- quarta-feira, 1 agosto, 2007, 22:12
- Geral, Legislação, Meio Ambiente
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Instituto bauruense participa do primeiro projeto ambiental para preservação de espécie marinha ameaçada de extinção
Thatiza Curuci
Ele é grandioso, mas seu tamanho e peso - quase três metros e 400 quilos - não assusta os pescadores a ponto de impedir sua caça. Pelo contrário, o peixe mero é altamente vulnerável e está na lista vermelha das espécies ameaçadas de extinção da International Union for Conservation Nature (IUCN). Agora, ele é personagem principal de um projeto patrocinado pela Petrobras que tem o Instituto Ambiental Vidágua, de Bauru, como participante.
Ontem, o coordenador geral do projeto “Mero - estratégias para a conservação de ambientes costeiros e marinhos do Brasil”, Mauricio Hostim, esteve em Bauru para troca de informações com os integrantes do Vidágua. Cerca de R$ 960 mil serão investidos no projeto, que também é desenvolvido na Bahia, Pernambuco e Santa Catarina, além de São Paulo.
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- quarta-feira, 1 agosto, 2007, 17:54
- Geral, Legislação, Meio Ambiente, Peixes Água - Salgada
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Campanha de Proteção ao Mero
A espécie
O Mero (Epinephelus itajara) é uma das maiores espécies de peixes e a que corre o mais sério risco de extinção. Pertence à família dos Serranídeos, que é representada também pelas garoupas, chernes e badejos. O Mero pode alcançar até 2,7 metros de comprimento e pesar mais de 400kg.
É um peixe solitário e territorialista, habita regiões recifais, ilhas rochosas, lajes, estuários e manguezais, mas também pode ser encontrado em naufrágios, estruturas submersas e plataformas de petróleo. Carnívoro, alimenta-se preferencialmente de lagostas, caranguejos e peixes. Seu período de acasalamento e reprodução acontece geralmente em áreas estuarinas no final da primavera e início do verão. Os filhotes possuem um crescimento lento e só atingem a primeira maturação com 6 anos em média.
O Mero ocorre nas águas costeiras e tropicais dos oceanos Pacífico e Atlântico. No Brasil sua incidência é menor Região Sul.
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- quarta-feira, 1 agosto, 2007, 15:49
- Geral, Peixes Água - Doce
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Nome Popular
Mandubé, Palmito, Fidalgo
Nome Científico
Ageneiosus brevifilis
Família
Ageneiosidae
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- quarta-feira, 1 agosto, 2007, 14:51
- Dicas, Geral, Meio Ambiente, Pesca pelo Mundo
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Com a reabertura da pesca após o período de defeso, é oportuno tecer algumas considerações sobre os fenômenos biológicos e culturais relacionados à pesca de anzol, haja vista que este é o único aparelho de captura permitido atualmente no Pantanal para a pesca profissional-artesanal, amadora e de subsistência. Aos pescadores profissionais é ainda facultado utilizar uma pequena tarrafa para a captura de iscas.
Os aparelhos de pesca geralmente são classificados em duas categorias: aparelhos passivos, que são fixos ou estacionários, tais como anzol, espinhel, rede de emalhar e armadilha, e aparelhos ativos, que são móveis como as redes de deriva (rede de lance) e de arrasto e tarrafas. A captura com os aparelhos passivos depende do comportamento ativo dos peixes em relação ao aparelho, o que, no caso do anzol, é induzido e reforçado pelos odores desprendidos pela isca. Ao contrário, nos aparelhos ativos, os peixes são capturados pelo movimento do aparelho, praticamente à revelia de seu comportamento. Assim, o rendimento da pesca de anzol depende da interação entre :
(I) a disponibilidade de peixes no ambiente,
(II) a vulnerabilidade dos peixes à pesca e
(III) ao conjunto de decisões dos pescadores.
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