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	<title>Guia da Pesca &#187; Peixes Água &#8211; Salgada</title>
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	<description>Sua pescaria começa aqui. [www.guiadapesca.com.br]</description>
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		<title>Peixe-leão-vermelho</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 01:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Salgada]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe Exotico]]></category>
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		<description><![CDATA[O Peixe-leão vermelho (Pterois volitans) é uma espécie de peixe-leão. É um peixe venenoso natural dos recifes de coral dos oceanos índico e pacífico. O Peixe-leão vermelho pode, também, ser encontrado na costa leste dos Estados Unidos, onde foi introduzido pelo homem, primeiramente na Flórida, nos inícios do anos 90. No verão de 2001 houve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Peixe-leão vermelho (Pterois volitans) é uma espécie de peixe-leão. É um peixe venenoso natural dos recifes de coral dos oceanos índico e pacífico. O Peixe-leão vermelho pode, também, ser encontrado na costa leste dos Estados Unidos, onde foi introduzido pelo homem, primeiramente na Flórida, nos inícios do anos 90. No verão de 2001 houve registos visuais ao longo da costa atlântica dos Estados Unidos, na região entre a Flórida e Long Island.</p>
<p>O Peixe-leão vermelho destaca-se pela listragem vermelha, branca e marrom de sua pele. Possui tentáculos acima dos olhos e abaixo da boca; nadadeiras peitorais curtas e longos espinhos dorsais. Os adultos podem atingir 43 centímetros de comprimento, e os mais jovens podem ser menores que 2 centímetros.</p>
<p>Todos os espinhos do Peixe-leão vermelho são venenosos, criando perigo para mergulhadores e outros animais marinhos. Apesar não haver nenhum registro de morte devido ao seu veneno, este é extremamente doloroso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-785 aligncenter" title="peixe-leao" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/08/peixe-leao.jpg" alt="" width="283" height="204" /><br />
Classificação científica<br />
Reino: 	Animalia<br />
Filo: 	Chordata<br />
Classe: Actinopterygii<br />
Ordem: Scorpaeniformes<br />
Família: Scorpaenidae<br />
Género: Pterois<br />
Espécie: P. volitans<br />
Nome binomial:  Pterois volitans<br />
( Lineu, 1758)</p>
<p>Fonte: Wikipédia</p>
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		<title>Robalo &#8211; Técnicas de pesca</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/dicas/robalo-tecnicas-de-pesca/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 00:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Salgada]]></category>
		<category><![CDATA[Pescarias]]></category>
		<category><![CDATA[pesca]]></category>
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		<category><![CDATA[robalo]]></category>

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		<description><![CDATA[ CARACTERÍSTICAS GERAIS
Os robalos vivem preferencialmente em águas costeiras e estuarinas, podendo ser encontrados na parte alta dos rios. Alimentam-se principalmente de peixes e crustáceos. São considerados, em relação à carne, como peixes de ótima qualidade. Como características gerais podemos dizer que são peixes de corpo alongado, comprimido, com o perfil dorsal acentuado. Os dentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;"> <a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/07/robalo-tecnica.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1881" title="robalo-tecnica" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/07/robalo-tecnica-150x150.jpg" alt="robalo-tecnica" width="150" height="150" /></a>CARACTERÍSTICAS GERAIS</span></strong></p>
<p>Os <a href="http://www.guiadapesca.com.br/geral/robalo-snook/">robalos</a> vivem preferencialmente em águas costeiras e estuarinas, podendo ser encontrados na parte alta dos rios. Alimentam-se principalmente de peixes e crustáceos. São considerados, em relação à carne, como peixes de ótima qualidade. Como características gerais podemos dizer que são peixes de corpo alongado, comprimido, com o perfil dorsal acentuado. Os dentes são pequenos e o pré-operculo com margem serreada. Como já informamos , no Brasil são registradas 5 espécies: Centropomus undecimalis , Centropomus parallelus , Centropomus ensiferus , Centropomus pectinatus , Centropomus affinis, cujas caracteristicas básicas para pesca vem a seguir:</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">UTILIZANDO ISCAS NATURAIS</span></strong></p>
