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	<title>Guia da Pesca &#187; Peixes Água &#8211; Doce</title>
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	<description>Sua pescaria começa aqui. [www.guiadapesca.com.br]</description>
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		<title>Truta arco-íris</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 23:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Peixes Água - Doce]]></category>
		<category><![CDATA[Truta arco-íris]]></category>

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		<description><![CDATA[A truta arco-íris (Oncorhynchus mykiss) é uma espécie de truta originária dos rios da América do Norte que drenam para o Oceano Pacífico mas que se encontra distribuida actualmente por todo o mundo. A espécie foi introduzida em pelo menos 45 países, como peixe de aquacultura.
As trutas arco-íris são peixes de água doce. Têm o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/06/truta-arco-iris-animalia.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2297" title="truta arco-iris animalia" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/06/truta-arco-iris-animalia-150x150.jpg" alt="truta arco-iris animalia" width="150" height="150" /></a>A truta arco-íris (Oncorhynchus mykiss) é uma espécie de truta originária dos rios da América do Norte que drenam para o Oceano Pacífico mas que se encontra distribuida actualmente por todo o mundo. A espécie foi introduzida em pelo menos 45 países, como peixe de aquacultura.</p>
<p>As trutas arco-íris são peixes de água doce. Têm o corpo acastanhado ou amarelado, com pintas pretas na zona do dorso, também presentes nas barbatanas dorsal e caudal. Como característica distintiva têm uma risca rosada que se prolonga das guelras à barbatana caudal. A truta arco-íris tem um comprimento entre 30 e 45 cm.</p>
<p>A espécie é cultivada em aquacultura e uma das mais consumidas nos mercados ocidentais.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: mceinline;">Classificação científica<br />
Reino: 	Animalia<br />
Filo: 	Chordata<br />
Classe: 	Actinopterygii<br />
Ordem: 	Salmoniformes<br />
Família: 	Salmonidae<br />
Género: 	Oncorhynchus<br />
Espécie: 	O. mykiss<br />
Nome binomial<br />
Oncorhynchus mykiss<br />
Walbaum, 1792</span></strong></p>
<p>A Truta Arco-íris foi introduzida no Brasil no final da década de 40 e está presente atualmente em rios dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</p>
<p>Técnicas de pesca: A Truta Arco-íris é pescada na modalidade de pesca com iscas artificiais de duas formas:</p>
<p>a) Spinning: Com um equipamento de ação leve, composto por uma vara para linhas de 4 a 10Lbs, um pequeno molinete ou carretilha com capacidade de armazenar 100m de linha 0,20mm de diâmetro e pequenos spinners como isca, o pescador deve proceder arremessando a isca em pequenos poços espalhados pelo rio, recolhendo-a de forma contínua, apenas aguardando o ataque do peixe.</p>
<p>b) Fly: A pesca com equipamento de fly (mosca), requer um pouco mais de técnica do pescador, pois tem várias particularidades essenciais para o seu sucesso. O equipamento a ser utilizado deve ser número 3, 4 ou 5, sendo que normalmente deve se utilizar linhas floating (flutuantes) e intermediárias. As iscas imitam moscas, principal alimento das Trutas Arco-íris, sendo que as melhores moscas são: Woolly Worms, Woolly Buggers, Ninfas, Montanas, Gramites e Dries.</p>
<p>E possível pescar com iscas naturais (pouco produtivo), minhoca, mosquitos, aranhas e pequenos insetos que habitam as regiões de pesca.</p>
<p>Melhores épocas: Pode-se pescar Trutas Arco-íris durante todo o ano, porém , no inverno, quando ocorrem as maiores estiagens, a sua incidência é maior.</p>
<p>Tamanho mínimo para abate: Como a Truta Arco-íris é considerada como peixe exótico, não há um tamanho mínimo para o seu abate.</p>
<p>Do seu esperma é derivada uma substância chamada protamina, um &#8220;antídoto&#8221; da bem conhecida heparina (usada em medicina como um anticoagulante). Ela evitou a morte de muitas pessoas que sangrariam até a morte com doses tóxicas de heparina sob a forma de sulfato de protamina. Hoje essa substância é produzida em laboratório. Além da truta arco-íris, outros peixes como salmão e similares também produzem protamina.</p>
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		<title>Pescador pega peixe de tamanho recorde com &#8216;varinha&#8217; da Barbie</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 11:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Doce]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Barbie]]></category>
		<category><![CDATA[peixe-gato]]></category>
		<category><![CDATA[record]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante uma pescaria, a neta de David Hayes pediu ao avô que segurasse sua vara de pescar por alguns minutos enquanto ela ia ao banheiro. Alguns segundos depois, um peixe-gato de quase 10 kg mordeu a isca.
