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	<title>Guia da Pesca &#187; Crônicas</title>
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	<description>Sua pescaria começa aqui. [www.guiadapesca.com.br]</description>
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		<title>Mato Grosso sedia o primeiro seminário de turismo tecnológico</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 19:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Feiras / Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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Entre os dias quatro e seis de outubro acontece em Campo Verde, município a 131 quilômetros de Cuiabá, o I Seminário Brasileiro de Turismo Tecnológico. A programação inclui discussões como roteiros integrados, o despertar da agricultura para o turismo e o conceito do turismo tecnológico. Os participantes também terão a oportunidade de ver de perto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--><br />
Entre os dias quatro e seis de outubro acontece em Campo Verde, município a 131 quilômetros de Cuiabá, o I Seminário Brasileiro de Turismo Tecnológico. A programação inclui discussões como roteiros integrados, o despertar da agricultura para o turismo e o conceito do turismo tecnológico. Os participantes também terão a oportunidade de ver de perto os projetos da fazenda Marabá, grupo Bom Futuro e da Água Puríssima que já desenvolvem o turismo tecnológico.</p>
<p>A prefeitura de Campo Verde mostrará também o sucesso da implantação do projeto que servirá de dica para quem pretende desenvolver atividades neste segmento. Há também roteiros opcionais para que os participantes conheçam os pontos turísticos da região. O secretário de Desenvolvimento do Turismo, Pedro Nadaf, destacou que o turismo tecnológico é um novo segmento que surge em Mato Grosso. “<strong><font color="#ff6600">Temos potencial basta concretizar os produtos</font></strong>”, enfatizou<br />
<span id="more-513"></span><br />
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O secretário de Indústria, Comércio e Turismo de Campo Verde, Edmilson Otake acrescentou que Campo Verde recebeu o título de primeiro destino preparado para receber este público que, apesar de ser mais exigente, deixa pelo menos 20% a mais nos destinos que o turista tradicional. “<strong><font color="#ff6600">A nossa expectativa, agora, é ampliar o número de propriedades no roteiro</font></strong>”, disse Otake.</p>
<p>O parque industrial Água Mineral Puríssima é uma das três propriedades do roteiro. Apresenta sistema de captação e engarrafamento de água mineral com alta tecnologia utilizando condutores de aço inox e se abastecendo de insurgência do aqüífero guarani, considerado o maior reservatório de água doce do mundo. A área de produção está aberta para os visitantes que conhecem o sistema de higiene e controle de qualidade. &#8220;<strong><font color="#ff6600">A empresa mantém uma conduta eficiente de relacionamento trabalhista e oferece uma trilha catalogada dentro de reserva ambiental que leva o visitante ao local da fonte de captação. A visita dura em média meio dia</font></strong>&#8220;, explicou a coordenadora de turismo do município, Tatiana Fernandes.</p>
<p>O grupo Bom Futuro também faz parte deste roteiro. Apresenta 41.500 hectares de plantio onde desenvolve culturas de soja, algodão, milho, girassol e feijão. Além disso, também é reconhecida no mercado pelo seu projeto de piscicultura, que confina apenas as matrizes. A propriedade está bem organizada em aglomerados de parque industrial para mostrar aos visitantes os maquinários e meios de produção que o tornaram o Estado um dos maiores produtores de semente em tempo recorde. Nesta propriedade a visita tecnológica é associada com práticas de mergulho de superfície em aquários naturais e pesca esportiva. O tempo da visita varia de acordo com os interesses do visitante e pode ser feita em até dois dias.</p>
<p>Já a fazenda Marabá, tem 30 mil hectares divididos entre o plantio de algodão, soja e a criação de gado confinado. Apresenta sistema organizacional extremamente elaborado atendendo exigências trabalhistas e preservando a integridade da equipe envolvida. Na fazenda Marabá o turista tem a oportunidade de visitar cavernas de arenito, usinas, pomar e trilhas bem elaboradas.</p>
<p>Além de Campo Verde, outros municípios como Rondonópolis (a 212 km da capital), Sinop (500 km de Cuiabá), Água Boa (730 km de Cuiabá), Barra do Garças (509 km de Cuiabá) , Primavera do Leste (231 km de Cuiabá), Lucas do Rio Verde (354 km de Cuiabá) e Sorriso (420 km de Cuiabá) também tem potencial para desenvolver este segmento.</p>
<p>O evento é uma parceria entre o Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Desenvolvimento do Turismo (Sedtur), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), prefeitura de Campo Verde várias outras empresas e entidades.</p>
<p>Mais informações sobre o evento, programação completa e inscrições podem ser feitas no site <a href="www.campoverde.mt.gov.br">www.campoverde.mt.gov.br</a>.</p>
<p>ELAINE PERASSOLI<br />
