<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Guia da Pesca &#187; Peixes</title>
	<atom:link href="http://www.guiadapesca.com.br/category/peixes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.guiadapesca.com.br</link>
	<description>Sua pescaria começa aqui. [www.guiadapesca.com.br]</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Mar 2010 02:48:00 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Peixe mais feio do mundo corre risco de extinção</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/peixe-mais-feio-do-mundo-corre-risco-de-extincao/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/peixe-mais-feio-do-mundo-corre-risco-de-extincao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 02:14:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[blobfish]]></category>
		<category><![CDATA[Psychrolutes marcidus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.guiadapesca.com.br/?p=4096</guid>
		<description><![CDATA[O peixe da espécie Psychrolutes marcidus, conhecido por blobfish e por uma cara que dá pena, está em risco de extinção. A informação está no site do jornal britânico “Daily Mail”. O hábitat da criatura é a costa sudeste da Austrália, em águas profundas. A risco de extinção vem do excesso de pesca por traineiras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/peixe-mais-feio-do-mundo.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4097" title="peixe mais feio do mundo" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/peixe-mais-feio-do-mundo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O peixe da espécie Psychrolutes marcidus, conhecido por blobfish e por uma cara que dá pena, está em risco de extinção. A informação está no site do jornal britânico “Daily Mail”. O hábitat da criatura é a costa sudeste da Austrália, em águas profundas. A risco de extinção vem do excesso de pesca por traineiras, barcos de pesca que fazem uso de redes de arrastão para amealhar suas vítimas.</p>
<p>O inchado habitante das profundezas, diz reportagem do site MailOnline, pode chegar a cerca de 30,5 centímetros e vive a 800 metros de profundidade, então é visto muito raramente (felizmente). Mas está sendo levado pelas redes com as espécies que são preciosas à atividade pesqueira. Ele mesmo não é para se comer, logo não interessa, mas deu o azar de viver nas mesmas paragens de outros seres oceânicos mais apetitosos, entre os quais camarões e lagostas.</p>
<p>Callum Roberts, especialista nas profundezas do mar da Universidade de York, explica que o P. marcidus tem todas as razões do mundo para ser um bicho taciturno, com um jeitão miserável. “São muito vulneráveis a ser arrastados pelas redes e, pelo que sabemos, seu hábitat é restrito a essas áreas”, explica Roberts, autor do livro “The Unnatural History of the Sea” (A História não natural do Mar).</p>
<p>“<strong>As frotas de traineiras de águas profundas da Austrália e da Nova Zelândia são umas das mais ativas do mundo, então se você é um peixe desses, ali não é um bom lugar para viver</strong>.” A pescaria com redes de arrastão é uma das formas mais predatórias da atividade.</p>
<p>Os tecidos do blobfish são gelatinosos, com densidade um pouco inferior à da água, o que permite que flutue. Quase não tem músculos, mas ainda assim se vira muito bem: vai engolindo detritos que aparecem na frente dele.</p>
<p>http://g1.globo.com</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/peixe-mais-feio-do-mundo-corre-risco-de-extincao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Britânico bate recorde ao pescar carpa de 42,63 quilos</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/britanico-bate-recorde-ao-pescar-carpa-de-4263-quilos/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/britanico-bate-recorde-ao-pescar-carpa-de-4263-quilos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 18:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Carpa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.guiadapesca.com.br/?p=3930</guid>
		<description><![CDATA[Martin Locke superou a antiga marca por apenas 1,36 quilo.
Ele fisgou o peixe durante pescaria próximo a Bordeaux (França).
