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	<title>Guia da Pesca &#187; Dicas</title>
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	<description>Sua pescaria começa aqui. [www.guiadapesca.com.br]</description>
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		<title>Calendário de Pesca 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 15:31:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário Lunar]]></category>
		<category><![CDATA[Fases da Lua]]></category>

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		<description><![CDATA[A lua e sua Pescaria
Muito se fala sobre a influência da lua e das marés na produtividade da prática da pesca. São realmente fortes influências, que tentaremos explicar com simplicidade e clareza para aqueles que não sabem como estes elementos interferem na pesca. São conhecimentos imprescindíveis para qualquer pescador esportivo.
A interferência da lua nas marés
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>A lua e sua Pescaria</h2>
<p>Muito se fala sobre a influência da lua e das marés na produtividade da prática da pesca. São realmente fortes influências, que tentaremos explicar com simplicidade e clareza para aqueles que não sabem como estes elementos interferem na pesca. São conhecimentos imprescindíveis para qualquer pescador esportivo.</p>
<h2>A interferência da lua nas marés</h2>
<p>O movimento da marés tem causa nas atrações gravitacionais existentes entre a Terra, a Lua e o Sol. O posicionamento da Lua e do Sol em relação à Terra determinam como se comportam os níveis do mar, e conseqüentemente dos rios e canais litorâneos. Por isso, temos as marés grandes e pequenas, ou comumente chamadas de marés vivas e mortas.</p>
<h2>Em qual lua eu vou pescar?</h2>
<p>Afirmar categoricamente qual melhor maré ou lua para se praticar a pesca é algo impossível. Entretanto, é fato que nas chamadas marés pequenas mortas, que acontecem quando a Lua está em fase minguante ou crescente, a correnteza é menor, facilitando o posicionamento das iscas onde se deseja. Outro fato, é que nestas marés, os peixes terão uma área menor a circular na sua busca por alimentação, já que teremos um considerável volume água a menos nas áreas de pesca. Em verdade, seguindo estas considerações, podemos dizer que nas luas de quarto, ou nas marés mortas, a produtividade da pesca tende a aumentar. Mas não podemos esquecer que as variantes existentes em função dos lugares, das espécies de peixes, entre outras, podem modificar esta colocação e, por isso mesmo, nunca devemos desprezar a análise de conhecedores da região onde se pretende pescar.<br />
Em outras palavras, se quiser fazer um estudo antecipado do local de pesca desejado, faça um cruzamento da tábua de maré com o calendário lunar, veja quando ocorrerão as marés mortas, mas não esqueça de consultar um pescador nativo da região. Existem peixes que costumam ser mais encontrados em marés vivas, dependendo do local</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/calendario-pesca-2010.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3925" title="Calendário de pesca 2010" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2010/01/calendario-pesca-2010.jpg" alt="" width="563" height="987" /></a></p>
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		<title>Massas de pesca para todos os peixes</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/dicas/massas_para_pesca/massas-de-pesca-para-todos-os-peixes/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 09:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Massas para pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Massa Pesca]]></category>

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		<description><![CDATA[São receitas testadas, mas todos os pescadores têm seu toque pessoal, modificá-las para melhor, colocar ou substituir um ingrediente, fazendo testes práticos é muito bom, o importante que no final a receita funcione e que se fisgue muitos peixes.
Para atrair os peixes no local onde estiver pescando, é necessário fazer uma ceva com a própria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São receitas testadas, mas todos os pescadores têm seu toque pessoal, modificá-las para melhor, colocar ou substituir um ingrediente, fazendo testes práticos é muito bom, o importante que no final a receita funcione e que se fisgue muitos peixes.</p>
<p>Para atrair os peixes no local onde estiver pescando, é necessário fazer uma ceva com a própria massa, misturada com quirera (milho moído) jogar na água 30 minutos antes de iniciar a captura. Boas pescarias.</p>
<p><strong>Massa de fundo para todos os peixes</strong><br />
- Um quilo de ração de peixe moída;<br />
- 200 g de farinha de mandioca;<br />
- 100 g de farinha de trigo;<br />
- Usar água até dar liga.<br />
Pode adicionar: suco de goiaba ou maracujá, groselha ou queijo ralado.</p>
<p><strong>Massa para pesca de carpas usando Missô</strong><br />
- Um quilo de batata doce;<br />
- Um copo de açúcar refinado;<br />
- ½ quilo de milharina;<br />
- ½ quilo de farinha de mandioca crua;<br />
- 300 g de missô.<br />
Descascar as batatas, cozinhar na panela de pressão, esfriar e espremer &#8220;no espremedor de batatas&#8221;, misturar a batata com a milharina, mais farinha de mandioca e amassar bem, vai ficar uma bola dura. Colocar o açúcar mais o missô. Amassar bem aí vai dar liga e chegar no ponto de uso.</p>
<p><strong>Massa para peixes redondos</strong><br />
- Um pacote de refresco em pó (morango, uva, etc);<br />
- Um quilo de farinha de mandioca crua;<br />
- 500 g de farinha de trigo;<br />
- Um pacote de queijo parmesão ralado.<br />
Misturar, fazer bolinhas, e cozinhar em água fervente até que as mesmas subam. Após o cozimento, passar em farinha e acondicionar para utilização.</p>
<p><strong>Massa rápida</strong><br />
- Dois miolos de pão francês fresco;<br />
- Um queijo polenguinho.<br />
Amassar bem o miolo do pão com o queijo polenguinho. Fazer no dia da pescaria. Massa boa para lambaris, pacu-prata, piau etc.</p>
<p><strong>Carpas em geral</strong><br />
- Um quilo de batata doce espremida;<br />
- 200 g de açúcar cristal;<br />
- 200 g de farinha de mandioca;<br />
- 10 paçocas de amendoim.</p>
<p><strong>Carpa-cabeçuda</strong><br />
- Um quilo de batata doce sem casca (espremer com as mãos);<br />
- 200 g de farinha de mandioca;<br />
- 100 gs de açúcar cristal;<br />
- 10 paçocas de amendoim.<br />
Juntar tudo sem amassar muito, massa sem liga. Não usar água.</p>
<p><strong>Carpa húngara</strong><br />
- Um quilo de batata doce;<br />
- 200 g de açúcar cristal;<br />
- 300 g de farinha de mandioca;<br />
- 10 paçocas de amendoim.<br />
Amassar bem, dar bastante liga. Se necessário colocar água.</p>
<p><strong>Massa para carpas &#8220;em represas&#8221;</strong><br />
- Farinha de mandioca (meio a meio) e farinha de milho (meio a meio);<br />
- Açúcar;<br />
- Corante para doces de cereja ou morango;<br />
- Água mineral ou do lago.<br />
Preparo: Ferver a água com açúcar (bem doce). Farinha de milho mais água quente, aos poucos, mais farinha de mandioca, corante, mexer e amassar bem até dar liga.</p>
<p><strong>Carpas húngaras e capim</strong><br />
- Um quilo de batata doce;<br />
- 200 g de farinha de mandioca;<br />
- 50 gr de Karo ou mel;<br />
- 15 paçocas;<br />
- 100 g de farinha de trigo;<br />
- 200 g de ração flutuante ume-decida.<br />
Amassar bem, dar bastante liga.</p>
<p><strong>Massa para carpas &#8220;na Natureza&#8221;</strong><br />
- Seis copos do tipo americano de farinha de milho;<br />
- Três copos do tipo americano de farinha de mandioca crua;<br />
- Cinco copos de açúcar.<br />
- Dois litros de água mineral ou da represa<br />
Preparo: Ferver a água com o açúcar, desligar o fogo, colocar a farinha de milho, mexer bem, em seguida colocar a farinha de mandioca, mexer e amassar até dar liga.<br />
Atenção: Fazer a ceva com milho maduro e pedaços de mandioca, acondicionar em pequenos sacos de tela.<br />
Hoje também se pesca com milho maduro cozido, colocar em um vidro com a sua água para azedar.</p>
<p><strong>Pacu</strong><br />
- Um quilo de ração para peixe (bater no liquidificador) úmida;<br />
- 100 g de queijo ralado;<br />
- 200 g de farinha de mandioca crua;<br />
- 100 g de farinha de trigo.<br />
Amassar bem, caso for necessário use água do lago até dar ponto.</p>
<p><strong>Massa com borra de café para Pacu</strong><br />
- Um quilo de farinha de mandioca crua;<br />
- 300 g de farinha de trigo;<br />
- 200 g de borra de café.<br />
Preparo: Misturar bem a farinha de mandioca junto com a farinha de trigo e a borra de café. Coloque água aos poucos, vai amassando até dar liga, quando estiver no ponto faça bolinhas do tamanho de um coquinho, colocá-las aos poucos em uma panela de água fervente, deixar cozinhar até as bolinhas boiarem, retire e deixe secar sobre um pano.<br />
Fazer as bolinhas na noite que antecede a pescaria.</p>
<p><strong>Tilápias, Carpas Capim, Húngara e Espelho e Catfishs</strong><br />
- Três quilos de ração de peixe Guabi, comum em pó;<br />
- Um quilo de ração de peixe Guabi, carnívora em pó;<br />
