13
Março
2008

Golfinho salva duas cachalotes da morte0


WELLINGTON (AFP) — Duas cachalotes, que corriam risco de vida porque não conseguiam se afastar do litoral da Nova Zelândia, foram salvas por um golfinho, que as escoltou até alto-mar, informou nesta quarta-feira um funcionário do serviço de proteção animal.

Foi a primeira vez que vi algo assim, foi incrível“, comentou Malcom Smith.

O golfinho, uma fêmea chamada Moko, conseguiu guiar os mamíferos até a altura da praia de Mahia, no litoral oriental da ilha do Norte.

Avisado por um habitante sobre a presença das cachalotes, desorientadas por um banco de areia que as impedia de se afastar do litoral, Malcom Smith tentou guiá-los, mas em vão.

Elas estavam muito cansadas e eu estava a ponto de desistir, achando que tinha feito tudo que podia“, contou, explicando que, na maioria dos casos, os mamíferos, esgotados, se matam para não sofrer mais.

Mas foi aí que entrou em ação a golfinho Moko.

As cachalotes estabeleceram contato com o golfinho e ele os guiou em paralelo à praia, ao longo de 200 metros até a ponta do banco de areia. Depois, passou por um canal estreito e os escoltou até o mar“, continuou Smith.

Pouco depois, Moko voltou para a praia de Mahia, onde vive há um ano e é conhecida por suas brincadeiras aquáticas como se deixar acariciar e empurrar os caiaques.

25
Novembro
2007

Reino Unido leva história de pescador a sério e ainda paga R$ 1,8 mil0


Um concurso nacional no Reino Unido vai escolher a melhor história de pescador enviada para dez centros de vida marinha no país. O prêmio oferecido pela organização Sea Life UK é de 500 libras esterlinas, cerca de R$ 1,8 mil.

Na Cornualha, já estão abertas as inscrições para o concurso local, que oferece um prêmio de 150 libras, ou quase R$ 560, pela história mais insólita. O vencedor ganha o direito de disputar o prêmio nacional.

Há dez anos, o Abrigo Nacional para Focas na cidade de Gweek já organizou um evento semelhante, e o vencedor foi um pescador que disse ter encontrado um falcão peregrino exausto no Mar do Norte.
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2
Setembro
2007

Tarauacá: rusticidade e beleza amazônica nas curvas do rio0


Ribeirinhos fazem das águas as ruas que permitem escoar a produção e renovar as esperanças de dias melhores

A cada curva do rio uma história de vida, um ritmo próprio que faz dos ribeirinhos pessoas com uma ligação peculiar com a natureza. As águas do rio Tarauacá são as ruas que garantem a sobrevivência do povo, seja para pegar o alimento, o peixe, ou para transportar sua produção agrícola. A margem do rio em frente à cidade que carrega o mesmo nome, eles aportam para mais uma venda, e também deixarem todo o dinheiro que ganham, trocado pelo rancho (alimentos industrializados) que levam para suas casas.

Alguns ribeirinhos vão uma vez por ano à cidade, outros fazem o percurso a cada dois meses, há até quem o faça mensalmente. O trajeto para alguns é de horas, um dia, para outros, cinco a seis dias. Com tanto tempo de viagem a estadia também demora de uma semana há quinze dias. Durante esse tempo eles moram ali, nos barcos, dormindo sobe o balanço das águas.
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27
Agosto
2007

Carta do índio0


O que ocorrer com a terra, recairá sobre os filhos da terra. Há uma ligação em tudo“.

No ano de 1854, o presidente dos Estados Unidos fez a uma tribo indígena a proposta de comprar grande parte de suas terras, oferecendo, em contrapartida, a concessão de uma outra “reserva”. O texto da resposta do Chefe Seatle, distribuído pela ONU (Programa para o Meio Ambiente) e aqui publicado na íntegra, tem sido considerado, através dos tempos, um dos mais belos e profundos pronunciamentos já feitos a respeito da defesa do meio ambiente.

“Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los?

Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.
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25
Abril
2007

O rei das trutas iwana0


Numa das montanhas de Aizu, existe um pequeno rio de águas transparentes onde ainda hoje podemos apreciar trutas iwana nadando rapidamente, entre pedras e corredeiras características de rios montanhosos. Há muitos e muitos anos, vários lenhadores viviam na região. Certo dia de verão, quatro lenhadores cortavam árvores perto do riacho e resolveram descansar em suas margens, esfriando os pés nas águas geladas. Vendo que havia várias trutas iwana subindo o rio, os lenhadores resolveram apanhar algumas com as mãos. Os quatro homens entraram no riacho e começaram a cercar alguns peixes que procuravam se esconder entre as pedras.
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