O britânico Martin Locke, de 47 anos, quebrou o recorde mundial ao pescar a maior carpa do mundo. Ele fisgou um exemplar de 42,63 quilos em um lago às 6h, quando a temperatura era de -3º C, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Martin Locke superou a antiga marca por apenas 1,36 quilo.<br />
Ele fisgou o peixe durante pescaria próximo a Bordeaux (França).</h3>
<p>O britânico Martin Locke, de 47 anos, quebrou o recorde mundial ao pescar a maior carpa do mundo. Ele fisgou um exemplar de 42,63 quilos em um lago às 6h, quando a temperatura era de -3º C, segundo reportagem do jornal inglês &#8220;Daily Telegraph&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Martin-Locke-com-seu-troféu-de-4263-quilos..jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3931" title="Martin Locke com seu troféu de 42,63 quilos." src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Martin-Locke-com-seu-troféu-de-4263-quilos.-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a></p>
<p>De acordo com o periódico inglês, Locke superou o antigo recorde por apenas 1,36 quilo. Curiosamente, o peixe gigante foi o único que mordeu a isca colocada pelo britânico durante a pescaria no lago Rainbow, próximo a Bordeaux, na França.</p>
<p>O pescador chegou a pensar que o anzol tinha enroscado em um tronco de árvore submerso por causa do peso. Ele só viu que tinha fisgado um peixe enorme quando a carpa saltou para a superfície, na tentativa de escapar.</p>
<p>G1</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/britanico-bate-recorde-ao-pescar-carpa-de-4263-quilos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Atum de 232 kg é vendido por US$ 175 mil em Tóquio</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/atum-de-232-kg-e-vendido-por-us-175-mil-em-toquio/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/atum-de-232-kg-e-vendido-por-us-175-mil-em-toquio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 13:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atum-rabilho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.guiadapesca.com.br/?p=3892</guid>
		<description><![CDATA[Um atum foi vendido em leilão no Japão por US$ 175 mil &#8211; o preço mais alto pago pago no mercado de peixe de Tóquio nos últimos 9 anos.
O atum-rabilho pesava 232 quilos &#8211; quase quatro vezes o peso médio do homem japonês.
Ele foi pescado no extremo norte da ilha de Honshu, a principal do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/mercado-de-peixe-toquio.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3894" title="Mercado de peixe Tóquio - Foto Ilustrativa" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/mercado-de-peixe-toquio-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Um atum foi vendido em leilão no Japão por US$ 175 mil &#8211; o preço mais alto pago pago no mercado de peixe de Tóquio nos últimos 9 anos.</p>
<p>O atum-rabilho pesava 232 quilos &#8211; quase quatro vezes o peso médio do homem japonês.</p>
<p>Ele foi pescado no extremo norte da ilha de Honshu, a principal do Japão, em águas conhecidas pela alta qualidade dos peixes encontrados.</p>
<p>O peixe foi comprado conjuntamente por um dos restaurantes mais sofisticados da cidade e por um empresário de Hong Kong que tem uma cadeia de casas de venda de sushi.</p>
<p>Segundo correspondentes, o atum-rabilho é considerado o de melhor qualidade para fazer sushi &#8211; o prato mais consumido no país.</p>
<p>O alto consumo contribuiu para a redução da quantidade de atum no planeta.</p>
<p>Ativistas pela preservação do meio ambiente estão pedindo uma moratória na pesca do animal para salvar o atum-rabilho da extinção no Atlântico e no Mediterrâneo.<br />
<strong><br />
<span style="color: #ff6600;">Leilão de atum</span></strong> &#8211; No maior mercado de peixes do mundo, Tsukiji, em Tóquio, o Atum Rabilho é tão cobiçado que tem de ser vendido em leilão.</p>
<p>Diariamente, entre as 5 e as 6 da manhã, num enorme estabelecimento que ocupa uma área de 200.000 metros quadrados e abriga mais de 1.700 barracas, o leilão de atum realiza-se como os  das galerias de arte, só que em proporções gigantescas.</p>
<p>Por uma hora, o que se vê é uma fascinante sucessão de dedos despontando no meio da multidão, sinais de cabeça e arremate de peças, que têm de ser removidas imediatamente após a venda, para dar lugar à próxima.</p>
<p>Nove entre dez peixes consumidos no Japão saem do mercado de Tsukiji.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/atum-de-232-kg-e-vendido-por-us-175-mil-em-toquio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nova espécie de peixe encontrada nos Açores</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/nova-especie-de-peixe-encontrada-nos-acores/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/nova-especie-de-peixe-encontrada-nos-acores/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[abadejo cometa]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Badejo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.guiadapesca.com.br/?p=3402</guid>
		<description><![CDATA[Investigadores do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores identificaram e capturaram três exemplares de uma espécie de peixe (Benthocometes robustus) que, até agora, não estava referenciada no arquipélago.
