16
julho
2008

MT começa exportar modelo de Campeonato de Pesca para outros Estados0


Único no país a realizar este tipo de evento, o Estado de Mato Grosso está exportando, entre outros produtos e modelos de ferramentas de gestão, também o seu modelo de campeonato estadual de pesca esportiva. Segundo a secretária-adjunta de Desenvolvimento do Turismo no Estado, Vanice Marques, recentemente, os Estados do Pará, Tocantins e Amazonas solicitaram informações à Sedtur-MT sobre o modelo de campeonato mato-grossense, com a intenção de realizarem eventos similares.

Somos o único Estado brasileiro que realiza institucionalmente o campeonato estadual de pesca esportiva e a cada edição, o evento vem envolvendo um público, um número de municípios e de concorrentes, cada vez maiores. Isso demonstra o seu sucesso”, afirmou.

Esta semana, por solicitação da secretária estadual de Turismo do Amazonas, Oreni Braga, o técnico da Sedtur, Geraldo Melo viajou para aquele Estado e realizou uma apresentação do modelo do Campeonato Estadual de Pesca de Mato Grosso para diretores da Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur), órgão institucional do setor e todo o Trade Turístico do Estado.

Vanice Marques observa que todas as despesas decorrentes dessa viajem técnica foram pagas pelo Governo do Amazonas, tais como passagens e hospedagem do técnico, não havendo nenhum custo por parte da Sedtur. “Ficamos muito felizes pelo interesse apresentado por esses Estados e vamos ajudar no que for possível”, ressaltou.
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10
julho
2008

Robalo - Técnicas de pesca1


CARACTERÍSTICAS GERAIS

Os robalos vivem preferencialmente em águas costeiras e estuarinas, podendo ser encontrados na parte alta dos rios. Alimentam-se principalmente de peixes e crustáceos. São considerados, em relação à carne, como peixes de ótima qualidade. Como características gerais podemos dizer que são peixes de corpo alongado, comprimido, com o perfil dorsal acentuado. Os dentes são pequenos e o pré-operculo com margem serreada. Como já informamos , no Brasil são registradas 5 espécies: Centropomus undecimalis , Centropomus parallelus , Centropomus ensiferus , Centropomus pectinatus , Centropomus affinis, cujas caracteristicas básicas para pesca vem a seguir:

UTILIZANDO ISCAS NATURAIS

A pesca do robalo com isca natural, depende muito da habilidade do pescador, do tipo da isca (que pode variar muito dependendo do ambiente) e equipamento. Usualmente, utilizam-se o camarão vivo, o corrupto vivo, o lambari, o mamarreis, o barrigudinho ,a piaba e a manjuba.

A PESCA NA FOZ DO RIO

Neste ambiente o robalo mais encontrado é o “flecha”. O equipamento deverá ser preparado com vara de ação média e média pesada, de 6 a 7 pés, linha 0.37 mm e arranque de 0.43 mm. O chicote deverá ter 2 anzóis separados entre sí por uma distância de aproximadamente 40 cm, com haste de 30 cm a 35 cm. O chumbo deverá ser piramide e compatível com o equipamento montado. Uma boa dica é utilizar ( se o fundo do local de pesca for arenoso) um chumbo “garatéia”com arames, para melhor ancorar o chicote. O lançamento deverá ser executado em locais de água agitada, sem corrente. A melhor maré observada é a enchente. Uma boa isca nesse local é a manjuba (Anchoviella lepidontostole), mas o mamarreis também é uma excelente opção. Alguns pescadores preferem o camarão vivo, outros o corrupto vivo. Uma dica interessante é a maneira de colocar a isca no anzol. Retire a cabeça e a cauda da isca e coloque-a de forma que a ponta do anzol fique na região caudal da isca. Monte a isca de maneira que esta fique esticada no anzol, evitando dobras.
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2
julho
2008

Pressão Atmosférica0


Podemos definir a pressão atmosférica como a força exercida pela atmosfera sobre a superfície considerada.