<p>A pesca do robalo com isca natural, depende muito da habilidade do pescador, do tipo da isca (que pode variar muito dependendo do ambiente) e equipamento. Usualmente, utilizam-se o camarão vivo, o corrupto vivo, o lambari, o mamarreis, o barrigudinho ,a piaba e a manjuba.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">A PESCA NA FOZ DO RIO</span></strong></p>
<p>Neste ambiente o robalo mais encontrado é o &#8220;flecha&#8221;. O equipamento deverá ser preparado com vara de ação média e média pesada, de 6 a 7 pés, linha 0.37 mm e arranque de 0.43 mm. O chicote deverá ter 2 anzóis separados entre sí por uma distância de aproximadamente 40 cm, com haste de 30 cm a 35 cm. O chumbo deverá ser piramide e compatível com o equipamento montado. Uma boa dica é utilizar ( se o fundo do local de pesca for arenoso) um chumbo &#8220;garatéia&#8221;com arames, para melhor ancorar o chicote. O lançamento deverá ser executado em locais de água agitada, sem corrente. A melhor maré observada é a enchente. Uma boa isca nesse local é a manjuba (Anchoviella lepidontostole), mas o mamarreis também é uma excelente opção. Alguns pescadores preferem o camarão vivo, outros o corrupto vivo. Uma dica interessante é a maneira de colocar a isca no anzol. Retire a cabeça e a cauda da isca e coloque-a de forma que a ponta do anzol fique na região caudal da isca. Monte a isca de maneira que esta fique esticada no anzol, evitando dobras.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">A PESCA NA CABECEIRA E CORPO DO RIO</span></strong></p>
<p>Nesse ambiente o robalo mais encontrado é o &#8220;peba&#8221; ou &#8220;peva&#8221;(Centropomus paralellus). Importante para a escolha do local de pesca é saber se existem barreiras físicas que dificultem a migração destes peixes. Utilize uma vara de 6 pés, linha 0.33 mm e arranque de 0.37 ou 0.43 mm. Nesse local, as melhores, iscas são o lambari (Astyanax spp.) e o camarão vivo. Estas iscas, quanto vivas, devem ser iscadas da seguinte maneira: lambari, prender o anzol na região dorsal, acima da nadadeira peitoral; o camarão deve ser iscado na região dorsal logo após a cabeça. Este método é fundamental para a manutenção da isca viva e permitir o movimento. O lançamento deve ser realizado a uma distância de 10 a 15 metros, sempre em locais que existem abrigos na margem ou no substrato. Galhadas e troncos caídos são uma ótima opção.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">PESCA COM BÓIA</span></strong></p>
<p>Uma técnica usada com frequência para a pesca do robalo é a utilização de bóia. Esta técnica é utilizada em locais que existam enroscos (galhadas, pedras, etc.). A utilização da bóia permite a flutuação da isca natural, evitando prováveis perdas de equipamento. O equipamento deve ser montado utilizando-se o seguinte material: vara com capacidade para linha de, no mínimo, 0.30 mm; anzóis 2/0 a 1/0; bóia de isopor capaz de flutuar com o equipamento; chumbo de aproximadamente 30g. Unindo a linha que atravessa a bóia e une ao chumbo, deve-se fixar um destorcedor. A linha do empate deve ser de 0,45mm a 0,50mm. As principais iscas são: o camarão vivo, o lambari vivo e com menor eficiência, pedaços de manjuba. (Anchoviella lepidentostole).</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">PESCA DE RODADA</span></strong></p>
<p>Para a realização da pesca de rodada do robalo, devemos ter o seguinte equipamento: carretilhas ou molinetes que comportem, no mínimo, 150m de linha 0,30mm de diâmetro; linha principal com 0,30mm de diâmetro; linha de arranque transparente de 0,50mm de diâmetro; chumbo do tipo oliva de aproximadamente 50g; destorcedor e anzóis 1/0 ou 2/0. Os arranques deverão ter 80cm de comprimento. Coloque na extremidade da linha do arranque o chumbo e na outra extremidade o destorcedor que ligará à linha principal. A uma distância de 20cm do chunbo, insira uma haste (rabicho) perpendicular à linha principal, também com 0,50mm de diâmetro, com 30cm de comprimento, onde será fixado o anzól. A melhor isca para esta modalidade de pesca é o camarão vivo, principalmente para as baias, manguezais e estuários. O lambari, também pode ser usado, principalmente em ambientes de lagoas e rios onde são abundantes. O camarão vivo deve ser iscado na serrilha da cabeça, e o lambari, em região muscular logo abaixo da nadadeira dorsal. Este método consiste em deixar o barco à deriva, explorando o ambiente. Deve-se lançar a isca na água, liberando a linha completamente até o chumbo atingir o fundo, recolhendo aproximadamente 0,50 a 1,0m de linha. Verifique constantemente a profundidade no local.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">UTILIZANDO ISCAS ARTIFICIAIS</span></strong></p>
