13
março
2008
O pescador profissional, José Rovira de 52 anos, foi preso pela Polícia Militar Ambiental (PMA), no lago da Usina Sérgio Mota, próximo ao local denominado Santana, em Bataguassu, por estar com 35 kg de pescado, dentre os quais havia exemplares em tamanho inferior ao permitido pela legislação.
Além do pescado, foram apreendidos 01 barco, 01 motor de popa e 06 redes de pesca.
Foi dada voz de prisão em flagrante ao pescador, e foi autuado em flagrante delito por crime de pesca predatória, recebendo um auto de infração administrativo, sendo arbitrada multa de R$ 1.480,00.
O pescador foi conduzido, juntamente com o material apreendido à delegacia de Polícia Civil de Bataguassu, .
O pescador saiu após pagar fiança e responderá ao processo em liberdade. Caso seja condenado, poderá pegar pena de 01 a 03 anos de detenção.
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13
março
2008
WELLINGTON (AFP) — Duas cachalotes, que corriam risco de vida porque não conseguiam se afastar do litoral da Nova Zelândia, foram salvas por um golfinho, que as escoltou até alto-mar, informou nesta quarta-feira um funcionário do serviço de proteção animal.
“Foi a primeira vez que vi algo assim, foi incrível“, comentou Malcom Smith.
O golfinho, uma fêmea chamada Moko, conseguiu guiar os mamíferos até a altura da praia de Mahia, no litoral oriental da ilha do Norte.
Avisado por um habitante sobre a presença das cachalotes, desorientadas por um banco de areia que as impedia de se afastar do litoral, Malcom Smith tentou guiá-los, mas em vão.
“Elas estavam muito cansadas e eu estava a ponto de desistir, achando que tinha feito tudo que podia“, contou, explicando que, na maioria dos casos, os mamíferos, esgotados, se matam para não sofrer mais.
Mas foi aí que entrou em ação a golfinho Moko.
“As cachalotes estabeleceram contato com o golfinho e ele os guiou em paralelo à praia, ao longo de 200 metros até a ponta do banco de areia. Depois, passou por um canal estreito e os escoltou até o mar“, continuou Smith.
Pouco depois, Moko voltou para a praia de Mahia, onde vive há um ano e é conhecida por suas brincadeiras aquáticas como se deixar acariciar e empurrar os caiaques.
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9
março
2008
A pesca no Pantanal é uma atividade muito procurada por quem deseja momentos de interação com a natureza, sossego, descanso mental e lazer. Mas nem por isso é uma atividade que dispensa regras e respeito, principalmente àqueles que é a parte mais importante da pescaria: o peixe. Uma das tentativas de exercer a pesca de forma sustentável é o pesque-e-solte. Esta modalidade geralmente ocorre em locais definidos pela legislação, ou em períodos específicos nos quais há necessidade de proteger o peixe do abate.
Muitos pescadores acreditam que praticando o pesque-e-solte estão conservando a natureza. Porém, fisgar o peixe e submetê-lo a uma briga longa, por exemplo, pode levá-lo a um nível muito alto de estresse e/ou causar alguma lesão que resultará na morte do animal.
Os efeitos do manuseio durante o pesque-e-solte têm sido objetos de estudo nas diversas regiões onde esta prática foi adotada. A Embrapa Pantanal, em parceria com a Fundect, está realizando pesquisas acerca dos efeitos do pesque-e-solte em peixes no Pantanal, visando avaliar a efetividade desta prática de manejo para a conservação dos estoques pesqueiros.
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9
março
2008
Equipes de salvamento resgataram neste domingo 755 pescadores que estavam em um iceberg à deriva nas proximidades da ilha russa de Sakhalin, no oceano Pacífico, informou o Ministério de Situações de Emergência da Rússia.
“Foram resgatadas 755 pessoas, 334 delas em helicópteros e 121 em lanchas, enquanto outras 300 foram conduzidas até a costa através de outros icebergs e campos de gelo“, informou à agência Interfax o chefe de Defesa Civil em Sakhalin, Viacheslav Murnayev.
Os praticantes da pesca sobre gelo, um dos esportes de inverno mais populares na Rússia, estavam em um enorme iceberg que se desprendeu do litoral, disse o funcionário.
Ele acrescentou que as autoridades já haviam advertido a população sobre o risco de desprendimento do gelo, mas os praticantes não acataram o aviso e alguns foram pescar em famílias inteiras, com suas mulheres e filhos.
A operação de resgate, da qual participaram helicópteros, 14 lanchas e dezenas de pessoas, aconteceu em complicadas condições meteorológicas, pois em alto mar sopravam fortes ventos e havia pouca visibilidade.
Efe, em Moscou
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9
março
2008
Nos primeiros dias de pesca liberada, poucos pescadores foram até o Rio Aquidauana. Na região abaixo da ponte velha, onde acabou a piracema, profissionais e amadores reclamam da pouca oferta de pescado. Alguns ficaram mais de seis horas sem conseguir sequer um peixe.
Na parte acima da mesma ponte, onde persistem as regras da piracema, foram detectados, no fim de semana, flagrantes de irregularidades. Algumas pessoas pescavam usando molinetes e carretilhas, o que é proibido em áreas de defeso. Quem for encontrado irregular nos locais onde a proibição da pesca vai até o dia 15 de março pode ser preso ou multado. A multa varia de R$ 700 a R$ 100 mil, mais dez reais por quilo de pescado irregular.
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