15
Junho
2008
Ingredientes:
Três batatas;
3 kg de postas de cherne;
4 tomates picados;
4 cebolas picadas;
2 pimentões amarelo;
2 pimentões vermelho;
alfavaca; ( nome chique do manjericão)
1 pimenta-dedo-de-moça;
½ maço de cheiro-verde;
3 colheres de azeite de dendê;
½ litro de leite de coco;
1 kg de camarão-branco descascado,
sal à gosto.
Modo de preparo:
Unte a panela com azeite de dendê e preencha o fundo da panela com rodelas de batata, que servirá para não queimar a moqueca.
Reserve o leite de coco e o cheiro-verde.
Coloque uma camada das postas do peixe e monte por cima uma camada dos outros ingredientes.
Sempre intercale os ingredientes.
Coloque ½ copo de água e deixe cozinhar por 30 minutos sem mexer.
Adicione o leite de coco e o cheiro verde e cozinhe por mais 10 minutos.
Sirva com arroz branco e farinha de mandioca. Bom apetite!
Já estou sentido o cheiro, hummm que fome!!!
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15
Junho
2008
O sabiki é uma linhada com vários anzóis, normalmente 5 ou 6 (ou mais) atados com pequenas miçangas e penachos, imitando um pequeno espinhel. A uma das extremidades do sabiki prende-se a linha principal do molinete ou carretilha e na outra coloca-se um chumbo que varia de acordo com a profundidade, força de maré e tipo de trabalho que se quer dar as iscas.
Em geral, utiliza-se chumbadas mais pesadas em locais profundos e de maior correnteza. Além disso, uma chumbada mais pesada vai imprimir um trabalho mais rápido às iscas enquanto uma mais leve dá um trabalho mais lento.
O sabiki pode ser trabalhado em meia água ou no fundo sempre com pequenos toques secos de ponta de vara. Outra dica é ao sentir a fisgada de um peixe dar mais alguns toquinhos, pois muitas vezes estamos pescando em cima de cardumes e acabamos capturando mais de um exemplar.
Os sabikis são especialmente efetivos para capturar chareletes, palombetas, olho-de-cão e sardinha-charuto, porém praticamente todo tipo de peixe ataca a isca. Outras especies que podem ser pescadas utilizando os sabikis anchovas, olhetes, peixe-galo, pescadas e uma infinidade de outras espécies.
Em geral, essas espécies rendem boas brigas e muita diversão se utilizarmos material adequado.

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8
Maio
2008
Com o objetivo de discutir o Plano Local para o Desenvolvimento da Maricultura (PLDM), a Prefeitura de São Sebastião, por meio da Divisão de Pesca, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, em parceria com o Instituto de Pesca e a Coordenadoria de Assistência Técnica Integrada (Cati), promove no próximo dia 12 de maio, às 14h, na Casa da Agricultura, uma reunião com os produtores e técnicos envolvidos na área.
Durante o encontro, haverá a apresentação do documento final aos participantes e uma discussão sobre os pontos pendentes e dúvidas relacionadas ao assunto. Após o debate, inicia-se a etapa das audiências públicas. Segundo o Instituto de Pesca, o PLDM foi concluído e enviado à Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca.
“A maricultura é uma atividade com potencial altíssimo que está sendo pouco explorado no município”, enfatiza o chefe da Divisão de Pesca, Álvaro Augusto Santos Moura.
Para participar da reunião não há necessidade de se inscrever, basta se dirigir à rua Ipiranga, 50, no Centro (perto da loja Sportmar), na data do evento.
Informações pelo telefone (12) 3892.6000, com o setor de pesca.
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26
Abril
2008
O Estado de São Paulo deve proibir a pesca de arrasto de parelha (uso de rede presa a dois barcos) perto da costa. Em três decretos que devem ser assinados pelo governador José Serra (PSDB), em 8 de junho, o governo passa a considerar a prática predatória e deve mantê-la longe do litoral e das ilhas.
Segundo a Secretaria do Meio Ambiente, serão criadas três APAs (Áreas de Proteção Ambiental) marinhas: do litoral norte, do litoral sul e do litoral centro. São as regiões onde a pesca de arrasto de parelha será vetada. Juntas, elas têm 1,1 milhão de hectares.