<p>A pesca do robalo com isca artificial pode ser executada tanto na foz do rio, no mar, quanto na cabeceira, sendo que, na cabeceira e corpo do rio, observa-se mais a eficiência. As varas mais utilizadas são as de ação média e média pesada, linha de 0.33 a 0.37 mm com arranque de 0.40 a 0.43 mm. As iscas mais eficientes são as de meia água e de fundo (&#8220;Jigs, Plugs de superficie ou meia água&#8221;). Na foz do rio o arremesso deve ser executado em áreas de turbulência que fica sem ocorrência da maré. Uma boa dica é colocar na ponta da linha um chumbo piramide e a uma distância de 80 cm, uma haste de 50 cm com a isca.  O arraste deve ser lento. Para a pesca do robalo em rios pode-se utilizar o mesmo equipamento descrito para a foz. A grande diferença é o método de pesca. O robalo é um peixe carnívoro e predador que fica abrigado no meio de galhadas, troncos de árvores ou pedras a espera de sua presa, preferencialmente pequenos peixes e camarões. Utiliza tática de caça na margem com água clara e em movimento. Portanto, este é o ambiente ideal para a realização da pesca.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">OBSERVAÇÕES IMPORTANTES</span></strong></p>
<p>O robalo é um peixe que muda seu comportamento com muita facilidade. Algumas alterações ambientais podem interferir consideravelmente no seu comportamento como: ventos, movimento das marés, temperatura, transparência da água, materiais em suspensão, pressão atmosférica, chuva, luminosidade, etc.</p>
<p>Com a temperatura da água superior a 21 gráus centigrados torna-se ativo na superfície. Abaixo desta até aproximadamente 15 gráus CC, pode ser encontrado à meia água e fundo. Temperatura inferiores a 10 gráus CC geralmente é imprópria para o robalo.<br />
A <a href="http://www.guiadapesca.com.br/geral/pressao-atmosferica/">pressão atmosférica</a> é fundamental para a sua pesca, onde o ideal vai entre 1015mb e 1017mb.</p>
<p>Fonte = Recebido por e-mail</p>
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		<title>Moqueca de Cherne &#8211; Snowy Grouper</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/geral/moqueca-de-cherne-snowy-grouper/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 19:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culinária / Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Salgada]]></category>
		<category><![CDATA[Cherne]]></category>
		<category><![CDATA[Moqueca]]></category>
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		<category><![CDATA[Snowy Grouper]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ingredientes:
Três batatas;
3 kg de postas de cherne;
4 tomates picados;
4 cebolas picadas;
2 pimentões amarelo;
2 pimentões vermelho;
alfavaca;   ( nome chique do manjericão)
1 pimenta-dedo-de-moça;
½ maço de cheiro-verde;
3 colheres de azeite de dendê;
½ litro de leite de coco;
1 kg de camarão-branco descascado,
sal à gosto.
Modo de preparo:
Unte a panela com azeite de dendê e preencha o fundo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#grafico--></p>
<p><strong><font color="#ff6600">Ingredientes</font></strong>:</p>
<p>Três batatas;<br />
3 kg de postas de cherne;<br />
4 tomates picados;<br />
4 cebolas picadas;<br />
2 pimentões amarelo;<br />
2 pimentões vermelho;<br />
alfavaca;   ( nome chique do manjericão)<br />
1 pimenta-dedo-de-moça;<br />
½ maço de cheiro-verde;<br />
3 colheres de azeite de dendê;<br />
½ litro de leite de coco;<br />
1 kg de camarão-branco descascado,<br />
sal à gosto.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Modo de preparo</font></strong>:</p>
<p>Unte a panela com azeite de dendê e preencha o fundo da panela com rodelas de batata, que servirá para não queimar a moqueca.<br />
Reserve o leite de coco e o cheiro-verde.<br />
Coloque uma camada das postas do peixe e monte por cima uma camada dos outros ingredientes.<br />
Sempre intercale os ingredientes.<br />
Coloque ½ copo de água e deixe cozinhar por 30 minutos sem mexer.<br />
Adicione o leite de coco e o cheiro verde e cozinhe por mais 10 minutos.<br />
Sirva com arroz branco e farinha de mandioca. Bom apetite!</p>
<p>Já estou sentido o cheiro, hummm  que fome!!!</p>
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		<title>Sabiki &#8211; Não deixe faltar em sua pescaria no mar</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/geral/sabiki-nao-deixe-faltar-em-sua-pescaria-no-mar/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 18:38:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Salgada]]></category>
