24
Fevereiro
2008
O CPAP (Centro de Pesquisa Agropecuária do Pantanal), chamado de Embrapa Pantanal, está completando 33 anos de existência neste domingo, dia 24 de fevereiro. Criada em Corumbá em 1975, a Unidade tinha a missão de oferecer suporte tecnológico para a pecuária extensiva praticada na região.
A Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é uma das unidades mais antigas da Embrapa, que em abril completa 35 anos de existência no país.
O centro nasceu como Uepae (Unidade de Execução de Pesquisa de Âmbito Estadual) e se transformou em centro de pesquisa em 1984, quando o andamento das pesquisas indicou que as peculiaridades socioeconômicas e a complexidade dos ecossistemas necessitavam de um amplo programa de pesquisa multidisciplinar. Esse programa deveria contemplar o conhecimento dos recursos naturais da região e seus aspectos socioeconômicos, além de suas interações, para que as tecnologias geradas – e/ou adaptadas – fossem adotadas pelos produtores, sem degradar o meio ambiente.
Read the rest of this entry »
Posted: Geral
19
Fevereiro
2008
Agencia Estado
Um tubarão do tipo martelo foi capturado, no final da noite de sexta-feira, na praia de Boa Viagem, zona sul do Recife. O peixe, com 2,47 metros e aproximadamente 180 quilos, ficou preso a uma rede de pesca, instalada a 20 metros da faixa de areia. De acordo com informações dos pescadores responsáveis pela captura, a rede havia sido armada no final da tarde com o objetivo de pegar pequenos peixes, comuns na região.
Segundo Felipe da Silva, 27, que participou da captura, o tubarão ainda saiu vivo da água. “O bicho era muito pesado. Eu e mais quatro homens puxamos a rede até conseguir tirar ele da água”, afirmou o rapaz em entrevista a uma rádio local. Após a captura, que durou aproximadamente três horas, o animal foi levado para o bairro de Brasília Teimosa, onde há uma colônia de pescadores, e vendido em peças aos moradores neste sábado.
A região onde o peixe foi capturado faz parte do perímetro onde estão instalados alguns dos principais e mais caros hotéis da cidade.
Posted: Geral
17
Fevereiro
2008
Por =João Lara Mesquita
Nessa sexta-feira os grandes jornais repercutiram um estudo publicado pela revista Science mostrando que “não há uma gota de água nos oceanos que não tenha sido afetada de alguma forma pela ação do homem” (Estado, 15/2, A20).
De acordo com os cientistas, que usaram dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), neste primeiro levantamento global sobre o impacto humano sobre os mares, 41% da superfície oceânica está sob forte pressão de atividades humanas, como pesca excessiva e poluição, e corre sério risco de se transformar em deserto de vida inanimada.
Os dados são dramáticos, mas não surpreendem. Recentemente a ONU alertou que, nos últimos 15 anos, dobrou a quantidade de zonas mortas no mar. Hoje seu número é estimado em cerca de 150. São áreas cujos tamanhos variam entre 2 km² até 70 mil km², e nelas não existe oxigênio para que haja vida. Por isso, para a ONU, a pesca industrial tem data para acabar: o ano de 2048.
Esses dados impressionantes foram a mola propulsora que me induziram a uma grande viagem. Durante dois anos desci a costa brasileira de veleiro, do Rio Oiapoque ao Arroio Chuí, produzindo 90 documentários para a TV Cultura, para a série Mar Sem Fim. Durante a jornada, que começou em 2005 e terminou em 2007, navegamos cerca de 6.200 milhas (ou 11.500 km) sempre rente à costa, entrando em todas as baías e enseadas, e demandando a barra de quase todos os rios, numa ousada tentativa de fazer um levantamento socioambiental da zona costeira brasileira, chamando a atenção da opinião pública para seu abandono, ocupação predatória e potenciais danos.
Read the rest of this entry »
Posted: Geral, Meio Ambiente, Pesca pelo Mundo
17
Fevereiro
2008
No dia 16 de fevereiro de 1937, o gigante norte-americano da química Du Pont registrou a patente de uma fibra produzida em seus laboratórios.
O objetivo do descobridor do náilon não foi desenvolver um novo produto. Segundo os historiadores da Du Pont, ele pretendia muito mais descobrir o funcionamento das ligações químicas na nova substância. O norte-americano Wallace Hume Carothers trabalhava no setor de polimerização da superfábrica da Du Pont em Delaware, nos EUA.
Sua intenção era descobrir por que determinadas moléculas se agrupavam formando fibras e outras não. Por isso, foi praticamente um acaso o desenvolvimento de um polímero que permitia ser esticado em longos fios maleáveis. O novo material foi chamado náilon (nylon) e introduziu a era das fibras sintéticas.
O fio sintético é um xarope espesso, formado por longos fios lustrosos e elásticos como os da seda e celulose, que se solidificam ao esfriar. Essa era a aparência da primeira fibra sintética, produzida no início da década de 1930 nos laboratórios da Du Pont de Nemours, em Delaware.
Read the rest of this entry »
Posted: Fabricantes, Geral
14
Fevereiro
2008
Brasília - Os pescadores de camarão rosa dos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul podem solicitar o seguro-desemprego em razão do defeso (período de reprodução) da espécie que começa em primeiro de março e termina em 31 de maio.
Segundo o Ministério do Trabalho, em 2007 mais de 5 mil pescadores receberam o benefício naqueles estados, no valor de cerca de R$ 6 milhões. O benefício pode ser requerido 30 dias antes do início do defeso e deve ser solicitado até o fim da proibição da pesca.
Para fazer o pedido, o trabalhador deve se dirigir às superintendências regionais do Trabalho e Emprego (SRTE), ao Sistema Nacional de Emprego (Sine) ou às entidades credenciadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e preencher o formulário de requerimento do seguro-desemprego do pescador artesanal.
De acordo com o ministério, após 30 dias, a primeira parcela estará disponível nas agências da Caixa, nas Casas Lotéricas ou nas unidades da Caixa Aqui. Para o saque é necessário apresentar a carteira de identidade e o número de inscrição como Segurado Especial.
Para ter acesso às parcelas do seguro-desemprego, concedidas a cada 30 dias, o pescador deve comprovar que está inscrito na Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca há pelo menos um ano, apresentar o atestado da colônia de pescadores artesanais confirmando o exercício da atividade, carteira de identidade ou de trabalho, comprovante de pagamento das contribuições previdenciárias e do número de inscrição como Segurado Especial.
Agência Brasil
Posted: Geral, Legislação, Meio Ambiente, Pesca pelo Mundo