- ½ quilo de farinha de peixe;<br />
- ½ quilo de farinha de sangue;<br />
- 550 g de açúcar cristal.- 700 gramas de farinha de mandioca crua<br />
- Uma colher de chá de corante vermelho<br />
Fazer a massa com a água do lago.</p>
<p><strong>Curimbatá, Curimatá e Papa-terra</strong><br />
Fazer uma ceva com farinha de trigo, água do rio, misturar e bater bem com a mão, vai ficar um leite grosso.<br />
Massa: farinha de trigo, água do rio, misturar e amassar bem, ficar a ponto de fios, fazer fios e enrolar no anzol.</p>
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		<title>Dicionário da pesca</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 00:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicionário]]></category>
		<category><![CDATA[termos de pesca]]></category>
		<category><![CDATA[vocabulario da pesca]]></category>

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		<description><![CDATA[Termos mais comuns usados por pescadores, na pescaria ou contando sobre o peixe que escapou (o maior de todos). Novos termos serão acrescentados.





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A

Arranque:  linha amarrada à frente da linha principal de maior resistência e diâmetro
Argolado: quem termina a pescaria sem fisgar nada. É o mesmo que dizer que o pescador é sapateiro

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B

Baixamar: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Termos mais comuns usados por pescadores, na pescaria ou contando sobre o peixe que escapou (o maior de todos). Novos termos serão acrescentados.</h3>
<ul id="Dicionario">
<table style="height: 35px;" border="2" width="663" frame="box" align="center" bgcolor="#ff9900">
<tbody>
<tr>
<td>
<h1><a href="#A">A</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#B">B</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#C">C</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#D">D</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#E">E</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#F">F</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#G">G</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#H">H</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#I">I</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#J">J</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#K">K</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#L">L</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#M">M</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#N">N</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#O">O</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#P">P</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#Q">Q</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#R">R</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#S">S</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#T">T</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#U">U</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#V">V</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#W">W</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#X">X</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#Y">Y</a></h1>
</td>
<td>
<h1><a href="#Z">Z</a></h1>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a id="A"></a></p>
<h2 class="clear">A</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Arranque</span></strong>:  linha amarrada à frente da linha principal de maior resistência e diâmetro</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Argolado</span></strong>: quem termina a pescaria sem fisgar nada. É o mesmo que dizer que o pescador é sapateiro</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="B"></a></p>
<h2>B</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Baixamar</span></strong>: nível mínimo de uma maré vazante</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Bater isca</span></strong>: arremessar as iscas nos pesqueiros</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Bater fofo</span></strong>: no Rio Grande do Norte, quer dizer que o pescador não pegou nenhum peixe na pescaria</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Bateu na porta</span></strong>: quando o pescador consegue jogar a isca próximo ao lugar onde o peixe está</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Batida</span></strong>: investida do peixe à isca e/ou técnica usada para pesca de pacus com longas varas de bambu e iscas-coquinhos</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Blacklash</span></strong>: o mesmo que cabeleira</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Backing</span></strong>: em inglês, linha reserva usada antes da linha de fly para peixes de corridas longas, também ajuda a evitar memória na linha de mosca, comum ser em algodão trançada, sem elasticidade</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Baitcasting</span></strong>: termo em inglês usado para pesca de arremesso com carretilhas</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Blade</span></strong>: em inglês, as lâminas usadas no spinner ou spinnerbait</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Boquera</span></strong>: ocorre quando dois pescadores vão juntos à pescaria e um consegue pegar uma quantidade muito maior de peixes do que o outro</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Bruto</span></strong>: Peixe raçudo, briguento</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Bug</span></strong>: em inglês, isca de fly bem volumosa e flutuante</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="C"></a></p>
<h2>C</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Carnívoro</span></strong>: peixe que se alimenta de carne, como sapos cobras ratos peixes e outros</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Cabeleira</span></strong>: quando solta a linha em torno do carretel da carretilha</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Calça branca</span></strong>: pescador iniciante, com pouca ou nenhuma experiência</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Cangapé</span></strong>: no dicionário potiguar significa salto do peixe, pirueta que ele dá no ar</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Cantar frição</span></strong>: é o barulho que o equipamento faz quando o peixe, depois de fisgado sai em disparada</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Casting</span></strong>: termo em inglês que significa arremesso. Também dá a capacidade de arremesso de uma vara em gramas ou onças</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Catibinha ou chamadinha</span></strong>: ato de fazer a isca chamar a atenção do peixe pelo barulho ou movimento brusco no lugar em que se está pescando</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Chasquear</span></strong>: fisgar</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Colher</span></strong>: iscas artificiais que possuem a forma de colheres sem o cabo (côncavas, convexas ou onduladas)</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Corrico</span></strong>: tipo de pesca em que as iscas são soltas a uma certa distância do barco para em seguida serem puxadas. É usada bastante para cobrir grandes áreas.</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="D"></a></p>
<h2>D</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Damsel</span></strong>: em inglês, moscas que imitam libélulas</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Detonar</span></strong>: quando o pescador vai até um pesqueiro e tira todos os peixes</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Dedo atolado ou enterrado</span></strong>: (estar com ou voltar com) também se refere ao fato de não pegar peixes. Exemplo: hoje ainda estou com o dedo atolado</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="E"></a></p>
<h2>E</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Estouro</span></strong>: quando o peixe bate a isca na flor da água</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Encaçapou</span></strong>: quando o pescador está com o peixe no passaguá (coador)</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Encachorrar</span></strong>:Manter um peixe dentro d&#8217;água com intenção de fisgar o outro que acompanha o peixe fisgado</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Embodocar</span></strong>: o mesmo que vara envergada</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Encharutou a isca</span></strong>: costuma-se dizer quando o peixe põe toda a isca na boca</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Equipamento ultra light</span></strong>: tralha muito leve</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Equipamento light</span></strong>: tralha leve</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Equipamento pesado</span></strong>: tralhas usadas para pegar grandes peixes de couro</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Está ferrado</span></strong>: expressão usada quando o anzol engata na boca do peixe</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Estofo</span></strong>: também conhecido como reponto de maré, ocorre entre marés, período em que não há qualquer alteração na altura e nível</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="F"></a></p>