		<category><![CDATA[pesca no mar]]></category>
		<category><![CDATA[Sabiki]]></category>

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		<description><![CDATA[
O sabiki é uma linhada com vários anzóis, normalmente 5 ou 6 (ou mais) atados com pequenas miçangas e penachos, imitando um pequeno  espinhel. A uma das extremidades do sabiki prende-se a linha principal do molinete ou carretilha e na outra coloca-se um chumbo que varia de acordo com a profundidade, força de maré [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#grafico--><br />
O sabiki é uma linhada com vários anzóis, normalmente 5 ou 6 (ou mais) atados com pequenas miçangas e penachos, imitando um pequeno  espinhel. A uma das extremidades do sabiki prende-se a linha principal do molinete ou carretilha e na outra coloca-se um chumbo que varia de acordo com a profundidade, força de maré e tipo de trabalho que se quer dar as iscas.</p>
<p>Em geral, utiliza-se chumbadas mais pesadas em locais profundos e de maior correnteza. Além disso, uma chumbada mais pesada vai imprimir um trabalho mais rápido às iscas enquanto uma mais leve dá um trabalho mais lento.</p>
<p>O sabiki pode ser trabalhado em meia água ou no fundo sempre com pequenos toques secos de ponta de vara. Outra dica é ao sentir a fisgada de um peixe dar mais alguns toquinhos, pois muitas vezes estamos pescando em cima de cardumes e acabamos capturando mais de um exemplar.</p>
<p>Os sabikis são especialmente efetivos para capturar chareletes, palombetas, olho-de-cão e sardinha-charuto, porém praticamente todo tipo de peixe ataca a isca. Outras especies que podem ser pescadas utilizando os sabikis  anchovas, olhetes, peixe-galo, pescadas e uma  infinidade de outras espécies.</p>
<p>Em geral, essas espécies rendem boas brigas e muita diversão se utilizarmos material adequado.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/06/sabiki.jpg" alt="Sabiki" height="569" width="180" /></p>
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		<item>
		<title>São Sebastião promove reunião para produtores e técnicos envolvidos com a maricultura</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/geral/sao-sebastiao-promove-reuniao-para-produtores-e-tecnicos-envolvidos-com-a-maricultura/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 00:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Salgada]]></category>
		<category><![CDATA[Maricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[pesca predatoria]]></category>
		<category><![CDATA[pescaria]]></category>

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Com o objetivo de discutir o Plano Local para o Desenvolvimento da Maricultura (PLDM), a Prefeitura de São Sebastião, por meio da Divisão de Pesca, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, em parceria com o Instituto de Pesca e a Coordenadoria de Assistência Técnica Integrada (Cati), promove no próximo dia 12 de maio, às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#grafico--><br />
Com o objetivo de discutir o Plano Local para o Desenvolvimento da Maricultura (PLDM), a Prefeitura de São Sebastião, por meio da Divisão de Pesca, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, em parceria com o Instituto de Pesca e a Coordenadoria de Assistência Técnica Integrada (Cati), promove no próximo dia 12 de maio, às 14h, na Casa da Agricultura, uma reunião com os produtores e técnicos envolvidos na área.</p>
<p>Durante o encontro, haverá a apresentação do documento final aos participantes e uma discussão sobre os pontos pendentes e dúvidas relacionadas ao assunto. Após o debate, inicia-se a etapa das audiências públicas. Segundo o Instituto de Pesca, o PLDM foi concluído e enviado à Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca.</p>
<p>“<strong><font color="#ff6600">A maricultura é uma atividade com potencial altíssimo que está sendo pouco explorado no município</font></strong>”, enfatiza o chefe da Divisão de Pesca, Álvaro Augusto Santos Moura.</p>
<p>Para participar da reunião não há necessidade de se inscrever, basta se dirigir à rua Ipiranga, 50, no Centro (perto da loja Sportmar), na data do evento.</p>
<p>Informações pelo telefone (12) 3892.6000, com o setor de pesca.</p>
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		<title>Área protegida em SP vai restringir pesca de arrasto</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/geral/area-protegida-em-sp-vai-restringir-pesca-de-arrasto/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 01:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Salgada]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[pesca]]></category>
