2
Julho
2008

Pressão Atmosférica0


Podemos definir a pressão atmosférica como a força exercida pela atmosfera sobre a superfície considerada.

Como exemplo, apesar de não nos apercebermos disso, o corpo humano suporta em média (ao nível do mar) uma força resultante da pressão exercida (nos vários sentidos) de cerca de 15 toneladas.

Esses dias temos trocado mensagens sobre a pressão atmosférica e sua influência na pescaria. Concordamos todos com o fato sobejamente sabido de que não são os valores da pressão que prejudicam a pescaria e sim a mudança brusca para esses valores, não importando se para baixo ou para cima do valor normal de 1013,3mb ou HPa.

Particularmente prefiro pressões entre 1016 e 1020mb, desde que estáveis por no mínimo 24 horas.
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27
Junho
2008

Discussão para regulamentar lei de iscas vivas envolve novos atores0


A regulamentação da lei sobre iscas vivas no Mato Grosso do Sul teve uma nova rodada de discussões nesta quinta-feira, dia 26 de junho, em Corumbá. Desta vez, pescadores de iscas também participaram do 1º Seminário para subsidiar o processo de normatização e certificação de iscas vivas no Pantanal/MS, na UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul).

Este evento foi a continuação de uma reunião técnica realizada no dia 29 de maio na Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

De acordo com a pesquisadora Emiko Resende, da Embrapa Pantanal, para a próxima reunião serão convidados os formuladores da lei, representantes da Polícia Ambiental e da Superintendência do Meio Ambiente e Recursos Hídricos no Mato Grosso do Sul.

Ela disse que na reunião foram abordadas alternativas para a normatização e melhores práticas de manejo. “Há consenso que, para a normatização, é preciso a participação dos isqueiros”, afirmou.

Da Embrapa Pantanal participaram também os pesquisadores Agostinho Catella, Débora Marques e Flávio Nascimento. A discussão envolveu ainda a Ecoa – Ecologia e Ação, Seap/PR, Imasul, Ibama, UFMS, Associação de Moradores do Porto da Manga e Associação de Pescadores Artesanais de Iscas de Miranda.

Fonte = por e-mail
Ana Maio
Jornalista - Mtb 21.928
Área de Comunicação e Negócios-ACN
Embrapa Pantanal
Corumbá (MS)
(67) 3233-2430 ramal 235

27
Junho
2008

Meio Ambiente mantém pesca profissional em rios pequenos0


A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável rejeitou na quarta-feira (18) o Projeto de Lei 3048/08, do deputado Sandes Júnior (PP-GO), que proíbe a pesca profissional nos cursos de água com menos de 50 metros de largura. A votação seguiu o parecer do relator, deputado Marcos Montes (DEM-MG). Ele ponderou que a medida dificilmente será efetiva se os órgãos ambientais não melhorarem a sua capacidade de fiscalização.

O relator reconheceu que a proposta visa a ampliar a proteção do potencial pesqueiro nos rios. “Não só a pesca industrial, mas também a de pequena escala ameaça a biodiversidade“, afirmou.

No entanto, o parlamentar não considera que criar instrumentos de controle seja uma solução. Ele lembrou que já há leis para coibir essas ações, apesar da falta de estrutura para a fiscalização. “A ineficiência da gestão não está na carência de normas legais, mas na falta de estrutura para fiscalizar e orientar os pescadores“, lamentou.

Normas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já proíbem a pesca profissional em rios e bacias específicas ou de determinadas espécies. A legislação atual proíbe a atividade nos lugares e épocas interditados; em locais onde o exercício da pesca cause embaraço à navegação; com dinamite e outros explosivos comuns ou com substâncias que, em contato com a água, possam agir de forma explosiva; com substâncias tóxicas; e a menos de 500 metros das saídas de esgotos.

Tramitação
O projeto ainda passará pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovado por alguma delas, seguirá para o Plenário.

Íntegra da proposta:
- PL-3048/2008

Reportagem - Adriana Resende
Edição - Francisco Brandão
Colaboração - Vicente Melo

Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br

24
Junho
2008

Plano Safra incluirá R$ 1 bilhão em financiamentos para pescadores industriais0


Os pescadores industriais terão uma linha especial de crédito no próximo Plano Safra, que será lançado no início de julho. O secretário especial de Pesca e Aqüicultura, Altemir Gregolin, confirmou a liberação dos recursos para os financiamentos após reunir-se hoje (24) com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy.

Segundo Gregolin, o governo destinará a essa linha de crédito cerca de R$ 1 bilhão do Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais (Moderagro). Ao todo serão beneficiadas até 5 mil grandes embarcações, com limite de R$ 200 mil por operação e juros de 6,75% ao ano.

Até agora, o Moderagro atendia apenas à agricultura. De acordo com Gregolin, o financiamento tem como objetivo atender aos pescadores de maior porte, com embarcações de pelo menos 15 metros de comprimento. “O governo oferece diversos tipos de financiamento, que estão sendo complementados por essa linha de crédito específica para os pescadores industriais”, disse o secretário.

Para os pescadores artesanais, Gregolin confirmou que o Plano Safra destinará R$ 500 milhões em financiamentos, mesmo volume dos últimos anos. Os recursos virão do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e deverão beneficiar 600 mil pescadores e 150 mil aqüicultores (produtores de peixes em cativeiro) com renda de até R$ 36 mil por safra.

Nossa expectativa é que a adesão ao Pronaf siga os padrões dos últimos anos e a linha de crédito seja toda comercializada”, ressaltou o secretário.

O orçamento próprio da Secretaria Especial de Pesca para este ano, informou Gregolin, é de R$ 270 milhões, destinados a investimentos em terminais pesqueiros, unidades de beneficiamento e no apoio à comercialização do pescado. Com os programas operados por outros ministérios e órgãos do governo, no entanto, o secretário estimou que o orçamento total para o setor chegue a R$ 1,5 bilhão neste ano.

Fonte = Agência Brasil

22
Junho
2008

PARATUR em prol de sítio pesqueiro turístico0


A Companhia Paraense de Turismo (Paratur) promove trabalho de conservação ambiental e desenvolvimento sócio-econômico, por meio do Turismo de Pesca Esportiva, no Sítio Pesqueiro Foz do Rio Jamanxim, na cidade de Itaituba. No dia 10, a Paratur e a prefeitura do município assinaram convênio no valor de R$ 150 mil para estruturação e implementação do sítio pesqueiro.

Segundo a turismóloga da Companhia, Adriana Maués, o trabalho tem como área de abrangência o rio Tapajós, nas proximidades da foz do Rio Jamanxim, onde se encontra o sítio pesqueiro. “Devido ao alto potencial piscoso, vamos capacitar as comunidades da área para receber o turista de pesca, da modalidade amadora ‘Pesque e Solte’. Evitando assim desmatamento, matança de animais, a pesca comercial e exploratória. É um trabalho para geração de emprego e renda, e proteção da fauna e flora local”, explica.

Adriana Maués destaca como principais objetivos do projeto a sensibilização e capacitação das comunidades locais para as questões ambientais, instalação de infra-estrutura de receptivo turístico e de fiscalização ambiental, dotar as comunidades de equipamentos para a atividade turística, realizar estudo de prospecção pesqueira, elaborar a roteirização turística do município, elaborar o Plano de Gestão do Sítio de Pesca Esportiva, incentivar a integração do poder público, da iniciativa privada e comunidades, a criação de um acordo de pesca nas comunidades, além da elaboração de estratégias de divulgação e comercialização dos sítios pesqueiros.

Fonte = Brasilturis