<h2>F</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Fajutar</span></strong>: quando o peixe vem atrás e desiste por alguma razão de abocanhar a isca</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Ferrar</span></strong>: fisgar o peixe</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Fervura</span></strong>: pequena ondulação na superfície da água causada pelo ataque de algum cardume a pequenos peixes</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Floating</span></strong>: em inglês significa flutuar. Essa expressão é usada para linhas de fly ou iscas artificiais</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Fluorcarbono</span></strong>: matéria prima mais resistente à abrasão com menor elasticidade e maior transparência. É muito usada para confecção de leader</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Flyfishing</span></strong>: pesca em que as iscas são imitações de moscas</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Forquilha</span></strong>: situação em que o peixe está fisgado</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Frog</span></strong>: isca artificial de silicone ou plástico que pretendem imitar animais aquáticos, como rãs, sapos e pererecas, e até alguns mamíferos como ratos</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="G"></a></p>
<h2>G</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Galhada</span></strong>: lugar com muitos galhos</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Gaff</span></strong>: bicheiro em inglês</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">GPS</span></strong>: sigla de Global Position Sistem, aparelho eletrônico usado para facilitar a navegação por um sistema de posicionamento global feito por satélite</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Grub</span></strong>: isca artificial macia e flexível de silicone ou borracha em forma de verme</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="H"></a></p>
<h2>H</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Hackle</span></strong>: pena usada para montagem de moscas</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Hair wing</span></strong>: moscas cujas asas são feitas de pelo</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Half Hitch</span></strong>: nome de um nó</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Hook</span></strong>: anzol, em inglês.</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Hook Keeper</span></strong>: acessório usado para prender o anzol na vara</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="I"></a></p>
<h2>I</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Interline</span></strong>: vara cuja linha passa por dentro do corpo da vara (blank). Não há passador.</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Iscólatra</span></strong>: pescador viciado em iscas artificiais</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">IGFA</span></strong>: abreviação de International Game Fish Association. Associação que homologa os recordes do mundo inteiro.</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Intermediate</span></strong>: classificação da linha de fly de densidade , igual ao da água.</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="J"></a></p>
<h2>J</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Jarda</span></strong>: medida de comprimento. Uma jarda eqüivale a 0,9144 metro</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Jumping jig</span></strong>: isca artificial de fundo em formato de pequenos peixes, fabricados em metais pesados como chumbo, aço e cobre</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Jig</span></strong>: isca artificial de fundo montada com anzóis simples com cabeça de chumbo, como trailer. São feitas de materiais diversos e em vários formatos</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">João-pepino</span></strong>: apelido da isca importada jumpin´minnow, rainha na pesca dos tucunarés. As de ação similar levam o mesmo nome </dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="K"></a></p>
<h2>K</h2>
<dl>
<dt><span style="color: #ff6600;"><strong>King salmon</strong><span style="color: #000000;">:</span></span> espécie de salmão</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Knot</span></strong>: nó em inglês</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="L"></a></p>
<h2>L</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Linguiceiro</span></strong>: quem pesca com iscas naturais, vivas</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Largo</span></strong>: diz dos pescadores que em um dia pegam muito mais peixes que seus companheiros</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Libras (lb)</span></strong>: sistema de medida usado para designar a resistência das <span style="color: #000000;">varas e linhas</span></dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Lingue-lingue</span></strong>: pescaria feita com varas de bambu</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Lombriga</span></strong>: peixe pequeno</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Levantar</span></strong>: quando o pescador insiste com isca de superfície até o peixe aparecer</dt>
</dl>
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<p><a id="M"></a></p>
<h2>M</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Mala</span></strong>: companheiro de pesca ou pescador chato e inconveniente</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Malhar</span></strong>: cobrir o pesqueiro com inúmeros arremessos</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Mamando a isca</span></strong>: costuma-se dizer quando o peixe dá pequenos toques na isca sem morde-la</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Manhoso</span></strong>: quando o peixe está lento</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Matreiro</span></strong>: esperto</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Memória da linha</span></strong>: quando permanece por muito tempo no carretel, a linha tende a ficar torcida e enrolada. Então diz-se que ela está com memória</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Mole</span></strong>: pega sutil na isca</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Muvuco<span style="color: #000000;">: </span></span></strong>local onde está o peixe (buraco no meio de galhadas)</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Mosca</span></strong>: são todas as iscas artificiais fabricadas para o uso com equipamento de fly, atadas com materiais naturais ou sintéticos em torno do anzol simples, imitando insetos, larvas, vermes, pequenos peixes e animais</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Mosca seca (dry)</span></strong>: iscas flutuantes que imitam o estágio adulto do inseto</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Mosqueiro</span></strong>: o mesmo que o pescador que pesca com fly</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Minhoca</span></strong>: isca artificial que pretendem imitar minhocas e até répteis, fabricadas em silicone</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Mucureiro</span></strong>: pescador que mata todos os peixes</dt>
</dl>
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<p><a id="N"></a></p>
<h2>N</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Ninfas</span></strong>: iscas de fly que imitam o estágio aquático das larvas.</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Net keeper</span></strong>: peça usada para prender o puça no colete</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Needle knot</span></strong>: nó usado para prender o leader a linha de mosca e conhecido por nó da agulha</dt>
</dl>
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<p><a id="O"></a></p>
<h2>O</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Onça (oz)</span></strong>: sistema de medida usado para pesos das iscas ou designar a potência de arremesso.</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Óculos Polarizado</span></strong>: óculos com lentes que recebem tratamento especial que ajuda a cortar o reflexo da água</dt>
</dl>
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<p><a id="P"></a></p>