		<category><![CDATA[pescaria]]></category>
		<category><![CDATA[Pescaria de Arrasto]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Estado de São Paulo deve proibir a pesca de arrasto de parelha (uso de rede presa a dois barcos) perto da costa. Em três decretos que devem ser assinados pelo governador José Serra (PSDB), em 8 de junho, o governo passa a considerar a prática predatória e deve mantê-la longe do litoral e das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#grafico--><br />
O Estado de São Paulo deve proibir a pesca de arrasto de parelha (uso de rede presa a dois barcos) perto da costa. Em três decretos que devem ser assinados pelo governador José Serra (PSDB), em 8 de junho, o governo passa a considerar a prática predatória e deve mantê-la longe do litoral e das ilhas. </p>
<p>Segundo a Secretaria do Meio Ambiente, serão criadas três APAs (Áreas de Proteção Ambiental) marinhas: do litoral norte, do litoral sul e do litoral centro. São as regiões onde a pesca de arrasto de parelha será vetada. Juntas, elas têm 1,1 milhão de hectares. </p>
<p>A Secretaria do Meio Ambiente prevê gastar R$ 2,2 milhões na compra de equipamentos para fazer a fiscalização das APAs. Devem ser adquiridas seis embarcações com dois motores cada, entre outros equipamentos. A licitação será aberta na próxima semana. </p>
<p>No total, 90 policiais ambientais ficarão encarregados da fiscalização. Serão 30 em cada APA. Segundo o secretário estadual Xico Graziano (Meio Ambiente), os decretos darão prerrogativa jurídica ao Estado para fiscalizar. Para ele, hoje há &#8220;um vazio de atuação&#8221;. </p>
<p>Pesca amadora </p>
<p>As APAs são unidades de conservação de uso sustentável &#8211;estão em uma categoria não tão restritiva quanto a dos parques. Por isso, segundo a secretaria, provavelmente a pesca amadora e a artesanal serão mantidas, mas isso só será definido após a discussão com as comunidades locais em audiências públicas. A primeira acontece amanhã, em Iguape. </p>
<p>&#8220;Nosso foco é a pesca predatória e essa interferência extremamente danosa que a pesca de arrasto está provocando, especialmente no fundo do mar, aos corais&#8221;, disse Graziano. </p>
<p>De acordo com ele, os barcos que realizam esse tipo de pesca estão cada vez maiores, assim como as redes. &#8220;Há redes com dois mil metros.&#8221; </p>
<p>O porta-voz da Polícia Militar Ambiental, major Milton Nomura, afirma que os policiais encarregados de monitorar o local hoje, em razão da falta de equipamentos, quase só trabalham em terra. &#8220;O investimento vai remediar essa deficiência e permitirá que se previna o dano&#8221;, disse. </p>
<p>Hoje, os policiais possuem oito barcos menores, que não são seguros em alto-mar. </p>
<p>O presidente da Federação dos Pescadores do Estado de São Paulo, Tsuneo Okida, apóia a medida. Ele afirma que os pescadores artesanais usam barcos individuais para pegar, sobretudo, camarões sete-barbas e não serão afetados. </p>
<p>Presença militar </p>
<p>Segundo Graziano, a Marinha apóia o projeto e vai colocar policiais ambientais em suas embarcações maiores. </p>
<p>Os militares são criticados por ambientalistas por utilizarem um trecho da ilha de Alcatrazes como alvo para exercícios de tiros. Segundo Graziano, essas atividades poderão continuar, apesar de a área ter se tornado uma APA. De acordo com ele, o Ministério do Meio Ambiente não se opõe aos exercícios na ilha. &#8220;Eu conversei com [o secretário-executivo do Ministério de Meio Ambiente, João Paulo] Capobianco e ele afirmou que há razões fundamentadas para que a atividade continue&#8221;, disse Graziano. </p>
<p>Segundo o governo, existem 17 espécies de peixes marinhos consideradas ameaçadas de extinção na &#8220;lista vermelha&#8221; paulista. Além disso, o litoral é importante área de alimentação para espécies de tartarugas. </p>
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		<title>Taça Cidade de Ubatuba reúne feras da pesca esportiva</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 20:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O Clube de Pesca de Ubatuba (CPU) promove nos dias 12 e 13 de abril a terceira edição do torneio de pesca “Taça Cidade de Ubatuba”. A competição, que acontece na praia do Cruzeiro, faz parte do calendário turístico da cidade e deve receber pescadores de diversas regiões do Estado, federados e avulsos.
