar to bait casting rods, to the point where either type of reel may be used on a particular rod. While rods were at one time offered as specific &#8220;spin casting&#8221; or &#8220;bait casting&#8221; rods, this has become uncommon, as the rod design is suited to either fishing style, and today they are generally called simply &#8220;casting rods&#8221;, and are usually offered with no distinction as to which style they are best suited for in use. Casting rods are typically viewed as more powerful than their spinning rod counterparts &#8211; they use heavier line and can handle heavier cover.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Spinning rods</span></strong></p>
<p>Spinning rods are made from graphite or fiberglass with a cork or PVC foam handle, and tend to be between 5 and 8.5 feet (1.5 &#8211; 2.6 m) in length. Typically, spinning rods have anywhere from 5-8 large-diameter guides arranged along the underside of the rod to help control the line. The eyes decrease in size from the handle to the tip, with the one nearest the handle usually much larger than the rest to allow less friction as the coiled line comes off the reel, and to gather the very large loops of line that come off the spinning reel&#8217;s spool. Unlike bait casting and spin casting reels, the spinning reel hangs beneath the rod rather than sitting on top, and is held in place with a sliding or locking reel seat. The fishermans second and third fingers straddle the &#8220;leg&#8221; of the reel where it is attached to the reel seat on the rod, and the weight of the reel hangs beneath the rod, which makes for a comfortable way to fish for extended periods. This also allows the rod to be held in the fisherman&#8217;s dominant hand (the handle on all spinning reels is reversible) which greatly increases control and nuance applied to the rod itself. Spinning rods and reels are widely used in fishing for popular North American sport fish including bass, trout, pike and walleye. Popular targets for spinning in the UK and European continent are pike, perch, eel and zander. Longer spinning rods with elongated grip handles for two-handing casting are frequently employed for saltwater or steelhead and salmon fishing. Spinning rods are also widely used for trolling and still fishing with live bait.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Ultra-light rods</span></strong></p>
<p>These rods are used to fish for smaller species, they provide more sport with larger fish, or to enable fishing with lighter line and smaller lures. Though the term is commonly used to refer to spinning or spin-cast rods and tackle, fly rods in smaller line weights (size #0 &#8211; #3) have also long been utilized for ultra-light fishing, as well as to protect the thin-diameter, lightweight end section of leader, or tippet, used in this type of angling.</p>
<p>Ultra-light spinning and casting rods are generally shorter (4 &#8211; 5.5 feet is common) lighter, and more limber than normal rods. Tip actions vary from slow to fast, depending upon intended use. These rods usually carry 1 to 6 pound (4.5 to 27 N) test fishing line. Some ultra-light rods are capable of casting lures as light as 1/64th of an ounce &#8211; typically small spinners, wet flies, crappie jigs, tubes, or bait such as trout worms. Originally produced to bring more excitement to the sport, ultra-light spin fishing is now widely used for crappie, trout, bass, bluegill and other types of panfish.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Ice rods</span></strong></p>
<p>These are typically very short spinning rods, varying between 24 and 36 inches in length, used to fish through holes in the cover ice of frozen lakes and ponds.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Sea rods</span></strong></p>
<p>Sea rods are designed for use with huge fish from the ocean. They are long (around 4 metres on average), extremely thick, and feature huge and heavy tips, eyes, and handles. The largest of sea rods are for use with sport fishing boats. Some of these are specialized rods, including shark rods, and marlin rods, and are for use with very heavy equipment.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Surf rods</span></strong></p>
<p>The most common type of sea rods are for surf casting. Surf casting rods resemble oversized spinning or bait casting rods with long grip handles intended for two-handed casting techniques. Generally between 10 to 14 feet (3 &#8211; 4 m) in length, surf casting rods need to be longer in order for the user cast the lure or bait beyond the breaking surf where fish tend to congregate, and sturdy enough to cast heavy weighted lures or bait needed to hold the bottom in rough water. They are almost always used in shore fishing (sea fishing from the shoreline) from the beach, rocks or other shore feature. Some surfcasters use powerful rods to cast up to six ounces or more of lead weight, artificial lures, and/or bait hundreds of feet.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Trolling rods</span></strong></p>