<h2>P</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Passaguá</span></strong>: coador</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Pegadeira</span></strong>: momento de grande atividade de peixes atacando as iscas.</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Peixe &#8220;entocado&#8221; ou &#8220;enrolado&#8221;</span></strong>: esses termos são usados quando o peixe depois de fisgado procura algum lugar para se esconder e se proteger</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Peixe boiando</span></strong>: fala-se quando o pescador consegue visualizar o peixe na superfície</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Pesca de arremesso</span></strong>: típica de iscas artificiais. O pescador lança nos pontos promissores e recolhe dando movimento à isca</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Pé frio</span></strong>: ruim de pesca</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Pé quente</span></strong>: bom de pesca</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Piscivoro</span></strong>: peixe que se alimenta exclusivamente de peixe</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Passar o pano</span></strong>: usar o passaguá</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Pinchar</span></strong>: arremessar</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Pindocar</span></strong>: trabalho de fundo com jigs de vários tipos</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Plug</span></strong>: isca artificial em formato de peixes, fabricada em materiais rígidos como madeira, acrílico, fibra e plásticos duros.</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Preamar</span></strong>: nível máximo de uma maré cheia.</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Poita</span></strong>: pescador preguiçoso, que não faz nada. Entra no barco e só se mexe para pescar</dt>
</dl>
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<p><a id="Q"></a></p>
<h2>Q</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Quadrate</span></strong>: vara de fly feita com bambú de 4 lados </dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Quill</span></strong>: haste da pena de galo muito usada para montar o corpo de moscas secas</dt>
</dl>
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<p><a id="R"></a></p>
<h2>R</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Rebojo</span></strong>: movimento do peixe na superfície</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Refugou</span></strong>: Não quis pegar a isca</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Rio na caixa</span></strong>: quando as águas do o rio estão no leito</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Rig</span></strong>: termo em inglês para montagem de chicotes</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Rodada</span></strong>: pescaria feita com o barco solto, sem estar apoitado</dt>
</dl>
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<p><a id="S"></a></p>
<h2>S</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Sair sapateiro</span></strong>: é o mesmo que bater fofo. Sair da pescaria sem nenhum peixe</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Sink tip</span></strong>: linha de fly em que apenas a ponta afunda e o restante flutua</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Sinking</span></strong>: em inglês, afundar. Usada para linhas de fly ou iscas artificiais</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Sizígia</span></strong>: maré de grande amplitude </dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Sonda</span></strong>: aparelho que ajuda a identificar estruturas debaixo d´água, o tipo de fundo e também mede a profundidade da água</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Spincast</span></strong>: instrumento usado pelos iniciantes. Híbrido entre carretilha e molinete</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Spinning</span></strong>: termo em inglês para molinete. Vale para designar pesca com molinete</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Spinner</span></strong>: iscas artificiais dotada de lâminas que giram quando tracionadas, algumas possuem trailer, plumagens ou materiais sintéticos</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Shad</span></strong>: isca artificial em formato de peixes fabricadas em materiais flexíveis e macios como silicone e borracha</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Streamer-bucktail</span></strong>: são iscas que imitam pequenos peixes ou animais aquáticos. Os streamers são feitos com penas ou plumas e os bucktails com pêlos.</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Strike</span></strong>: o mesmo que ferrada. Termo em inglês que designa alavanca ou movimento para capturar o peixe. Significa também pode ser o mecanismo usado nas carretilhas de pesca oceânica</dt>
</dl>
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<p><a id="T"></a></p>
<h2>T</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Tá na foto</span></strong>: momento que o pescador consegue tirar o peixe da água</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Teasing</span></strong>: isca ou aparato para atrair o peixe sem anzol ou garatéias</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Tomando linha</span></strong>: os pescadores costumam gritar com emoção quando o peixe arranca a linha do carretel em corridas violentas</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Trailer</span></strong>: chamariz adicionado ao anzol em iscas como o spinnerbait e o rubber jig</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Trailer hook</span></strong>: anzol extra adicionado ao anzol spinnerbait</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Tralha</span></strong>: todo material de pesca</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Treble hook</span></strong>: garatéia em inglês</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Trick</span></strong>: peixe pequeno, especie de robalo </dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Tune up</span></strong>: nome em inglês usado ao ato de balancear a isca artificial fazendo alterações que modifiquem seu trabalho, por exemplo, mexer no pitão para alterar a direção de nado da isca</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Turbinar</span></strong>: modificar a isca</dt>
</dl>
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<p><a id="U"></a></p>
<h2>U</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Uni Knot</span></strong>: nó único</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Underfur</span></strong>: sub pêlo</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">U</span></strong><strong><span style="color: #ff6600;">pstream</span></strong>: pescaria realizada subindo o rio</dt>
</dl>
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<p><a id="V"></a></p>
<h2>V</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Vest</span></strong>: coletes usados na pesca</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Vise</span></strong>: morsa usada na montagem das iscas de fly</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="X"></a></p>
<h2>X</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Xaréu</span></strong>: espécie marinha muito procurada pelos pescadores</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="W"></a></p>
<h2>W</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Wet fly</span></strong>: o mesmo que mosca molhada</dt>
</dl>
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<p><a id="Y"></a></p>
<h2>Y</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Yard</span></strong>:Jarda em inglês</dt>
</dl>
<p><a href="#">:: voltar ao topo</a></p>
<p><a id="Z"></a></p>
<h2>Z</h2>
<dl>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Zara</span></strong>: modelo de isca americana feita pela Heddon que imita o &#8220;nado&#8221; de um réptil, um zig zag que lembra a letra Z. Todas as iscas semelhantes acabam sendo chamadas de zaras</dt>
<dt><strong><span style="color: #ff6600;">Zóio de lula</span></strong>:quando um parceiro joga a isca em cima da sua na ação do peixe</dt>
</dl>
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		<title>Pesque e solte &#8211; Catch and release</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 18:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[anzol]]></category>
		<category><![CDATA[bicheiro]]></category>
		<category><![CDATA[isca artificial]]></category>
		<category><![CDATA[meia agua]]></category>
		<category><![CDATA[Pesqueiro]]></category>
		<category><![CDATA[superficie]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o próprio nome diz, é o ato de pescar o peixe, admirá-lo, fotografá-lo e devolvê-lo à água em perfeitas condições de sobrevivência. É fundamental entender que na pesca esportiva o maior atrativo do turista pescador é o peixe, de preferência em quantidade e de bom tamanho. A atitude de devolver o peixe com vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como o próprio nome diz, é o ato de pescar o peixe, admirá-lo, fotografá-lo e devolvê-lo à água em perfeitas condições de sobrevivência. É fundamental entender que na pesca esportiva o maior atrativo do turista pescador é o peixe, de preferência em quantidade e de bom tamanho. A atitude de devolver o peixe com vida à água, independentemente de estar dentro ou não das medidas estabelecidas pela legislação, deve ser praticada por todas as pessoas que dependem da manutenção da pesca esportiva, como garantia de lazer ou emprego.</p>