A prova é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#grafico--><br />
O Clube de Pesca de Ubatuba (CPU) promove nos dias 12 e 13 de abril a terceira edição do torneio de pesca “Taça Cidade de Ubatuba”. A competição, que acontece na praia do Cruzeiro, faz parte do calendário turístico da cidade e deve receber pescadores de diversas regiões do Estado, federados e avulsos.</p>
<p>A prova é um torneio individual de pesca de arremesso de praia, com duração de oito horas dividido em dois dias: no sábado a prova vai das 13h às 17h e no domingo das 8h às 12h30.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">- Pontuação e premiação:</font></strong></p>
<p>Serão atribuídos dois pontos para cada peixe válido capturado e um ponto por cada 100 gramas. Não poderão ser apresentados para pesagem, peixes com menos de 12 centímetros. Os dez pescadores melhor classificados receberão troféus, assim como os três melhores clubes e o pescador da maior peça.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">- Inscrições:</font></strong></p>
<p>As inscrições podem ser efetuadas no sábado, 12, a partir das 10h na Praia do Cruzeiro, e a taxa é de R$ 30 por atleta. Informações podem ser obtidas pelo telefone (12) 3833-7074. O regulamento completo pode ser visto na internet no endereço www.cbpds.com.br/html/REG-UBAPESCA.htm</p>
<p>A “Taça Cidade de Ubatuba” de pesca esportiva é organizada pelo CPU, com fiscalização da Confederação Brasileira de Pesca e Desportos sub Aquáticos, Federação Paulista de Pesca e Lançamento e Comissão Nacional de Arbitragem, com apoio da Prefeitura Municipal de Ubatuba.</p>
<p>Por: Depto. Imprensa &#8211; Prefeitura Municipal de Ubatuba</p>
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		<title>Salvador-BA 19/03/08!, Pescaria de &#8220;É ele&#8221;! ( Olho de Boi)</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 03:09:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Salgada]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pescarias]]></category>
		<category><![CDATA[pesca na Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[pesca oceanica]]></category>

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Olá Pessoal!
Fui passear em Salvador-BA e aproveitei para agendar um dia de pesca com o guia Júlio da Ceminha Fishing. Foi um dia fora de série, muito bom mesmo, apesar da chuva toda que caiu mas pelo menos os peixes estavam por lá&#8230;
Pra mim foi a primeira experiência com JJ em lugares tão fundo, só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--><br />
Olá Pessoal!</p>
<p>Fui passear em Salvador-BA e aproveitei para agendar um dia de pesca com o guia Júlio da Ceminha Fishing. Foi um dia fora de série, muito bom mesmo, apesar da chuva toda que caiu mas pelo menos os peixes estavam por lá&#8230;</p>
<p>Pra mim foi a primeira experiência com JJ em lugares tão fundo, só tinha jigado até 40 metros no máximo. Nós jigamos em lugares que variavam de 100 a 120 metros!</p>
<p>Bem, o dia começou com uma navegação um pouco complicada para passar pela barra, é um local mais raso e as ondas levantam mais, a sensação que tive é que era o encontro de duas correntes&#8230; Depois de 1 hora e pouco de navegação chegamos ao primeiro ponto de pesca. Logo após algumas explicações descemos as iscas e começamos a trabalhar&#8230; Tentamos alguns pontos até que não demorou muito começaram as ações. Ao todo foram 7 ações!</p>
<p>O primeiro peixe foi engatado por mim. Nesse momento eu estava usando um molinete e meu pai estava com a elétrica, só tinhamos uma elétrica no barco. Assim que senti o peso demorou um pouco e deu duas levadas de linha bonita. O guia nessa hora gritou: &#8220;é ele, é ele!!!&#8221;. Pois bem, começei a trabalhar e a levantar o bicho. Por algum discuido ou azar na metade do caminho o bicho soltou da isca&#8230; Nessa hora fiquei pensando: &#8220;Putz, daria tudo pra ter esse bicho novamente na ponta da linha!&#8221;&#8230; Nesse não deu nem tempo de começar a filmar!!!</p>
<p>Depois de um tempinho, mudamos de lugar novamente, troquei de equipamento com meu pai e começei a pescar pela primeira vez com a elétrica. Pois bem, depois de 4 descidas entra um gigante na linha. Putz, eu não sabia o que fazer, eu com aquela carretilha toda maluca na minha mão e um bicho que tomava linha a vontade em baixo. O freio da carretilha estava no máximo, não dava pra bobiar muito senão ia todo equipamento pra água&#8230; Pois bem, dessa vez eu pensei: &#8220;Esse bicho eu tenho que subir, não vou bobiar dessa vez!&#8221;. Dito e feito, trouxe o bicho até em cima, porém, por algum discuido novamente, o bicho acabou soltando do lado do barco. Pelo cálculo de todos, esse peixe devia ter uns 30 kg. Esse deu tempo de fazer um vídeo de um pedaço da briga até sua &#8220;soltura&#8221;:</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/geral/salvador-ba-190308-pescaria-de-e-ele-olho-de-boi/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Depois dessa briga e do fracasso novamente o desanimo bateu geral! Agora pensei: &#8220;Tive tudo nas mãos e joguei fora a chance de bater aquela foto tão esperada!