E foi com a vara cor-de-rosa da Barbie, presente dado à pequena Alyssa no último Natal, que Hayes pescou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/08/peixe-gato-vara-da-barbie.jpg"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/08/peixe-gato-vara-da-barbie-150x150.jpg" alt="peixe-gato-vara-da-barbie" title="peixe-gato-vara-da-barbie" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-825" /></a>Durante uma pescaria, a neta de David Hayes pediu ao avô que segurasse sua vara de pescar por alguns minutos enquanto ela ia ao banheiro. Alguns segundos depois, um peixe-gato de quase 10 kg mordeu a isca.</p>
<p style="text-align: left;">E foi com a vara cor-de-rosa da Barbie, presente dado à pequena Alyssa no último Natal, que Hayes pescou o maior peixe-gato da história do estado americano da Carolina do Norte.</p>
<p style="text-align: left;">O feito ocorreu no início do mês na cidade de Elkin, mas só agora a Comissão da Preservação da Vida Selvagem da Carolina do Norte certificou o recorde. Um peixe-gato de 9.580 gramas nunca havia sido pescado na região.</p>
<p style="text-align: left;">A &#8216;varinha mágica&#8217; foi dada de presente para Alyssa por seu pai. A menina diz que, até então, só tinha conseguido pescar peixes pequenos. A paixão pela pescaria, no entanto, foi herdada do avô. Desde pequena, ela acompanha Hayes em sessões de pesca no pequeno lago no condado de Wilkes.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Fiquei com medo que o peixe quebrasse minha vara&#8221;, conta a menina, fã da boneca Barbie</p>
<p>Fonte = G1</p>
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		<title>Mortandade de peixes na fronteira Brasil-Bolívia</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 19:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Doce]]></category>
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		<description><![CDATA[[ad#grafico]
XAPURI, AC – Agrava-se a mortandade de peixes no rio Chipamanu, na comunidade de Piçarreira, na fronteira entre o Brasil e a Bolívia. Há uma semana, espécies de traíras, mandis e surubins começaram a aparecer agonizantes nas margens do rio, sem nenhum motivo aparente. Moradores informam que começaram a morrer peixes pequenos, entre os quais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[ad#grafico]<br />
<a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/07/peixes-mortandade.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-754" style="float: left;" title="peixes-mortandade" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2008/07/peixes-mortandade.jpg" alt="" width="282" height="211" /></a>XAPURI, AC – Agrava-se a mortandade de peixes no rio Chipamanu, na comunidade de Piçarreira, na fronteira entre o Brasil e a Bolívia. Há uma semana, espécies de traíras, mandis e surubins começaram a aparecer agonizantes nas margens do rio, sem nenhum motivo aparente. Moradores informam que começaram a morrer peixes pequenos, entre os quais, mandis e traíras, e agora, até surubins, peixes maiores. Doze 12 famílias da região, na divisa entre os municípios de Xapuri e Capixaba, estão sendo prejudicadas pela situação.</p>
<p>Há informações de que ocorre morte de peixes também no rio Ina, que deságua no Chipamanu a cerca de duas horas de barco acima da Piçarreira. O surubim (também conhecido por surubim-chicote, surubim-lenha e peixe-lenha) é um peixe de couro de grande porte, podendo alcançar mais e 1,50m de comprimento total. Tem o corpo alongado e roliço, a cabeça achatada e mais larga que o resto do corpo. Seu focinho é arredondado. O maxilar superior é maior que a mandíbula deixando aparecer uma placa de dentes diminutos quando a boca está fechada. Tem barbilhões longos. Sua cor é cinza-escuro com uma faixa clara e estreita que se estende da nadadeira peitoral até o meio da nadadeira caudal. Principalmente a região dorsal e as nadadeiras são cobertas por pintas escuras.</p>
<p>Pesca predatória</p>
<p>Os ribeirinhos suspeitam de alguma relação entre esse fenômeno e a constante presença de pescadores naquela região. O fato causa estranheza e preocupação para os ribeirinhos que estão evitando consumir a água do rio por temerem algum tipo de contaminação. As aulas na escola que atende as crianças das comunidades podem ser paralisadas, porque a merenda escolar é preparada com a água do rio.</p>
<p>O diretor-técnico do Imac, Fernando Lima, informou que uma equipe viajou para a região para estudar as causas da mortandade. Constatou-se que os ribeirinhos já vinham enfrentando um grave problema relacionado à pesca predatória praticada por pessoas que chegam de outros municípios, principalmente de Rio Branco. Eles são acusados de retirar farta quantidade de várias espécies de peixes para a venda em restaurantes da capital.</p>
<p>RAIMARI CARDOSO Editor do blog <a href="http://raimari.blogspot.com/">Xapuri Agora</a> .</p>
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		<title>Jaú de 70kg é apreendido na operação &#8220;Santa Tereza&#8221; realizada pelo Naturatins em parceria com a Polícia Militar de Alvorada</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 23:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pesca Amadora]]></category>

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		<description><![CDATA[
