Alagoas – Projeto vai focar na educação ambiental de alunos da rede pública

Desenvolver ações de educação ambiental com alunos das escolas públicas e particulares de Alagoas que vivem nos municípios beneficiados pelo Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba (Celmm). Este é o principal propósito do projeto Navegando com o Meio Ambiente que o Instituto do Meio Ambiente (IMA) e a Braskem lançaram, nesta sexta-feira (13), com a assinatura do convênio para a construção de um barco-escola com capacidade para 100 pessoas.

A ideia não é nova. Há muito que o IMA estudava meios de viabilizar o projeto que foi apresentado a Braskem e aceito, porque a empresa entendeu a importância do projeto ambiental. “Difundir a percepção do complexo, integrar o ambiente escolar com o meio ambiente, incentivar recuperação das áreas degradadas e permitir que a academia também faça uso do barco. Esses são alguns dos motivos que motivaram a Braskem a aceitar o desafio”, disse o diretor de relacionamento institucional da Braskem, Milton Pradines.

Integração

A educação ambiental é um dos trabalhos mais importantes desenvolvidos pelo IMA, já que consegue unir o instrumento de aprendizagem, com a integração da comunidade e a disseminação de práticas de preservação ambiental. Neste contexto, o projeto Navegando com o Meio Ambiente prevê a realização três passeios semanais, a bordo de um barco-escola, onde uma equipe multidisplinar acompanhará alunos das unidades educacionais dos municípios agregados ao Celmm.

A previsão é que em um ano, cerca de 15 mil alunos e mil professores sejam beneficiados. “Esta é uma ação de grande importância que visa o atendimento às comunidades que sobrevivem do Celmm. O nosso maior interesse é dar oportunidade para as pessoas conhecerem, para que elas se apaixonem e peguem pra si a responsabilidade de preservar”, afirmou o diretor-presidente do IMA, Adriano Augusto de Araújo Jorge.

A partir das aulas, o IMA pretende que os participantes do projeto interajam, proponham soluções e discutam as problemáticas socioambientais que atingem o complexo estuarino. “Conscientizar o público que vive no entorno é o primeiro passo para chegarmos ao frequentador do complexo. Nossa ideia é sensibilizar as pessoas quanto ao uso de equipamentos indevidos para a pesca, as consequências do desmatamento, informar sobre a problemática do local, promover e estimular a conservação ambiental nas comunidades e incentivar o consumo responsável dos recursos naturais”, salientou Adriano Augusto.

Fonte = Agência Alagoas / Flavia Batista

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