Imprensa/Sedtur-MT</p>
<p><!--adsense#grafico--></p>
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		<title>Nem tudo na pesca é pescar</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 16:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Incorrem em grande erro todos aqueles que supõem que tudo na pesca é pescar. Este é o corpo da arte, porque a sua alma e o seu espírito está naquilo que o pescador vê e sente no murmúrio das águas; na música dos pássaros; na beleza simples das flores selvagens ; na atmosfera revigorante que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--><br />
Incorrem em grande erro todos aqueles que supõem que tudo na pesca é pescar. Este é o corpo da arte, porque a sua alma e o seu espírito está naquilo que o pescador vê e sente no murmúrio das águas; na música dos pássaros; na beleza simples das flores selvagens ; na atmosfera revigorante que os envolve.</p>
<p>A pesca é tudo isto e, não somente o ato de fisgar o peixe, o que rende à nobre arte uma fonte de constante e sempre crescente prazer.</p>
<p>Para o pescador a medida cheia das suas delícias não depende apenas da sua técnica na pratica desta arte a menos que ele possa, do mesmo modo, apreciar as belezas da natureza e descobrir na mesma a natureza de Deus, e uma correta compreensão do seu refinamento e possibilidade de elevação.</p>
<p>George Dawson in Pleasures of Angling</p>
<p><!--adsense#grafico--></p>
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		<title>Carta do índio</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 14:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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&#8220;O que ocorrer com a terra, recairá sobre os filhos da terra. Há uma ligação em tudo&#8220;.
No ano de 1854, o presidente dos Estados Unidos fez a uma tribo indígena a proposta de comprar grande parte de suas terras, oferecendo, em contrapartida, a concessão de uma outra &#8220;reserva&#8221;. O texto da resposta do Chefe Seatle, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--><br />
&#8220;<strong><font color="#ff6600">O que ocorrer com a terra, recairá sobre os filhos da terra. Há uma ligação em tudo</font></strong>&#8220;.</p>
<p>No ano de 1854, o presidente dos Estados Unidos fez a uma tribo indígena a proposta de comprar grande parte de suas terras, oferecendo, em contrapartida, a concessão de uma outra &#8220;reserva&#8221;. <strong><font color="#ff6600">O texto da resposta do Chefe Seatle, distribuído pela ONU (Programa para o Meio Ambiente) e aqui publicado na íntegra, tem sido considerado, através dos tempos, um dos mais belos e profundos pronunciamentos já feitos a respeito da defesa do meio ambiente</font></strong>.</p>
<p>&#8220;Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los?</p>
<p>Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.<br />
<span id="more-467"></span><br />
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Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro, e o homem &#8211; todos pertencem à mesma família.</p>
<p>Portanto, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós. O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra. Mas isso não será fácil. Esta terra é sagrada para nós.</p>
<p>Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar as suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz de meus ancestrais.</p>
<p>Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.</p>
<p>Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa. A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou enfeites coloridos. Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.</p>
<p>Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.</p>
<p>Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou bater das asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreendo. O ruído parece somente insultar os ouvidos. E o que resta da vida se um homem não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa, à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo. O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros.</p>
<p>O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro &#8211; o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém. O vento que deu a nosso avô seu primeiro inspirar também recebe seu último suspiro. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados.</p>
<p>Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos.</p>
<p>Sou um selvagem e não compreendo qualquer outra forma de agir. Vi um milhar de búfalos apodrecendo na planície, abandonados pelo homem branco que os alvejou de um trem ao passar. Eu sou um selvagem e não compreendo como é que o fumegante cavalo de ferro pode ser mais importante que o búfalo, que sacrificamos somente para permanecer vivos.</p>
<p>O que é o homem sem os animais? Se todos os animais se fossem o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.</p>
<p>Vocês devem ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem as suas crianças o que ensinamos as nossas que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.</p>