A equipe de fiscalização da Unidade Regional do Naturatins de Alvorada, em conjunto com a PM – Policia Militar de Alvorada, empreendeu, na manhã deste domingo, 1, uma operação para coibir a pesca predatória no Rio Santa Tereza, na região conhecida como “volta do rio”. Na ação foram apreendidos além de material predatório, um peixe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#grafico--><br />
A equipe de fiscalização da Unidade Regional do Naturatins de Alvorada, em conjunto com a PM – Policia Militar de Alvorada, empreendeu, na manhã deste domingo, 1, uma operação para coibir a pesca predatória no Rio Santa Tereza, na região conhecida como “volta do rio”. Na ação foram apreendidos além de material predatório, um peixe Jaú de 70kg.</p>
<p>Durante o trabalho foi emitida multas para quatro infratores pegos com o material predatório. Durante a apreensão do peixe os fiscais não encontraram os infratores que evadiram do local ao perceberem a presença da fiscalização.</p>
<p>O gerente da unidade do Naturatins em Alvorada, Ismael Chalegre e o agente de Fiscalização Manoel Alves dos Prazeres, acompanhados dos policiais militares, Delmar Bezerra, Israel Monteiro e Mario Giuliard entregaram o pescado a Secretaria de Assistência Social do município que posteriormente será doado à população carente.</p>
<p>Peixe foi entregue a Secretaria de Ação Social de Alvorada</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Pesca amadora</font></strong><br />
A pesca amadora está liberada no Tocantins, mas para praticar essa modalidade é necessário ter a carteira de pesca do Naturatins, que pode ser obtida nas agências do Banco do Brasil ou em uma unidade regional do Instituto. A taxa para obter a carteira para a pesca desembarcada, feita sem o auxílio de barco, é de R$ 15,96. Já a da categoria embarcada, que usa embarcações, custa R$ 42,50.</p>
<p>Na pesca amadora é proibida a captura de peixes com tamanhos inferiores ao permitido. Também é proibido pescar peixes como filhote, surubim, caranha, dourada, pirarara e pirosca. Cada pessoa pode pescar cinco quilos de pescado ou um exemplar de cinco quilos.Vale lembrar que quem for pego pescando com redes e tarrafas, terá o seu material apreendido e receberá multa que varia de R$ 700,00 a R$ 100 mil, mais R$ 10,00 por quilo de peixe pescado apreendido.</p>
<p>O Naturatins destaca que a prática da pesca de forma correta contribui para a preservação e manutenção dos estoques pesqueiros</p>
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		<title>Tuvira</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/geral/tuvira/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 10:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Nome Popular:
Tuvira.
Nome Científico:
Gymnotus carapo .
Ocorrência:
Todo território nacional.
 COMENTÁRIOS:
Espécie de característica muito curiosas. É &#8220;peixe-elétrico&#8221; pela capacidade de produzir pequenas descargas utilizadas na captura de presas e possui respiração aérea, o que aumenta sua capacidade de sobrevivência. Alimenta-se principalmente de insetos aquáticos e durante a noite, podendo atingir tamanhos ao redor dos 80cm. de comprimento. Sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2007/08/tuvira.gif" alt="tuvira.gif" /></p>
<p><strong><font color="#ff6600">Nome Popular</font></strong>:<br />
Tuvira.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Nome Científico</font></strong>:<br />
Gymnotus carapo .</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Ocorrência</font></strong>:<br />
Todo território nacional.</p>
<p><strong><font color="#ff6600"> COMENTÁRIOS</font></strong>:<br />
Espécie de característica muito curiosas. É &#8220;peixe-elétrico&#8221; pela capacidade de produzir pequenas descargas utilizadas na captura de presas e possui respiração aérea, o que aumenta sua capacidade de sobrevivência. Alimenta-se principalmente de insetos aquáticos e durante a noite, podendo atingir tamanhos ao redor dos 80cm. de comprimento. Sua importância na pesca esportiva é na utilização como isca para os grandes bagres. Ocorre abundantemente no Pantanal Matogrossense, bacia do São Francisco onde é chamada de sarapó e no Cento-oeste.</p>
<p><strong><font color="#ff6600"> Características</font></strong>:<br />
Sem nadadeiras dorsal e ventral e com a anal muito longa, estendendo-se por quase toda a face ventral. Tem o corpo afilado posteriormente, com escamas ausentes ou quase imperceptíveis, e orifício anal localizado sob a cabeça. Alimenta-se de pequenos vermes, lodo e plâncton.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Pesca</font></strong>:<br />
Muito utilizada como isca para pintados, dourados, barbados, palmito. Habitam rios e lagos de águas paradas que tenham muita vegetação.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Outros Nomes</font></strong>:<br />
juvira, ituí, peixe-espada, sarapó.</p>
<p><!--adsense#grafico--></p>
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		<title>Lambari</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/geral/lambari/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 03:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Doce]]></category>
		<category><![CDATA[Lambari]]></category>

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		<description><![CDATA[

Nome popular:
Lambari
Nome científico:
Astyanax spp, Mimagoniates spp.