<p>Trolling is a fishing method of casting the lure or bait to the side of, or behind, a moving boat, and letting the motion of the boat pull the bait through the water. In theory, for light and medium freshwater gamefishing, any casting or spinning rod (with the possible exception of ultralight rods) can be used for trolling. In the last 30 years, most manufacturers have developed a complete line of generally long, heavily built rods sold as &#8220;Trolling Rods&#8221;, and aimed heavily at ocean anglers and Great Lakes salmon and steelhead fishermen. A rod effective for trolling should have relatively fast action, as a very &#8220;whippy&#8221; slow action rod is extremely frustrating to troll with, and a fast action (fairly stiff) rod is generally much easier to work with when fishing by this method. Perhaps the extreme in this philosophy was reached during the 1940&#8217;s and early 1950&#8217;s, when the now-defunct True Temper corporation &#8211; a maker of garden tools &#8211; marketed a line of trolling rods of 4.5 to 5 foot length made of tempered steel which was square in cross section. They acted as excellent trolling rods, though the action was much too stiff for sportsmanlike playing of fish once hooked. As Great Lakes sportfishing in particular becomes more popular with each passing year, all rod manufacturers continue to expand their lines of dedicated &#8220;trolling&#8221; rods, though as noted, for most inland lake and stream fishing, a good casting or spinning rod is perfectly adequate for trolling.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Telescopic rods</span></strong></p>
<p>Telescopic fishing rods are designed to collapse down to a short distance and open to a long rod. 20 or even 30 foot rods can close to as little as a foot and a half. This makes the rods very easy to transport to remote areas or travel on buses, compact cars, or public buses and subways. Telescopic fishing rods are made from the same materials as conventional one or two piece rods. Graphite and fiberglass or composites of these materials are designed to slip into each other so that they open and close. The eyes are generally but not always a special design to aid in making the end of each section stronger. Various grade eyes available in conventional rods are also available in telescopic fishing rods.</p>
<p>Care for telescopic fishing rods is much the same as other rods. The only difference being that one should not open the telescopic rod in manner that whips a closed rod into the open position rapidly. Whipping or flinging a telescopic fishing rod open may and likely will cause it to be difficult to close. When closing the rods make a slight twisting motion while pushing the sections together. Often the rods come with tip covers to protect the tip and guides.</p>
<p>Telescopic rods are popular among surf fishermen. Carrying around a 12 or 14 foot surf fishing rod, even in 2 pieces, is cumbersome. The shorter the sections the shorter they close, the more eyes they have, and the better the power curve is in them. More eyes means better weight and stress distribution throughout the parabolic arc. This translates to further casting, stronger fish fighting abilities, and less breaking of the rod.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">History</span></strong></p>
<p>Judging by stone inscriptions, fishing rods go back to ancient Egypt, China, Greece, Rome and medieval England, where they were called &#8220;angles&#8221; (hence the term &#8220;angling&#8221; as a synonym for fishing). Prior to widespread availability of synthetic materials, such as fiberglass and graphite composites, fishing rods were typically made from split Tonkin bamboo, Calcutta reed, or ash wood, as it was necessary that they be made light, tough, and pliable. The butts were frequently made of maple, with bored bottom; this butt outlasted several tops. Handles and grips were generally of cork, wood, or wrapped cane. Guides were made of simple wire loops or, later, loops with ring-shaped agate inserts for better wear. Even today, Tonkin split-bamboo rods are still popular in fly fishing.</p>
<p>Rods for travellers were made with nickel-silver metal joints, or ferrules, that could be inserted into one another forming the rod. Some of them were made to be used as a walking cane until needed for sport. Since the 1980s, with the advent of flexible, yet stiff graphite ferrules, travel rod technology has greatly advanced, and multi-piece travel rods that can be transported in a suitcase or backpack constitute a large share of the market.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Modern design</span></strong></p>
<p>In theory, an ideal rod should gradually taper from butt to tip, be tight in all its joints, and have a smooth, progressive taper, without &#8216;dead spots&#8217;. Modern design and fabrication techniques, along with advanced materials such as graphite and boron composites have allowed rod makers to tailor both the shape and action of fishing rods for greater casting distance, accuracy, and fish-fighting qualities. Today, fishing rods are identified by their weight (meaning the weight of line or lure required to flex a fully-loaded rod) and action (describing the location of the maximum flex along the length of the rod).</p>