A Secretaria do Meio Ambiente prevê gastar R$ 2,2 milhões na compra de equipamentos para fazer a fiscalização das APAs. Devem ser adquiridas seis embarcações com dois motores cada, entre outros equipamentos. A licitação será aberta na próxima semana.
No total, 90 policiais ambientais ficarão encarregados da fiscalização. Serão 30 em cada APA. Segundo o secretário estadual Xico Graziano (Meio Ambiente), os decretos darão prerrogativa jurídica ao Estado para fiscalizar. Para ele, hoje há “um vazio de atuação”.
Pesca amadora
As APAs são unidades de conservação de uso sustentável –estão em uma categoria não tão restritiva quanto a dos parques. Por isso, segundo a secretaria, provavelmente a pesca amadora e a artesanal serão mantidas, mas isso só será definido após a discussão com as comunidades locais em audiências públicas. A primeira acontece amanhã, em Iguape.
“Nosso foco é a pesca predatória e essa interferência extremamente danosa que a pesca de arrasto está provocando, especialmente no fundo do mar, aos corais”, disse Graziano.
De acordo com ele, os barcos que realizam esse tipo de pesca estão cada vez maiores, assim como as redes. “Há redes com dois mil metros.”
O porta-voz da Polícia Militar Ambiental, major Milton Nomura, afirma que os policiais encarregados de monitorar o local hoje, em razão da falta de equipamentos, quase só trabalham em terra. “O investimento vai remediar essa deficiência e permitirá que se previna o dano”, disse.
Hoje, os policiais possuem oito barcos menores, que não são seguros em alto-mar.
O presidente da Federação dos Pescadores do Estado de São Paulo, Tsuneo Okida, apóia a medida. Ele afirma que os pescadores artesanais usam barcos individuais para pegar, sobretudo, camarões sete-barbas e não serão afetados.
Presença militar
Segundo Graziano, a Marinha apóia o projeto e vai colocar policiais ambientais em suas embarcações maiores.
Os militares são criticados por ambientalistas por utilizarem um trecho da ilha de Alcatrazes como alvo para exercícios de tiros. Segundo Graziano, essas atividades poderão continuar, apesar de a área ter se tornado uma APA. De acordo com ele, o Ministério do Meio Ambiente não se opõe aos exercícios na ilha. “Eu conversei com [o secretário-executivo do Ministério de Meio Ambiente, João Paulo] Capobianco e ele afirmou que há razões fundamentadas para que a atividade continue”, disse Graziano.
Segundo o governo, existem 17 espécies de peixes marinhos consideradas ameaçadas de extinção na “lista vermelha” paulista. Além disso, o litoral é importante área de alimentação para espécies de tartarugas.
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3
Abril
2008
O Clube de Pesca de Ubatuba (CPU) promove nos dias 12 e 13 de abril a terceira edição do torneio de pesca “Taça Cidade de Ubatuba”. A competição, que acontece na praia do Cruzeiro, faz parte do calendário turístico da cidade e deve receber pescadores de diversas regiões do Estado, federados e avulsos.
A prova é um torneio individual de pesca de arremesso de praia, com duração de oito horas dividido em dois dias: no sábado a prova vai das 13h às 17h e no domingo das 8h às 12h30.
- Pontuação e premiação:
Serão atribuídos dois pontos para cada peixe válido capturado e um ponto por cada 100 gramas. Não poderão ser apresentados para pesagem, peixes com menos de 12 centímetros. Os dez pescadores melhor classificados receberão troféus, assim como os três melhores clubes e o pescador da maior peça.
- Inscrições:
As inscrições podem ser efetuadas no sábado, 12, a partir das 10h na Praia do Cruzeiro, e a taxa é de R$ 30 por atleta. Informações podem ser obtidas pelo telefone (12) 3833-7074. O regulamento completo pode ser visto na internet no endereço www.cbpds.com.br/html/REG-UBAPESCA.htm
A “Taça Cidade de Ubatuba” de pesca esportiva é organizada pelo CPU, com fiscalização da Confederação Brasileira de Pesca e Desportos sub Aquáticos, Federação Paulista de Pesca e Lançamento e Comissão Nacional de Arbitragem, com apoio da Prefeitura Municipal de Ubatuba.
Por: Depto. Imprensa - Prefeitura Municipal de Ubatuba
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