- quarta-feira, 3 outubro, 2007, 22:00
- Economia, Geral, Meio Ambiente
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O ministro da Aqüicultura e Pesca, Altemir Gregolin, apresentou nesta manhã aos integrantes da Comissão de Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional as metas de desenvolvimento do setor até 2011. As metas incluem aumento da pesca para 1,7 milhão de toneladas por ano e a geração de mais de 300 mil empregos em todo o País. Hoje, produz 1 milhão de toneladas por ano, emprega 3,5 milhões de pessoas e contribui com R$ 5 bilhões para o PIB.
Gregolin também pediu apoio para aprovar emendas ao Orçamento e viabilizar alguns projetos. Ele destacou a necessidade da criação de 16 centros integrados de pesca artesanal (Cipars) nos pólos de pesca e aqüicultura, projeto orçado em R$ 40 milhões. Segundo o ministro, também é preciso desenvolver a cadeia produtiva pesqueira, oferecendo áreas de desembarque, conservação, beneficiamento e comercialização do pescado por meio de implantação de infra-estrutura. Essas medidas estão avaliadas em R$ 45 milhões. São esses dois projetos que o ministro espera viabilizar por meio de emendas ao Orçamento da União. O orçamento da Secretaria de Aqüicultura e Pesca neste ano é de R$ 100 milhões.
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- quarta-feira, 3 outubro, 2007, 20:30
- Geral, Meio Ambiente
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Uma operação de fiscalização realizada na última terça-feira (02), resultou na apreensão de 11 malhadeiras, 01 tarrafa, 02 espinhéis, 04 zagaias, 01 espingarda de mergulho ar comprimido, 01 arpão, 02 arco e flexa, 02 molinetes, 01 espingarda cal. 20, 01 caixa de pesca com petrechos diversos e 05 cascos de quelônios abatidos. Ao todo, 53 embarcações foram vistoriadas. Foram registrados 06 termos de apreensões, com ...
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- terça-feira, 2 outubro, 2007, 22:59
- Economia, Geral, Meio Ambiente
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O Governo do Estado vai elaborar e executar um programa de piscicultura que visa a exploração em escala comercial do pirarucu. A parceria, por meio do Programa MT Regional, consórcios intermunicipais, Empaer, Banco do Brasil, entre outra entidades, visa fomentar esta atividade em lagos da região do Araguaia em projetos de manejo e tanques em represas.
A viabilidade do projeto em Mato Grosso foi assegurada nesta terça-feira (02.10) pelo pesquisador José Maria Damasceno, do Instituto Fonte Boa, situado no município homônimo, no Amazonas. “Mato Grosso está com a ‘faca e o queijo na mão’ para executar esse projeto”, anunciou Damasceno.
O pesquisador visitou, acompanhado do secretário-adjunto de Projetos Estratégicos, Neurilan Fraga, técnicos da Empaer e produtores, lagos e projetos de piscicultura nos Municípios de Luciara, São Félix do Araguaia e Novo Santo Antônio. “Esta é uma alternativa econômica importante. Só resta a organização dos produtores e buscar recursos, como os do Fundo Nacional do Meio Ambiente (Funama)", apontou.
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- segunda-feira, 1 outubro, 2007, 8:10
- Geral, Legislação, Meio Ambiente
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Começa hoje (1º) o período de defeso do tambaqui. Com isso, a pesca da espécie no Amazonas está proibida até o dia 31 de março de 2008, conforme determinação do Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
A chefe-substituta do núcleo de Recursos Pesqueiros do Ibama no Amazonas, Rafaela Vicentini, explica que, diferentemente de outras espécies cujo defeso é de três meses, o tambaqui precisa de seis meses de interrupção de pesca.
"A importância do defeso é a manutenção da espécie. O tambaqui é um peixe com muita importância comercial, durante muitos anos, foi a espécie mais explorada no estado", diz. "Com isso, observou-se uma queda significativa na quantidade e no tamanho desses tambaquis desembarcados. Ou seja, estava havendo muita captura, e o peixe não conseguia se recuperar e se reproduzir o suficiente para suprir aquilo que estava sendo retirado".
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