A presença desta espécie, batizada como Abadejo-cometa, nunca tinha sido confirmada nos mares dos Açores, embora alguns estudos efetuados em 1993 e 1997 tivessem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/11/abadejo-cometa.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3403" title="Abadejo cometa" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/11/abadejo-cometa-150x150.jpg" alt="Abadejo cometa" width="150" height="150" /></a>Investigadores do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores identificaram e capturaram três exemplares de uma espécie de peixe (Benthocometes robustus) que, até agora, não estava referenciada no arquipélago.</p>
<p>A presença desta espécie, batizada como Abadejo-cometa, nunca tinha sido confirmada nos mares dos Açores, embora alguns estudos efetuados em 1993 e 1997 tivessem assinalado como “duvidosa” a sua presença.</p>
<p>Segundo o DOP, o fato de esta espécie não ter sido registrada nos mares açorianos anteriormente pode dever-se ao conhecimento limitado que há sobre a fauna dos fundos e à dificuldade em capturar esta espécie de peixe com os métodos de pesca tradicionais.</p>
<p>A descoberta ocorreu durante a campanha científica “Crustáceos”, dirigida aos camarões de profundidade e realizada durante o Verão no âmbito do projeto “Condor”, um dos bancos submarinos utilizados pela investigação marinha.</p>
<p>Esta espécie de peixe pode ser encontrada entre os 200 e os 1600 metros de profundidade e deverá estar associada a comunidades de corais de profundidade. O Abadejo-cometa é aparentemente raro em toda a sua área de distribuição, que abrange o Mediterrâneo, as Canárias e algumas regiões na costa noroeste de África, podendo também ser encontrado nas Caraíbas, na costa americana, no Atlântico Sudoeste e no Brasil.</p>
<p>Fonte = <a href="http://www.cienciahoje.pt" target="_blank">CiênciaHoje</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/nova-especie-de-peixe-encontrada-nos-acores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cientistas fotografam peixe raro a 7.560 metros de profundidade</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/cientistas-fotografam-peixe-raro-a-7-560-metros-de-profundidade/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/cientistas-fotografam-peixe-raro-a-7-560-metros-de-profundidade/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 22:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe raro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.guiadapesca.com.br/?p=3318</guid>
		<description><![CDATA[Cientistas que trabalham na costa da Nova Zelândia conseguiram fotografar peixes que habitam regiões profundas do oceano, 7.560 metros abaixo da superfície.
É a primeira vez que se vê peixes vivos em tamanha profundidade no hemisfério sul.