Habitat:
Em todo o Brasil, segundo estudos, existem mais de trezentas espécies de Lambaris, havendo portanto uma grande variação de cor e formato, porém o tamanho máximo encontrado , dificilmente passa de 20cm. Freqüenta rios , lagoas, represas, etc, sendo que se alimenta tanto de vegetais como de animais (insetos, minhocas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2007/08/lambari.gif" alt="lambari.gif" height="154" width="332" /></p>
<p><strong><font color="#ff6600">Nome popular</font></strong>:<br />
Lambari</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Nome científico</font></strong>:<br />
Astyanax spp, Mimagoniates spp.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Habitat</font></strong>:<br />
Em todo o Brasil, segundo estudos, existem mais de trezentas espécies de Lambaris, havendo portanto uma grande variação de cor e formato, porém o tamanho máximo encontrado , dificilmente passa de 20cm. Freqüenta rios , lagoas, represas, etc, sendo que se alimenta tanto de vegetais como de animais (insetos, minhocas, etc.). Pode ser considerado como um dos peixes mais pescados em todo o Brasil, pois além de muito saboroso, é também uma excelente isca para se pescar muitos peixes.<br />
<span id="more-422"></span><br />
<!--adsense#post--><br />
<strong><font color="#ff6600">Técnicas de pesca</font></strong>:<br />
O Lambari pode ser pescado tanto com iscas artificiais, como com iscas naturais.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Iscas Artificiais</font></strong>:<br />
deve-se utilizar equipamento de ação ultraleve, composto por uma vara para linhas de 4 a 10Lbs, utilizando-se iscas muito pequenas, que exigem o auxílio de uma bóia de arremesso. A bóia deve ser arremessada de modo que ao ser recolhida continuamente faça com que a isca passe perto de onde os Lambaris estão concentrados. Pode-se utilizar até três iscas em um mesmo equipamento, fazendo com que o rendimento da pescaria aumente consideravelmente. Algumas iscas se assemelham à moscas, podendo também ser arremessadas com equipamento de fly número 3 à 6.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Iscas Naturais</font></strong>:<br />
deve-se utilizar uma vara de bambu ou telescópica com 2,10 a 5,0m de comprimento, linha de 0,16mm a 0,20mm de diâmetro uma pequena bóia do tipo pena, sendo facultativo o uso de chumbada. Procede-se arremessando a isca, observando o movimento da bóia provocado pelo peixe. As melhores iscas naturais são: minhocas, massas , pedaços de queijo, bicho do pão (Tenébrio Molitor) e bicho da laranja.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Dica</font></strong>:<br />
Com iscas naturais, deve-se ficar muito atento para a fisgada, pois a rapidez do Lambari faz com muitas iscas sejam roubadas.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Melhor época</font></strong>:<br />
Pode ser pescado durante todo o ano, sendo que no verão a sua incidência é maior.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Tamanho mínimo</font></strong>:<br />
Liberado.<br />
<!--adsense#grafico--></p>
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		<title>Para onde vai a tilápia</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/geral/para-onde-vai-a-tilapia/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2007 10:51:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Doce]]></category>

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		<description><![CDATA[
 Centro de Comunicação do Instituto de Pesca, agosto 2007

O Brasil dispõe de tecnologia para desenvolver um bom programa de  produção de tilápias. O consumo per capita nacional está abaixo da metade do  recomendado pelo organismo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura  (FAO). Há formas de aumentar o consumo interno de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--></p>
<p align="center"><strong><font color="#ff6600"> Centro de Comunicação do Instituto de Pesca, agosto 2007</font></strong></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2007/08/file_tilapia.jpg" alt="file_tilapia.jpg" height="375" width="500" /></p>
<p>O Brasil dispõe de tecnologia para desenvolver um bom programa de  produção de tilápias. O consumo per capita nacional está abaixo da metade do  recomendado pelo organismo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura  (FAO). Há formas de aumentar o consumo interno de pescado, mas essa discussão  não é o propósito do artigo “<strong><font color="#ff6600">Para onde vai a tilápia</font></strong>”, de autoria de Fábio Rosa  Sussel, sussel@aptaregional.sp.gov.br, pesquisador científico da APTA (Agência  Paulista de Tecnologia dos Agronegócios) do Médio Paranapanema (SP). O artigo  completo encontra-se no site <a href="http://www.pesca.sp.gov.br">www.pesca.sp.gov.br</a>, item “Textos Técnicos”.<br />