<p>Isto sabemos: a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra. Isto sabemos: todos as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.</p>
<p>O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.</p>
<p>Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos &#8211; e o homem branco poderá vir a descobrir um dia: o nosso Deus é o mesmo Deus. Vocês podem pensar que O possuem, como desejam possuir nossa terra; mas não é possível. Ele é o Deus do homem, e Sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. A terra lhe é preciosa, e feri-la é desprezar seu criador. Os brancos também passarão; talvez mais cedo que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.</p>
<p>Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios sejam todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnados do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruída por fios que falam. Onde está o arvoredo? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. É o final da vida e o início da sobrevivência. &#8221;</p>
<p><!--adsense#grafico--></p>
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		<title>O tempo que passamos em uma pescaria é precioso.</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 11:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
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Já tinha iniciado a pescar com meu pai, com varinhas de bambu, mas considero o meu inicio quando aos 10 anos de idade ganhei de presente uma vara de fibra de vidro e um molinete. Eu não recordo qual a marca do molinete, pois não o tenho mais, a vara ainda esta comigo. E tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--><br />
Já tinha iniciado a pescar com meu pai, com varinhas de bambu, mas considero o meu inicio quando aos 10 anos de idade ganhei de presente uma vara de fibra de vidro e um molinete. Eu não recordo qual a marca do molinete, pois não o tenho mais, a vara ainda esta comigo. E tem seu lugar de destaque no porta varas,  bem, como a que meu pai usava. Não importa a marca e nem seu estado, pois, eu considero as melhores do mundo.</p>
<p>Com meu pai aprendi a dar os primeiros nós, para prender o anzol a linha, aprendi também a observar a natureza e a desfrutar aqueles momentos na beira de um rio, praia, mar, represa ou lago. Fizemos muitas pescarias juntos.<br />
<span id="more-275"></span><br />
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Durante todos esses anos de pescaria, acredito que peguei mais arvores, enroscos, pedras e perdi mais iscas do que peguei peixes. Entretanto eu não trocaria por qualquer coisa do mundo esse tempo que passei pescando. Esses anos foram bons, pescar, acampar e o ar livre, me deixaram com memórias boas da época.</p>
<p>Outras coisas que meu pai ensinou e pratico ate hoje :</p>
<p>Não cortar a linha de pesca com os dentes, uma hora ou outra você ira lascar um;</p>
<p>Não testar se um anzol esta bom, espetando seu dedo;</p>
<p>Não fisgar o peixe, antes de sentir seu peso;</p>
<p>Pescar significa compartilhar do tempo com os amigos ou a família. Não significa pegar peixes;.</p>
<p>Evitar a ferrugem dos anzóis, mantendo-os em recipiente plástico e com talco;.</p>
<p>Ir pescar com uma atitude positiva;</p>
<p>Não importa se você pegar peixes tanto que você aprecie o dia;</p>
<p>Sua atitude mental é mais importante do que sua pescaria;.</p>
<p>Não matar qualquer coisa que você não comerá.</p>
<p>Tentar compartilhar sempre o dia com um amigo ou vários , porque é mais divertido.</p>
<p>Existe alguém que você deva fazer um exame e passar mais tempo junto e lhe dar futuras memórias dos tempos que passaram juntos?</p>
<p>Tanesi</p>
<p><center><!--adsense#grafico--></center></p>
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		<title>O MALA</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jul 2007 16:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>

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Acreditamos que muitos pescadores, já tiveram a desagradável oportunidade de convidar um conhecido para uma pescaria, sem conhecer os verdadeiros dotes desta pessoa como pescador. Um amigo nosso sempre diz: Quer realmente conhecer uma pessoa, leve-a para uma pescaria e você conseguirá saber quem realmente ele é.
Quem é o MALA ???


Geralmente não possui barco e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--><br />
Acreditamos que muitos pescadores, já tiveram a desagradável oportunidade de convidar um conhecido para uma pescaria, sem conhecer os verdadeiros dotes desta pessoa como pescador. Um amigo nosso sempre diz: <strong><font color="#ff6600">Quer realmente conhecer uma pessoa, leve-a para uma pescaria e você conseguirá saber quem realmente ele é</font></strong>.<br />
Quem é o <strong><font color="#ff6600">MALA</font></strong> ???<br />
<span id="more-218"></span><br />
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Geralmente não possui barco e muitas vezes não tem carro.<br />
Não tem material de pesca, e se tem não o leva.<br />
Na hora de pagar as despesas, sempre afirma: esqueci o dinheiro e o talão de cheques em casa!<br />
