- sexta-feira, 24 agosto, 2007, 0:17
- Geral, Peixes pelo Mundo, Peixes Água - Doce
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Nome popular:
Lambari
Nome científico:
Astyanax spp, Mimagoniates spp.
Habitat:
Em todo o Brasil, segundo estudos, existem mais de trezentas espécies de Lambaris, havendo portanto uma grande variação de cor e formato, porém o tamanho máximo encontrado , dificilmente passa de 20cm. Freqüenta rios , lagoas, represas, etc, sendo que se alimenta tanto de vegetais como de animais (insetos, minhocas, etc.). Pode ser considerado como um dos peixes mais pescados em todo o Brasil, pois além de muito saboroso, é também uma excelente isca para se pescar muitos peixes.
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- quarta-feira, 22 agosto, 2007, 7:51
- Geral, Meio Ambiente, Peixes Água - Doce
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Centro de Comunicação do Instituto de Pesca, agosto 2007
O Brasil dispõe de tecnologia para desenvolver um bom programa de produção de tilápias. O consumo per capita nacional está abaixo da metade do recomendado pelo organismo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Há formas de aumentar o consumo interno de pescado, mas essa discussão não é o propósito do artigo “Para onde vai a tilápia”, de autoria de Fábio Rosa Sussel, sussel@aptaregional.sp.gov.br, pesquisador científico da APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios) do Médio Paranapanema (SP). O artigo completo encontra-se no site
www.pesca.sp.gov.br, item “Textos Técnicos”.
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- sexta-feira, 17 agosto, 2007, 13:03
- Geral, Meio Ambiente, Peixes Água - Doce
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A tuvira (Gymnotus sp.) é uma das espécies mais utilizadas como isca viva no Pantanal e, por isso, está entre os peixes de importância econômica nesta região. Também conhecida como peixe espada, sarapó, carapó e ituí em outros estados brasileiros, é preferida na pesca de peixes nobres, como o dourado (Salminus maxillosus), os surubins (Pseudoplatystoma sp.), o jaú (Paulicea luetkeni), e até de peixes onívoros como os Brycons (piraputanga, piracanjura, matrinxã).
Sua exploração é feita de forma extrativista e, portanto, é potencialmente geradora de impactos nos diversos aspectos estruturais das populações selvagens deste peixe. Embora não tenham sido realizados estudos específicos, tem sido observada uma menor ocorrência de tuviras perto dos centros de distribuição e venda de iscas vivas. Além dos aspectos ecológicos quanto aos possíveis efeitos negativos na dispersão desta espécie, a captura acentuada de tuviras no ambiente natural pode gerar impactos econômicos e sociais, visto que a comercialização de iscas é um importante componente da pesca profissional artesanal no Pantanal, pois gera renda para um grande número de isqueiros na região, que dependem da sua coleta para sobrevivência.
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- terça-feira, 14 agosto, 2007, 12:08
- Geral, Meio Ambiente, Peixes Água - Doce, Política
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O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Sérgio Ricardo (PR) esteve no último sábado (11), no município de Barra do Bugres (168 km a Médio-Norte de Cuiabá), onde realizou mais uma etapa do Projeto Natureza Viva ´Repovoando os rios de Mato Grosso´. O parlamentar junto a lideranças políticas da região e sociedade civil organizada reuniu centenas de crianças e adolescentes num rico momento de entretenimento ao soltar 200 mil peixes nas águas do rio Paraguai.
Os peixes são da espécie piráctus mesopho tamicus (pacú), criados em tanques, medem aproximadamente 18 cm e têm peso médio de 25 gramas, tamanho este, considerado próprio para garantir um alto índice de sobrevivência.
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- quarta-feira, 8 agosto, 2007, 11:54
- Geral, Legislação, Peixes Água - Doce
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O Pirarucu ( Arapaima gigas ) á um peixe exclusivo da Bacia Amazônica e característico das águas calmas de suas várzeas. Vive em lagos e rios tributários, de águas claras, brancas e pretas ligeiramente alcalinas e com temperaturas que variam de 24° a 37°C, não sendo encontrado em zona de fortes correntezas e águas ricas em sedimentos.
A espécie apresenta características biológicas e ecológicas distintas: de grande porte, seus espécimes podem atingir até três metros de comprimento e 250 quilos, possui dois aparelhos respiratórios, as brânquias, para a respiração aquática e a bexiga natatória modificada, especializada para funcionar como pulmão, no exercício da respiração aérea, obrigatória; durante a seca os peixes formam casais, procuram ambientes calmos e preparam seus ninhos, reproduzindo durante a enchente; é papel do macho proteger a prole por cerca de seis meses. Os filhotes apresentam hábito gregário, e durante as primeiras semanas de vida, nadam sempre em tomo da cabeça do pai, que os mantém próximos à superficie, facilitando-lhes o exercício da respiração aérea.
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