As criaturas, de aparência estranha e coloração rosada, foram fotografadas quando nadavam na fossa de Kermadec, uma vala situada no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Cientistas que trabalham na costa da Nova Zelândia conseguiram fotografar peixes que habitam regiões profundas do oceano, 7.560 metros abaixo da superfície.</h3>
<p>É a primeira vez que se vê peixes vivos em tamanha profundidade no hemisfério sul.</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Notoliparis-kermadecensis.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3321" title="Notoliparis kermadecensis" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Notoliparis-kermadecensis-150x150.jpg" alt="Notoliparis kermadecensis" width="150" height="150" /></a>As criaturas, de aparência estranha e coloração rosada, foram fotografadas quando nadavam na fossa de Kermadec, uma vala situada no fundo do mar perto da costa neozelandesa.</p>
<p>A equipe de pesquisadores vinha estudando a área com uma sonda submarina construída para suportar grande pressão.</p>
<p>No ano passado, a mesma equipe registrou a presença de peixes a 7.700 metros &#8211;a maior profundidade em que peixes foram filmados até hoje, segundo a equipe.</p>
<p>Os animais haviam sido encontrados na Fossa do Japão, no Oceano Pacífico, ao norte do Equador.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Aparência semelhante</span></strong></p>
<p>As duas expedições integram o projeto Hadeep, que tenta expandir o conhecimento sobre a vida nas fossas oceânicas, as regiões mais profundas do mar.</p>
<p>Os peixes encontrados no mar profundo perto da Nova Zelândia têm aparência muito semelhante à daqueles encontrados no ano passado: de cor rosa pálida, com corpos arredondados e caudas longas &#8211;mas tratam-se, na verdade, de espécies diferentes.</p>
<p>Os habitantes da fossa Kermadec são de uma espécie conhecida como Notoliparis kermadecensis, enquanto os da fossa do Japão são da espécie Pseudoliparis amblystomopsis.</p>
<p>O pesquisador Monty Priede, diretor do Oceanlab, da University of Aberdeen, na Escócia, responsável pelo projeto Hadeep, disse:</p>
<p>&#8220;O que nos intriga é que cada uma das fossas parece ter sido colonizada por esses peixes, apesar de estarem em hemisférios diferentes&#8221;.</p>
<p>&#8220;Presumimos que (evoluíram) a partir de ancestrais semelhantes (que habitavam) regiões mais rasas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Essas espécies nunca são encontradas fora das fossas &#8211; são regiões muito isoladas. Você pode imaginar as fossas como se fossem ilhas&#8221;.</p>
<p>Os peixes foram fotografados com o uso de um mini-submarino acoplado com uma câmera, conectado a um barco e controlado a partir da superfície.</p>
<p>O submarino foi carregado com peixes podres, para atrair os animais do fundo do mar e permitir que eles fossem fotografados e estudados.</p>
<p>Mas diferentemente de 2008, neste ano a equipe de cientistas não conseguiu filmar os peixes (apenas fotografou), porque o submarino principal, que levava o equipamento de vídeo, foi perdido durante a operação.</p>
<p>Alan Jamieson, da empresa Oceanlab, que coordena o projeto, disse que ficou &#8220;devastado&#8221; com a perda do equipamento, avaliado em 150 mil libras (cerca de R$ 430 mil).</p>
<p>Sem consenso</p>
<p>O debate sobre quais seriam as espécies de peixes a viver nas maiores profundidades do oceano divide especialistas.</p>
<p>Em 1960, os pesquisadores Jacques Piccard e Don Walsh baixaram a 10.910 metros na fossa das Marianas, o ponto mais profundo dos oceanos.</p>
<p>Em seu livro Seven Miles Down, Piccard disse ter visto um tipo de peixe. Mas especialistas dizem que a 10 mil metros de profundidade, a pressão faria com que as janelas se curvassem, tornando difícil a visão do lado externo.</p>
<p>O recorde oficial do peixe encontrado à maior profundidade é do Abyssobrotula galatheae, localizado no fundo da fossa de Porto Rico, em 1970, a uma profundidade de mais de 8.370 metros.</p>
<p>Os pesquisadores tentaram retirar o peixe para estudá-lo, mas ele morreu antes de chegar à superfície.</p>
<p>A descoberta da equipe da Oceanlab tem o recorde para o peixe de maior profundidade estudado vivo.</p>
<p>O pesquisador Monty Priede disse esperar que mais peixes possam ser eventualmente vistos a profundidades ainda mais altas.</p>
<p>De : Instituto da Pesca<br />
Fonte: Jornal Folha de S.Paulo, Nov/2009 (http://www1.folha.uol.com.br)<br />
da BBC Brasil</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/cientistas-fotografam-peixe-raro-a-7-560-metros-de-profundidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Peixe Espada Preto</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/peixe-espada-preto/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/peixe-espada-preto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 17:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe espada preto]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.guiadapesca.com.br/?p=3050</guid>
		<description><![CDATA[Peixe Espada Preto
Nome vulgar: Peixe Espada Preto.