Como exemplo, apesar de não nos apercebermos disso, o corpo humano suporta em média (ao nível do mar) uma força resultante da pressão exercida (nos vários sentidos) de cerca de 15 toneladas.

Esses dias temos trocado mensagens sobre a pressão atmosférica e sua influência na pescaria. Concordamos todos com o fato sobejamente sabido de que não são os valores da pressão que prejudicam a pescaria e sim a mudança brusca para esses valores, não importando se para baixo ou para cima do valor normal de 1013,3mb ou HPa.

Particularmente prefiro pressões entre 1016 e 1020mb, desde que estáveis por no mínimo 24 horas.
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27
junho
2008

Discussão para regulamentar lei de iscas vivas envolve novos atores0


A regulamentação da lei sobre iscas vivas no Mato Grosso do Sul teve uma nova rodada de discussões nesta quinta-feira, dia 26 de junho, em Corumbá. Desta vez, pescadores de iscas também participaram do 1º Seminário para subsidiar o processo de normatização e certificação de iscas vivas no Pantanal/MS, na UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul).

Este evento foi a continuação de uma reunião técnica realizada no dia 29 de maio na Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

De acordo com a pesquisadora Emiko Resende, da Embrapa Pantanal, para a próxima reunião serão convidados os formuladores da lei, representantes da Polícia Ambiental e da Superintendência do Meio Ambiente e Recursos Hídricos no Mato Grosso do Sul.

Ela disse que na reunião foram abordadas alternativas para a normatização e melhores práticas de manejo. “Há consenso que, para a normatização, é preciso a participação dos isqueiros”, afirmou.

Da Embrapa Pantanal participaram também os pesquisadores Agostinho Catella, Débora Marques e Flávio Nascimento. A discussão envolveu ainda a Ecoa – Ecologia e Ação, Seap/PR, Imasul, Ibama, UFMS, Associação de Moradores do Porto da Manga e Associação de Pescadores Artesanais de Iscas de Miranda.

Fonte = por e-mail
Ana Maio
Jornalista - Mtb 21.928
Área de Comunicação e Negócios-ACN
Embrapa Pantanal
Corumbá (MS)
(67) 3233-2430 ramal 235

27
junho
2008

Meio Ambiente mantém pesca profissional em rios pequenos0


A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável rejeitou na quarta-feira (18) o Projeto de Lei 3048/08, do deputado Sandes Júnior (PP-GO), que proíbe a pesca profissional nos cursos de água com menos de 50 metros de largura. A votação seguiu o parecer do relator, deputado Marcos Montes (DEM-MG). Ele ponderou que a medida dificilmente será efetiva se os órgãos ambientais não melhorarem a sua capacidade de fiscalização.

O relator reconheceu que a proposta visa a ampliar a proteção do potencial pesqueiro nos rios. “Não só a pesca industrial, mas também a de pequena escala ameaça a biodiversidade“, afirmou.

No entanto, o parlamentar não considera que criar instrumentos de controle seja uma solução. Ele lembrou que já há leis para coibir essas ações, apesar da falta de estrutura para a fiscalização. “A ineficiência da gestão não está na carência de normas legais, mas na falta de estrutura para fiscalizar e orientar os pescadores“, lamentou.

Normas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já proíbem a pesca profissional em rios e bacias específicas ou de determinadas espécies. A legislação atual proíbe a atividade nos lugares e épocas interditados; em locais onde o exercício da pesca cause embaraço à navegação; com dinamite e outros explosivos comuns ou com substâncias que, em contato com a água, possam agir de forma explosiva; com substâncias tóxicas; e a menos de 500 metros das saídas de esgotos.

Tramitação
O projeto ainda passará pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovado por alguma delas, seguirá para o Plenário.

Íntegra da proposta:
- PL-3048/2008

Reportagem - Adriana Resende
Edição - Francisco Brandão
Colaboração - Vicente Melo

Agência Câmara
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