<p>Um dos papéis mais importantes do guia de pesca, até como garantia de sobrevivência do seu emprego, é manter e conservar seu ambiente de trabalho, ou seja, o meio ambiente. Não há hotel pesqueiro nem emprego que sobrevive sem que o meio ambiente esteja em condições adequadas para o desenvolvimento das várias espécies de peixes. Dado ao tempo necessário para que um peixe cresça e atinja tamanho para atrair o turista, a sua soltura é uma das bases fundamentais para que a pesca esportiva cresça e se estabeleça de forma sólida e duradoura.</p>
<p>Mesmo havendo muitos outros fatores que afetam e impactam os cardumes, como retirada da mata ciliar, garimpo, poluição, etc, já é um bom começo, se cada um der a sua cota da contribuição para o desenvolvimento do setor. Deve-se ter prazer ao devolver um peixe Ã  água para que ele possa, novamente, ser pescado e dar ao turista uma grande alegria ao praticar esse esporte.</p>
<p>Na Argentina, nas regiões de pesca de Truta, o processo de soltar o peixe já está bem incorporado por todos e os estudos locais mostram que um peixe chega a ser pego até nove vezes por temporada, gerando muito mais recursos ao setor do que se fosse morto quando pescado pela primeira vez. Algumas experiências no Brasil realizadas em regiões estabelecidas como reserva ecológica de pesca esportiva, onde o turista pode pescar e comer o que quiser no local, mas não pode levar nenhum exemplar, estão sendo muito bem sucedidas e estão atraindo cada vez mais pescadores preocupados com a manutenção do seu esporte preferido.</p>
<p>Mas, para que o sistema de pescar e soltar funcione e traga benefícios é importante saber essa devolução de modo correto, de tal forma que o peixe possa sobreviver e continuar e se desenvolver. (Retirado do site Ambiente Brasil)</p>
<p><strong><font color="#ff6600">TIPOS DE ISCAS E ORIENTAÇÕES PARA A PRATICA O PESQUE E SOLTE</font></strong></p>
<p><strong><font color="#ff6600">Quais são os tipos de iscas e como utilizá-las?</font></strong></p>
<p>O condutor de turismo de pesca esportiva deve conhecer as iscas artificiais para ensinar os pescadores iniciantes e para colaborar com o pescador experiente na escolha apropriada da isca de acordo com o local, hábitos distintos dos peixes e variedade de espécie. Durante a ação de pesca devem ser observados esses fatores e modificadas as tentativas com as diversas iscas artificiais disponíveis na pescaria.</p>
<p>As iscas artificiais são fabricadas no Brasil e no exterior, com variedade de formas, modelo, marcas, tipos de ações e cor. São confeccionadas para que dê condições para o pescador reproduzir com movimentos o que acontece na natureza, dando vida as iscas para que se pareçam com um ser vivo e com isso atrair os peixes.</p>
<p>As espécies mais procuradas pelos pescadores esportivos são os chamados de predadores, que costumam se alimentar de outros seres vivos e são bastantes agressivos quando estão com fome ou defendendo seus filhos ou o local onde vivem, por esse motivo são presas fáceis para as iscas artificiais, mas depende diretamente das características do ambiente e das alterações da frequência do padrão de comportamento dos peixes.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Fatores que influenciam na pescaria:</font></strong></p>
<p>Condições externas como temperatura, variações climáticas, transparência da água, cor, nível das águas e a pressão atmosférica, são fatores que podem definir o sucesso ou não de uma pescaria.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Regras básicas para uso de iscas artificiais:</font></strong></p>
<p>Arremesso : na maioria das vezes um arremesso fora da área de ação do peixe será perdido. Como a idéia é reproduzira situação encontrada na natureza, o arremesso deverá ser feito no local a onde a espécie que está sendo pescada costuma se alimentar.</p>
<p>Ação da isca : muitos são os modelos e ações das iscas artificiais. Uma mesma isca poderá ser trabalhada de várias maneiras dependendo da profundidade, do hábito do peixe e da modalidade de pesca que está sendo praticada.</p>
<p>Variedade : é fundamental o pescador ter em mente que o peixe nem sempre ataca qualquer isca artificial. Experimentar iscas de ações diferentes, que trabalham em profundidades distintas, com cores variadas para atrair a atenção dos peixes e em velocidades alternadas faz com que o pescador tenha mais chance de entender como o peixe está se comportando naquele momento e, com isso, ganhar eficiência em sua pescaria.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Grupos de iscas artificiais de acordo a profundidade e atrativos:</font></strong></p>
<p>Superfície;<br />
Meia água;<br />
Fundo;<br />
Metálica.<br />
Iscas de Superfície : São trabalhadas basicamente na flor da água, atraindo o peixe não só pelo movimento, mas também, pelo som emitido em contato com a água. Sua eficiência depende dos movimentos dados na linha e na vara de pesca.</p>
<p>Iscas de Meia água : São aquelas que normalmente tem barbelas na extremidade da cabeça, atraem o peixe pelos movimentos executados pelo pescador que fazem elas nadarem abaixo da linha da água.</p>
<p>Iscas de Fundo : São trabalhadas pelo pescador a grandes profundidades, muitas vezes próximas do fundo. Algumas dessas iscas podem, dependendo da forma de como são recolhidas, serem trabalhadas a meia água ou até mesmo na superfície.</p>
<p>Iscas Metálicas : São iscas bastantes atrativas, não só pelo movimento vibratório, como também pelos reflexos do metal com a incidência dos raios do sol.</p>
<p><strong><font color="#ff6600"> Regras importantes para garantir a soltura &#8211; aprenda a realizar o pesque e solte de forma eficiente.</font></strong></p>
<p><strong><font color="#ff6600">Como fazer a soltura?</font></strong></p>
<p>O peixe não deve ser lançado na água, pois após  a disputa com o pescador ele deverá estar cansado e desorientado e se for jogado na água sem os devidos cuidados tornará presa fácil para o predadores naturais. Orientamos colocar o peixe na água apoiando-se com uma mão por baixo do corpo e outra suavemente na cauda, na posição horizontal, visando a sua recuperação lenta e readaptação com o meio aquático e o pescador somente deve largá-lo quando sentir que o peixe está em condições de sair por conta própria, desta forma suas chances de defesa aumentarão consideravelmente.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Em que local você deve soltá-lo?</font></strong></p>
<p>Sempre na mesma região onde foi capturado. Observamos que em águas rápidas, deve-se procurar um remanso para soltá-lo, desta forma não obrigaremos o peixe a nadar contra a correnteza ainda cansado.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Posição mais recomendada para soltura</font></strong></p>
<p>Quando fora da água procure mante-lo sempre na posição horizontal, pois tem algumas espécies que podem ter os órgãos internos comprimidos se forem segurados na vertical, pendurados pela boca ou pela cauda.</p>
<p>Os equipamentos adequados contribuem para uma soltura eficiente sem danos ao peixe.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">A linha adequada</font></strong></p>
<p>Uma linha muito fina pode proporcionar uma briga demorada na disputa entre o peixe o pescador esportivo, esta demora cansará muito o peixe diminuindo sua capacidade de resistência. Então, você deve limitar o tempo de briga com o peixe.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">O anzol correto</font></strong></p>
<p>O uso de azol sem farpa machuca menos o peixe, por esse motivo que a lei Estadual nÂº 6.167/98 proibiu o uso das farpas em anzóis isolados e garatéias. Algumas pessoas acreditam que o peixe escapa com facilidade após  ser fisgado com o anzol sem a farpa, mas isso não corresponde a realidade. Mesmo em casos de peixes com o hábito de saltar muito, basta o pescador evitar que a linha bambeie que está garantida a retirada do peixe da água, desta forma torna-se mais emocionante a pescaria e com chance para ambos vencerem, ou seja, o peixe terá a mesma chance que o pescador no momento da disputa.</p>
<p>Outro fator importante é que no caso de um acidente com o pescador, fica bem mais fácil e menos doloroso retirar o anzol do corpo.</p>
<p>Em alguns casos, principalmente na pesca oceânica, em que o anzol fica muito preso, ou seja, o peixe quase engole o anzol, recomenda-se cortar a linha para sua liberação. Nesta situação, é também recomendado, o uso de anzol fabricado com material de rápida corrosão, para em poucos dias se solte da boca do peixe. Não devemos cortar a linha muito próximo ao estÃ´mago do peixe se ele vier a engolir o anzol, mais ou menos 55 cm de linha para manter bem flexÃ­vel.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Uso de passaguás</font></strong></p>
<p>O passaguá é um equipamento prático e eficiente, dá bastante segurança ao pescador. Por outro lado, o contato do peixe com a rede é prejudicial retirando boa parte de sua mucosa e até algumas escamas, diminuindo a resistência e facilitando infecções por vÃ­rus e bactérias.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Uso do alicate</font></strong></p>
<p>O alicate de contenção foi desenvolvido para facilitar o domÃ­nio sobre o peixe, fácil de usar e por ser preso pela boca não causa nenhum prejuízo as demais partes do peixe. Deve ser preso na parte inferior da boca para não arranhar o tecido bucal e machucar a guelra, em algumas espécies poder ocorrer uma pressão maior na guelra se for preso na parte superior, causando-lhes sangramento.<br />
