Acre – Desenvolvimento econômico passa pela cadeia produtiva dos pescados

O empenho é tornar a piscicultura um negócio de destaque na economia.

Em reunião nesta terça-feira (15/03), o governador do Acre Tião Viana e a ministra da Pesca e Aquicultura, Ideli Salvatti, discutiram o Programa de Desenvolvimento da Piscicultura no estado do Acre. A proposta é ampliar a presença de pequenos, médios e grandes produtores nos pólos de desenvolvimento e da industrialização de pescado no Estado, região estratégica quanto à localização próxima aos portos do Pacífico, ponto de partida para escoar a produção acreana. A perspectiva do programa é garantir o incremento do segmento, a partir de projetos de estruturação da cadeia produtiva.

O projeto prevê a implantacão de dois pólos produtivos, onde já existe produção, que estarão, prioritariamente, destacados para a organização do processo de produção no estado. O programa passa por vários braços de desenvolvimento, geração de renda e emprego, como por exemplo, nas unidades de construção de açudes, áreas industriais de produção de ração, beneficiamento do pescado e laboratório de alevinagem, fechando o ciclo de produção e industrialização de pescados.

Entusiasmada com o programa do estado, a ministra Ideli Salvatti ressalta com ênfase a sintonia da proposta do plano de alto desempenho da organizacão pesqueira, com o mesmo desenho do estudo realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, que destaca esta importante proteína como um dos setores mais lucrativos e geradores de renda e emprego. “O governo do Acre chegou no momento certo em que se discute a necessidade de organização desta importante cadeia produtiva, alinhado com os técnicos do BNDES e Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA, que há um ano vem pesquisando o potencial do segmento”, lembrou a ministra. “O programa de desenvolvimento da piscicultura do Ministério da Pesca, no Acre, serve de exemplo para os demais Estados do pais”, destacou Ideli Salvatti.

O governador Tião Viana informou que o governo vai entrar com parte do recurso necessário para a instalação do complexo industrial, que custará R$ 40 milhões, e a iniciativa privada entrará também na divisao e contrapartidas finnaceiras. A proposta é beneficiar trabalhadores rurais gerando renda através deste importante setor, destacou, o governador. Com o projeto, a produção passará de 5 para 20 toneladas, aumentando em 4 vezes a produção regional.

MPA

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