- sábado, 12 abril, 2008, 23:05
- Dicas, Geral
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Repelente;
Protetor solar;
Boné ou chapéu;
Capa de chuva;
Óculos escuros;
Agasalho; (existem ótimas capas de chuva que substituem o agasalho)
Colete de pesca;
Roupas leves;
Licença de pesca;
Água mineral;
Faca ou canivete;
Caixa de pesca;
Binóculos;
Máquina fotográfica ou filmadora;
Caixa de primeiros socorros;
Lanterna.
E o mais importante : Equipamento de pesca.
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Tive o prazer de conhecer o Capitão Júlio Maciel, proprietário da Lancha Ceminha, que organiza ótimas saídas para pesca em alto mar ( oceânica ) na Bahia.
Acredito que o litoral baiano, atualmente, é um dos que apresentam maior piscosidade no país. Os mares azuis do estado contam com uma extraordinária biodiversidade, com grande ocorrência dos chamados “peixes valentes” ; aqueles que proporcionam mais trabalho ...
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- quinta-feira, 4 outubro, 2007, 11:08
- Dicas, Economia, Meio Ambiente
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O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) vai implantar a primeira reserva de fauna do País. A reserva ficará na Baía da Babitonga, em São Francisco do Sul, no litoral de Santa Catarina. A região possui um dos ecossistemas mais produtivos e ameaçados do mundo. A oitava e última consulta pública para a definição da reserva aconteceu no dia 2 de outubro, no Cine Teatro X de Novembro, no Centro Histórico de São Francisco do Sul.
A Baía da Babitonga tem 6.200 hectares de manguezais que servem de habitat exclusivo para o caranguejo-uçá (Ucides cordatus), espécie muito comercializada na região. No local, vivem ainda espécies ameaçadas de extinção, como o boto cinza (Sotalia guianensis), a toninha (Pontoporia blainvillei) e o mero (Epinephelus itajara), tipo de peixe cuja pesca já atinge níveis de saturação.
Além de proteger a fauna, a criação da reserva permitirá a realização de pesquisas que subsidiem a gestão da pesca do robalo (Centropomus spp.), bem como das atividades de maricultura (cultivo de mexilhão e ostras), realizada na Baía da Babitonga.
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- domingo, 19 agosto, 2007, 22:22
- Dicas, Fabricantes, Geral, Varas de Pesca
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Existe uma infinita variedade de varas à venda nas lojas especializadas que vão desde a tradicional vara de bambu até as produzidas a partir de fibras e mistura de fibras como as de carbono e grafite e outros materiais, como o kevlar, por exemplo, e estão cada dia mais leves e resistentes.
A não ser pelo seu baixo custo, varas de bambu não trazem qualquer benefício para o pescador e arremessos na beira da praia (surfcasting), portanto somente iremos discorrer sobre as varas produzidas a partir de fibras sintéticas.
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- quarta-feira, 1 agosto, 2007, 14:51
- Dicas, Geral, Meio Ambiente, Pesca pelo Mundo
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Com a reabertura da pesca após o período de defeso, é oportuno tecer algumas considerações sobre os fenômenos biológicos e culturais relacionados à pesca de anzol, haja vista que este é o único aparelho de captura permitido atualmente no Pantanal para a pesca profissional-artesanal, amadora e de subsistência. Aos pescadores profissionais é ainda facultado utilizar uma pequena tarrafa para a captura de iscas.
Os aparelhos de pesca geralmente são classificados em duas categorias: aparelhos passivos, que são fixos ou estacionários, tais como anzol, espinhel, rede de emalhar e armadilha, e aparelhos ativos, que são móveis como as redes de deriva (rede de lance) e de arrasto e tarrafas. A captura com os aparelhos passivos depende do comportamento ativo dos peixes em relação ao aparelho, o que, no caso do anzol, é induzido e reforçado pelos odores desprendidos pela isca. Ao contrário, nos aparelhos ativos, os peixes são capturados pelo movimento do aparelho, praticamente à revelia de seu comportamento. Assim, o rendimento da pesca de anzol depende da interação entre :
(I) a disponibilidade de peixes no ambiente,
(II) a vulnerabilidade dos peixes à pesca e
(III) ao conjunto de decisões dos pescadores.
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