<p>Modern fishing rods retain cork as a common material for grips. Cork is light, durable, keeps warm and tends to transmit rod vibrations better than synthetic materials, although EVA foam is also used. Reel seats are often of graphite-reinforced plastic, aluminum, or wood. Guides are available in steel and titanium with a wide variety of high-tech metal alloy inserts replacing the classic agate inserts of earlier rods.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Specifications</span></strong></p>
<p>There are several specifications manufacturers use to delineate rod uses. These include power, action, line weight, lure weight, and number of pieces.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Power</span></strong></p>
<p>Also known as &#8220;power value&#8221; or &#8220;rod weight.&#8221; Rods may be classified as Ultra-Light, Light, Medium-Light, Medium, Medium-Heavy, Heavy, Ultra-Heavy, or other similar combinations. Power is often an indicator of what types of fishing, species of fish, or size of fish a particular pole may be best used for. Ultra-light rods are suitable for catching small bait fish and also panfish, or situations where rod responsiveness is critical. Ultra-Heavy rods are used in deep sea fishing, surf fishing, or for heavy fish by weight. While the use of designating a rod&#8217;s power is widespread, there is no fixed . Application of a particular power tag by a manufacturer is subjective. Any fish can be caught with any rod, but catching panfish on a heavy rod offers no sport whatsoever, and successfully landing a large fish on an ultralight rod requires supreme rod handling skills at best, and more frequently ends in broken tackle and a lost fish. Rods are best suited to the type of fishing they are intended for.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Action</span></strong></p>
<p>&#8220;Action&#8221; refers to the responsiveness of the rod to bending force (bending curve), and the speed with which the rod returns to its neutral position. An action may be slow, medium, fast, or a combination (e.g. medium-fast.) Fast Action rods flex most in the tip section. Slow rods flex more towards the butt of the rod.</p>
<p>The construction material and construction method of a rod affects its action. Action, however, is also often a subjective description of a manufacturer; some manufacturers list the power value of the rod as its action. A &#8220;medium&#8221; action bamboo rod may have a faster action than a &#8220;fast&#8221; fiberglass rod. Action is also subjectively used by anglers, as an angler might compare a given rod as &#8220;faster&#8221; or &#8220;slower&#8221; than a different rod.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Line weight</span></strong></p>
<p>A rod is usually also classified by the optimal weight of fishing line or in the case of fly rods, fly line the rod should handle. Fishing line weight is described in pounds of tensile force before the line parts. Line weight for a rod is expressed as a range that the rod is designed to support. Fly rod weights are typically expressed as a number from 1 to 12, written as &#8220;N&#8221;wt (e.g. 6wt.) and each weight represents a standard weight in grains for the first 30 feet of the fly line established by the American Fishing Tackle Manufacturing Association. For example, the first 30&#8242; of a 6wt fly line should weigh between 152-168 grains, with the optimal weight being 160 grains. In casting and spinning rods, designations such as &#8220;8-15 lb. line&#8221; are typical.</p>
<p>A rod&#8217;s action and power may change when line weight is greater or lesser than the rod&#8217;s specified range. When the line weight used greatly exceeds a rod&#8217;s specifications a rod may break before the line parts. When the line weight is significantly less than the rod&#8217;s recommended range the line may part prematurely, as the rod cannot fully flex to accommodate the pull of a given weight fish. In fly rods, exceeding weight ratings may warp the blank or have casting difficulties when rods are improperly loaded.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Lure weight</span></strong></p>
<p>A rod may also be described by the weight of lure or hook that the rod is designed to support. Lure weight is usually expressed in ounces or grams.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Number of pieces</span></strong></p>
<p>Rods that are one piece from butt to tip are considered to have the most natural &#8220;feel&#8221;, and are preferred by many, though the difficulty in transporting them safely becomes an increasing problem with increasing rod length. Two-piece rods, joined by a ferrule, are very common, and if well engineered (especially with tubular glass or carbon fibre rods), sacrifice very little in the way of natural feel.</p>
<p><strong>From Wikipedia, the free encyclopedia</strong></p>
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		<title>Pescador pega peixe de tamanho recorde com &#8216;varinha&#8217; da Barbie</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 11:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante uma pescaria, a neta de David Hayes pediu ao avô que segurasse sua vara de pescar por alguns minutos enquanto ela ia ao banheiro. Alguns segundos depois, um peixe-gato de quase 10 kg mordeu a isca.