O uso do alicate de contenção, não deve ser usado em peixes com a boca frágil, e em peixes pesados, com o risco de machucados, por vezes ate fatais.  </p>
<p><strong><font color="#ff6600">Uso do bicheiro</font></strong></p>
<p>Os bicheiros pequenos são os mais adequados para manuseio do pescador esportivo, foram desenvolvidos para tirar o peixe de dentro da água, são muito eficientes e quase não deixa marca nos peixes se forem usados corretamente. Deve ser introduzido na boca do peixe de dentro para fora, devendo perfurar a fina pele existente por trás da mandíbula. Se não for bem usado poderá perfurar partes da boca do peixe onde são irrigadas por veias, causado ferimento indesejáveis.</p>
<p>De certo, o ideal é que o pescador não utilize nenhum equipamento para tirar o peixe da água, se possível retirá-lo sempre com as mãos, sem esquecer de molhá-las para não ferir o animal. Pode ser usado uma luva de algodão para melhor atender esta recomendação.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Tempo fora da água</font></strong></p>
<p>Quanto menor for o tempo em que o peixe ficar fora da água, melhores chances de realizar um pesque-solte eficiente. Não conhecemos regras básicas quanto ao tempo, sabemos que as espécies de escama possuem menor resistência que as espécies de pele. Os peixes que vivem em corredeiras e cachoeiras recebem mais oxigênio da água, possuem menos resistência fora da água do que os que vivem em lagos, rios e igarapés calmos.</p>
<p>Dois fatores que devemos observar que diminuem a resistência do peixe: o tempo de briga e o estado físico de cada peixe. Certamente, o tempo necessário para manter o peixe fora da água será aquele suficiente para o pescador retirar o anzol, admirá-lo e fotografá-lo. Depois disso, devolver o peixe para água e mostrar as fotos para os amigos e parentes.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Evite a queda do peixe</font></strong></p>
<p>Sem dúvida é o fator que mais prejudica o peixe. O pescador deve evitar que o peixe caia de suas mãos, batendo no barco ou nas pedras, em alguns casos o peixes morre somente com o baque provocado pela queda.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Proteção das guelras</font></strong></p>
<p>Em nenhum momento deve o pescador colocar a mão na guelra do peixe. Esta parte do peixe é uma área de grande irrigação de sangue, facilmente provoca hemorragias e, também é uma porta aberta para infecções.</p>
<p>Se o anzol atingir a guelra e houver sangramento infelizmente o destino do peixe será a panela, pois o sangue é atrativo para predadores naturais, como também, se não for contido, levará o peixe a falência dos órgãos vitais levando-o à morte, certamente o pescador saberá fazer bom proveito nas refeições durante a pescaria.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">Manuseio do peixe para soltura</font></strong></p>
<p>Sempre com as mãos molhadas, evitando passá-las pelo corpo do peixe, para não tirar a mucosa que adere externamente na sua pele. Esta mucosa é muito importante para defesa contra infecções e bastante útil para sua hidratação e controle de temperatura com o meio.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">A lógica matemática</font></strong></p>
<p>Mesmo que alguns exemplares não sobrevivam durante a pescaria, vale a pena praticar o pesque e solte, pois é uma questão de lógica matemática. Se o pescador capturar 100 peixes e embarcar todos, o resultado será igual a zero de sobrevivência e zero de peixes que retornarão ao meio aquático para seguirem sua vida reprodutiva. Porém, se o pescador capturar 100 peixes e 10 ele embarcar por que não se recuperaram plenamente, temos como resultado 90 exemplares que poderão crescer e reproduzir normalmente no meio aquático. Será que todos não concordam que zero é sempre pior que 90.</p>
<p><strong><font color="#ff6600">O que diz a legislação Estadual?</font></strong></p>
<p>De acordo com a Lei Estadual nÂº 6.167/98, o pescador esportivo poderá levar para casa somente 10 (dez) kilos de peixes e mais um peixe grande, o maior da pescaria considerado &#8220;troféu&#8221;. Não esquecer que nem todos os peixes grandes poderão ser embarcados pelo pescador esportivo, alguns estarão sendo protegidos por normas complementares do Conselho Estadual de Meio Ambiente &#8211; COEMA. Nas áreas especialmente protegidas para prática do turismo de pesca, denominadas de reservas e sítios pesqueiros, oficializadas pelo Estado, somente será permitido o pesque e solte, não podendo levar nenhum peixe para casa, admitindo-se o consumo no local da pescaria.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">&#8220;O pesque e solte é recomendado para todos os pescadores esportivos, onde a esportividade está centrada na disputa com o peixe, que as vezes ele deve vencer. Devolver o peixe para o meio aquático é a garantia que o pescador esportivo tem para outras pescarias de sucesso. Pense nisso!&#8221;</font></strong></p>
<p>Fonte = SECTAN &#8211; Gestão Ambiental da pesca esportiva</p>
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		<title>Segurança na pesca &#8211; Fogo a bordo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 04:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Tempos atrás fizemos uma pescaria no Canal de Santos, onde tivemos um pequeno acidente com uma explosão no barco seguido de um pequeno incêndio ( o relato da pescaria ou do acidente Pescaria de robalo dia 08/09/07 &#8211; Casqueiro / Santos ), sempre pensei em quantos acidentes acontecem em um barco, depois de uma pesquisa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/03/fogo-a-bordo1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1886" title="fogo-a-bordo1" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/03/fogo-a-bordo1-150x150.jpg" alt="fogo-a-bordo1" width="150" height="150" /></a>Tempos atrás fizemos uma pescaria no Canal de Santos, onde tivemos um pequeno acidente com uma explosão no barco seguido de um pequeno incêndio ( o relato da pescaria ou do acidente <a href="http://www.guiadapesca.com.br/geral/pescaria-de-robalo-dia-080907-casqueiro-santos/">Pescaria de robalo dia 08/09/07 &#8211; Casqueiro / Santos</a> ), sempre pensei em quantos acidentes acontecem em um barco, depois de uma pesquisa, relato a seguir.</p>
<p>Pesquisas realizadas pela Divisão de Barcos a motor e de Segurança Aquática dos Estados Unidos, as maiores perdas de barcos naquele pais, são devidos a incêndios a bordo.</p>
<p>Vapores de gasolina acumulados em compartimentos e áreas baixas são a causa principal de explosões e incêndios nos barco. O referido vapor e mais pesado que o ar, concentrando-se em espaços do barco onde não haja escape. Se não se introduzir ar fresco nesses espaços, qualquer fagulha ou chama pode ocasionar uma explosão.( foi nosso caso, vapor acumulado abaixo da plataforma e uma fagulha acidental dos cabos da bateria –BUMMMMM)</p>
<p>A maioria dos incêndios e explosões em barcos ocorrem durante ou após o abastecimento. Então e sempre bom seguir algumas normas quando estiver abastecendo o barco.:</p>
<p>1 – Procure sempre abastecer o barco sob boas condições de iluminação. E facil derrubar combustível quando não se enxergam as operações de abastecimento;</p>
<p>2 – Desligue todo o equipamento elétrico do barco, evite fumar durante a operação;</p>
<p>3 &#8211; Barcos com cabine, feche todas as portas e escotilhas através das quais os vapores possam entrar acumulando-se em áreas sem ventilação;</p>
<p>4 – Tanques metálicos, ter a certeza deque o bico da mangueira de combustível esteja sempre em contato com o tanque , prevenindo uma fagulha estática;</p>
<p>5 &#8211; Se seu motor é equipado com tanque separado procure enche-lo longe do barco;</p>
<p>6 – Nunca encha o tanque até a boca. Deixe algum espaço, para a expansão do combustível. Aperte bem a tampa e limpe os restos de combustível que tenham caído fora do tanque;</p>
<p>7 – Areje o barco, depois de abastecido. Faça o teste do nariz, procure sentir qualquer odor de combustível, antes de funcionar o motor.</p>
<p>Tenham sempre a bordo um extintor de incêndio, aprovado pelas autoridades competentes e sua localização deve ser de fácil localização, para que qualquer pessoa tenha acesso ao aparelho.</p>
<p>É sempre bom tomar alguns cuidados.</p>
<p>Certo Rogério Stick e Tiozinho? .</p>
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		<title>Ubatuba &#8211; Peixes esportivos que se destacam na região.</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 15:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Locais de pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Local de pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Ubatuba]]></category>

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		<description><![CDATA[ANCHOVA :
Pesca-se o ano todo mas nos meses de inverno é mais fácil encontrar exemplares de maior porte e cardumes mais numerosos. Podem ser pescados no corrico ou arremessando nas lajes e costões.