<span id="more-441"></span><br />
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O  que se observa, do ponto de vista da economia da atividade, é que a produção  nacional pode se voltar mais para o mercado externo. Antes de investir na  criação de tilápias é preciso conhecer o mercado consumidor, observa Fábio  Sussel. Cada opção de escoamento da produção tem suas peculiaridades tanto na  forma de apresentação do produto (peixe vivo, congelado, resfriado ou  processado) quanto no preço e nos riscos.</p>
<p>Os preços são mais elevados no  mercado nacional, mas o volume comercializado é relativamente pequeno e existe  acentuada sazonalidade na demanda do produto. O mercado internacional tem preços  menores, porém comercializa em grandes quantidades e tem demanda distribuída ao  longo do ano.</p>
<p>A produção nacional de tilápias caminha a passos largos para  um modelo empresarial, deixando de ser uma atividade secundária. Em alguns  empreendimentos, a tilapicultura é a única fonte de recursos da empresa. O  Brasil conta com 11 frigoríficos abatendo peixe cultivado e grandes criatórios  produzindo volumes elevados.</p>
<p>Se o mercado doméstico se aproxima do limite, o  contrário ocorre com a capacidade e com as condições de produção. Há muito  espaço para expansão no Brasil. A demanda mundial é grande, mas a exportação de  pescado esbarra em dois obstáculos: a taxa cambial e a concorrência de outros  países produtores, revela o pesquisador Fábio.</p>
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		<title>Uso da ultra-sonografia na determinação do sexo de peixes nativos</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2007 16:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Doce]]></category>

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A tuvira (Gymnotus sp.) é uma das espécies mais utilizadas como isca viva no Pantanal e, por isso, está entre os peixes de importância econômica nesta região. Também conhecida como peixe espada, sarapó, carapó e ituí em outros estados brasileiros, é preferida na pesca de peixes nobres, como o dourado (Salminus maxillosus), os surubins (Pseudoplatystoma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--><br />
A tuvira (Gymnotus sp.) é uma das espécies mais utilizadas como isca viva no Pantanal e, por isso, está entre os peixes de importância econômica nesta região. Também conhecida como peixe espada, sarapó, carapó e ituí em outros estados brasileiros, é preferida na pesca de peixes nobres, como o dourado (Salminus maxillosus), os surubins (Pseudoplatystoma sp.), o jaú (Paulicea luetkeni), e até de peixes onívoros como os Brycons (piraputanga, piracanjura, matrinxã).</p>
<p>Sua exploração é feita de forma extrativista e, portanto, é potencialmente geradora de impactos nos diversos aspectos estruturais das populações selvagens deste peixe. Embora não tenham sido realizados estudos específicos, tem sido observada uma menor ocorrência de tuviras perto dos centros de distribuição e venda de iscas vivas. Além dos aspectos ecológicos quanto aos possíveis efeitos negativos na dispersão desta espécie, a captura acentuada de tuviras no ambiente natural pode gerar impactos econômicos e sociais, visto que a comercialização de iscas é um importante componente da pesca profissional artesanal no Pantanal, pois gera renda para um grande número de isqueiros na região, que dependem da sua coleta para sobrevivência.<br />
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Dentro deste quadro, a implantação de programas de reprodução em cativeiro de tuviras é uma alternativa interessante, tanto para auxiliar na conservação do recurso natural, reduzindo a pressão de pesca sobre as populações naturais, quanto para a geração de renda para aquelas famílias que dependem desta modalidade de pesca. Estes programas têm como finalidade essencial a geração de conhecimento sobre a biologia reprodutiva da tuvira, que tem sido um dos gargalos da produção em cativeiro deste peixe. Há alguns trabalhos que tratam da reprodução da tuvira em ambiente confinado, mas em nenhum deles se determinou com segurança o sexo dos peixes, pois não são conhecidas diferenças sexuais externas na tuvira. Essa determinação só pode ser realizada com segurança no gênero Gymnotus por meio da dissecação ou através da análise das descargas elétricas que emite. O primeiro método necessita que os animais sejam sacrificados, o que o torna inviável para programas de reprodução, enquanto que o segundo necessita de equipamentos e conhecimentos específicos que conferem uma certa dificuldade em se obter a resposta desejada.</p>