Nome científico: Aphanopus carbo Lowe, 1839
Família: Trichiuridae
Distribuição e Habitat: Espécie bentopelágica, habitando profundidades entre 180 e 1600 m.
Descrição: A forma do corpo é alongada e bastante comprimida que acaba num pedúnculo caudal bastante fino. Ao longo dos seus flancos, distingue-se claramente a linha lateral. Não possui escamas e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Peixe Espada Preto</strong></p>
<p>Nome vulgar: Peixe Espada Preto.</p>
<p>Nome científico: Aphanopus carbo Lowe, 1839</p>
<p>Família: Trichiuridae</p>
<p>Distribuição e Habitat: Espécie bentopelágica, habitando profundidades entre 180 e 1600 m.</p>
<p>Descrição: A forma do corpo é alongada e bastante comprimida que acaba num pedúnculo caudal bastante fino. Ao longo dos seus flancos, distingue-se claramente a linha lateral. Não possui escamas e os seus olhos são muito grandes. A boca é igualmente grande e os maxilares são armados com dentes grandes, achatados e afiados. A sua coloração é negra e atinge cerca de 1,20 m de comprimento e 2 Kg de peso.</p>
<p>Estatuto de Conservação e Ameaças: Não avaliado.</p>
<p>Observações: Espécie de grande importância econômica no Arquipélago da Madeira. O centro de pesca do peixe espada preto é a localidade de Câmara de Lobos, utilizando os pescadores um tipo de barco característico da Madeira, o Xavelha. Capturado com palangre derivado. A sua carne é branca, o seu sabor, embora pouco pronunciado, é muito agradável, e presta-se para uma variedade quase infinita de pratos.</p>
<p><strong>O peixe preferido da Madeira</strong><br />
Há várias gerações que os pescadores madeirenses, especialmente os de Câmara de Lobos, se aventuram no mar em busca do Peixe de Espada Preto ou simplesmente, Espada, como é conhecido na região. Este peixe de profundidade é apanhado à linha a mais de 1500 metros de profundidade, de preferência à noite. Hoje é um prato popular nos restaurantes, frequentemente servido com banana frita.</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/10/peixe-espada-preto-scabbard-fish.jpg"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/10/peixe-espada-preto-scabbard-fish-300x224.jpg" alt="Peixe Espada Preto / Scabbard Fish" title="Peixe Espada Preto / Scabbard Fish" width="300" height="224" class="aligncenter size-medium wp-image-3051" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/peixe-espada-preto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tubarão branco de 3 metros é capturado com marcas gigantes de mordidas</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/tubarao-branco-de-3-metros-e-capturado-com-marcas-gigantes-de-mordidas/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/tubarao-branco-de-3-metros-e-capturado-com-marcas-gigantes-de-mordidas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Australia]]></category>
		<category><![CDATA[Tubarão-branco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.guiadapesca.com.br/?p=2972</guid>
		<description><![CDATA[Marcas foram feitas provavelmente por um tubarão de mais de 5 m.
Ataque aconteceu na ilha turística de North Stradbroke, na Austrália.