&#8221;. Mas, depois de muitos lamentos, fomos a luta novamente. Nessa hora entreguei a elétrica pro meu pai, que até esse momento não havia sentido nenhum ataque, e voltei pro molinete. Depois de algumas trocas de lugares, quando paramos num novo ponto foi descer a isca, dar 4 toques com o JJ e já engatou o bicho. Dessa vez o guia também engatou um junto comigo&#8230; O peixe do guia tomou linha pra caramba e acabou estourando a linha depois de uns 3 minutos. Pensei que iria acontecer a mesma coisa comigo, pois o Aluma estava sendo castigado e a linha estava indo toda embora&#8230; Porém, dessa vez a sorte estava do meu lado, não afrouxei o peixe e trouxe ele até em cima! Resultado, um Olho de Boi de 22 Kg que foi pra foto para alegria de todos!!! Segue o video da parte final da briga:</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/geral/salvador-ba-190308-pescaria-de-e-ele-olho-de-boi/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Até então meu pai não havia nem sentido o gostinho de uma cutuca no JJ dele. Mas foi nos finalmente que até em que fim entrou um Olho de Boi de 8Kg na linha dele&#8230; A briga foi muito fácil, comparada com o olho de boi que fugiu do lado do barco. Foi ai que vimos que aquele olho de boi realmente era grande&#8230; Segue o vídeo da captura desse Olho de Boi:<br />
<span id="more-645"></span><br />
<!--adsense#grafico--></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/geral/salvador-ba-190308-pescaria-de-e-ele-olho-de-boi/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Depois disso tentamos mais um bom tempo, mas virou a corrente e o vento, sem falar que a chuva apertou bastante, em consequencia, as ações também pararam. Os outros ataques ao JJ nem chegaram a engatar o peixe.</p>
<p>Algumas fotos:</p>
<p>Guia procurando os peixes na &#8220;televisãozinha&#8221; dele:</p>
<p><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/03/ceminha-pescaria-olho-de-boi_1.jpg" alt="ceminha-pescaria-olho-de-boi_1.jpg" /></p>
<p>Depois de uma boa briga:<br />
<img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/03/ceminha-pescaria-olho-de-boi_2.jpg" alt="ceminha-pescaria-olho-de-boi_2.jpg" /></p>
<p>Enfim o Olho de Boi de 22 Kg:<br />
<img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/03/ceminha-pescaria-olho-de-boi_3.jpg" alt="ceminha-pescaria-olho-de-boi_3.jpg" /></p>
<p>Outro ângulo, tava díficil segurar o peixe:<br />
<img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/03/ceminha-pescaria-olho-de-boi_4.jpg" alt="ceminha-pescaria-olho-de-boi_4.jpg" /></p>
<p>Capitão Julio com o Olho de Boi:<br />
<img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/03/ceminha-pescaria-olho-de-boi_5.jpg" alt="ceminha-pescaria-olho-de-boi_5.jpg" /></p>
<p>Meu pai com o Olho de Boi de 8Kg, esse dava pra segurar fácil pra foto:<br />
<img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/03/ceminha-pescaria-olho-de-boi_6.jpg" alt="ceminha-pescaria-olho-de-boi_6.jpg" /></p>
<p>Bem, é isso ai!</p>
<p>Valeu!</p>
<p>Leonardo Willrich.</p>
<p><a href="http://www.ceminhafishing.com" target="_blank"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/parceiros/ceminha.gif" alt="Ceminha Fishing" border="0" height="60" width="180" /></a></p>
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		<item>
		<title>Empresa TWB e governo da Bahia apostam no potencial da criação de bijupirá em tanques-rede</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 22:33:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Bijupirá]]></category>
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Nos próximos cinco anos, o Brasil pode se transformar em um dos maiores produtores mundiais de bijupirá, uma espécie de peixe de água salgada. A previsão é da empresa TWB, operadora do sistema ferry-boat, mas que mantém projetos de pesquisa para a produção do pescado em São Paulo e Bahia. A Bahia Pesca também aposta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--><br />
Nos próximos cinco anos, o Brasil pode se transformar em um dos maiores produtores mundiais de <strong><span style="color: #ff6600">bijupirá</span></strong>, uma espécie de peixe de água salgada. A previsão é da empresa TWB, operadora do sistema ferry-boat, mas que mantém projetos de pesquisa para a produção do pescado em São Paulo e Bahia. A Bahia Pesca também aposta no projeto e no próximo mês vai apresentar os primeiros resultados obtidos nos 12 tanques-rede mantidos na Praia da Ribeira, Salvador.</p>
<p>Com o preço do filé cotado a US$10 no mercado internacional, o bijupirá tem uma carne saborosa e muito apreciada pela textura leve. Cada peixe pode atingir até 6kg entre dez e 12 meses, tempo considerado curto para o cultivo. A meta principal serão os mercados americano, europeu e japonês, mas por causa da taxa cambial, o consumo interno pode desempenhar papel importante.<br />