<p>A identificação do sexo e a avaliação eficiente e não destrutiva do estádio de maturidade gonadal dos peixes são críticas para o desenvolvimento de estratégias de manejo nos programas de reprodução na aqüicultura. Dentre as formas utilizadas de determinação do sexo em peixes, a ultra-sonografia está se tornando cada vez mais popular como ferramenta alternativa aos métodos mais invasivos e complexos, que podem comprometer a saúde dos peixes e seu sucesso reprodutivo.</p>
<p>Estes fatores levaram a Embrapa Pantanal a testar a ultra-sonografia como método de sexagem da tuvira, uma forma confiável e rápida que tem sido amplamente utilizada na determinação do sexo de outras espécies de peixes que não possuem características sexuais secundárias perceptíveis externamente. Os resultados preliminares desta pesquisa estarão disponíveis nos Anais do 1º CONGRESSO BRASILEIRO DE PRODUÇAO DE PEIXES NATIVOS DE ÁGUA DOCE, a ser realizado em Dourados/MS entre os dias 28 e 31 de agosto de 2007.</p>
<p>Mesmo se mostrando altamente segura (98% de acerto), a sexagem da tuvira por meio da imagem de ultra-som apresenta algumas singularidades. A utilização de um transdutor plano facilita em muito a identificação dos órgãos internos do peixe, pois permite que se mantenha na imagem do ultra-som a mesma proporção das dimensões do peixe, evitando a distorção quando da utilização de um transdutor convexo. Dessa forma, não se aconselha o uso deste tipo de transdutor pois dificulta a visualização do ovário e necessita de maior experiência para sua interpretação, o que é minimizado com um transdutor plano.</p>
<p>Em relação ao uso de outra forma de sexagem da tuvira, como a leitura das descargas elétricas que estes peixes emitem, é importante ressaltar a necessidade de gravar os dados e realizar o tratamento dos mesmos em programas computacionais específicos, para que se possa obter as informações desejadas. Esse processamento de dados, posterior à sua verificação, retira a praticidade que seria obtida no uso do ultra-som portátil, além de necessitar de maior conhecimento e estrutura para se alcançar os resultados desejados, dificultando em muito o trabalho de sexagem a campo. Entretanto, pode-se questionar que a utilização do ultra-som também não se mostra prática ou que é dispendiosa. Pelo que foi verificado durante este estudo em um dia de trabalho é possível sexar entre 1.000 e 1.200 peixes adultos. Se formos analisar o custo unitário da sexagem neste caso (inferior a R$ 0,70 por peixe), seu valor é muito pequeno se levarmos em conta que a finalidade deste procedimento é a melhoria de projetos ou programas de reprodução. Além disso, como a bovinocultura é uma atividade amplamente difundida no país, a disponibilidade de aparelhos de ultra-som portáteis e de técnicos capacitados é muito grande, o que auxilia na dispersão e possibilidade de uso desta tecnologia para programas de reprodução de peixes.</p>
<p>Outro aspecto interessante para a piscicultura nacional é que esta técnica pode ser utilizada para a determinação do sexo de outros peixes nativos que não possuem características sexuais secundárias conhecidas, como, por exemplo, o pirarucu (Arapaima gigas), um peixe amazônico de grande potencial para a piscicultura nacional, e o pacu (Piaractus mesopotamicus), um peixe nativo da bacia do Prata. Certamente, com um bom conhecimento da anatomia e com algumas adaptações do procedimento utilizado na tuvira, será possível determinar o sexo de outras espécies de peixes por meio da interpretação das imagens de ultra-som sem comprometer sua saúde e bem-estar. Para o pirarucu estas características são fundamentais, visto o alto custo dos reprodutores. Desta forma, a ultra-sonografia poderá ser um procedimento seguro, eficiente e não invasivo de sexagem e determinação do estádio de maturação gonadal deste peixe, o que traria avanços significativos no desenvolvimento de estratégias reprodutivas para a espécie.</p>
<p>(*)Marco Aurélio Rotta (rotta@cpap.embrapa.br), é Eng.º Agrônomo, M.Sc. em Zootecnia, na área de Sistemas de Produção Aqüícola.</p>
<p>(**) Débora Karla Silvestre Marques (marques@cpap.embrapa.br) M.Sc em Ciências Biológicas e Dra. em Genética e Evolução de Peixes, são pesquisadores da Embrapa Pantanal (www.cpap.embrapa.br).</p>
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		<title>Deputado Sérgio Ricardo soltou 200 mil peixes no rio Paraguai</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2007 15:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Doce]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Sérgio Ricardo (PR) esteve no último sábado (11), no município de Barra do Bugres (168 km a Médio-Norte de Cuiabá), onde realizou mais uma etapa do Projeto Natureza Viva ´Repovoando os rios de Mato Grosso´. O parlamentar junto a lideranças políticas da região e sociedade civil organizada reuniu centenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--><br />