Um tubarão branco de três metros de comprimento que foi encontrado com marcas de mordidas na costa do estado de Queensland, na Austrália, gerou preocupação em banhistas e pescadores, segundo reportagem do jornal australiano &#8220;Courier [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marcas foram feitas provavelmente por um tubarão de mais de 5 m.<br />
Ataque aconteceu na ilha turística de North Stradbroke, na Austrália.</strong></p>
<p>Um tubarão branco de três metros de comprimento que foi encontrado com marcas de mordidas na costa do estado de Queensland, na Austrália, gerou preocupação em banhistas e pescadores, segundo reportagem do jornal australiano &#8220;Courier Mail&#8221;.</p>
<p>Para especialistas, as enormes marcas foram feitas provavelmente por um tubarão branco gigante, que poderia facilmente ter mais de 5 metros de comprimento, tomando como base o tamanho das mordidas.</p>
<p>O ataque aconteceu próximo à ilha turística de North Stradbroke, a leste de Brisbane. Após a captura do tubarão de 3 metros, o secretário de Pesca do estado de Queensland,  Tim Mulherin, decidiu manter as redes de tubarão na região.</p>
<p>As redes de tubarões, porém, são alvos de críticas de ambientalistas, já que baleias também ficaram presas nas armadilhas na costa de Queensland. Para o caçador de tubarões Vic Hislop, as redes são muito prejudiciais para o ambiente marinho.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_2973" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/10/tubarao-3metros.gif"><img class="size-medium wp-image-2973 " title="Tubarão Branco - 3 metros" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/10/tubarao-3metros-300x205.gif" alt="Tubarão Branco - 3 metros" width="300" height="205" /></a><p class="wp-caption-text">Tubarão Branco - 3 metros</p></div>
<p>Segundo o diretor da Sociedade de Preservação Marinha da Austrália, Darren Kindleysides, os dados recentes sobre o número de tubarões capturados mostraram que as redes são eficazes, mas há um custo enorme para as baleias, golfinhos e tartarugas.</p>
<p>Do G1, em São Paulo<br />
(Foto: Reprodução/Courier Mail)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/tubarao-branco-de-3-metros-e-capturado-com-marcas-gigantes-de-mordidas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Na Bahia, pesquisadores capturam peixe desconhecido pela ciência</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/na-bahia-pesquisadores-capturam-peixe-desconhecido-pela-ciencia/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/na-bahia-pesquisadores-capturam-peixe-desconhecido-pela-ciencia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 10:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.guiadapesca.com.br/?p=2653</guid>
		<description><![CDATA[Estudiosos e pescadores tiveram uma surpresa durante uma experiência no litoral norte da Bahia. Eles levaram um susto, pois nunca tinham visto um peixe tão estranho. Ele não tem carne, nem pele, nem escama. É formado por uma massa que mais parece gelatina.
O peixe foi capturado durante uma viagem de pesquisa do projeto Tamar. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/09/peixe-desconhecido.gif"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2655" title="Peixe desconhecido" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/09/peixe-desconhecido-150x150.gif" alt="Peixe desconhecido" width="150" height="150" /></a>Estudiosos e pescadores tiveram uma surpresa durante uma experiência no litoral norte da Bahia. Eles levaram um susto, pois nunca tinham visto um peixe tão estranho. Ele não tem carne, nem pele, nem escama. É formado por uma massa que mais parece gelatina.</p>
<p>O peixe foi capturado durante uma viagem de pesquisa do projeto Tamar. Os técnicos testavam anzóis circulares, que podem ser usados sem o risco de matar tartarugas marinhas, quando o animal foi fisgado.</p>
<p>“Quando vi o bicho e tomei aquele susto cai logo na água para filmar”, diz o coordenador do projeto Tamar, Guy Marcovaldi, que fez imagens inéditas do peixe com vida quando se aproximava da superfície.</p>
<p>O peixe estava a quase mil metros de profundidade. “Parece um animal pré-histórico”, diz o pescador Jucinei Evangelhista. “Parece que é de silicone, só tem gordura. Esse não dá pra comer”</p>