Nunca leva lanche, nem bebidas, e na hora de lanchar, sempre come a maior quantidade de sanduíches e toma a maior quantidade de cervejas ou refrigerantes.<br />
Não sabe nada de pesca, e se diz o melhor pescador do mundo.<br />
Quando vai arremessar, quase vira o barco, e se não nos abaixamos corremos o risco de levar uma chumbada na cabeça, ou ficarmos com anzóis ou iscas artificiais cravados no corpo.<br />
Quando manuseia o material de pesca no barco, faz tanto barulho, que num raio de dois quilômetros qualquer ser vivo escuta.<br />
Ao fisgar um peixe, a sua &#8220;chasqueada&#8221; (fisgada) é tão forte, que quase vira de ponta cabeça no barco.<br />
Fala alto e não deixa ninguém falar. Ele é o &#8220;bom da boca&#8221;, e sabe tudo, os melhores pesqueiros, a melhor maré, a hora do peixe, a melhor isca, etc&#8230;<br />
Quando soltamos ou recolhemos o barco da água, sai de fininho, ou diz que vai no mato fazer necessidades, ou afirma que não pode fazer força por algum motivo.<br />
Entra no barco com os sapatos sujos de barro e ainda limpa-os no estrado.<br />
Na viagem de retorno da pescaria, dorme e baba no estofamento do carro, sem contar os gazes que solta e ainda põe a culpa nos nossos sanduíches.<br />
No retorno da pescaria, separa a maior quantidade e os maiores peixes, reclama que vai Ter que limpá-los. Bate em nossas costas, agradece e pergunta: &#8220;Quando iremos pescar de novo compadre?&#8221;<br />
Após a pescaria, comenta com conhecidos, que nos levou para pescar, nos ensinou e ainda por cima pegou o maior peixe e a maior quantidade.<br />
Este é o perfil do companheiro conhecido como &#8220;<strong><font color="#ff6600">O Mala</font></strong>&#8220;, que você um dia poderá Ter o desprazer de levar a uma pescaria, se é que já não levou!!!!!</p>
<p>Fonte = E-mail ( desconheço o autor)<br />
<center><!--adsense#grafico--></center></p>
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		<title>O Palestrante</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jul 2007 03:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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Senhoras e senhores pescadores!
Tenho o grato prazer de apresentar-lhes o “Mala” nossa mais recente descoberta no terreno da pesca esportiva nacional e internacional.
A palestra que ele agora proferirá narrará sua mais recente pescaria nas águas do nosso litoral norte quando capturou e NÃO SOLTOU mais de 800 peças, onde predominavam os Marlins e Sailfishs. Sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense#post--></p>
<p><img src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2007/07/palestrante.jpg" alt="palestrante.jpg" align="left" /><br />
<strong><font color="#ff6600">Senhoras e senhores pescadores!</font></strong><br />
Tenho o grato prazer de apresentar-lhes o “<strong><font color="#ff6600">Mala</font></strong>” nossa mais recente descoberta no terreno da pesca esportiva nacional e internacional.<br />
A palestra que ele agora proferirá narrará sua mais recente pescaria nas águas do nosso litoral norte quando capturou e<strong><font color="#ff6600"> NÃO SOLTOU </font></strong>mais de 800 peças, onde predominavam os Marlins e Sailfishs. Sem desprezar as centenas de Papa-Terras, Anchovas e Robalos, pescados na mesma ocasião.<br />
Especialista nos mais variados tipos de material e técnicas, dominando desde o Fly às possantes carretilhas de oceano, prefere, no entanto a singeleza da linha de mão, usando sempre material leve da classe 200 libras (Sempre dotados de possantes giradores e grampos e bóias).<br />
<span id="more-213"></span><br />
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Onde sua técnica apurada permite que várias linhadas sejam lançadas ao mesmo tempo, numa espécie de clímax total manifestante e num verdadeiro êxtase quando se mesclam sinteticamente a ingenuidade do caiçara e o desespero latente telúrico do pescador avançado com suas técnicas apuradas.</p>
<p>Narrando sem ser narrativo, cansativo ou anedótico, explicando sem explicar por meio de palavras simples e contrastantes onde imperam as alocuções colocadas entre substanciais pausas, este verdadeiro adepto do corrico aéreo e da pesca no primeiro canal poderá solucionar também nossas mais inusitadas dúvidas no tocante  à elaboração e montagem do nosso equipamento e da pesca comercial predatória de espécies protegidas ou abaixo das medidas mínimas.</p>
<p>O companheiro<strong><font color="#ff6600">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; </font></strong>dedica-se à pesca de praia desde anteontem, quando abandonou seu emprego no <strong><font color="#ff6600">IBAMA</font></strong>, sem entender porque o Brasil permite a pesca com redes em águas interiores ou na proximidade das nossas praias, de pesqueiros com suas grandes redes o que ele classifica de concorrência desleal.</p>
<p><strong><font color="#ff6600"> Nota: Preencha os pontinhos com o nome que achar conveniente e concorra a um conjunto de Fly para a pesca de peixes voadores. Não vale o meu!</font></strong></p>
<p>A.C.Cravo</p>
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