Arquivado para agosto, 2007

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Vidágua ajuda a preservar peixe mero

Instituto bauruense participa do primeiro projeto ambiental para preservação de espécie marinha ameaçada de extinção Thatiza Curuci Ele é grandioso, mas seu tamanho e peso - quase três metros e 400 quilos - não assusta os pescadores a ponto de impedir sua caça. Pelo contrário, o peixe mero é altamente vulnerável e está na lista vermelha das espécies ameaçadas de extinção da International Union for Conservation Nature (IUCN). Agora, ele é personagem principal de um projeto patrocinado pela Petrobras que tem o Instituto Ambiental Vidágua, de Bauru, como participante. Ontem, o coordenador geral do projeto “Mero - estratégias para a conservação de ambientes costeiros e marinhos do Brasil”, Mauricio Hostim, esteve em Bauru para troca de informações com os integrantes do Vidágua. Cerca de R$ 960 mil serão investidos no projeto, que também é desenvolvido na Bahia, Pernambuco e Santa Catarina, além de São Paulo. Continue lendo

Proteja o Mero

Proteja o Mero
Campanha de Proteção ao Mero   A espécie O Mero (Epinephelus itajara) é uma das maiores espécies de peixes e a que corre o mais sério risco de extinção. Pertence à família dos Serranídeos, que é representada também pelas garoupas, chernes e badejos. O Mero pode alcançar até 2,7 metros de comprimento e pesar mais de 400kg. É um peixe solitário e territorialista, habita regiões recifais, ilhas rochosas, lajes, estuários e manguezais, mas também pode ser encontrado em naufrágios, estruturas submersas e plataformas de petróleo. Carnívoro, alimenta-se preferencialmente de lagostas, caranguejos e peixes. Seu período de acasalamento e reprodução acontece geralmente em áreas estuarinas no final da primavera e início do verão. Os filhotes possuem um crescimento lento e só atingem a primeira maturação com 6 anos em média. O Mero ocorre nas águas costeiras e tropicais dos oceanos Pacífico e Atlântico. No Brasil sua incidência é menor Região Sul. Continue lendo

Mandubé

Mandubé
Nome Popular Mandubé, Palmito, Fidalgo Nome Científico Ageneiosus brevifilis Família Ageneiosidae Continue lendo

Aspectos ecológicos e culturais da pescaria de anzol

Com a reabertura da pesca após o período de defeso, é oportuno tecer algumas considerações sobre os fenômenos biológicos e culturais relacionados à pesca de anzol, haja vista que este é o único aparelho de captura permitido atualmente no Pantanal para a pesca profissional-artesanal, amadora e de subsistência. Aos pescadores profissionais é ainda facultado utilizar uma pequena tarrafa para a captura de iscas. Os aparelhos de pesca geralmente são classificados em duas categorias: aparelhos passivos, que são fixos ou estacionários, tais como anzol, espinhel, rede de emalhar e armadilha, e aparelhos ativos, que são móveis como as redes de deriva (rede de lance) e de arrasto e tarrafas. A captura com os aparelhos passivos depende do comportamento ativo dos peixes em relação ao aparelho, o que, no caso do anzol, é induzido e reforçado pelos odores desprendidos pela isca. Ao contrário, nos aparelhos ativos, os peixes são capturados pelo movimento do aparelho, praticamente à revelia de seu comportamento. Assim, o rendimento da pesca de anzol depende da interação entre : (I) a disponibilidade de peixes no ambiente, (II) a vulnerabilidade dos peixes à pesca e (III) ao conjunto de decisões dos pescadores. Continue lendo
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