<p>Os pesquisadores calculam que a costa brasileira abriga pelo menos 150 <a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/09/peixe-desconhecido-1.gif"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2656" title="Peixe desconhecido" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/09/peixe-desconhecido-1-150x150.gif" alt="Peixe desconhecido" width="150" height="150" /></a>espécies de peixe ainda desconhecida da ciência. As descobertas mais recentes foram de pequenos animais. Do porte desse peixe foi a primeira vez. O curioso é como um animal desse tamanho passou tanto tempo despercebido.</p>
<p>Ele pesa cerca de 40 quilos e é do tamanho de um homem alto. “Um metro e oitenta e três”, diz o pesquisador.</p>
<p>Olhos pequenos, boca grande e dentes quase invisíveis. O oceanógrafo Claudio Sampaio, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) confirma que não há registro desse peixe em nenhuma publicação científica. “<strong><span style="color: #ff6600;">A gente encontrar uma espécie como essa, totalmente nova para a ciência, é uma jóia rara. Um peixe que jamais foi visto pelo homem, é uma preciosidade</span></strong>”, diz Sampaio. “Provavelmente vai ser uma grande surpresa mundial.&#8221;</p>
<p>O peixe será conservado em formol e vai fazer parte do acervo do Museu de Zoologia da UFBA. Para os biólogos, o desafio será maior do que uma simples identificação. Eles vão precisar descobrir também em que região dos mares vive essa raridade. (Fonte: G1)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/na-bahia-pesquisadores-capturam-peixe-desconhecido-pela-ciencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Truta arco-íris</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/agua-doce/truta-arco-iris/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/agua-doce/truta-arco-iris/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 23:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes Água - Doce]]></category>
		<category><![CDATA[Truta arco-íris]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.guiadapesca.com.br/?p=2294</guid>
		<description><![CDATA[A truta arco-íris (Oncorhynchus mykiss) é uma espécie de truta originária dos rios da América do Norte que drenam para o Oceano Pacífico mas que se encontra distribuida actualmente por todo o mundo. A espécie foi introduzida em pelo menos 45 países, como peixe de aquacultura.
As trutas arco-íris são peixes de água doce. Têm o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/06/truta-arco-iris-animalia.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2297" title="truta arco-iris animalia" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/06/truta-arco-iris-animalia-150x150.jpg" alt="truta arco-iris animalia" width="150" height="150" /></a>A truta arco-íris (Oncorhynchus mykiss) é uma espécie de truta originária dos rios da América do Norte que drenam para o Oceano Pacífico mas que se encontra distribuida actualmente por todo o mundo. A espécie foi introduzida em pelo menos 45 países, como peixe de aquacultura.</p>
<p>As trutas arco-íris são peixes de água doce. Têm o corpo acastanhado ou amarelado, com pintas pretas na zona do dorso, também presentes nas barbatanas dorsal e caudal. Como característica distintiva têm uma risca rosada que se prolonga das guelras à barbatana caudal. A truta arco-íris tem um comprimento entre 30 e 45 cm.</p>
<p>A espécie é cultivada em aquacultura e uma das mais consumidas nos mercados ocidentais.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: mceinline;">Classificação científica<br />
Reino: 	Animalia<br />
Filo: 	Chordata<br />
Classe: 	Actinopterygii<br />
Ordem: 	Salmoniformes<br />
Família: 	Salmonidae<br />
Género: 	Oncorhynchus<br />
Espécie: 	O. mykiss<br />
Nome binomial<br />
Oncorhynchus mykiss<br />
Walbaum, 1792</span></strong></p>
<p>A Truta Arco-íris foi introduzida no Brasil no final da década de 40 e está presente atualmente em rios dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</p>
<p>Técnicas de pesca: A Truta Arco-íris é pescada na modalidade de pesca com iscas artificiais de duas formas:</p>
<p>a) Spinning: Com um equipamento de ação leve, composto por uma vara para linhas de 4 a 10Lbs, um pequeno molinete ou carretilha com capacidade de armazenar 100m de linha 0,20mm de diâmetro e pequenos spinners como isca, o pescador deve proceder arremessando a isca em pequenos poços espalhados pelo rio, recolhendo-a de forma contínua, apenas aguardando o ataque do peixe.</p>