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Sérgio Ricardo (PR) esteve no último sábado (11), no município de Barra do Bugres (168 km a Médio-Norte de Cuiabá), onde realizou mais uma etapa do Projeto Natureza Viva ´Repovoando os rios de Mato Grosso´. O parlamentar junto a lideranças políticas da região e sociedade civil organizada reuniu centenas de crianças e adolescentes num rico momento de entretenimento ao soltar 200 mil peixes nas águas do rio Paraguai.</p>
<p>Os peixes são da espécie <strong><font color="#ff6600">piráctus mesopho tamicus (pacú)</font></strong>, criados em tanques, medem aproximadamente 18 cm e têm peso médio de 25 gramas, tamanho este, considerado próprio para garantir um alto índice de sobrevivência.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2007/08/rio_paraguai.jpg" alt="rio_paraguai.jpg" /></p>
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“<strong><font color="#ff6600">As iniciativas do deputado Sérgio Ricardo contribuem muito para o desenvolvimento ambiental sustentável do nosso Estado. O presidente da AL tem várias ações em prol do meio ambiente e estamos satisfeitos por termos levado uma delas aos barra-bugrenses: a soltura de peixes</font></strong>”, comemorou o deputado Júnior Chaveiro (PMN), durante a ação que aconteceu ao lado da ponte onde é realizado anualmente o evento ‘Fest Bugres’.Na ocasião, os parlamentares constataram o processo avançado de assoreamento do rio Paraguai e externaram a preocupação com a preservação de um dos rios mais importantes à navegabilidade do Estado (feita de forma satisfatória a partir de Cáceres &#8211; passando por Corumbá &#8211; até a foz do rio Apa). “<strong><font color="#ff6600">É uma questão gravíssima e precisa ser levada em consideração, pois, andamos bem abaixo da ponte, em pleno rio Paraguai, com a água batendo na altura da cintura</font></strong>”, expôs Sérgio Ricardo.</p>
<p>Para o deputado Júnior Chaveiro, entre outros prejuízos, esse fato pode acabar provocando mudanças no curso do rio. “<strong><font color="#ff6600">Nós atravessamos o rio a pé e pudemos ver o vasto campo de areia que vem cedendo para dentro do rio devido à velocidade do desmatamento nas encostas o que acaba deixando sem nenhuma proteção as mananciais do rio</font></strong>”, disse Chaveiro.</p>
<p>Já o deputado Sérgio Ricardo lembrou que no Estado a questão das dragas mal instaladas; o desmatamento das matas ciliares; a ocupação indevida em áreas de preservação e o avanço desenfreado de derrubadas para a produção agrícola, são fatores que tem implicado em reflexos negativos à preservação ambiental no Estado.</p>
<p>“<strong><font color="#ff6600">Tomemos como exemplo o que aconteceu com as conhecidas praias de Santo Antônio de Leverger. O local onde eram realizados festivais tradicionais, já deixou de oferecer condições para isso, justamente, por ter sofrido uma transformação drástica no percurso das suas águas, devido às dragas mal instaladas</font></strong>”, explicou Sérgio Ricardo.</p>
<p>Dados levantados ainda em 2005, pela Secretaria de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Seder) e a extinta Fundação Estadual de Meio Ambiente (Fema), hoje, Sema, comprovam que o que tem segurado a qualidade da água nas bacias é o seu alto poder de depuração, que advém da grande quantidade e do volume de água.</p>
<p>O uso múltiplo da água dos rios mato-grossenses tem criado conflitos crescentes, mobilizando grande parte da sociedade, dado à importância e o papel que os recursos hídricos têm em seus usos diretos e indiretos. Esses usos são: abastecimento público, produção de energia, irrigação, diluição de esgoto domiciliar e industrial, pesca, pecuária e exploração turística.</p>
<p>As alterações na ocupação da bacia – principalmente a intensificação da atividade agrícola – vêm causando nos últimos anos impactos ambientais como: erosão, assoreamento, eutrofização, mortandade dos peixes devido à contaminação por agrotóxicos, e risco de contaminação por doenças de veiculação hídrica.</p>
<p>Fonte = <a href="http://www.odocumento.com.br">O Documento</a><br />
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		<title>Pirarucu</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 14:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes Água - Doce]]></category>
		<category><![CDATA[Pirarucu]]></category>

