3
Junho
2008
A equipe de fiscalização da Unidade Regional do Naturatins de Alvorada, em conjunto com a PM – Policia Militar de Alvorada, empreendeu, na manhã deste domingo, 1, uma operação para coibir a pesca predatória no Rio Santa Tereza, na região conhecida como “volta do rio”. Na ação foram apreendidos além de material predatório, um peixe Jaú de 70kg.
Durante o trabalho foi emitida multas para quatro infratores pegos com o material predatório. Durante a apreensão do peixe os fiscais não encontraram os infratores que evadiram do local ao perceberem a presença da fiscalização.
O gerente da unidade do Naturatins em Alvorada, Ismael Chalegre e o agente de Fiscalização Manoel Alves dos Prazeres, acompanhados dos policiais militares, Delmar Bezerra, Israel Monteiro e Mario Giuliard entregaram o pescado a Secretaria de Assistência Social do município que posteriormente será doado à população carente.
Peixe foi entregue a Secretaria de Ação Social de Alvorada
Pesca amadora
A pesca amadora está liberada no Tocantins, mas para praticar essa modalidade é necessário ter a carteira de pesca do Naturatins, que pode ser obtida nas agências do Banco do Brasil ou em uma unidade regional do Instituto. A taxa para obter a carteira para a pesca desembarcada, feita sem o auxílio de barco, é de R$ 15,96. Já a da categoria embarcada, que usa embarcações, custa R$ 42,50.
Na pesca amadora é proibida a captura de peixes com tamanhos inferiores ao permitido. Também é proibido pescar peixes como filhote, surubim, caranha, dourada, pirarara e pirosca. Cada pessoa pode pescar cinco quilos de pescado ou um exemplar de cinco quilos.Vale lembrar que quem for pego pescando com redes e tarrafas, terá o seu material apreendido e receberá multa que varia de R$ 700,00 a R$ 100 mil, mais R$ 10,00 por quilo de peixe pescado apreendido.
O Naturatins destaca que a prática da pesca de forma correta contribui para a preservação e manutenção dos estoques pesqueiros
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24
Agosto
2007

Nome Popular:
Tuvira.
Nome Científico:
Gymnotus carapo .
Ocorrência:
Todo território nacional.
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24
Agosto
2007

Nome popular:
Lambari
Nome científico:
Astyanax spp, Mimagoniates spp.
Habitat:
Em todo o Brasil, segundo estudos, existem mais de trezentas espécies de Lambaris, havendo portanto uma grande variação de cor e formato, porém o tamanho máximo encontrado , dificilmente passa de 20cm. Freqüenta rios , lagoas, represas, etc, sendo que se alimenta tanto de vegetais como de animais (insetos, minhocas, etc.). Pode ser considerado como um dos peixes mais pescados em todo o Brasil, pois além de muito saboroso, é também uma excelente isca para se pescar muitos peixes.
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22
Agosto
2007
Centro de Comunicação do Instituto de Pesca, agosto 2007

O Brasil dispõe de tecnologia para desenvolver um bom programa de produção de tilápias. O consumo per capita nacional está abaixo da metade do recomendado pelo organismo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Há formas de aumentar o consumo interno de pescado, mas essa discussão não é o propósito do artigo “Para onde vai a tilápia”, de autoria de Fábio Rosa Sussel, sussel@aptaregional.sp.gov.br, pesquisador científico da APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios) do Médio Paranapanema (SP). O artigo completo encontra-se no site www.pesca.sp.gov.br, item “Textos Técnicos”.
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17
Agosto
2007
A tuvira (Gymnotus sp.) é uma das espécies mais utilizadas como isca viva no Pantanal e, por isso, está entre os peixes de importância econômica nesta região. Também conhecida como peixe espada, sarapó, carapó e ituí em outros estados brasileiros, é preferida na pesca de peixes nobres, como o dourado (Salminus maxillosus), os surubins (Pseudoplatystoma sp.), o jaú (Paulicea luetkeni), e até de peixes onívoros como os Brycons (piraputanga, piracanjura, matrinxã).
Sua exploração é feita de forma extrativista e, portanto, é potencialmente geradora de impactos nos diversos aspectos estruturais das populações selvagens deste peixe. Embora não tenham sido realizados estudos específicos, tem sido observada uma menor ocorrência de tuviras perto dos centros de distribuição e venda de iscas vivas. Além dos aspectos ecológicos quanto aos possíveis efeitos negativos na dispersão desta espécie, a captura acentuada de tuviras no ambiente natural pode gerar impactos econômicos e sociais, visto que a comercialização de iscas é um importante componente da pesca profissional artesanal no Pantanal, pois gera renda para um grande número de isqueiros na região, que dependem da sua coleta para sobrevivência.
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