E foi com a vara cor-de-rosa da Barbie, presente dado à pequena Alyssa no último Natal, que Hayes pescou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/08/peixe-gato-vara-da-barbie.jpg"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/08/peixe-gato-vara-da-barbie-150x150.jpg" alt="peixe-gato-vara-da-barbie" title="peixe-gato-vara-da-barbie" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-825" /></a>Durante uma pescaria, a neta de David Hayes pediu ao avô que segurasse sua vara de pescar por alguns minutos enquanto ela ia ao banheiro. Alguns segundos depois, um peixe-gato de quase 10 kg mordeu a isca.</p>
<p style="text-align: left;">E foi com a vara cor-de-rosa da Barbie, presente dado à pequena Alyssa no último Natal, que Hayes pescou o maior peixe-gato da história do estado americano da Carolina do Norte.</p>
<p style="text-align: left;">O feito ocorreu no início do mês na cidade de Elkin, mas só agora a Comissão da Preservação da Vida Selvagem da Carolina do Norte certificou o recorde. Um peixe-gato de 9.580 gramas nunca havia sido pescado na região.</p>
<p style="text-align: left;">A &#8216;varinha mágica&#8217; foi dada de presente para Alyssa por seu pai. A menina diz que, até então, só tinha conseguido pescar peixes pequenos. A paixão pela pescaria, no entanto, foi herdada do avô. Desde pequena, ela acompanha Hayes em sessões de pesca no pequeno lago no condado de Wilkes.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Fiquei com medo que o peixe quebrasse minha vara&#8221;, conta a menina, fã da boneca Barbie</p>
<p>Fonte = G1</p>
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		<title>Greve ilimitada parou a pesca na Península Ibérica</title>
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		<pubDate>Sat, 31 May 2008 01:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[
A subida em flecha do preço dos combustíveis uniu no protesto pescadores de Portugal, Espanha e Itália numa &#8220;greve ilimitada&#8220;. Juntam-se assim ao protesto que em França já dura há várias semanas, e conta com o reforço dos agricultores e camionistas. Os governos dos quatro países preparam-se para fazer a Bruxelas um pedido conjunto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#grafico--><br />
A subida em flecha do preço dos combustíveis uniu no protesto pescadores de Portugal, Espanha e Itália numa &#8220;<strong><font color="#ff6600">greve ilimitada</font></strong>&#8220;. Juntam-se assim ao protesto que em França já dura há várias semanas, e conta com o reforço dos agricultores e camionistas. Os governos dos quatro países preparam-se para fazer a Bruxelas um pedido conjunto de mais apoios.</p>
<p>Em Portugal e Espanha, os barcos ficaram todos em terra e o peixe que esteve à venda foi capturado antes da meia noite. O protesto juntou armadores e todos os pescadores, mesmo os que não têm direito a subsídio no combustível. Por exemplo, cerca de 70 por cento das 1300 embarcações algarvias são dedicadas à captura artesanal e de pequena dimensão e trabalham a gasolina, sem qualquer apoio por parte do Estado.</p>
<p>Quanto a novas formas de luta para além da greve, o dirigente do Sindicato Livre dos Pescadores, Joaquim Piló, diz que foi dado &#8220;<strong><font color="#ff6600">um prazo de quatro a cinco dias para ver se há sensibilidade para as reivindicações dos pescadores. Caso não haja avanços, será inevitável partir para outras formas de luta</font></strong>&#8220;.</p>
<p>O presidente da República referiu-se hoje à situação de ruptura no sector das pescas, um dia depois do ministro da Agricultura ter recusado dar mais apoios aos pescadores. &#8220;O que pode ser feito são respostas selectivas para tentar ajudar os grupos mais desfavorecidos que têm dificuldade a ajustar-se à nova situação&#8221;, disse Cavaco, contradizendo as declarações de Jaime Silva. O ministro tinha justificado a recusa dessas ajudas na quinta-feira, e explicou-o claramente: &#8220;Não podemos é estar a chorar a pedir 30 mil euros para resolver o problema, porque senão daqui a seis meses, se os combustíveis continuarem a aumentar mais 30 mil, e por aí adiante&#8221;.</p>
<p>No país vizinho, cerca de dez mil pescadores manifestaram-se em Madrid na primeira manhã de greve, ao mesmo tempo que decorria a distribuição de 20 toneladas de peixe fresco à população que passasse pelos pescadores junto ao Ministério do Ambiente e do Meio Rural e Marinho.</p>
<p>Em França, houve bloqueios no segundo porto mais importante, o do Havre no noroeste do país. Os pescadores em luta bloquearam também os acessos a alguns depósitos de combustívelno centro do país. A greve dura já há cinco semanas e por isso nalguns portos os pescadores decidiram voltar ao mar. A sexta-feira de protesto ficou também marcada por &#8220;operações-caracol&#8221; que congestionam o trânsito e visitas de agricultores aos supermercados, como em Avignon, para controlar os preços.</p>
<p>Os governos dos países afectados pelas greves vão reunir na próxima semana para prepararem uma proposta conjunta a Bruxelas.  Segundo diz o secretário de Estado adjunto da Agricultura e Pescas, Luís Vieira, o objectivo será &#8220;pedir flexibilidade na aplicação dos programas operacionais, no âmbito do Fundo Europeu de Pescas, de modo a poder dar apoio às comunidades piscatórias mais carenciadas&#8221;. Um apoio que chama &#8220;de carácter mais social&#8221; e que seja aplicado uniformemente nos quatro países</p>
<p>Fonte = <a href="http://www.esquerda.net">Esquerda</a></p>
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