<span id="more-642"></span><br />
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Para atingir a meta de produzir cem mil toneladas até 2013, Reinaldo Pinto dos Santos, presidente da TWB, acredita que sejam necessários investimentos de mais de R$500 milhões, integrando grandes e pequenos produtores. “<strong><span style="color: #ff6600">Será a abertura de uma fronteira bastante promissora para a aqüicultura brasileira. Nós temos a possibilidade de exportar bilhões de dólares</span></strong>”, afirmou Reinaldo Pinto, durante a inauguração do Laboratório Nacional de Aqüicultura Marinha (Lanam), no mês passado.</p>
<p>O Lanam, que fica na Ilha Comprida, no litoral sul do estado de São Paulo, será fundamental para a ampliação do negócio, pois será o centro produtor de alevinos. Após a desova, são necessários de 45 a 60 dias para que o bijupirá se desenvolva o suficiente para ser colocado nos tanques de engorda. Criado pela prefeitura local, o Lanam conta com quatro tanques para maturação, 13 tanques para a larvinicultura e outros menores para a produção de alimento vivo, como microalgas e moluscos.</p>
<p>Uma das razões para a aposta no bijupirá é a possibilidade da pulverização da produção e a participação de pequenos produtores. Em apenas um tanque-rede de 77 metros cúbicos, que pode ser mantido por uma família, são produzidos, em média, 1.155kg de peixe por ano. “<strong><span style="color: #ff6600">Será para o Brasil uma revolução tão grande como a ocorrida no Chile, com a introdução do salmão</span></strong>”, acredita Aderbal, diretor da Bahia Pesca. A instituição vai fornecer alevinos produzidos em seu laboratório de peixes marinhos, em Santo Amaro.</p>
<p>Jony Torres &#8211; <a href="http://www.correiodabahia.com.br">Correio da Bahia</a></p>
<p><!--adsense#grafico--></p>
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		<title>Três meses depois de decreto, reserva ecológica na Bahia não saiu do papel</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 18:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Salgada]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Area de Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>

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Brasília &#8211; A comemoração pela assinatura do decreto presidencial que ampliou e criou novas unidades de conservação não durou muito para ambientalistas e pescadores da Ilha de Cassurubá, região do Parque Nacional de Abrolhos, no sul da Bahia.
Entre as medidas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 21 de dezembro de 2007, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--><br />
Brasília &#8211; A comemoração pela assinatura do decreto presidencial que ampliou e criou novas unidades de conservação não durou muito para ambientalistas e pescadores da Ilha de Cassurubá, região do Parque Nacional de Abrolhos, no sul da Bahia.</p>
<p>Entre as medidas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 21 de dezembro de 2007, em cerimônia no Palácio do Planalto, estava a criação da Reserva Extrativista de Cassurubá. No entanto, até hoje (21) , três meses depois, o decreto não foi publicad<br />
o no Diário Oficial da União (DOU), o que, na prática, significa que a unidade ainda não existe. Os demais decretos foram publicados em edição extra do DOU no mesmo dia da assinatura.</p>
<p>A Casa Civil, responsável pela publicação, informou que devolveu o texto do decreto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) por causa de “uma questão técnica”. Em fevereiro, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse à Agência Brasil que o texto estava sob análise da “área técnica” do MMA. Procurada pela reportagem em mais de uma ocasião, a assessoria do ministério não confirmou o andamento do decreto nem informou quando será encaminhado para publicação.</p>
<p>“Isso foi um desgaste, a comunidade está desanimada. Estamos preocupados se o fato de o decreto não ter sido publicado quer dizer que não poderemos trabalhar com a Resex [Reserva Extrativista]”, relatou Marilene Costa, representante da Associação de Marisqueiras de Ponta de Areia e Caravelas. A regulamentação de reservas extrativistas prevê o uso sustentável dos recursos naturais da área pelas populações tradicionais, com subsistência baseada no extrativismo. De acordo com Marilene, cerca de 900 pessoas sobrevivem da pesca e da mariscagem na área.</p>
<p>&#8220;Os pescadores estão indignados. Ficamos inclusive numa situação complicada, sem respostas para dar à comunidade”, contou Jorge Galdino, diretor da organização não-governamental (ONG) Artimanha, responsável por mobilizar a população em prol da criação da unidade.</p>
<p>Luana Lourenço<br />
Repórter da Agência Brasil</p>
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