18
agosto
2008
Ingredientes:
* 8 filés de tilápia;
* Suco de 2 limões;
* Salsa em ramos;
* 3 colheres de água;
* 3 colheres de azeite de oliva;
* 250g de farinha de trigo;
* 250g farinha de rosca;
* 2 ovos batidos;
* 6 tomates sem pele e sem semente;
* 2 colheres de manteiga ou margarina;
* 1 cebola média picada;
* 2 dentes de alho picados;
* 1 colher de sopa de mostarda;
* 1 colher de sopa de catchup;
* Sal à gosto
Preparo:
Misture o suco de limão, a água, o azeite e a salsa e deixe os filés de molho por aproximadamente 45min. Após o tempo de espera, frite os filés passando na farinha de trigo, nos ovos batidos e depois na farinha de rosca.
Molho:
Doure a cebola e o alho na manteiga, acrescente os demais ingredientes do molho e deixe apurar em fogo baixo. Após o molho pronto, arrume os filés em uma travessa e cubra-os com uma camada de muzzarela. Cubra com o molho e queijo parmesão. Leve ao forno até derreter o queijo e sirva. Como acompanhamento sirva arroz branco e batatas fritas.
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13
agosto
2008
Manaus - O governo do Amazonas e o Banco Mundial firmaram um acordo de financiamento para garantir a realização do projeto de desenvolvimento da região do Alto Solimões. Os recursos totalizam US$ 35 milhões e serão aplicados nos próximos quatro anos em obras de saneamento, desenvolvimento sustentável e saúde nos nove municípios da região. Juntas, essas cidades ocupam 213 mil quilômetros quadrados, com uma população próxima de 230 mil habitantes, vivendo nas áreas urbana e rural e em quase 150 aldeias indígenas.
O acordo, firmado ontem (12) em Tabatinga, é resultado de quatro anos de negociações, consultas e estudos de órgãos dos governos federal e do Amazonas, da sociedade civil e do banco. A idéia de investir no Alto Solimões surgiu em 2002, quando uma pesquisa do governo amazonense identificou a área como a região com os mais elevados índices de pobreza e de vulnerabilidade a doenças, além de concentrar os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Amazonas.
Apesar desses fatores, a região é rica em recursos naturais, abriga grandes áreas de floresta preservada e vasta diversidade de peixes. O Alto Solimões é considerado estratégico pelo governo federal por estar localizado na tríplice fronteira - Brasil, Colômbia e Peru.
Segundo o secretário de Produção Rural do Amazonas, Eron Bezerra, o desenvolvimento da região permitirá, por exemplo, o fim do comércio ilegal de peixes, entre Tabatinga e Colômbia. O secretário antecipa que uma das medidas para desenvolver a região será a implantação de um sistema pesqueiro que organize a atividade no local. De acordo com ele, porém, não é possível saber a quantidade exata de peixe contrabandeado.
“É difícil precisar isso. Ainda assim, pelo que estamos observando, das 130 toneladas de peixe pescadas por mês, cerca de 100 [toneladas] são contrabandeadas“.
Um engenheiro da Sepror já está em Tabatinga para identificar os problemas relacionados à atividade pesqueira e para treinar os profissionais que irão atuar na região. Na região o contrabando de peixes para a Colômbia é aberto.
“É preciso criar as oportunidades para que o pescador brasileiro possa trabalhar de forma regular. A idéia é que a região tenha um conselho gestor da atividade pesqueira que seja formado por associações e conselhos de pesca locais, com apoio técnico da Sepror e da prefeitura”, acrescenta Bezerra.
Amanda Mota
Repórter da Agência Brasil
Posted: Geral, Meio Ambiente
12
agosto
2008
Ingredientes
- Um quilo de batata doce
- Um copo de açúcar refinado
- ½ quilo de milharina
- ½ quilo de farinha de mandioca crua
- 300 gramas de missô
Preparo:
Descascar as batatas, cozinhar na panela de pressão, esfriar e espremer “no espremedor de batatas”, misturar a batata com a milharina, mais farinha de mandioca e amassar bem, vai ficar uma bola dura. Colocar o açúcar mais o missô. Amassar bem aí vai dar liga e chegar no ponto de uso.
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Posted: Dicas, Geral, Massas para pesca
10
agosto
2008
A Associação do Desenvolvimento do Turismo de Eventos (ADTUR), confirmou para 18 e 19 de outubro a quarta edição do Festival de Pesca Esportiva de Lucas do Rio Verde (Festlucas). Inicialmente marcado para mês passado, acabou adiado devido ao pequeno número de equipes inscritas e pelas dificuldades encontradas por organizadores em divulgar o evento, geradas pelas restrições eleitorais.
Realizada no Rio Verde desde 2005, a competição atrai amantes dessa prática de vários pontos do Estado e desde 2006 se firmou como uma das etapas do campeonato de pesca esportiva de Mato Grosso, um dos mais importantes da modalidade em todo o país quer pela quantidade e variedade de peixes, quer pela beleza dos rios e de outros encantos da natureza.
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Posted: Campeonatos, Geral
5
agosto
2008
Uma pesquisa desenvolvida nos laboratórios da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP demonstra novas possibilidades de inclusão do pescado na dieta do brasileiro. A partir do peixe desidratado, os cientistas produziram sopa e biscoito de pescado que foram testados e aprovados num estudo que avaliou a aceitabilidade e os valores nutricionais dos produtos. A sopa de peixe teve 79% de aceitação entre 100 crianças, de 4 a 7 anos, de creches da Baixada Santista. Já o biscoito foi testado nos laboratórios do Instituto de Pesca em Santos por 40 adultos, obtendo boa aceitação.
“Um dos principais objetivos de nosso projeto é incluir o peixe no dia-a-dia da população, quem sabe na merenda escolar”, afirma a bióloga e pesquisadora científica Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva, que desenvolveu os produtos em sua tese de doutorado apresentada na FSP.
De acordo com a pesquisadora, uma das principais dificuldades de inserção do pescado na alimentação cotidiana é o que ela chama “inadequação da rede de frio”. Na cadeia de produção desses produtos existe a necessidade de conservação a baixas temperaturas. “Sabemos das dificuldades de escolas e asilos por não possuírem, em sua maioria, freezers. No caso dos peixes não basta uma geladeira”, explica Cristiane. O preço do pescado e seu baixo rendimento também acabam sendo outros empecilhos. “Em geral, as melhores espécies são caras e há muito poucas sem espinhos”, descreve a bióloga.
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