SOROROCA :
Pesca-se no corrico ou arremesso com iscas de meia água ou jig
GAROUPA, BADEJO E CHERNE :
O ano todo com mais incidência no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ANCHOVA :<br />
Pesca-se o ano todo mas nos meses de inverno é mais fácil encontrar exemplares de maior porte e cardumes mais numerosos. Podem ser pescados no corrico ou arremessando nas lajes e costões.</p>
<p>SOROROCA :<br />
Pesca-se no corrico ou arremesso com iscas de meia água ou jig</p>
<p>GAROUPA, BADEJO E CHERNE :<br />
O ano todo com mais incidência no verão quando a água está mais quente e o mar mais calmo. Dentre as iscas artificiais recomenda-se os jumping jigs, os jigs grandes com shads e as colheres zig zag. Com iscas naturais também se pode fazer boas pescarias. As mais utilizadas são o polvo, a lula, a sardinha e principalmente iscas vivas (pequenas anchovas, xaréus, olhudos e carapaus)</p>
<p>OLHO DE BOI E OLHETE :<br />
Ano todo com iscas artificiais de meia água, superfície e jumping jig ou com naturais preferencialmente vivas (carapau e lulas)</p>
<p>XAREU E CARAPAU :<br />
Iscas artificiais de meia água, superfície e jigs</p>
<p>BIJUPIRÁ :<br />
Destaque para o inverno com iscas artificiais (jumping jig) ou natural (sardinha, lula ou filé de sororoca ou com iscas viva)</p>
<p>ROBALO FLECHA E PEVA :<br />
Pegos no arremesso com camarão  ou pequenos peixes vivos</p>
<p>CARANHA :<br />
Pesca-se durante a noite com isca viva ou sardinha. Em alguns momentos pode ser pescada com artificiais</p>
<p>DOURADO :<br />
Muitos deles se aproximam do continente durante o verão, sendo possível sua pesca tanto no corrico como na pesca de arremesso. Dentre as iscas naturais vale destaque para a lula e a sardinha</p>
<p>CAVALA :<br />
Pega-se no corrico com iscas de meia água</p>
<p>PREJEREBA :<br />
Manhosa e briguenta sua pesca pode ser feita com isca natural ou artificiais de pequeno tamanho</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">EQUIPAMENTO RECOMENDADO</span></strong></p>
<p>- 1 vara de 6 a 7 pés de comprimento para linha de 20 lb para pesca de anchova e xaréu<br />
- 1 vara pesada para linha ao redor de 40 lb para pesca da garoupa e olho de boi<br />
- carretilha / molinete: compatíveis com as varas acima e com capacidade para 100 mt de linha<br />
- linha: no caso da garoupa, olho de boi as linhas de multifilamento podem ser uma boa opção<br />
- iscas: artificial de superfície e meia água (diversas iscas nacionais  foram desenvolvidas para esse tipo de pescaria). Jigs nas cores branco e amarelo; jumping jigs de pesos variados<br />
Obs: consultar o Capitão ou marinheiro para checagem de material ideal para cada momento específico.</p>
<p>Ubatuba oferece uma grande rede hoteleira, pousadas, restaurantes de todas as especialidades, lojas de pesca e Guias de pesca especializados com aluguel de barcos.</p>
<blockquote><p>Indique um local de pesca.  Envie um e-mail para o <a href="mailto:contato@guiadapesca.com.br">Guia da Pesca</a>.</p></blockquote>
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		<title>Nós de pesca</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 15:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nós de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[nós]]></category>
		<category><![CDATA[nós de pesca]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns dos nós de pesca mais utilizados :






















]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dos nós de pesca mais utilizados :</p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp01.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1347" title="no-de-pesca-gdp01" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp01.gif" alt="no-de-pesca-gdp01" width="310" height="86" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp02.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1348" title="no-de-pesca-gdp02" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp02.gif" alt="no-de-pesca-gdp02" width="310" height="86" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp031.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1353" title="no-de-pesca-gdp031" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp031.gif" alt="no-de-pesca-gdp031" width="310" height="86" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp04.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1354" title="no-de-pesca-gdp04" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp04.gif" alt="no-de-pesca-gdp04" width="310" height="86" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp05.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1355" title="no-de-pesca-gdp05" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp05.gif" alt="no-de-pesca-gdp05" width="310" height="86" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp06.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1356" title="no-de-pesca-gdp06" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp06.gif" alt="no-de-pesca-gdp06" width="310" height="86" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp07.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1357" title="no-de-pesca-gdp07" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp07.gif" alt="no-de-pesca-gdp07" width="310" height="86" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp22.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1373" title="no-de-pesca-gdp22" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp22.gif" alt="no-de-pesca-gdp22" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp08.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1358" title="no-de-pesca-gdp08" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp08.gif" alt="no-de-pesca-gdp08" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp09.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1359" title="no-de-pesca-gdp09" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp09.gif" alt="no-de-pesca-gdp09" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp10.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1360" title="no-de-pesca-gdp10" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp10.gif" alt="no-de-pesca-gdp10" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp11.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1361" title="no-de-pesca-gdp11" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp11.gif" alt="no-de-pesca-gdp11" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp12.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1362" title="no-de-pesca-gdp12" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp12.gif" alt="no-de-pesca-gdp12" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp13.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1363" title="no-de-pesca-gdp13" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp13.gif" alt="no-de-pesca-gdp13" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp141.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1365" title="no-de-pesca-gdp141" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp141.gif" alt="no-de-pesca-gdp141" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp15.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1366" title="no-de-pesca-gdp15" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp15.gif" alt="no-de-pesca-gdp15" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp16.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1367" title="no-de-pesca-gdp16" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp16.gif" alt="no-de-pesca-gdp16" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp17.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1368" title="no-de-pesca-gdp17" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp17.gif" alt="no-de-pesca-gdp17" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp18.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1369" title="no-de-pesca-gdp18" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp18.gif" alt="no-de-pesca-gdp18" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp19.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1370" title="no-de-pesca-gdp19" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp19.gif" alt="no-de-pesca-gdp19" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp20.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1371" title="no-de-pesca-gdp20" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp20.gif" alt="no-de-pesca-gdp20" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp21.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-1372" title="no-de-pesca-gdp21" src="http://www.guiadapesca.com.br/wp-content/uploads/2009/01/no-de-pesca-gdp21.gif" alt="no-de-pesca-gdp21" width="310" height="150" /></a></p>
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		<item>
		<title>Pesque-pague / Pesqueiro</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/dicas/locais-de-pesca-dicas/pesque-pague-pesqueiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 18:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Locais de pesca]]></category>
		<category><![CDATA[pesque-pague]]></category>
		<category><![CDATA[Pesqueiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesque-pague é uma modalidade de pesca que se pratica como um esporte ou hobby, sem que dela dependa a subsistência do pescador. Também se pode chamar de pesca de lazer ou pesca amadora.
É realizada dentro de lagos, artificial ou natural, onde o pescador paga pela quantidade de quilo(s) pescados durante o dia.
