- domingo, 18 janeiro, 2009, 10:59
- Histórias
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Acredito que o texto, abaixo, vem de encontro as noticias sobre o período da piracema, muitas noticias sobre apreensão de material de pesca ilegal, pesca predatória, peixes mortos.
A fiscalização e vigilância esse ano estão mais rigorosas, ate na parte preventiva evitando a matança de peixes, tanto pela parte das autoridades competentes como pelos próprios pescadores profissionais.
Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que ...
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- quarta-feira, 23 julho, 2008, 20:40
- Economia, Histórias, Legislação, Meio Ambiente
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Apesar de proibida, a pesca com redes e compressores continua intensa nos mares cearenses
Pesca da lagosta é permitida apenas com os manzuás. Na contramão das exigências ambientais, a pesca predatória da lagosta ainda é uma realidade nos mares do Ceará. De acordo com a Associação dos ...
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- quinta-feira, 13 março, 2008, 21:50
- Geral, Histórias, Meio Ambiente
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WELLINGTON (AFP) — Duas cachalotes, que corriam risco de vida porque não conseguiam se afastar do litoral da Nova Zelândia, foram salvas por um golfinho, que as escoltou até alto-mar, informou nesta quarta-feira um funcionário do serviço de proteção animal.
"Foi a primeira vez que vi algo assim, foi incrível", comentou Malcom Smith.
O golfinho, uma fêmea chamada Moko, conseguiu guiar os mamíferos até a ...
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- domingo, 25 novembro, 2007, 20:07
- Geral, Histórias, Pesca pelo Mundo
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Um concurso nacional no Reino Unido vai escolher a melhor história de pescador enviada para dez centros de vida marinha no país. O prêmio oferecido pela organização Sea Life UK é de 500 libras esterlinas, cerca de R$ 1,8 mil.
Na Cornualha, já estão abertas as inscrições para o concurso local, que oferece um prêmio de 150 libras, ou quase R$ 560, pela história mais insólita. O vencedor ganha o direito de disputar o prêmio nacional.
Há dez anos, o Abrigo Nacional para Focas na cidade de Gweek já organizou um evento semelhante, e o vencedor foi um pescador que disse ter encontrado um falcão peregrino exausto no Mar do Norte.
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- domingo, 2 setembro, 2007, 1:04
- Geral, Histórias, Meio Ambiente
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Ribeirinhos fazem das águas as ruas que permitem escoar a produção e renovar as esperanças de dias melhores
A cada curva do rio uma história de vida, um ritmo próprio que faz dos ribeirinhos pessoas com uma ligação peculiar com a natureza. As águas do rio Tarauacá são as ruas que garantem a sobrevivência do povo, seja para pegar o alimento, o peixe, ou para transportar sua produção agrícola. A margem do rio em frente à cidade que carrega o mesmo nome, eles aportam para mais uma venda, e também deixarem todo o dinheiro que ganham, trocado pelo rancho (alimentos industrializados) que levam para suas casas.
Alguns ribeirinhos vão uma vez por ano à cidade, outros fazem o percurso a cada dois meses, há até quem o faça mensalmente. O trajeto para alguns é de horas, um dia, para outros, cinco a seis dias. Com tanto tempo de viagem a estadia também demora de uma semana há quinze dias. Durante esse tempo eles moram ali, nos barcos, dormindo sobe o balanço das águas.
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