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O Pirarucu ( Arapaima gigas ) á um peixe exclusivo da Bacia Amazônica e característico das águas calmas de suas várzeas. Vive em lagos e rios tributários, de águas claras, brancas e pretas ligeiramente alcalinas e com temperaturas que variam de 24° a 37°C, não sendo encontrado em zona de fortes correntezas e águas ricas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2007/08/pirarucu1.jpg" alt="pirarucu.jpg" height="122" width="454" /></p>
<p>O Pirarucu ( Arapaima gigas ) á um peixe exclusivo da Bacia Amazônica e característico das águas calmas de suas várzeas. Vive em lagos e rios tributários, de águas claras, brancas e pretas ligeiramente alcalinas e com temperaturas que variam de 24° a 37°C, não sendo encontrado em zona de fortes correntezas e águas ricas em sedimentos.<br />
A espécie apresenta características biológicas e ecológicas distintas: de grande porte, seus espécimes podem atingir até três metros de comprimento e 250 quilos, possui dois aparelhos respiratórios, as brânquias, para a respiração aquática e a bexiga natatória modificada, especializada para funcionar como pulmão, no exercício da respiração aérea, obrigatória; durante a seca os peixes formam casais, procuram ambientes calmos e preparam seus ninhos, reproduzindo durante a enchente; é papel do macho proteger a prole por cerca de seis meses. Os filhotes apresentam hábito gregário, e durante as primeiras semanas de vida, nadam sempre em tomo da cabeça do pai, que os mantém próximos à superficie, facilitando-lhes o exercício da respiração aérea.<br />
<span id="more-326"></span><br />
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<p>Apesar de ser uma espécie resistente, essas características ecológicas e biológicas tomam o pirarucu bastante vulnerável à ação dos pescadores. Os cuidados com os ninhos, após as desovas expõem os reprodutores à fácil captura com malhadeiras ou à fisga com haste e arpão. Durante o longo período de cuidados parentais, a necessidade fisiológica de emergir para captar ar ocorre em intervalos menores, ocasião em que os peixes são arpoados. O abate dos machos, após as desovas, expõe os filhotes à predação por peixes carnívoros, especialmente as piranhas e a longa fase de imaturidade sexual (3-5 anos) propicia a captura de espécies juvenis. chamados &#8220;bodecos&#8221;, de peso variando entre 30 e 40 quilos, diminuindo o sucesso reprodutivo.</p>
<p>Com a intensificação da pesca comercial no Baixo e Médio Amazonas nas últimas três décadas, os estoques pesqueiros vêm sofrendo uma pressão cada vez mais intensa, gerando impacto profundo nas populações das principais espécies comerciais, e, no caso específico dos pirarucus, os dados da literatura, embora controversos, indicam uma tendência geral à sobrepesca, fato agravado pelas características biológicas da espécie que não favorecem uma recuperação rápida dos estoques.</p>
<p>As medidas legais de proteção ao pirarucu na Bacia Amazônica foram implementadas a partir de 1991, por meio da Portaria n? 480, de 3 de março de 1991, proibindo anualmente o exercício da pesca do pirarucu no período de 1? de dezembro a 31 de maio, correspondente ao tempo de desova e cuidados parentais. Em 1993 estabeleceu-se o tamanho mínimo de 1,0 (um metro) para a comercialização da manta ou posta seca (Portaria 014-N, de 15 de fevereiro de 1993) e finalmente, na Portaria n° 1 .534, de 20 de dezembro de 1993, estabeleceu-se o tamanho mínimo de 1,5 metros para a sua captura, visando sua exploração racional. impedindo, do ponto de vista legal, a captura de espécimes jovens, que ainda não reproduziram. Muito embora a legislação defina o tamanho mínimo da captura, a fiscalização é dificultada pelo fato do peixe ser comercializado principalmente salgado em mantas, impedindo assim a avaliação precisa do tamanho do animal.</p>
<p>Alimento tradicional entre as populações ribeirinhas, seu alto valor reside em seu grande porte e no excelente sabor de sua carne, notadamente quando beneficiada seca e salgada, em mantas, substitutivo do bacalhau. Praticamente desprovida de espinhas, de sua carne se preparam diversos e saborosos pratos regionais, entre eles o famoso &#8220;pirarucu de casaca&#8221;. Suas escamas são usadas como lixa de unha ou na confecção de ornamentos, e sua língua, óssea e áspera, é largamente utilizada para ralar o guaraná em bastão. Os ovos das fêmeas também são consumidos e a pele vem sendo objeto de estudos que visam sua utilização na produção de sapatos, bolsas e vestimentas.</p>
<p>M.Sc. Constantino Pedro de Alcântara Neto<br />
Biólogo Ambiental-Ictiólogo<br />
IBAMA/Projeto IARA/Santarém-PA</p>
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