Hoje em dia, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesque-pague é uma modalidade de pesca que se pratica como um esporte ou hobby, sem que dela dependa a subsistência do pescador. Também se pode chamar de pesca de lazer ou pesca amadora.</p>
<p>É realizada dentro de lagos, artificial ou natural, onde o pescador paga pela quantidade de quilo(s) pescados durante o dia.</p>
<p>Hoje em dia, a maioria dos &#8220;Pesque-pagues&#8221; foi transformada na modalidade de pesca esportiva, o nome ficou como referencia, muitos conhecem como Pesqueiros.</p>
<p>Atualmente os pesqueiros estão criando grandes estruturas para o acompanhante dos pescadores, tipo, pousadas, piscinas, parque infantil, restaurantes e outros atrativos.</p>
<p>No Brasil, as espécies que são comumente encontradas para pesca, são = Pacu, Tambacu, Pintado, Tambaqui, Carpa, Bagre, Tilápia outros mais completos ou específicos começam a colocar em suas águas = Pirarucu, Piapara, Tucunaré, Black Bass. Época de inverno encontra-se alguns com Truta.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Arremessos com carretilha ou molinete</title>
		<link>http://www.guiadapesca.com.br/geral/arremessos-com-carretilha-ou-molinete/</link>
		<comments>http://www.guiadapesca.com.br/geral/arremessos-com-carretilha-ou-molinete/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 21:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[arremessos]]></category>
		<category><![CDATA[carretilhas]]></category>
		<category><![CDATA[molinetes]]></category>

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		<description><![CDATA[Selecionamos os dez arremessos, usados nas situações mais diversas na pescaria, usando carretilhas ou molinetes.
Overhead Casting : Arremesso frontal pelo alto. O primeiro a ser aprendido e o mais utilizado pelos pescadores, que devem dominá-lo antes de partir para os outros tipos de arremesso. É feito em três etapas:
-vara na frente do corpo apontada para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Selecionamos os dez arremessos, usados nas situações mais diversas na pescaria, usando carretilhas ou molinetes.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Overhead Casting</span></strong> : Arremesso frontal pelo alto. O primeiro a ser aprendido e o mais utilizado pelos pescadores, que devem dominá-lo antes de partir para os outros tipos de arremesso. É feito em três etapas:<br />
-vara na frente do corpo apontada para o alvo;<br />
-impulso para trás, vergando a vara com firmeza e<br />
-impulso para frente lançando a isca.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Sidehand Casting</span></strong> : Arremesso lateral. Utilizado na presença de obstáculos acima do pescador, impedindo a execução do overhead casting. Bom também para colocar a isca sob estruturas baixas.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Backhand Casting</span></strong> : Arremesso lateral cruzado. No caso de destros, o movimento da vara é para o lado esquerdo, com a ajuda da mão esquerda na hora de impulsionar a vara para frente. Usado quando há algum obstáculo do lado direito do pescador.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Flip Casting</span></strong> : Arremesso de baixo para cima, com movimento oposto ao do overhead casting. Usado quando não há espaço acima e ao lado do pescador. Outro bom arremesso para estruturas baixas.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Pitch Casting</span></strong> : Arremesso delicado, iniciado com a isca na mão esquerda do pescador. Faz-se um movimento de baixo para cima com a vara ao mesmo tempo em que se solta à isca. Bom para curtas distâncias e para apresentações mais delicadas da isca, como na pesca do black bass, robalos e outros peixes em determinadas situações.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Spiral Overhead Casting</span></strong> : Arremesso frontal em espiral. O invés do movimento em linha reta do overhead casting, a ponta da vara faz um movimento circular vigoroso antes de lançar a isca para frente. Permite o alcance a longas distâncias.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Spiral Side Casting, Spiral Backhand Casting, Spiral Flip Casting</span></strong> : Similares aos arremessos Sidehand, Backhand e Flip Casting, porém feitos com o movimento da vara em espiral. Têm a mesma vantagem de alcançar longas distâncias, apesar de serem mais difíceis de executá-los.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Curving Casting</span></strong> : Arremesso com Curva. Partindo-se do flip casting, tomba-se a vara para o lado ao mesmo tempo em que se freia a linha durante o vôo da isca, fazendo com que ela acabe efetuando uma curva no ar. Ë o único arremesso que põe a isca na parte de trás de uma estrutura, como um pilar, arvore, pedra, ou um tronco isolado no meio da represa.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Skipping ou Magic Casting</span></strong> : Arremesso com repique. Sem dúvida o mais acrobático e difícil dado a facilidade em se formar backlash (cabeleira) na linha se não for bem executado. Deve-se efetuar um arremesso o mais rasante possível, com controle constante do polegar sobre o carretel. A isca deverá saltitar sobre a água, tal qual uma pedra achatada arremessada com esse fim ( quem nunca fez isso com pedras? ). Põe a isca sob a mais baixa das estruturas. Dica : deve-se efetuar esse arremesso com iscas moles, tipo shads, com iscas artificiais de material duro e cabelereira na certa, outro detalhe fechar o freio.</p>
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		<title>Varas, porque quebram</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 20:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tanesi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[Varas de Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Varas]]></category>

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		<description><![CDATA[Após todo estes anos trabalhando com equipamento de pesca, posso afirmar sem medo de errar que as quebras de varas se dão por manuseio indevido do pescador.
Elas são quebrada nas portas de carros, colisão com mureta, beirada de barco, parede, cobertura e outros, elas são pisada esmagada, sentada, mordida, roída, atropelada e outro acidentes acontecem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após todo estes anos trabalhando com equipamento de pesca, posso afirmar sem medo de errar que as quebras de varas se dão por manuseio indevido do pescador.</p>
<p>Elas são quebrada nas portas de carros, colisão com mureta, beirada de barco, parede, cobertura e outros, elas são pisada esmagada, sentada, mordida, roída, atropelada e outro acidentes acontecem, normal mas o pior delas é a forma que o pescador manuseia elas. A vara de pesca por mais que sejam resiste elas NÃO SÃO INQUEBRÁVEIS, todas quebram e se o pescador não cuidar como se deve elas quebrarão sim. Outra modalidade de quebra é quando, de uma forma suicida, o pescador arca a ponta com a mão ou arca a vara puxando a ponta em direção ao cabo esta e a formar mais criminosa contra a vara de pesca e o pescador nunca reconhece que fez besteira, é mais fácil afirmar que a vara é uma porcaria ou estava com defeito, e se ainda estiver dentro da garantia dos 3 meses, corre até a loja onde comprou para brigar e colocar a culpa em outro mas vale a pena tentar se o vendedor engolir…..</p>
<p>Um dia me falaram que a velocidade mais perigosa para se dirigir é a de 40 km/h, logo percebi que era uma piada mas explicou que todos os acidente quando os condutores vão tentar justificar, sempre diz que a velocidade que estavam era de 40 km/h. E com as varas são a mesma coisa, o peixe que mais quebram varas são os que não alcançavam 1/2 kl, estes peixes são realmente um serial killer de varas de pesca, eita peixinho brabu. E o pescador lesado por este peixinho sempre tem uma testemunha que na maioria das vezes não abre a boca, pela tamanha ignorância do tal peixe.</p>
<p>Outra modalidade de quebra é feita quando na hora da fisgada o pescador ultrapassa, a fisgada, alem dos 45° do alinhamento da vara, geometricamente prova que elevando a vara alem dos 45°, só diminui a potência da fisgada e aumenta a possibilidade de quebra por que a potência da fisgada passa da parte inferior do cabo, que é mais rígido, para a ponta que é mais flexível, ocasionando a quebra.<br />
Também quebra se varas quando se tenta levantar o peixe com ela, lembrem-se ultrapassou os 45° .</p>
<p>Colaboração : Tadeu <a href="http://www.miraguaia.com.br">Miraguaia</a></p>
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