<p>b) Fly: A pesca com equipamento de fly (mosca), requer um pouco mais de técnica do pescador, pois tem várias particularidades essenciais para o seu sucesso. O equipamento a ser utilizado deve ser número 3, 4 ou 5, sendo que normalmente deve se utilizar linhas floating (flutuantes) e intermediárias. As iscas imitam moscas, principal alimento das Trutas Arco-íris, sendo que as melhores moscas são: Woolly Worms, Woolly Buggers, Ninfas, Montanas, Gramites e Dries.</p>
<p>E possível pescar com iscas naturais (pouco produtivo), minhoca, mosquitos, aranhas e pequenos insetos que habitam as regiões de pesca.</p>
<p>Melhores épocas: Pode-se pescar Trutas Arco-íris durante todo o ano, porém , no inverno, quando ocorrem as maiores estiagens, a sua incidência é maior.</p>
<p>Tamanho mínimo para abate: Como a Truta Arco-íris é considerada como peixe exótico, não há um tamanho mínimo para o seu abate.</p>
<p>Do seu esperma é derivada uma substância chamada protamina, um &#8220;antídoto&#8221; da bem conhecida heparina (usada em medicina como um anticoagulante). Ela evitou a morte de muitas pessoas que sangrariam até a morte com doses tóxicas de heparina sob a forma de sulfato de protamina. Hoje essa substância é produzida em laboratório. Além da truta arco-íris, outros peixes como salmão e similares também produzem protamina.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/agua-doce/truta-arco-iris/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Piau &#8211; Nova espécie é descoberta no Jequitinhonha</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/piau-nova-especie-e-descoberta-no-jequitinhonha/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/piau-nova-especie-e-descoberta-no-jequitinhonha/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 15:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe de Agua Doce]]></category>
		<category><![CDATA[Piau]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.guiadapesca.com.br/?p=2050</guid>
		<description><![CDATA[Uma nova espécie de Piau foi descoberta no Norte de Minas, durante o monitoramento da Cemig na bacia do Rio Jequitinhona. O peixe de pequeno porte, com cerca de 10 cm de comprimento, tem máculas (bolas) pretas grandes e médias distribuídas pela lateral de seu corpo.
O peixe foi capturado no Córrego Vacaria, um afluente do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova espécie de Piau foi descoberta no Norte de Minas, durante o monitoramento da Cemig na bacia do Rio Jequitinhona. O peixe de pequeno porte, com cerca de 10 cm de comprimento, tem máculas (bolas) pretas grandes e médias distribuídas pela lateral de seu corpo.</p>
<p>O peixe foi capturado no Córrego Vacaria, um afluente do Jequitinhonha, localizado em Padre Carvalho, no Norte de Minas, dentro das ações de monitoramento do Programa Peixe Vivo, criado para preservar os peixes das bacias hidrográficas onde a Cemig tem usinas. De acordo com o biólogo Francisco Andrade Neto, que realizou a captura, a distribuição da nova espécie deve ser restrita, pois o Piau foi capturado seis vezes, sempre na mesma localidade.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Descrição científica</span></strong></p>
<p>Para descrever cientificamente o novo Piau, foram adotados critérios como o número de escamas e dentes, que o diferenciam das demais espécies já conhecidas. A descrição está sendo realizada por pesquisadores da Fundação Biodiversitas, do Departamento de Zoologia da PUC-Minas e da Cemig.</p>
<p>Já se sabe que a espécie faz parte do gênero leporinus e pertence a um grupo com sete espécies já catalogadas: seis restritas à Bacia Amazônica e do Rio Orenoco e outra endêmica da Bacia do Rio São Francisco, no Alto Paracatu (MG).</p>
<p>Para a escolha do nome comum do peixe, será realizado um concurso entre os moradores da região onde ele foi descoberto para colher sugestões.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pesca.sp.gov.br">Instituto de Pesca &#8211; SP</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.guiadapesca.com.br/peixes/pelo-mundo/piau-nova-especie-e-descoberta-no-jequitinhonha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
